Eras um pássaro na minha mão.
Dançavas ao vento, uma melodia qualquer.
Abraçavas de qualquer jeito, o vento,
companheiro de outras tantas danças,
Sejam elas, Valsas, Tangos ou Chá-Chá-Chás...
A doce ternura, do pilrear, é um beijo que te dou.
Uma doce melodia musical, quente, e fatal.
Do gentil e refinado bico, a música é uma canção,
Que embala o coração.
Artista de cinema, dançarina de salão.
Passarinho, dás-me a tua mão?
sábado, 29 de dezembro de 2007
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Tempo que já não volta...
Cheiro o que perdi
Sonho o que já passou
Sinto aquilo que já curou.
O perfume que já usei e nos teus beijos encontrei.
No teu pescoço provei
o sabor do que já senti.
Na memória guardo o que seria
um gesto de cada olhar
A mão que baloiçava
um corpo moribundo.
Em cada olhar que me abrigava,
tinhas aquilo que queria.
Ilusão, de te querer mais do que podia.
Era um plano maior que por mim espreitava
Em cada esquina escondida, palavras segredadas,
a teus ouvidos benditas.
Do tempo que já passou,
das mágoas que já passaram.
Das noites mal dormidas...
Ainda respiro o perfume do teu cabelo,
Ainda bebo o cheiro dos teus beijos,
Saboreio o brilho dos teus olhos ao pôr-do-Sol.
Naquele tempo que já foi e já passou.
Sonho o que já passou
Sinto aquilo que já curou.
O perfume que já usei e nos teus beijos encontrei.
No teu pescoço provei
o sabor do que já senti.
Na memória guardo o que seria
um gesto de cada olhar
A mão que baloiçava
um corpo moribundo.
Em cada olhar que me abrigava,
tinhas aquilo que queria.
Ilusão, de te querer mais do que podia.
Era um plano maior que por mim espreitava
Em cada esquina escondida, palavras segredadas,
a teus ouvidos benditas.
Do tempo que já passou,
das mágoas que já passaram.
Das noites mal dormidas...
Ainda respiro o perfume do teu cabelo,
Ainda bebo o cheiro dos teus beijos,
Saboreio o brilho dos teus olhos ao pôr-do-Sol.
Naquele tempo que já foi e já passou.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Viver...
Não quero escrever,
Quero morrer a sentir,
Quero morrer e voltar a sorrir.
Quero ser outra vez
o que um dia fui, e já não sou.
Quero ser o que já fiz.
Tudo, me aborrece e me enfadonha.
Tudo, não é nada e o nada, é tudo.
Tudo o que faço, digo, oiço, escrevo e sinto.
Se um dia fosse um ano,
e um ano, num dia,
Então, quero num dia,
Viver todas as vidas num instante.
Quero morrer a sentir,
Quero morrer e voltar a sorrir.
Quero ser outra vez
o que um dia fui, e já não sou.
Quero ser o que já fiz.
Tudo, me aborrece e me enfadonha.
Tudo, não é nada e o nada, é tudo.
Tudo o que faço, digo, oiço, escrevo e sinto.
Se um dia fosse um ano,
e um ano, num dia,
Então, quero num dia,
Viver todas as vidas num instante.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Adoro...
Saborear um chocolate
Cheirar um café
O cheiro de um charuto
O aroma de um cachimbo
O gosto de um chá
Degustar um belo vinho tinto
O paladar de uma refeição
As conversas entre amigos
O cheiro das canetas em que escrevo
O perfume que uso
O olhar de uma mulher
Um beijo sentido.
Cheirar um café
O cheiro de um charuto
O aroma de um cachimbo
O gosto de um chá
Degustar um belo vinho tinto
O paladar de uma refeição
As conversas entre amigos
O cheiro das canetas em que escrevo
O perfume que uso
O olhar de uma mulher
Um beijo sentido.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
De cara lavada...
Ano Novo, Vida Nova. E foi isso que se fez, o "Blocos&Canetas" entra de "cara lavada" para o Novo Ano.
Recorrendo a uma amiga, para criar um novo efeito visual para o blog.
Mantém-se a mesma linha de identidade, que o caracteriza, e ao mesmo tempo inova-se, nos efeitos visuais que se queriam para o blog. Novos poemas, novos assuntos, novas músicas, novos debates, novos concensos...
É o que desejo, e o que se deseja para o "B&C".
Para os leitores, um Natal cheio de Saúde, Amor e muita...poesia. Um Ano de 2008 com menos impostos, mais trabalho, menos desemprego, mais dinheiro e cheio de novas oportunidades, para todos.
Recorrendo a uma amiga, para criar um novo efeito visual para o blog.
Mantém-se a mesma linha de identidade, que o caracteriza, e ao mesmo tempo inova-se, nos efeitos visuais que se queriam para o blog. Novos poemas, novos assuntos, novas músicas, novos debates, novos concensos...
É o que desejo, e o que se deseja para o "B&C".
Para os leitores, um Natal cheio de Saúde, Amor e muita...poesia. Um Ano de 2008 com menos impostos, mais trabalho, menos desemprego, mais dinheiro e cheio de novas oportunidades, para todos.
Louco, é o Amor...
O Amor é louco!
O que tem de louco o Amor?
O que é o Amor, senão a maior loucura de todos os tempos.
A ele, o Homem não pode conquistar,
não pode ludibriar, mentir ou fugir.
Viveremos, sempre, toda a vida, amordaçados, resignados...
Escravos e resignados a um Amor.
Porque será?
O que tem de louco o Amor?
O que é o Amor, senão a maior loucura de todos os tempos.
A ele, o Homem não pode conquistar,
não pode ludibriar, mentir ou fugir.
Viveremos, sempre, toda a vida, amordaçados, resignados...
Escravos e resignados a um Amor.
Porque será?
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Será que dá para esquecer...
Queria impedir de sentir, o que sentia.
De sentir os teus beijos, o teu beijo, na primeira vez. Da primeira vez.
Não queria me lembrar do gosto,
dos sentimentos que sabia que os tinha, mas não queria...
Lembrar-me do valor, do sabor e do perfume de um beijo.
Das memórias que traz um beijo.
Dos teus lábios nos meus.
De saber que um beijo, não é só um beijo.
De uma história que foi contada, vezes sem conta repetida.
Da tua voz entusiasmada, da tua voz rouca, ou da tua voz em choro.
Não sei porquê, mas hoje lembrei-me de ti.
Lembrei-me dos teus beijos.
Dei conta de que por vezes o que é bom, nem sempre...nem sempre, é para sempre.
Dos momentos que já vivi, e dos beijos que encontrei...
Não sei...não sei...
Mas lembrei-me de ti.
De sentir os teus beijos, o teu beijo, na primeira vez. Da primeira vez.
Não queria me lembrar do gosto,
dos sentimentos que sabia que os tinha, mas não queria...
Lembrar-me do valor, do sabor e do perfume de um beijo.
Das memórias que traz um beijo.
Dos teus lábios nos meus.
De saber que um beijo, não é só um beijo.
De uma história que foi contada, vezes sem conta repetida.
Da tua voz entusiasmada, da tua voz rouca, ou da tua voz em choro.
Não sei porquê, mas hoje lembrei-me de ti.
Lembrei-me dos teus beijos.
Dei conta de que por vezes o que é bom, nem sempre...nem sempre, é para sempre.
Dos momentos que já vivi, e dos beijos que encontrei...
Não sei...não sei...
Mas lembrei-me de ti.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Se...
Sentir-te, em cada palavra.
Sussurrar-te, a cada minuto que te descubro.
Sorrir-te, a cada olhar que cruzamos.
Subir, até ao teu andar.
Suar-te, em cada encontro.
Saborear-te do princípio ao fim.
Sobrevoar os teus pensamentos...
Sonhar, e não te ver.
Sofrer, por acabar.
Soltar uma gargalhada...
Soltar, soltarei de alegria.
Sussurrar-te, a cada minuto que te descubro.
Sorrir-te, a cada olhar que cruzamos.
Subir, até ao teu andar.
Suar-te, em cada encontro.
Saborear-te do princípio ao fim.
Sobrevoar os teus pensamentos...
Sonhar, e não te ver.
Sofrer, por acabar.
Soltar uma gargalhada...
Soltar, soltarei de alegria.
domingo, 9 de dezembro de 2007
São...beijos
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Vais assim (P)aís...
Se já nada mais importa,
Venham eles sem demora.
Já nada mais há a fazer,
Venham lá eles, mais uma vez.
Demora, demora rapazinho.
Demora, só mais um instantinho.
Se é homem ou mulher já não importa,
Venham outros sem demora.
Venham, que já nada importa,
Já ninguém se importa.
Por uma porta aberta,
Aperta trancas outra porta, já fechada.
Aperta a porta, o dinheiro, e as queixas do vizinho.
De bolsos rotos, sem demora, pede a reforma sem demora.
Que de novo já nada tem, e de velho já rugas tem.
Que mal vai o velho, que mal vai o País.
Vai mal o velho como o novo, o que tem rugas e o que nem queixas tem.
Vai mal o País, meus senhores, vai mal.
Vai mal o homem que manda, e o homem que manda mandar.
Num País que nada tem, tudo manda. E ninguém, quer fazer o que lhes mandam.
Venham eles sem demora.
Já nada mais há a fazer,
Venham lá eles, mais uma vez.
Demora, demora rapazinho.
Demora, só mais um instantinho.
Se é homem ou mulher já não importa,
Venham outros sem demora.
Venham, que já nada importa,
Já ninguém se importa.
Por uma porta aberta,
Aperta trancas outra porta, já fechada.
Aperta a porta, o dinheiro, e as queixas do vizinho.
De bolsos rotos, sem demora, pede a reforma sem demora.
Que de novo já nada tem, e de velho já rugas tem.
Que mal vai o velho, que mal vai o País.
Vai mal o velho como o novo, o que tem rugas e o que nem queixas tem.
Vai mal o País, meus senhores, vai mal.
Vai mal o homem que manda, e o homem que manda mandar.
Num País que nada tem, tudo manda. E ninguém, quer fazer o que lhes mandam.
domingo, 25 de novembro de 2007
Para uma amiga...
Mulher, forte e sincera.
Amiga, é o seu forte.
Razão, o que a abunda.
Ironia e boa disposição, sempre.
Satisfeita, quando termina mais um dia de trabalho.
Acima de tudo, justa.
Amiga, é o seu forte.
Razão, o que a abunda.
Ironia e boa disposição, sempre.
Satisfeita, quando termina mais um dia de trabalho.
Acima de tudo, justa.
sábado, 24 de novembro de 2007
Almofada...
Quero uma almofada para dormir,
Uma almofada para descansar,
Uma almofada para meditar,
Outra para repousar.
Uma para sonhar, e outra para chorar.
Uma para aconchegar, outra para cheirar.
Uma, onde quero estar, outra para olhar.
Uma para sentir, outra para sorrir.
Uma almofada, só uma almofada...
Uma almofada para me encostar,
Só uma almofada para me fazer, feliz.
Uma almofada para descansar,
Uma almofada para meditar,
Outra para repousar.
Uma para sonhar, e outra para chorar.
Uma para aconchegar, outra para cheirar.
Uma, onde quero estar, outra para olhar.
Uma para sentir, outra para sorrir.
Uma almofada, só uma almofada...
Uma almofada para me encostar,
Só uma almofada para me fazer, feliz.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Amores loucos, Loucos Amores (parte II)
Loucos de Amor,
Loucos de prazer,
Loucos por Amar,
Loucos por querer.
Amar, sem parar.
Rir, sem comer.
Ouvir, sem pensar.
Falar, sem escutar.
Amor, turbilhão dos turbilhões.
Confusão das confusões.
Conflito dos conflitos.
Perdição das perdições.
Se Amor, é amar assim. Então,
Amar, é loucura, sem razão.
Loucos de prazer,
Loucos por Amar,
Loucos por querer.
Amar, sem parar.
Rir, sem comer.
Ouvir, sem pensar.
Falar, sem escutar.
Amor, turbilhão dos turbilhões.
Confusão das confusões.
Conflito dos conflitos.
Perdição das perdições.
Se Amor, é amar assim. Então,
Amar, é loucura, sem razão.
Cidade...

Foto: Madalena Palma
Vagueio por estas ruas,
Olhando para o chão,
Vejo figuras tormentas,
Figuras da minha imaginação.
Nas ruas, tormentas,
Cheiro a terra da minha Terra,
A gente da minha gente,
A gente da minha cidade.
Cidade de Outono,
e folhas caídas.
De cheiros e sabores.
Cidade de Veraneio,
De calores intensos,
De gente hospitaleira,
De gente de bons costumes,
Espero, em ti cidade,
Cultura viva,
Juventude em dia!
Futuro, quando o dia?
domingo, 18 de novembro de 2007
Sombras...

in: emendasesonetos.blogspot.com
Sombras, sombras de dia,
Sombras da noite, sombras, só sombras…
Sombras no peito,
Sombras na luz,
Sombras de dúvida,
Sombras da Lua.
Sombras de um beijo,
Sombras de um jeito,
Sombras…
Sombras de uma família,
Sombras de amigos,
Sombras de quem se amou,
Sombras de quem se ama.
Sombras da vida,
Sombras de uma vida.
Sombras, que são minhas,
Sombras que são tuas.
Sombras de uma vida.
Na vida onde há vida,
Há sombras em toda a vida.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Portugal...Telefona!
Por ouvir os Clientes...
Ouvindo desagrados,
Unidos,
Gritamos.
Arre!!...
Lista atrás de lista,
Tratamos de tudo.
Elevamos a moral do cliente,
Levamo-lo até à Lua!
Elevávamos outras coisas..., mas isso, não interessa nada.
Cumprimos, na medida do possível, e com aquilo que sabemos;
Oiçam o que vos digo! Trabalhem!!...
Mouros!!!
Ouvindo desagrados,
Unidos,
Gritamos.
Arre!!...
Lista atrás de lista,
Tratamos de tudo.
Elevamos a moral do cliente,
Levamo-lo até à Lua!
Elevávamos outras coisas..., mas isso, não interessa nada.
Cumprimos, na medida do possível, e com aquilo que sabemos;
Oiçam o que vos digo! Trabalhem!!...
Mouros!!!
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Há pessoas que me deixam sem palavras, e ela, é uma delas. Se me permite o devaneio, e com o devido respeito, não há coisa mais sexy numa mulher, do que ser bonita, e inteligente.
Não é um blog, para mim não é. É um diário de sentimentos, de sentimentos que se querem mostrar.
Deixo-vos com estas duas linhas de um pensamento, que poderiam ser muito bem de um poema, um belo poema:
"Devaneios sem preocupações.
Pensamentos sem barreiras."
in: http://luzdosdias.weblog.com.pt
Não é um blog, para mim não é. É um diário de sentimentos, de sentimentos que se querem mostrar.
Deixo-vos com estas duas linhas de um pensamento, que poderiam ser muito bem de um poema, um belo poema:
"Devaneios sem preocupações.
Pensamentos sem barreiras."
in: http://luzdosdias.weblog.com.pt
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Amores loucos, Loucos Amores (parte I)
Somos loucos, tristes loucos,
Somos loucos, por prazer,
De escrever, formas de dizer, Amor.
Tristes loucos, por escrever,
formas de fazer...Amor.
Somos loucos, por prazer,
De escrever, formas de dizer, Amor.
Tristes loucos, por escrever,
formas de fazer...Amor.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Subscrever:
Mensagens (Atom)
