Os teus olhos,
São amantes
De sensações.
Que procuro nos teus lábios,
Em beijos,
Cheiros do teu corpo,
Perfumes da tua pele.
Que
No suor me entrego
às tuas lágrimas,
Amor.
Que
No calor dos corpos,
Sinto o desejo de te ter.
Mais uma vez.
Encontramo-nos esta noite?
segunda-feira, 31 de março de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
As miúdas da minha vida...
Durante estes dias que passaram e nada escrevi de significante ou de relevo importante para o blogue ou qualquer inspiração para um poema, quero falar sobre vocês.
Das miúdas da minha vida. Rita, és incrível, sei sempre tudo de ti, sem falar muito contigo, conheço-te tão bem...tás cá dentro amiga.
Susana, miúda...tu sabes sempre o que dizer, mesmo que não saibas o que fazer, quando se trata de ti, sabes o que dizer. Admiro-te imenso. És um grande ser humano, uma grande mulher. Grande escritora. (Pensa bem!!)
Mónica, madrinha. Grande mulher, de ti nem preciso falar muito. Conheces-me tão bem, que nem preciso falar. Tás cá dentro, num cantinho bem especial no coração. Aprendi muito contigo. Obrigado por tudo!
Ana, esse sorriso que trazes sempre, tivemos bons momentos. Tal como previ, o teu futuro, vai ser grande, já é!
Patricia, miúda, és um espectáculo! Babe,só tu...tás cá dentro. És uma das tais pessoas que admiro, imenso.
Marisa. Marisa, és o meu presente e futuro. Não preciso de dizer muita coisa, tu sabes o que sinto sem dizer nada. (As melhoras, coraxao)
Vocês, são e sempre serão, "As miúdas da minha vida".
Das miúdas da minha vida. Rita, és incrível, sei sempre tudo de ti, sem falar muito contigo, conheço-te tão bem...tás cá dentro amiga.
Susana, miúda...tu sabes sempre o que dizer, mesmo que não saibas o que fazer, quando se trata de ti, sabes o que dizer. Admiro-te imenso. És um grande ser humano, uma grande mulher. Grande escritora. (Pensa bem!!)
Mónica, madrinha. Grande mulher, de ti nem preciso falar muito. Conheces-me tão bem, que nem preciso falar. Tás cá dentro, num cantinho bem especial no coração. Aprendi muito contigo. Obrigado por tudo!
Ana, esse sorriso que trazes sempre, tivemos bons momentos. Tal como previ, o teu futuro, vai ser grande, já é!
Patricia, miúda, és um espectáculo! Babe,só tu...tás cá dentro. És uma das tais pessoas que admiro, imenso.
Marisa. Marisa, és o meu presente e futuro. Não preciso de dizer muita coisa, tu sabes o que sinto sem dizer nada. (As melhoras, coraxao)
Vocês, são e sempre serão, "As miúdas da minha vida".
terça-feira, 25 de março de 2008
ADIAFA – Apresentação do CD: "Nã há Vagar"

Dia 29/03/2008 | 21.30 | M 6 | 5€
"O concerto terá a participação de todos os músicos que colaboraram na gravação do cd,entre os quais se destacam José Salgueiro (percussões), João Frade (acordeão), José Conde (clarinete), Ricardo Cruz (contrabaixo), Paulo Parreira (guitarra portuguesa), Luís Pontes (viola), Carlos Meneses (contrabaixo) e muitos mais…
O grupo Adiafa muito se orgulhará se a cidade aderir significativamente a este evento musical que terá muitos pontos de interesse: as novas sonoridades do grupo, algumas abordagens a outras vertentes musicais (blues, fado, bolero) e textos actuais de índole socio-erotico-satírica…"
in: www.paxjulia.org
quinta-feira, 20 de março de 2008
Um sinal...
Um dedo apontando para o quê?
Um dedo apontando para os lábios pedindo uma outra face para ser beijada?
Um dedo apontando para a face a quer ser beijada?
Um dedo apontando uma dúvida que ficou no ar, esquecida?
Ou um dedo apontando uns lábios que querem ser beijados,
que têm de ser beijados.
Um dedo apontando para ti,
apontando se é a ti que te quero.
Sim, é a ti que te quero.
Um dedo apontando para os lábios pedindo uma outra face para ser beijada?
Um dedo apontando para a face a quer ser beijada?
Um dedo apontando uma dúvida que ficou no ar, esquecida?
Ou um dedo apontando uns lábios que querem ser beijados,
que têm de ser beijados.
Um dedo apontando para ti,
apontando se é a ti que te quero.
Sim, é a ti que te quero.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Sonhas...
Sonhas por esses caminhos, perdidos, fingidos.
Escutando, por vezes, outros escondidos.
Homem sombra, que tens tu…
Oh figurino.
Oh sonho perdido,
encontra-me sozinho, escondido.
Oh…menino achado, perdido, escondido,
num sonho fingido.
Sonho…
És tu,
Mal, ou bem.
Sonho, fingido, agarrado a um perdido.
A
uma alma fingida, perdida
Sozinha.
Amarrada a um desejo, de um amor
Escondido.
Sonhas por caminhos perdidos, fingidos,
Amarrado a sonhos sentidos
Navegando por sonhos antigos,
Por sonhos já navegados.
Ao longe
sonhas um sonho verdadeiro.
Um sonho esperançando
Num amanhã que ainda virá.
Escutando, por vezes, outros escondidos.
Homem sombra, que tens tu…
Oh figurino.
Oh sonho perdido,
encontra-me sozinho, escondido.
Oh…menino achado, perdido, escondido,
num sonho fingido.
Sonho…
És tu,
Mal, ou bem.
Sonho, fingido, agarrado a um perdido.
A
uma alma fingida, perdida
Sozinha.
Amarrada a um desejo, de um amor
Escondido.
Sonhas por caminhos perdidos, fingidos,
Amarrado a sonhos sentidos
Navegando por sonhos antigos,
Por sonhos já navegados.
Ao longe
sonhas um sonho verdadeiro.
Um sonho esperançando
Num amanhã que ainda virá.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Amor sem fim...
Beija forte, fortemente
Amor,
abraça-me sem ter fim.
Beija-me, sem pensar,
que há outro dia amanhã.
Um beijo, um olhar, um carinho, sem parar.
Olho para ti, de soslaio,
olho-te desejando-te.
Quero-te num leito que só nós queremos, só nós sabemos...
Amor ardente, fértil de amor,
Carnal, pecado viril.
Amor, beija-me sem pensar,
Beija-me sem parar.
Quero-te, desejo animal, carnal imundo. Um amor sem igual.
Um amor, teu, sem final.
Amor,
abraça-me sem ter fim.
Beija-me, sem pensar,
que há outro dia amanhã.
Um beijo, um olhar, um carinho, sem parar.
Olho para ti, de soslaio,
olho-te desejando-te.
Quero-te num leito que só nós queremos, só nós sabemos...
Amor ardente, fértil de amor,
Carnal, pecado viril.
Amor, beija-me sem pensar,
Beija-me sem parar.
Quero-te, desejo animal, carnal imundo. Um amor sem igual.
Um amor, teu, sem final.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Paraíso...
sexta-feira, 7 de março de 2008
"Gravity"...
...Faz-me voar e sonhar. Experimentem agora vocês. Fechem os olhos,deixem-se transportar para outro lugar...
terça-feira, 4 de março de 2008
O que é importante?
O que é importante a uma mulher?
"O sorriso no olhar,
e a felicidade no sabor de um beijo".
Será?
Ou é algo mais do que isso?
Um beijo, é só um beijo.
Um desejo,
apenas alcansável.
Um sonho, apenas um sonho?
"O sorriso no olhar,
e a felicidade no sabor de um beijo".
Será?
Ou é algo mais do que isso?
Um beijo, é só um beijo.
Um desejo,
apenas alcansável.
Um sonho, apenas um sonho?
segunda-feira, 3 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
Droga...
Droga maldita,
Roubas, matas, mentes.
Ilusionista das grandes noites,
De mocas sem fim, de rassacas sem perdão.
Pedes sem cessar, so mais um momento no paraíso,
desejas lá voltar,
vezes sem retorno.
Queres mais?
Queres perder a noção sem culpas, nem receios?
Faz-te ao mar, marinheiro de água doce,
Embarca neste doce balanço.
Dá-me só mais um.
Dá-me tudo o que tiveres, porque eu, já nada tenho.
Só vivo para ti...
Droga!!
Roubas, matas, mentes.
Ilusionista das grandes noites,
De mocas sem fim, de rassacas sem perdão.
Pedes sem cessar, so mais um momento no paraíso,
desejas lá voltar,
vezes sem retorno.
Queres mais?
Queres perder a noção sem culpas, nem receios?
Faz-te ao mar, marinheiro de água doce,
Embarca neste doce balanço.
Dá-me só mais um.
Dá-me tudo o que tiveres, porque eu, já nada tenho.
Só vivo para ti...
Droga!!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Recordei-me...
Antes de me deitar, olhei para um livro que me ofereceram. Que me trouxe recordações, e nele estava um poema que vos quero transcrever na íntegra.
Pois cada palavra é uma verdade.
Cada verso, é um sentimento.
Cada quadra, um sintoma.
A verdadeira mão que o poeta estende
não tem dedos:
é um gesto que se perde
no próprio acto de dar-se
O poeta desaparece
na verdade da sua ausência
dissolve-se no biombo da escrita
O poema é
a única
a verdadeira mão que o poeta estende
E quando o poema é bom
não te aperta a mão:
aperta-te a garganta
De: Paul Celan, in: "O Pavão Negro" de Ana Hatherly
Pois cada palavra é uma verdade.
Cada verso, é um sentimento.
Cada quadra, um sintoma.
A verdadeira mão que o poeta estende
não tem dedos:
é um gesto que se perde
no próprio acto de dar-se
O poeta desaparece
na verdade da sua ausência
dissolve-se no biombo da escrita
O poema é
a única
a verdadeira mão que o poeta estende
E quando o poema é bom
não te aperta a mão:
aperta-te a garganta
De: Paul Celan, in: "O Pavão Negro" de Ana Hatherly
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Só de pensar...
Só de pensar, que não estou perto de ti
Faz me quer estar mais longe daqui.
Não quero pensar, também não quero fugir,
Dum sentimento que não quero sair. Dum sentimento que não sabe ser feliz.
Só queria estar só. Não saber o que é dor. Dor d'amor.
Dor, sem amor.
Quão melhor é saber que amor, não é dor.
Que amor, é Amor.
Que Dor, é apenas dor.
Só de pensar...quero voltar atrás.
Correr riscos que o mundo já trás.
E contigo viver, riscos para sobreviver.
Não quero pensar, não quero fugir.
Quero apenas, contigo sonhar a dormir.
Quero viver, Quero saber
Correr riscos contigo fazer.
Faz me quer estar mais longe daqui.
Não quero pensar, também não quero fugir,
Dum sentimento que não quero sair. Dum sentimento que não sabe ser feliz.
Só queria estar só. Não saber o que é dor. Dor d'amor.
Dor, sem amor.
Quão melhor é saber que amor, não é dor.
Que amor, é Amor.
Que Dor, é apenas dor.
Só de pensar...quero voltar atrás.
Correr riscos que o mundo já trás.
E contigo viver, riscos para sobreviver.
Não quero pensar, não quero fugir.
Quero apenas, contigo sonhar a dormir.
Quero viver, Quero saber
Correr riscos contigo fazer.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Nomeado!!
Os blogs Palavras Que Ficam e A Cor do Meu Veneno nomearam o
Blocos&Canetas com o prémio:

que muito me honra, e que humildemente o aceito. É uma nomeação um pouco inesperada, porque o objectivo deste blog, foi sempre de expôr poemas e pensamentos por mim escritos e nada mais do que essa misera ambição. No entanto, Obrigado.
E porque a hora de "galhardetes" já se faz esperar, os nomeados são:
Aliciante, de Madalena Palma - Um blog de referência para todas as mulheres e homens também. Uma inspiração.
Praça da República em Beja, de João Espinho - Um blog que tem ideias fixas, diferentes e alguma luz, nesta cidade, cada vez mais cinzentona.
Palavras Que Ficam, de Susaninha - Um blog com as palavras certas, nos momentos mais oportunos.
A Cor do Meu Veneno, de "SOL" - Um blog cheio de sentimentos, de palavras cheias de tudo.
Mar Adentro, de "A. L." - Um blog de palavras fartas, transpiram poesia, romantismo, por vezes sentimentos obscuros.
Corpos e Almas, de Helena Fonseca - Um blog que cheira a Mulher, cada palavra, cada vírgula, cada ponto final.
Imagens, de "Jota Cê" - Cada foto, uma poesia. Cada foto, uma história. Cada foto, uma inspiração.
Passo então a citar as regras para os felizes nomeados:
1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários;
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blogue”, deve escrever um post: Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blogue; A tag do prémio; As regras; E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio;
3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blogue, de preferência com um link para o post em que fala dele;
4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet - pode fazê-lo no post.
Blocos&Canetas com o prémio:

que muito me honra, e que humildemente o aceito. É uma nomeação um pouco inesperada, porque o objectivo deste blog, foi sempre de expôr poemas e pensamentos por mim escritos e nada mais do que essa misera ambição. No entanto, Obrigado.
E porque a hora de "galhardetes" já se faz esperar, os nomeados são:
Aliciante, de Madalena Palma - Um blog de referência para todas as mulheres e homens também. Uma inspiração.
Praça da República em Beja, de João Espinho - Um blog que tem ideias fixas, diferentes e alguma luz, nesta cidade, cada vez mais cinzentona.
Palavras Que Ficam, de Susaninha - Um blog com as palavras certas, nos momentos mais oportunos.
A Cor do Meu Veneno, de "SOL" - Um blog cheio de sentimentos, de palavras cheias de tudo.
Mar Adentro, de "A. L." - Um blog de palavras fartas, transpiram poesia, romantismo, por vezes sentimentos obscuros.
Corpos e Almas, de Helena Fonseca - Um blog que cheira a Mulher, cada palavra, cada vírgula, cada ponto final.
Imagens, de "Jota Cê" - Cada foto, uma poesia. Cada foto, uma história. Cada foto, uma inspiração.
Passo então a citar as regras para os felizes nomeados:
1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários;
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blogue”, deve escrever um post: Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blogue; A tag do prémio; As regras; E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio;
3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blogue, de preferência com um link para o post em que fala dele;
4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet - pode fazê-lo no post.
Sou...? Serei...?
Não sei quem sou,
Nem sei o que sou.
Não sei que caminho tomei,
Nem sei que caminho caminharei.
Não sei se serei,
o que que quererei.
Não sei, o que no Futuro querei.
Agora, só sei que nada sei.
Que um caminho percorrirei,
derrubarei ou saltarei.
Perderei, se não caminharei.
Nem sei o que sou.
Não sei que caminho tomei,
Nem sei que caminho caminharei.
Não sei se serei,
o que que quererei.
Não sei, o que no Futuro querei.
Agora, só sei que nada sei.
Que um caminho percorrirei,
derrubarei ou saltarei.
Perderei, se não caminharei.
Chuva...
Chuva, pinga, molha.
Gota, limpa, fresca.
Renova, o que é velho em novo.
O novo, em usado.
Transparente, vidro, espelho.
Cais uma, cais mil. Cem vezes, sentir.
Estilhaços de nós, estilhaços de pó.
Pegadas de uma vida só.
Gota, limpa, fresca.
Renova, o que é velho em novo.
O novo, em usado.
Transparente, vidro, espelho.
Cais uma, cais mil. Cem vezes, sentir.
Estilhaços de nós, estilhaços de pó.
Pegadas de uma vida só.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)
