sábado, 6 de Fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
O "Fim da Linha" ou Direito de Resposta
Ainda postei um tema actualíssimo deste início de semana, mas após um debate ao jantar, regado de presunto, queijo, pão alentejano, do bom, que tenho todos os dias em casa, decidi retirar o post que tinha. É verdade que se o nosso PM disse o que disse está equivocado. Se Crespo, Mário Crespo um dos maiores jornalistas vivos portugueses disse o que disse, então deve ter alguma razão. O homem não é louco em dizer as coisas assim do nada sem ter a certeza Absoluta do que diz. É jornalista e os jornalistas vivem e alimentam-se de fontes e de investigações em procura,"supostamente" da verdade. Se o nosso PM, que por acaso é líder de um País, Europeu,e tem este tipo de atitudes e de conversas, então só empobrece a classe política no geral, e muito particularmente, na consideração de todos os portugueses que votaram nele, para líder de um País, que precisa de Estabilidade política, social e económica. E não de interesses mesquinhos e que não nos levam a nenhum lado. Sei que ainda não ouvimos o direito de resposta do nosso PM. O queixume de Crespo foi ouvido. Oiçamos também, o que o outro lado tem para nos dizer.
quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
domingo, 17 de Janeiro de 2010
"Quando pensas na palavra Amor. O que é que sentes?"
Foi a pergunta que fiz a algumas mulheres durante o dia de ontem. Nenhuma me soube responder de forma concreta e exacta o que é o "Amor".
Porque o Amor nunca se pode explicar por palavras, mas sim sentir e sentir intensamente. De tantas e variadas formas.
Quando se fala em Amor no feminino, é, para a maioria dos homens, difícil de entender porque nós, homens, simplificamos o Amor num objectivo. E enquanto para as mulheres, não é apenas um objectivo. É muito mais do que isso.
Quando se fala em Amor, no masculino, é simples. Básico até.
Hormonalmente básico.
Nos homens, o "Amor" é sexo, e o sexo é "Amor". Para se sentirem amados têm que ter uma bela noite sexo. Enquanto, por outro lado, nas mulheres, para se sentirem amadas, o sexo, é secundário e não uma prioridade máxima, é uma parte e não um Todo. Para se sentirem amadas, têm de saber e de sentirem, que são acarinhadas, ouvidas, compreendidas (principalmente esta parte),então, é-lhes muito mais fácil "amar".
Basicamente: As mulheres sentem-no. Os homens gostam de o fazer.
Porque o Amor nunca se pode explicar por palavras, mas sim sentir e sentir intensamente. De tantas e variadas formas.
Quando se fala em Amor no feminino, é, para a maioria dos homens, difícil de entender porque nós, homens, simplificamos o Amor num objectivo. E enquanto para as mulheres, não é apenas um objectivo. É muito mais do que isso.
Quando se fala em Amor, no masculino, é simples. Básico até.
Hormonalmente básico.
Nos homens, o "Amor" é sexo, e o sexo é "Amor". Para se sentirem amados têm que ter uma bela noite sexo. Enquanto, por outro lado, nas mulheres, para se sentirem amadas, o sexo, é secundário e não uma prioridade máxima, é uma parte e não um Todo. Para se sentirem amadas, têm de saber e de sentirem, que são acarinhadas, ouvidas, compreendidas (principalmente esta parte),então, é-lhes muito mais fácil "amar".
Basicamente: As mulheres sentem-no. Os homens gostam de o fazer.
domingo, 10 de Janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010
Maria...
Soube a pouco
o sabor da tua pele, Maria.
O cheiro do teu perfume que sabia,
A amora e chocolate
De manhã até ao fim do dia.
Quis o teu corpo,
O teu nome já sabia.
Do alto dos teus ombros
Até à imensidão do que sentia
O teu amor, Maria.
Do pouco que sabia
O teu perfume queria,
No meu corpo,
Noite e Dia.
Quebra, parte, torce
Louco coração atormentado
Por teu nome,
Maria.
o sabor da tua pele, Maria.
O cheiro do teu perfume que sabia,
A amora e chocolate
De manhã até ao fim do dia.
Quis o teu corpo,
O teu nome já sabia.
Do alto dos teus ombros
Até à imensidão do que sentia
O teu amor, Maria.
Do pouco que sabia
O teu perfume queria,
No meu corpo,
Noite e Dia.
Quebra, parte, torce
Louco coração atormentado
Por teu nome,
Maria.
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