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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A Solução: Mobilizar Portugal

Nunca, mas nunca e sabem aqueles que me conhecem que não sou nem nunca fui atrás de políticos mas sim sempre atrás de convicções e de pessoas. Para mim, nesta grave situação em que o País se encontra, e na luta contra este Governo Ultra Liberal, que não olha para as pessoas mas sim para os números, que se limita por uma Ideologia, convictos que estão certos neste pensamento, recusando ouvir as outras partes, também eu me recuso a baixar os braços e não lutar por aquilo ou por quem acredito, independentemente do partido a que pertence. António Costa sempre me pareceu uma pessoa que, quer pelo Governo de Sócrates quer pelo que a mim me parece, ao bom trabalho que aparenta fazer e está a fazer na CML, dá-me a forte convicção, a esperança e a ilusão de um Futuro melhor, mais igualitário, mais risonho, sempre com a consolidação das finanças públicas, e o rigor, mas também sabendo que é com sangue novo, com jovens, com Inovação e Ciência, que o País vai para a frente. Sei que na Europa também não está fácil, mas sei que com uma Europa atenta só à Austeridade e não para o Crescimento Económico, Emprego, e Justiça Social, nunca teremos uma Europa Unida, justa, a crescer com pleno Emprego e com cada vez menos desigualdades sociais. A Europa é isso. Uma Esperança no meio de tanto desespero. Onde existe Segurança e Estabilidade. Onde o Emprego é uma prioridade, onde as pessoas são mais que números. São vidas. Portugal, com António Costa é essa Esperança e eu acredito.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Páscoa...

E a Páscoa, chegou. As amêndoas para devorar, o borrego para contemplar e o coelho...
Bem, não me parece que seja boa altura para qualquer Coelho...há quem nesta altura ressuscite! Outros, pelo contrário "morram" e jamais se saiba alguma noticia do seu desaparecimento, neste caso, politico, se é que me fiz entender. Não morro de amores por coelhos, mas sabem tão bem fritinhos com umas conquilhas...é a morte deles!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Pedro "Pinóquio" Passos Coelho

E eu pensava que o pinóquio era uma personagem fictícia, inventada, para entreter as crianças. Afinal, Portugal tem um de verdade. Que mexe a boca, para falar de mais austeridade, enquanto empresta dinheiro à Madeira, e o sr. Jardim, só vai pagar o que lhe foi emprestado, em 2016!!. Os pés, para andar de Massamá para o Parlamento, e do Parlamento para Bruxelas ou Berlim, para ir ter com a Sra. Angela "Al Capone" Merkel. Os dedos para afirmar que é um homem, quando não é nada, para se vergar à vontade da Alemanha e à vontade dos Mercados. Os olhos de cachorrinho, para os portugueses terem pena dele, porque só está a cumprir o "memorando" da Troika". E a gente ainda papa disto??

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Greve!

Hoje, tal como muitos portugueses, não fui dos que aderiu à greve, mas estou com eles. Pela Luta que lutam. Pelas oportunidades perdidas para uma tal Troika, por uns tais "Mercados" que ninguém sabe muito bem quem são e acima de tudo estou com eles, porque vejo, sei e sinto como todos eles, que este caminho de austeridade não é o caminho para Portugal, para a Europa, para o Mundo. Para que tudo mude, temos de lutar, não podemos viver impávidos e serenos como sempre fomos. Temos de resistir a esse gene maldito. Lutemos por aquilo que temos direito. Ao direito de vivermos numa Europa unida, e não dividida. A uma Europa que olha pelos seus, que nós faremos com trabalho e dedicação se nos for reconhecidos os direitos a que temos direito, que outros lutaram muito antes de muitos de nós sequer termos nascido. Por um País que gorvernado por pseudo-intelectuais que de economia, perdoem-me, mas de nada sabem. Quero e queremos todos que haja um País com crescimento económico e também em termos de empregabilidade. Mas para isso, não é necessário termos de empobrecer para enriquecermos. Não queremos ser a "China da Europa", nem a Europa tem que ser/ nem deve aceitar/querer ser "A China". Nós somos nós. Eles são eles.

domingo, 20 de março de 2011

sexta-feira, 27 de julho de 2007

“Se Penso, logo existo!”



Quando criamos teorias de existencialismo em que se cita Descartes, então é evidente que temos de pensar nessa forma muito própria do mundo e da sociedade em geral, perante situações também elas muito próprias. Não vou citar filósofos mas vou apenas restringir-me a situações que conheço por aquilo que leio. Tudo na vida é uma dúvida permanente, uma dúvida constante que nos faz reflectir e que interessa-nos entender e perceber então nas muito condicionantes maneiras de viver e de pensar e naquilo que nos faz pensar porque vivemos. Sim, somos seremos pensantes porque vivemos e porque gostamos de resolver enigmas de qualquer foro (cientifico-social) e descobrir e redescobrir tudo de uma maneira diferente com outros olhos. Esse é o desafio que se nos impõe há vários séculos desde que o Homem começou a questionar o porquê das coisas.
Se hoje penso e logo existo, então ao pensar naquilo que estou a pensar é porque realmente existo e se existo então raciocino. O acto de pensar e de raciocinar é elementar. Hoje, tão básico como saber que o mundo é redondo porque houve alguém, “um louco” diziam eles, porque se baseava nas leis naturais da natureza e da ciência. Antes, quase um enforcado desconhecido, hoje um dos maiores génios da ciência. E afinal a História deu-lhe razão, a Terra É MESMO redonda! Isto comprova que todos os seres humanos que crescem e se desenvolvem, que crescem intelectualmente e que estão em constante dúvida acerca das coisas que os rodeia são seres que têm um comportamento muito próprio de descobrir e redescobrir o mundo com os seus olhos de vários ângulos de pensamento e considerados génios. Nada mais errado na minha opinião. São pessoas apenas curiosas naquilo que os rodeia e são felizes que haja tantas perguntas para serem resolvidas. Se não fossem eles, hoje não tínhamos Descartes, Da Vinci, Pitágoras…
Hoje, tal como ontem, tal como na altura de Descartes, o tema “pensar” e “existir” era algo que nos deixava perplexos, que nos deixava com dúvidas, não só nessa pequena elementar pergunta-afirmação, mas também em todas as outras questões relacionadas com a vida do homem no seu quotidiano.
Se pensar, logo existo, então afirmar que existimos é uma certeza, e que naturalmente como concordamos todos com Descartes é uma certeza inquestionável.
Outra das concordâncias que faço com a crónica redigida pela Drª Juíza Ana Bacelar no "MaisAlentejo", é que uma sociedade sem parâmetros, sem tabelas, não é sociedade, mas também não quero dizer com isto que temos de ser uma sociedade com extremos político-sociais. É bom pensarmos que no meio de tanta coisa em que vivemos com angústia e medo afinal há lá qualquer coisa de bom e honesto, por muito que isso nos custe a acreditar. Se pensarmos bem, até existimos moderadamente bem…zinho.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Livres...???

Livres, são os pensamentos da mulher,
Livres, são as opções da mulher...
Porque não é ela também livre de escolher, o que do ventre quer fazer? Se fazer nascer ou "expulsar"?
Livre de consciência moral, livre de consciência social, livre...livre de tudo e de todos.
Porque os homens e mulheres quando nascem...nascem livres.
Livres de alguém que é livre, ou talvez não.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Ser ou não ser...eis a questão!

in: www.myboodoo.blogspot.com

Não vou fazer campanha quer a favor, quer contra o tema da "despenalização do aborto" porque creio que cabe a cada um de nós essa decisão. Uma decisão, de consciência.

Vim falar deste assunto porque é essencial, os jovens portugueses também se envolverem na acção e participação da vida social e que também é do nosso próprio interesse, saber afinal quais são as nossas opiniões àcerca de um tema tão polémico, quanto absurdo. Desde muito pequenos, ouvimos dizer que todos os Homens têm direito à vida e direito a ter um lugar de dignidade na sociedade. Mas olhando para isto tudo o que acontece à nossa volta, não me parece correcto sermos tão hipócritas se na verdade a última decisão cabe às mulheres que estão na situação de decidir o que fazem da vida delas, tomando ou não uma decisão correcta, mas que cabe ultimamente, por decidirem conscientemente no que irão fazer, sem interlocutores, sem juízos ético-morais, sem descriminações, sem maldade, e que unicamente deve prevalecer, a compreensão e a capacidade de perdoar de cada um de nós. Somos humanos, e como tal erramos por vezes, com decisões que mais tarde irão alterar por completo o nosso futuro e compromete-lo pelas decisões tomadas entretanto.
O significado da vida, deve ser reflectido, penso eu, de duas formas:
A 1ª, a mais complexa e difícil, imagino, pela mulher e somente por ela, a decisão de dar ou terminar a vida, esperando pois, a compreensão e o apoio. Pois, é isso que ela espera da família e dos amigos. A 2ª a mais fácil, para a sociedade, porque é maioritariamente católica e como tal, a favor da vida, deixando essa mulher, deixar crescer no seu ventre uma criança, mesmo que isso signifique uma criança nascida de um..."momento de descuido". Não sei ao certo se estou correcto, mas em Portugal a maior parte das mães portuguesas situam-se entre os 13 e os 18 anos de idade, (nesta situação de instabilidade, e que têm de decidir se fazem ou não um aborto). O que quer dizer, por outras palavras, entre a idade juvenil, até à adolescência, e por aí em diante até à idade adulta. Acredito que toda "a vida" tem direito a conhecer "a vida", mas e aquela que dá a vida? É marginalizada? Quando decidirem alguma coisa, o quer que seja na vossa vida, decidam de consciência livre, e sem preconceitos. Deus, perdoa, àqueles que se sintam culpados, e aos outros, também.