sábado, 31 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Cheiros...
...de Verão, Inverno, Outono e Primavera.
Cheiros intensos e coloridos,
Outros, mais frios e desenchabidos.
Uns mais atrevidos, dias sim, dias não,
Vem chuva.
Árvores sem pele, nem fruta.
Ruas, cobertas em lençóis de folhas moribundas.
Dias solarengos, tardes norteadas, noites desertas.
Cheiros de Verão, Outono, Inverno e Primavera.
Cheiros assim, nada iguais.
Estranhos, outros tais
Em ternos abraços volvidos,
Uns dias sim, uns dias não...
Cheiros intensos e coloridos,
Outros, mais frios e desenchabidos.
Uns mais atrevidos, dias sim, dias não,
Vem chuva.
Árvores sem pele, nem fruta.
Ruas, cobertas em lençóis de folhas moribundas.
Dias solarengos, tardes norteadas, noites desertas.
Cheiros de Verão, Outono, Inverno e Primavera.
Cheiros assim, nada iguais.
Estranhos, outros tais
Em ternos abraços volvidos,
Uns dias sim, uns dias não...
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Desafio aceite...
O desafio foi feito pela minha querida e grande, grande amiga Susaninha, e como prometi, aceitei o desafio, e desafiei-me a mim próprio, a gastar algum do meu tempo, e alguma massa cinzenta, da pouca que me resta, para responder ao questionário proposto. (Minha querida Susana, é com prazer que respondo e não, não é perda de tempo. Estava só a brincar.) Vamos lá então...
Porque é que tens um blog?
Olha, tenho um blog porque era uma necessidade que tinha em divulgar os meus pensamentos, uma forma de mostrar um outro "Miguel" desconhecido pela maior parte das pessoas e manter assim uma quase "dupla identidade". Tive outros blogs, mas entretanto ou fecharam porque a necessidade de escrever algo mais pessoal, como este, era o que mais me interessava, e era essa a razão porque as pessoas iam ler os blogs, e queria descolar também a imagem de uma pessoa demasiado séria, e mostrar a imagem daquilo que sou na realidade. Alguém com sentimentos, que ri, que chora, que tem as suas fraquezas, os seus momentos de felicidade, que tem desgostos amorosos, mas que tem sempre, felizmente sempre, pessoas com quem partilhar todos estes momentos através da poesia.
Porque segues o blog que te lançou o desafio?
Sigo, por duas simples razões:
A 1ª porque é de uma pessoa, de uma mulher, por quem nutro uma grande amizade, e um carinho muito grande.
E depois, porque o blog tem sempre coisas tão bem escritas, tão bem estruturadas, tão bem pensadas, que é irresistivel, negar o quer que seja. (Nem tudo, mas vá...)
A sério, sigo por duas palavras que definem o blog e a pessoa ao mesmo tempo:
Honestidade de sentimentos e transpira de Intelectualidade Introspectiva. (Isto existe? Se não existir...passa a existir!)
Passar este desafio a outros bloguistas...
Desafio, todos os que ficam cá pelo menos 2 a 3 segundos, e aqueles que ficam a olhar para as mamocas das senhoras que ponho no blog(são fotografias artisticas, oh seu bando de depravados!), e a todos aqueles que vêm espreitar o que cá se vai escrevendo, umas vezes melhor, outras vezes, assim-assim.
Porque é que tens um blog?
Olha, tenho um blog porque era uma necessidade que tinha em divulgar os meus pensamentos, uma forma de mostrar um outro "Miguel" desconhecido pela maior parte das pessoas e manter assim uma quase "dupla identidade". Tive outros blogs, mas entretanto ou fecharam porque a necessidade de escrever algo mais pessoal, como este, era o que mais me interessava, e era essa a razão porque as pessoas iam ler os blogs, e queria descolar também a imagem de uma pessoa demasiado séria, e mostrar a imagem daquilo que sou na realidade. Alguém com sentimentos, que ri, que chora, que tem as suas fraquezas, os seus momentos de felicidade, que tem desgostos amorosos, mas que tem sempre, felizmente sempre, pessoas com quem partilhar todos estes momentos através da poesia.
Porque segues o blog que te lançou o desafio?
Sigo, por duas simples razões:
A 1ª porque é de uma pessoa, de uma mulher, por quem nutro uma grande amizade, e um carinho muito grande.
E depois, porque o blog tem sempre coisas tão bem escritas, tão bem estruturadas, tão bem pensadas, que é irresistivel, negar o quer que seja. (Nem tudo, mas vá...)
A sério, sigo por duas palavras que definem o blog e a pessoa ao mesmo tempo:
Honestidade de sentimentos e transpira de Intelectualidade Introspectiva. (Isto existe? Se não existir...passa a existir!)
Passar este desafio a outros bloguistas...
Desafio, todos os que ficam cá pelo menos 2 a 3 segundos, e aqueles que ficam a olhar para as mamocas das senhoras que ponho no blog(são fotografias artisticas, oh seu bando de depravados!), e a todos aqueles que vêm espreitar o que cá se vai escrevendo, umas vezes melhor, outras vezes, assim-assim.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Fugir...
Quero fugir de ti,
nos meus pensamentos,
Libertar-me das tuas amarras.
Aprisionado a um amor
que não é meu,
Que nunca foi meu.
Fui, sempre teu.
Tu, nunca foste minha.
Foste sempre de outro alguém,
que não eu.
Fujo de ti,
de mim.
De tudo o que me lembra de ti.
Desde a tua boca,
Aos teus beijos,
Da tua respiração,
Aos centímetros do teu corpo,
na memória dos meus olhos.
Quero fugir do sonho,
Acordar na realidade.
Fugir de ti,
Sair de ti,
Abrir os olhos,
E saber um dia,
Acordar em mim.
nos meus pensamentos,
Libertar-me das tuas amarras.
Aprisionado a um amor
que não é meu,
Que nunca foi meu.
Fui, sempre teu.
Tu, nunca foste minha.
Foste sempre de outro alguém,
que não eu.
Fujo de ti,
de mim.
De tudo o que me lembra de ti.
Desde a tua boca,
Aos teus beijos,
Da tua respiração,
Aos centímetros do teu corpo,
na memória dos meus olhos.
Quero fugir do sonho,
Acordar na realidade.
Fugir de ti,
Sair de ti,
Abrir os olhos,
E saber um dia,
Acordar em mim.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Vidas...

foto: Pascal Renoux
Abre-se uma porta
Num caminho sem fim,
Uma janela aberta,
Abraçada a um raio de sol.
Fecha-se a boca,
Os olhos e o coração.
Fecham-se os pensamentos.
Abre-se a mão, a tudo, de tudo
Por uma nova página.
Abre-se novamente uma porta,
Uma nova história,
uma nova página.
Pensamentos,
e o coração.
Abre-se um novo caminho,
Para uma nova janela
E abraçar,
um raio de sol.
domingo, 11 de maio de 2008
Amanhã...
Não tenho vontade
nem tempo
Nem paciência
Não tenho nada para escrever
De momento
Aqui.
As Horas, passam a dias
Os dias, passam a semanas,
As semanas, em dúvidas retóricas.
Tudo vai continuar igual a si mesmo.
O sol brilhando, a lua espreitando...
Os dias iguais a si mesmos.
Amanhã,
é mais um dia.
nem tempo
Nem paciência
Não tenho nada para escrever
De momento
Aqui.
As Horas, passam a dias
Os dias, passam a semanas,
As semanas, em dúvidas retóricas.
Tudo vai continuar igual a si mesmo.
O sol brilhando, a lua espreitando...
Os dias iguais a si mesmos.
Amanhã,
é mais um dia.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Beija-me...
Beija-me com esses labios teus,
Beija-me mais uma vez.
Beija-me com os teus lábios feitos de ardor e mel.
Beija-me com esses lábios que acende o meu coração,
que apaga os meus medos,
Que me traz o conforto da segurança que me dás.
Beija-me mais uma vez.
Beija-me com os teus lábios feitos de ardor e mel.
Beija-me com esses lábios que acende o meu coração,
que apaga os meus medos,
Que me traz o conforto da segurança que me dás.
sábado, 19 de abril de 2008
Lábios de mel...
Lábios de mel, lábios de fel.
É seda, o teu mel,
a tua boca, o meu refúgio.
Os teus lábios
A tua boca junto à minha, é seda e mel.
Dos teus lábios,
Quero o calor do teu corpo, o perfume da tua pele.
Da tua boca, a tua seda, o teu corpo, o teu mel.
Quero-os a todos, de uma só vez.
A ti, num só momento.
É seda, o teu mel,
a tua boca, o meu refúgio.
Os teus lábios
A tua boca junto à minha, é seda e mel.
Dos teus lábios,
Quero o calor do teu corpo, o perfume da tua pele.
Da tua boca, a tua seda, o teu corpo, o teu mel.
Quero-os a todos, de uma só vez.
A ti, num só momento.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Noite...

foto: Marco Magalhães
Dizes-me na noite, o quanto de frio és,
o quanto de escuro, és.
O quanto de sombrio tens,
o quanto de ti, é noite
O quanto de mim, é dia.
Dizes à noite o quanto é noite,
o quanto de dia sou na tua noite
O quanto da tua noite sou o teu dia.
Dizes-me, segredas-me ao canto do canto do ouvido
os teus segredos, os teus medos, as tuas incertezas.
Dizes, sem medo de dizer,
Mas dizes, com medo, do medo que tens, de ti mesma.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Ao jantar...
...tem-se as melhores conversas.
Os amigos reaproximam-se, as amizades reforçam-se.
Em cada sorriso, uma palavra de apreço.
Lembram-se velhas histórias
pelo tempo já esquecidas.
Velhas caras, novas caras.
Velhas vidas, novas vidas.
Novas histórias, novos caminhos.
Ao jantar, jantam-se...Amizades.
Os amigos reaproximam-se, as amizades reforçam-se.
Em cada sorriso, uma palavra de apreço.
Lembram-se velhas histórias
pelo tempo já esquecidas.
Velhas caras, novas caras.
Velhas vidas, novas vidas.
Novas histórias, novos caminhos.
Ao jantar, jantam-se...Amizades.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Um poema...
Uma rosa, um cheiro,
Um beijo, uma ternura.
Um olhar, uma frase.
Duas mãos que se cruzam,
Um rosto que se aproxima
Uma boca, duas palavras.
"Amo-te".
Este, é dedicado à Mariana, que sem saber, bastaram 2 segundos para encontrar neste poema, O poema para o namorado.
Um beijo, uma ternura.
Um olhar, uma frase.
Duas mãos que se cruzam,
Um rosto que se aproxima
Uma boca, duas palavras.
"Amo-te".
Este, é dedicado à Mariana, que sem saber, bastaram 2 segundos para encontrar neste poema, O poema para o namorado.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Na Taberna...

foto: João Espinho
Pouso o cigarro, bebo o copo de vinho, cheio, de um só gole. “Aaaaaaah!!” Abro bem os olhos, para mais um dia de labor, mais um dia de exaustão. Acendo mais um cigarro, um dos poucos que ainda resta no bolso da camisa. “Rico SG ventil”, digo eu. Ao fundo oiço mais um relato da boca do rádio na taberna. O benfica perdeu. “Já não é como antigamente”. Penso na vida, no dinheiro que não me chega, na mulher que não se pode levantar, nem fazer as forças que fazia quando era moça. Hoje, já não tem as forças que tinha. As varizes, são montanhas, que antes foram planicies. Belas aquelas pernas, foram com elas que casei, já fazem…fizeram 51 ou 2 primaveras, a idade já não perdoa a memória. O Chico da Taberna, diz que o Porto infelizmente foi melhor, o Zé da Maria Amália, vizinho das redondezas, diz que o Sporting foi roubado. Nem ligo ao que dizem, o que mais me importa é se ganham ou se perdem. Eu quero é saber como é que vou ganhar dinheiro para comer, hoje e depois de amanhã. Passo pelas gordas, nos jornais diários, que estão na bancada da taberna e vou pró trabalho, que o sol já acordou, e o País…ainda dorme.
in: Praça da República em Beja

foto: João Espinho
Os rostos cansados, dos velhos, que já foram jovens, lembram-se lá ao longe dos sonhos que tiveram e não realizaram nem metade deles. Rostos cansados, dos dias solarengos, das noites ao relento, do vinho que beberam, das noites de folia, dos bailaricos, e de namorarem à janela das suas cachopas. Rostos cansados de tantos anos a fazer o mesmo, sempre o mesmo.
Levantar, passear pelos campos os animais, entreterem-se com as brincadeiras dos cães que ainda guardam as poucas ovelhas que ainda têm, que o tempo hoje não é para pastores, é para os computadores. Já nada é como antigamente. Deitam-se, os ossos já rangem, os comprimidos, se é que têm dinheiro para os ter, tomam, para descansarem. Rostos cansados, mas cheios de sabedoria e experiência da(e) vida. Isso ninguém lhes tira. Rostos cansados, mas cheios de histórias para contar, de coisas que eu já não sei o que são, de coisas que nunca ouvi falar, de coisas que só estão na minha imaginação, porque nunca as vivi. Rostos cansados que nos lembram que temos um passado, de vivermos o presente, para depois, contarmos ao futuro, como eles a nós, o passado. De rostos cansados…
in: Praça da República em Beja
quarta-feira, 2 de abril de 2008
segunda-feira, 31 de março de 2008
Dizem Que...
Os teus olhos,
São amantes
De sensações.
Que procuro nos teus lábios,
Em beijos,
Cheiros do teu corpo,
Perfumes da tua pele.
Que
No suor me entrego
às tuas lágrimas,
Amor.
Que
No calor dos corpos,
Sinto o desejo de te ter.
Mais uma vez.
Encontramo-nos esta noite?
São amantes
De sensações.
Que procuro nos teus lábios,
Em beijos,
Cheiros do teu corpo,
Perfumes da tua pele.
Que
No suor me entrego
às tuas lágrimas,
Amor.
Que
No calor dos corpos,
Sinto o desejo de te ter.
Mais uma vez.
Encontramo-nos esta noite?
quinta-feira, 27 de março de 2008
As miúdas da minha vida...
Durante estes dias que passaram e nada escrevi de significante ou de relevo importante para o blogue ou qualquer inspiração para um poema, quero falar sobre vocês.
Das miúdas da minha vida. Rita, és incrível, sei sempre tudo de ti, sem falar muito contigo, conheço-te tão bem...tás cá dentro amiga.
Susana, miúda...tu sabes sempre o que dizer, mesmo que não saibas o que fazer, quando se trata de ti, sabes o que dizer. Admiro-te imenso. És um grande ser humano, uma grande mulher. Grande escritora. (Pensa bem!!)
Mónica, madrinha. Grande mulher, de ti nem preciso falar muito. Conheces-me tão bem, que nem preciso falar. Tás cá dentro, num cantinho bem especial no coração. Aprendi muito contigo. Obrigado por tudo!
Ana, esse sorriso que trazes sempre, tivemos bons momentos. Tal como previ, o teu futuro, vai ser grande, já é!
Patricia, miúda, és um espectáculo! Babe,só tu...tás cá dentro. És uma das tais pessoas que admiro, imenso.
Marisa. Marisa, és o meu presente e futuro. Não preciso de dizer muita coisa, tu sabes o que sinto sem dizer nada. (As melhoras, coraxao)
Vocês, são e sempre serão, "As miúdas da minha vida".
Das miúdas da minha vida. Rita, és incrível, sei sempre tudo de ti, sem falar muito contigo, conheço-te tão bem...tás cá dentro amiga.
Susana, miúda...tu sabes sempre o que dizer, mesmo que não saibas o que fazer, quando se trata de ti, sabes o que dizer. Admiro-te imenso. És um grande ser humano, uma grande mulher. Grande escritora. (Pensa bem!!)
Mónica, madrinha. Grande mulher, de ti nem preciso falar muito. Conheces-me tão bem, que nem preciso falar. Tás cá dentro, num cantinho bem especial no coração. Aprendi muito contigo. Obrigado por tudo!
Ana, esse sorriso que trazes sempre, tivemos bons momentos. Tal como previ, o teu futuro, vai ser grande, já é!
Patricia, miúda, és um espectáculo! Babe,só tu...tás cá dentro. És uma das tais pessoas que admiro, imenso.
Marisa. Marisa, és o meu presente e futuro. Não preciso de dizer muita coisa, tu sabes o que sinto sem dizer nada. (As melhoras, coraxao)
Vocês, são e sempre serão, "As miúdas da minha vida".
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