Chuva que vai e que vem,
Chuva que molha e que fica.
Chuva que se ausenta e não sinta. À deriva nos braços do Vento,
Deus sem rumo nem lugar. Refém da sua própria vontade.
Chuva que embala e perdura.
Chuva que alaga e que dura.
Que me Mostra o caminho, entre a escuridão.
Que me encontra rios, ao Moinho.
A Luz, entre a imensidão.
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quarta-feira, 15 de outubro de 2014
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Viagem...
Na pele, a Natureza do teu ser,
O caminho a ser percorrido
A viagem que se quer vivida.
Nos teus olhos, um novo mundo a descobrir, com firmeza.
De um mundo a crescer.
À procura dum beijo correspondido,
à menina de cara mimada.
Nos teus lábios, a minha boca vendida.
No teu corpo, o desejo
que se quer bendito.
Selar na tua boca
O gosto, no prazer dum fraquejo.
Na tua voz, amor que se quer feito.
Contemplando o amor,
Em cada beijo. Em cada olhar, alimento.
O coração de magia;
O corpo junto ao teu, tremia
Nas mãos, a força que precisa.
Precisa, naquilo que o Amor necessita.
Que sinta...
O caminho a ser percorrido
A viagem que se quer vivida.
Nos teus olhos, um novo mundo a descobrir, com firmeza.
De um mundo a crescer.
À procura dum beijo correspondido,
à menina de cara mimada.
Nos teus lábios, a minha boca vendida.
No teu corpo, o desejo
que se quer bendito.
Selar na tua boca
O gosto, no prazer dum fraquejo.
Na tua voz, amor que se quer feito.
Contemplando o amor,
Em cada beijo. Em cada olhar, alimento.
O coração de magia;
O corpo junto ao teu, tremia
Nas mãos, a força que precisa.
Precisa, naquilo que o Amor necessita.
Que sinta...
sexta-feira, 17 de maio de 2013
T-R-O-I-K-A
Trazes ao Mundo a desgraça .
Rasgas as Almas com medos infundados.
Ouve a Voz do Povo, Homem!
Ignora os Outros que planeam o Mal, mal,
Kafkianos, canibais de espíritos, animais transformistas.
Alerta o Teu País, Abraça o Teu Povo. Alegra as tuas gentes, com Verdade.
Rasgas as Almas com medos infundados.
Ouve a Voz do Povo, Homem!
Ignora os Outros que planeam o Mal, mal,
Kafkianos, canibais de espíritos, animais transformistas.
Alerta o Teu País, Abraça o Teu Povo. Alegra as tuas gentes, com Verdade.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Amar...
"O Beijo" de Klimt
sem reclamar, de amar sem sofrer,
de amar sem pensar, de amar sem duvidar, de amar sem reflectir,
de amar e não sentir, de amar e fingir que não é nada, quando é tudo.
de amar sem ter medo ou receio. De amar sem complexar. De amar descomplexadamente, de amar sem olhos a questionar, sem razões para quê?
De amar sem medo de fugir, de amar sem correr,
de amar sem parar, de amar como respirar,
de amar sem esquecer que se amou.
Amar, sem perdão, não é amar.
Amar sem sentir, não é amor.
Amar sem sofrer, não se sente, agonia-se.
Amar sem ter nada a perder, arrisca-se...
Amar, é tudo, e não é nada.
É tudo e não é nada.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Papoila
Papoila, não tens cheiro na verdade,
Mas beleza na tua formosa estrutura.
Não. Não és rosa, nem podias ser.
És papoila, criada no campo, posta pela tua Mãe Terra e teu Pai Sol,
Que durante as noites frias não te aquece o coração,
mas sabes que te ama, e jamais te abandonará durante o dia.
Papoila, que és bela como às mulheres, bailarina, em dias de vento.
Repete comigo esta dança. Dança! Dança, doce papoila. Dança!...
Mas beleza na tua formosa estrutura.
Não. Não és rosa, nem podias ser.
És papoila, criada no campo, posta pela tua Mãe Terra e teu Pai Sol,
Que durante as noites frias não te aquece o coração,
mas sabes que te ama, e jamais te abandonará durante o dia.
Papoila, que és bela como às mulheres, bailarina, em dias de vento.
Repete comigo esta dança. Dança! Dança, doce papoila. Dança!...
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
SMS...
Hoje, Amanhã, Depois de Amanhã,
E depois todos os dias. Não é cansativo?
E quando não tens nada para dizer?
Falas do quê?
Sobre o Tempo?
Sobre o quê?
Não sei mais o que dizer, mas também o que queria dizer não posso.
Não quero, nem devo.
Eu sei que não queres que diga e a mim não me apetece dize-lo.
Chega.
Ficas em casa que é melhor.
Pensava eu que podia andar sem ti atrás,
de uma hora pr'a outra a olhar-te,
Esperar pelo próximo minuto e...vem aí!! Aaah...
não vem.
É na próxima! De certeza...!
E nunca mais vens.
Que perda de tempo!
Que perda, do Meu tempo.
Se era para ser assim, não te queria.
Nem te usava, nem te tocava.
Não pensava.
Não modelava as letras como canções,
Como batidas do coração
E imaginava um outro mundo.
Nosso.
Meu, que era teu. Nosso.
Mas nunca me disseste nada.
Nem uma palavra, nem um sorriso, nem um gesto.
Nem me disseste se estava triste ou contente.
Se gostavas ou não gostavas, se querias ou não querias.
Nada.
E agora, não tenho dinheiro para mais nada.
FIM...
E depois todos os dias. Não é cansativo?
E quando não tens nada para dizer?
Falas do quê?
Sobre o Tempo?
Sobre o quê?
Não sei mais o que dizer, mas também o que queria dizer não posso.
Não quero, nem devo.
Eu sei que não queres que diga e a mim não me apetece dize-lo.
Chega.
Ficas em casa que é melhor.
Pensava eu que podia andar sem ti atrás,
de uma hora pr'a outra a olhar-te,
Esperar pelo próximo minuto e...vem aí!! Aaah...
não vem.
É na próxima! De certeza...!
E nunca mais vens.
Que perda de tempo!
Que perda, do Meu tempo.
Se era para ser assim, não te queria.
Nem te usava, nem te tocava.
Não pensava.
Não modelava as letras como canções,
Como batidas do coração
E imaginava um outro mundo.
Nosso.
Meu, que era teu. Nosso.
Mas nunca me disseste nada.
Nem uma palavra, nem um sorriso, nem um gesto.
Nem me disseste se estava triste ou contente.
Se gostavas ou não gostavas, se querias ou não querias.
Nada.
E agora, não tenho dinheiro para mais nada.
FIM...
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Ilusão...
Quando os teus olhos encontraram os meus,
De mais nada quis saber.
De comer e viver, só de ti queria saber.
Não sei se é loucura ou perdição, de Amor, eu sei que é.
Sei que se não te vejo, jaz em mim
A flor bela luzidia
Em teus doces olhos.
Vertes em mim desejos inconsolados,
de memórias ainda não realizadas.
É pena que o mundo seja somente pura ilusão. E o Amor, não é?
De mais nada quis saber.
De comer e viver, só de ti queria saber.
Não sei se é loucura ou perdição, de Amor, eu sei que é.
Sei que se não te vejo, jaz em mim
A flor bela luzidia
Em teus doces olhos.
Vertes em mim desejos inconsolados,
de memórias ainda não realizadas.
É pena que o mundo seja somente pura ilusão. E o Amor, não é?
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Uma flor, chamada Portugal...
Flor de mil cheiros
Ò Alma lusa do meu peito
Porque sofres tanto
Tu, sem jeito.
Ergue-te lá do alto,
Com Engenho e Atitude
Onde jaz teus passados feitos.
Mora a Glória do teu País,
No teu sangue a certeza,
De um País de bravos guerreiros,
Poetas sem igual, Capitães sem medida,
Homens valorosos até morrer.
Glória a Vós, Pátria amiga
Amante, para todo o sempre...
Ò Alma lusa do meu peito
Porque sofres tanto
Tu, sem jeito.
Ergue-te lá do alto,
Com Engenho e Atitude
Onde jaz teus passados feitos.
Mora a Glória do teu País,
No teu sangue a certeza,
De um País de bravos guerreiros,
Poetas sem igual, Capitães sem medida,
Homens valorosos até morrer.
Glória a Vós, Pátria amiga
Amante, para todo o sempre...
quinta-feira, 14 de abril de 2011
E se o Mundo...
Se o Mundo ousasse gritar
Bem alto, será que o ouviam?
Se o Mundo ousasse mudar,
Será que o mundo mudaria?
Se o Homem fosse responsável,
Será que o Mundo respondia?
Seria o mesmo, se o Homem fosse diferente?
De nada mudaria. Mudaria?
Bem alto, será que o ouviam?
Se o Mundo ousasse mudar,
Será que o mundo mudaria?
Se o Homem fosse responsável,
Será que o Mundo respondia?
Seria o mesmo, se o Homem fosse diferente?
De nada mudaria. Mudaria?
domingo, 20 de março de 2011
"Lua..."
Aquela lua grande e generosa de forma,
De cor e volume
Que engrandece a noite,
À noite de amantes enamorados
Que da noite faz dia
Dos corações entrelaçados
De Amor ao amor de quem ama.
A lua que é tão grande...
Que cabe inteira No coração de quem ama.
Tem a luz do sol que ilumina
Os sonhos duma criança
Na alegria dum sorriso.
No calor que emana
Do coração de quem ferve quem ama.
É o feitiço da Lua,
Em noites de Primavera.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Para quê?
Para quê sugar uma mentira pra ser verdade?
Para quê?
Para quê um tristonho olhar quando se quer um sorriso rasgado?
Para quê?
Para quê, se se procura espezinhar, quando podia ser uma mão amiga?
Para quê?
Para quê não ter o que comer, onde comer e vestir o que não devia, devia?
Para quê?
Para quê parecer se não se pode ser?
Para quê?
Para quê se nada do que se faz é suficiente para se ser bom?
Para quê?
Para quê trabalhar e nada ter.
Para quê?
Para quê esforços e não se ter glória?
Para quê?
Para quê se querer um vida melhor e não viver?
Para quê? Para quê?
Para Nada!
Para quê?
Para quê um tristonho olhar quando se quer um sorriso rasgado?
Para quê?
Para quê, se se procura espezinhar, quando podia ser uma mão amiga?
Para quê?
Para quê não ter o que comer, onde comer e vestir o que não devia, devia?
Para quê?
Para quê parecer se não se pode ser?
Para quê?
Para quê se nada do que se faz é suficiente para se ser bom?
Para quê?
Para quê trabalhar e nada ter.
Para quê?
Para quê esforços e não se ter glória?
Para quê?
Para quê se querer um vida melhor e não viver?
Para quê? Para quê?
Para Nada!
terça-feira, 20 de abril de 2010
Arte...
Há obras de Arte, vibrantes,
reluzentes ao se descobrir
cada parte de um todo.
Cada face, luz, ou expressão.
Cada quadro, um génio a representar o seu papel.
Secundário. A obra, em primeiro.
reluzentes ao se descobrir
cada parte de um todo.
Cada face, luz, ou expressão.
Cada quadro, um génio a representar o seu papel.
Secundário. A obra, em primeiro.
sábado, 27 de março de 2010
Poema ao Inconsolável
Se fosse mentira o que sinto,
Não escrevia o que digo,
Rasgava o que dizia do peito até à boca,
e enterrava na terra o que pensava que diria.
Há sensações que doiem e queimam ao terem nome,
Umas porque sabemos como as são outras porque não as temos.
Umas porque já as tivemos, mas mesmo assim teimamos insistentemente
em tê-las perto de nós, como a amar uma doença que não temos
mas que sabe tão bem ter uma droga tão perto
aconchegando a dor de um rosto desfeito,
de uma pele enrugada,
de um coração que bate por bater,
Ora de saudade, ora de frio.
Sem saber meio como nem porquê.
É a merda de estar doente e não saber o que fazer.
É a palavra que não saí e deixa sair o que não sente.
É a mão que não sabe o que há-de escrever mas que a mente não mente.
É a vida que dói e não passa.
Nem para trás, nem para a frente.
Estagna.
E a vida, estupidifica.
Não escrevia o que digo,
Rasgava o que dizia do peito até à boca,
e enterrava na terra o que pensava que diria.
Há sensações que doiem e queimam ao terem nome,
Umas porque sabemos como as são outras porque não as temos.
Umas porque já as tivemos, mas mesmo assim teimamos insistentemente
em tê-las perto de nós, como a amar uma doença que não temos
mas que sabe tão bem ter uma droga tão perto
aconchegando a dor de um rosto desfeito,
de uma pele enrugada,
de um coração que bate por bater,
Ora de saudade, ora de frio.
Sem saber meio como nem porquê.
É a merda de estar doente e não saber o que fazer.
É a palavra que não saí e deixa sair o que não sente.
É a mão que não sabe o que há-de escrever mas que a mente não mente.
É a vida que dói e não passa.
Nem para trás, nem para a frente.
Estagna.
E a vida, estupidifica.
terça-feira, 23 de março de 2010
Ao luar...
Lacaia, perdida, minguava.
Das noites fazia Dia
Dos dias fazia Noite.
Da noite, chorava inconsolada
Com a vida que não queria.
De dia, sonhava.
Em ser princesa por um dia.
Um cavaleiro em crescente,
Exasperava,
Num beijo, fulgorante,
em noite de Lua cheia.
De coragem, na bagagem,
Homem feito. Em falsete se lembrava,
O quanto lhe custava,
Ser cavaleiro, sem dinheiro,
À mulher que amava.
- "Mas...não é o amor que importava?"
-"Bem, talvez. Não sei..."
-"Será que isso importava?"
Das noites fazia Dia
Dos dias fazia Noite.
Da noite, chorava inconsolada
Com a vida que não queria.
De dia, sonhava.
Em ser princesa por um dia.
Um cavaleiro em crescente,
Exasperava,
Num beijo, fulgorante,
em noite de Lua cheia.
De coragem, na bagagem,
Homem feito. Em falsete se lembrava,
O quanto lhe custava,
Ser cavaleiro, sem dinheiro,
À mulher que amava.
- "Mas...não é o amor que importava?"
-"Bem, talvez. Não sei..."
-"Será que isso importava?"
Na luz...
Sob a luz, de uma criança,
Nasce uma Família.
No olhar de uma criança,
Está,
O futuro de uma geração.
De uma ideia concebida,
Que se viu nascida,
Sozinha
Entre os braços
de uma criada.
Era uma outra vida que se criava.
Nasce uma Família.
No olhar de uma criança,
Está,
O futuro de uma geração.
De uma ideia concebida,
Que se viu nascida,
Sozinha
Entre os braços
de uma criada.
Era uma outra vida que se criava.
quarta-feira, 10 de março de 2010
De flor a Mulher...
No prazer do corpo de uma Mulher,
Encontro a flor da Juventude.
Na penitência, a razão do amor,
A alegria de viver
a angústia e o fulgor
como um amor deve ser.
Na Liberdade, um cravo e uma viola a acompanhar
O Renascimento desse amor.
O lugar, que onde pertence ao nascer.
Encontro a flor da Juventude.
Na penitência, a razão do amor,
A alegria de viver
a angústia e o fulgor
como um amor deve ser.
Na Liberdade, um cravo e uma viola a acompanhar
O Renascimento desse amor.
O lugar, que onde pertence ao nascer.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Não sei escrever...
Já não sei escrever;
Nem sei escrever poemas de amor.
Nem em rimas a saltitar
de verso em verso
Como o amor deve ser.
Não sei escrever, nem quero saber.
Nem tenho vontade de as escrever.
Só quero estar só, fechado num nó,
sem saber querer.
Desvendar o segredo, desse modo de viver.
Porquê viver a sofrer,
Se podemos sofrer a viver.
Nem sei escrever poemas de amor.
Nem em rimas a saltitar
de verso em verso
Como o amor deve ser.
Não sei escrever, nem quero saber.
Nem tenho vontade de as escrever.
Só quero estar só, fechado num nó,
sem saber querer.
Desvendar o segredo, desse modo de viver.
Porquê viver a sofrer,
Se podemos sofrer a viver.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
"Criança..."
Se de um olhar
De uma criança
Sorrirmos,
Encontramos a morada
Da felicidade.
O Mundo é mais perfeito
E tudo é mais colorido.
Animado e divertido.
De um sorriso, um mundo novo por descobrir
De um riso, uma razão para lutar
Por um mundo melhor.
Por uma criança, uma vida,
Um mundo maior.
De uma criança
Sorrirmos,
Encontramos a morada
Da felicidade.
O Mundo é mais perfeito
E tudo é mais colorido.
Animado e divertido.
De um sorriso, um mundo novo por descobrir
De um riso, uma razão para lutar
Por um mundo melhor.
Por uma criança, uma vida,
Um mundo maior.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Maria...
Soube a pouco
o sabor da tua pele, Maria.
O cheiro do teu perfume que sabia,
A amora e chocolate
De manhã até ao fim do dia.
Quis o teu corpo,
O teu nome já sabia.
Do alto dos teus ombros
Até à imensidão do que sentia
O teu amor, Maria.
Do pouco que sabia
O teu perfume queria,
No meu corpo,
Noite e Dia.
Quebra, parte, torce
Louco coração atormentado
Por teu nome,
Maria.
o sabor da tua pele, Maria.
O cheiro do teu perfume que sabia,
A amora e chocolate
De manhã até ao fim do dia.
Quis o teu corpo,
O teu nome já sabia.
Do alto dos teus ombros
Até à imensidão do que sentia
O teu amor, Maria.
Do pouco que sabia
O teu perfume queria,
No meu corpo,
Noite e Dia.
Quebra, parte, torce
Louco coração atormentado
Por teu nome,
Maria.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Voar...
Queria ser livre como um pássaro,
Livre como uma pena,
Voar e não ter limites.
Mundos para descobrir,
Continentes por explorar
Conhecer, e aprender
o que ainda me falta saber.
Queria; Queria muito.
Queria que não tivesse preso a este modo de estar
a esta postura mundana, gasta, limitada
a que o ser humano está compacto,
diria até, frustrado.
Sim, porque um ser humano compacto,
está limitado.
Não pela mente,
que viaja sem limites até ao fim do mundo
e do outro.
Que viaja para o passado como para o futuro
sem barreiras e sem limitações.
Limitado, por querer voar
e não puder.
Por querer fugir,
e não puder correr.
Por querer andar,
e não saber para que destino.
Queria saber voar
Ser um pássaro e voar...
Livre como uma pena,
Voar e não ter limites.
Mundos para descobrir,
Continentes por explorar
Conhecer, e aprender
o que ainda me falta saber.
Queria; Queria muito.
Queria que não tivesse preso a este modo de estar
a esta postura mundana, gasta, limitada
a que o ser humano está compacto,
diria até, frustrado.
Sim, porque um ser humano compacto,
está limitado.
Não pela mente,
que viaja sem limites até ao fim do mundo
e do outro.
Que viaja para o passado como para o futuro
sem barreiras e sem limitações.
Limitado, por querer voar
e não puder.
Por querer fugir,
e não puder correr.
Por querer andar,
e não saber para que destino.
Queria saber voar
Ser um pássaro e voar...
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