quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Greve!

Hoje, tal como muitos portugueses, não fui dos que aderiu à greve, mas estou com eles. Pela Luta que lutam. Pelas oportunidades perdidas para uma tal Troika, por uns tais "Mercados" que ninguém sabe muito bem quem são e acima de tudo estou com eles, porque vejo, sei e sinto como todos eles, que este caminho de austeridade não é o caminho para Portugal, para a Europa, para o Mundo. Para que tudo mude, temos de lutar, não podemos viver impávidos e serenos como sempre fomos. Temos de resistir a esse gene maldito. Lutemos por aquilo que temos direito. Ao direito de vivermos numa Europa unida, e não dividida. A uma Europa que olha pelos seus, que nós faremos com trabalho e dedicação se nos for reconhecidos os direitos a que temos direito, que outros lutaram muito antes de muitos de nós sequer termos nascido. Por um País que gorvernado por pseudo-intelectuais que de economia, perdoem-me, mas de nada sabem. Quero e queremos todos que haja um País com crescimento económico e também em termos de empregabilidade. Mas para isso, não é necessário termos de empobrecer para enriquecermos. Não queremos ser a "China da Europa", nem a Europa tem que ser/ nem deve aceitar/querer ser "A China". Nós somos nós. Eles são eles.

"Grenade"

"Chasing Cars"

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

"Not There Yet"

SMS...

Hoje, Amanhã, Depois de Amanhã,
E depois todos os dias. Não é cansativo?
E quando não tens nada para dizer?
Falas do quê?
Sobre o Tempo?
Sobre o quê?
Não sei mais o que dizer, mas também o que queria dizer não posso.
Não quero, nem devo.
Eu sei que não queres que diga e a mim não me apetece dize-lo.
Chega.
Ficas em casa que é melhor.
Pensava eu que podia andar sem ti atrás,
de uma hora pr'a outra a olhar-te,
Esperar pelo próximo minuto e...vem aí!! Aaah...
não vem.
É na próxima! De certeza...!
E nunca mais vens.
Que perda de tempo!
Que perda, do Meu tempo.
Se era para ser assim, não te queria.
Nem te usava, nem te tocava.
Não pensava.
Não modelava as letras como canções,
Como batidas do coração
E imaginava um outro mundo.
Nosso.
Meu, que era teu. Nosso.
 Mas nunca me disseste nada.
Nem uma palavra, nem um sorriso, nem um gesto.
Nem me disseste se estava triste ou contente.
Se gostavas ou não gostavas, se querias ou não querias.
Nada.
E agora, não tenho dinheiro para mais nada.
FIM...

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ilusão...

Quando os teus olhos encontraram os meus,
De mais nada quis saber.
De comer e viver, só de ti queria saber.
Não sei se é loucura ou perdição, de Amor, eu sei que é.
Sei que se não te vejo, jaz em mim
A flor bela luzidia
Em teus doces olhos.
Vertes em mim desejos inconsolados,
de memórias ainda não realizadas.
É pena que o mundo seja somente pura ilusão. E o Amor, não é?