Fomos à Discoteca mais "in" da altura, "AlterNative" era o nome. Um Dj com boa pinta, musculado e sorriso Trident, brinquinho à Cristiano Ronaldo como se fosse moda, normal, e mais do que usual. Odeio e faz-me impressão. Mas isso, sou eu. Cheio. Não se podia respirar, nem usar muito os braços ou as pernas para dançar, quanto muito, dois pulinhos aqui, dois pulinhos ali, e já era muito. Era "in", porque era novo, moderno, e muito...mais animado que os outros, poucos, que ainda temos. Bêbados, jovens de borbulhas, Quarentões, Trintonas, Solteiros e Casados tudo ao molhe e fé em quem conseguir se safar. É o que mais reinava por aquelas bandas. Um bar cheio deles e delas, de mulheres à procura de uma noite de loucura e de homem ávidos de 15 minutos numa casa de banho, trancados com alguma mulher, desesperada por alguém que lhe apaga-se o fogo que a consumia. Breve inferno tornado em Céu. 5 minutos. Bastaram 5 minutos para que a vontade carnal se transforma-se em arrependimento e lágrimas. Um homem feliz, uma mulher perdida em desejo, e depois o arrependimento. Moral: Nunca faças nada, numa casa de banho de uma Discoteca, são imundas.
... (Termino amanhã...)
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
sábado, 29 de novembro de 2008
Memories...
Nunca soube o que fui para ti. O que fui? O que sou? És capaz de me o dizer?
Esqueceste-me? Perdeste-me nas tuas memórias? Lembraste das juras que te fiz?
Recordas-te dos beijos que trocámos? Das noites que não te deixei dormir? Das mensagens que te mandei? Das noites que não dormi, por ti. Por mim.
De tudo o que perdi, porque vivi pensando em ti.
Não sabes o que é acordar e não estares ao meu lado, do meu lado. O teu cheiro no meu peito, a tua voz no meu ouvido, os teus cabelos na minha boca. Queria tudo de volta. De novo. Mas não desejo, nem quero, o mesmo sonho de ontem, igual ao de amanhã.
Deitei fora tudo o que tinha. De ti, de mim, de nós.
As juras, as promessas, e as ilusões.
As noites sem dormir,
os dias perdidos a pensar em ti.
Esqueceste-me? Perdeste-me nas tuas memórias? Lembraste das juras que te fiz?
Recordas-te dos beijos que trocámos? Das noites que não te deixei dormir? Das mensagens que te mandei? Das noites que não dormi, por ti. Por mim.
De tudo o que perdi, porque vivi pensando em ti.
Não sabes o que é acordar e não estares ao meu lado, do meu lado. O teu cheiro no meu peito, a tua voz no meu ouvido, os teus cabelos na minha boca. Queria tudo de volta. De novo. Mas não desejo, nem quero, o mesmo sonho de ontem, igual ao de amanhã.
Deitei fora tudo o que tinha. De ti, de mim, de nós.
As juras, as promessas, e as ilusões.
As noites sem dormir,
os dias perdidos a pensar em ti.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
À Noite...
(Continuação de "Nas Escadas...")
Fui buscar-te a casa, como sempre. Saímos, para ir beber um café. Tu, bem produzida, filha da beleza, ou dos meus olhos que assim te vêem. De mãos dadas, conversámos sobre tudo, sobre nada. Entrámos no café, que já nos habituámos a ir, não sei bem porquê, não sei bem como. Vamos, porque é o mais perto e onde mais gente vai, casais, como nós, à procura de um conforto no perfume de um café, ou nas faces dos outros, assim, como nós, enamorados. "Será?" Penso eu, para mim.
Trocámos olhares e beijos, beijos e olhares. - "Boa noite, café?", pergunta o rapaz do café que sempre nos atende. -"Sim, se faz favor. São dois." - "Mas hoje, apetece-me um chá...um chá de camomila. Pode ser?", disse ela.
-"Então é um café, e um chá de camomila.", certifica-se o rapaz do pedido.
-"Exactamente.", respondi eu.
Café tomado, chá bebido, fomos a pé até à tua casa. Da tua casa, fomos para o carro, estava um frio de rachar na rua, que nem o calor que emanava das nossas mãos, quebrava o frio do vento de Inverno. Fomos passear, até ao bar mesmo ao pé da casa da Margarida. A Margarida era uma amiga comum. Loira, de corpo escultural, olhos verdes penetrantes e lábios que pediam a um comum mortal, violar o desejo de um deus qualquer. Já ela estava à nossa espera à porta da casa dela. Fomos ter com o
Tiago, namorado dela, amante dos desportos radicais, fanático do Benfica, mas "aquele Nuno Gomes...é que não!", diz ele sempre que o Benfica está a perder.
Todos juntos dentro do carro, falamos do azar do Benfica e da azelhice do Sporting, da sorte do Porto e do Queiróz ser uma uva já mais do que espremida na Selecção.
Elas, claro, reviram e reviram os olhos com as "nossas" conversas. -"Não têm mais nada pa falar?" Sempre a mesma coisa. Falem de coisas mais...interessantes." disseste tu. -" Sim, moços. Falem de coisas mais interessantes." Diz a Margarida reforçando a mesma ideia. -"Então falamos do quê?". De gajas??". Não dá muito jeito falarmos de gajas estando vocês aqui né!" digo eu, meio a brincar.
-"Não, né! Mas podiam falar de outras coisas, que não fosse futebol ou gajas". Diz a Margarida já um bocado aborrecida com a conversa. -"Epa, pronto...falamos do "Barraca Ó bama", diz ele a tentar suavizar o ambiente.
Chegámos ao destino: Bar. Fomos até ao bar do Filipe, e está lá a malta toda. Eles e elas. Já todos com o seu copito na mão e é uma festa quando nos vêem a chegar. (Não preciso de dizer que quando a M. chegou, toda a gente ficou de olhos arregalados. Até houve piropos, elogiando os atributos...físicos). -"Guidinha, foste hoje ao ginásio?". Pergunta o Daniel, muito sério.-" Não, porquê?", responde ela, perplexa.
-" É que tens cá uma peitaça...!" diz ele, já se rindo da resposta que deu e de toda a gente que tinha à volta dele a rir também da maneira cómica como fez a pergunta, e da resposta que obteve. Um valente chapadão.
Não sei bem se tinha pena, ou me ria do que ali se tinha passado...
Dali, a uns copos de Licor Beirão, fomos para a Discoteca. A noite, prometia.
Fui buscar-te a casa, como sempre. Saímos, para ir beber um café. Tu, bem produzida, filha da beleza, ou dos meus olhos que assim te vêem. De mãos dadas, conversámos sobre tudo, sobre nada. Entrámos no café, que já nos habituámos a ir, não sei bem porquê, não sei bem como. Vamos, porque é o mais perto e onde mais gente vai, casais, como nós, à procura de um conforto no perfume de um café, ou nas faces dos outros, assim, como nós, enamorados. "Será?" Penso eu, para mim.
Trocámos olhares e beijos, beijos e olhares. - "Boa noite, café?", pergunta o rapaz do café que sempre nos atende. -"Sim, se faz favor. São dois." - "Mas hoje, apetece-me um chá...um chá de camomila. Pode ser?", disse ela.
-"Então é um café, e um chá de camomila.", certifica-se o rapaz do pedido.
-"Exactamente.", respondi eu.
Café tomado, chá bebido, fomos a pé até à tua casa. Da tua casa, fomos para o carro, estava um frio de rachar na rua, que nem o calor que emanava das nossas mãos, quebrava o frio do vento de Inverno. Fomos passear, até ao bar mesmo ao pé da casa da Margarida. A Margarida era uma amiga comum. Loira, de corpo escultural, olhos verdes penetrantes e lábios que pediam a um comum mortal, violar o desejo de um deus qualquer. Já ela estava à nossa espera à porta da casa dela. Fomos ter com o
Tiago, namorado dela, amante dos desportos radicais, fanático do Benfica, mas "aquele Nuno Gomes...é que não!", diz ele sempre que o Benfica está a perder.
Todos juntos dentro do carro, falamos do azar do Benfica e da azelhice do Sporting, da sorte do Porto e do Queiróz ser uma uva já mais do que espremida na Selecção.
Elas, claro, reviram e reviram os olhos com as "nossas" conversas. -"Não têm mais nada pa falar?" Sempre a mesma coisa. Falem de coisas mais...interessantes." disseste tu. -" Sim, moços. Falem de coisas mais interessantes." Diz a Margarida reforçando a mesma ideia. -"Então falamos do quê?". De gajas??". Não dá muito jeito falarmos de gajas estando vocês aqui né!" digo eu, meio a brincar.
-"Não, né! Mas podiam falar de outras coisas, que não fosse futebol ou gajas". Diz a Margarida já um bocado aborrecida com a conversa. -"Epa, pronto...falamos do "Barraca Ó bama", diz ele a tentar suavizar o ambiente.
Chegámos ao destino: Bar. Fomos até ao bar do Filipe, e está lá a malta toda. Eles e elas. Já todos com o seu copito na mão e é uma festa quando nos vêem a chegar. (Não preciso de dizer que quando a M. chegou, toda a gente ficou de olhos arregalados. Até houve piropos, elogiando os atributos...físicos). -"Guidinha, foste hoje ao ginásio?". Pergunta o Daniel, muito sério.-" Não, porquê?", responde ela, perplexa.
-" É que tens cá uma peitaça...!" diz ele, já se rindo da resposta que deu e de toda a gente que tinha à volta dele a rir também da maneira cómica como fez a pergunta, e da resposta que obteve. Um valente chapadão.
Não sei bem se tinha pena, ou me ria do que ali se tinha passado...
Dali, a uns copos de Licor Beirão, fomos para a Discoteca. A noite, prometia.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Camões...
Que da Lusitana praia Taprobana,
Vieram aqueles, que mil histórias fizeram
e alcançaram, a glória infame, de se ser Português.
Ao homem que escreveu ao falar, a História de Portugal
e seus feitos alcançados,
lá para os lados da Esperança.
Histórias de ninfas, e imaginações,
Todos por Camões. Homem, sede e mar,
Caneta, amor e Pátria.
Canções, outras mil, de Portugal.
Verte, nome eterno,
Camões, homem de termo incerto.
Na morte ferida,
Repousou, em morada eterna,
Lisboa, sua capital
Moradia: Panteão Nacional.
Camões,
Herói, e poeta.
Não há outro igual,
Só Pessoa, o persegue no final...
Vieram aqueles, que mil histórias fizeram
e alcançaram, a glória infame, de se ser Português.
Ao homem que escreveu ao falar, a História de Portugal
e seus feitos alcançados,
lá para os lados da Esperança.
Histórias de ninfas, e imaginações,
Todos por Camões. Homem, sede e mar,
Caneta, amor e Pátria.
Canções, outras mil, de Portugal.
Verte, nome eterno,
Camões, homem de termo incerto.
Na morte ferida,
Repousou, em morada eterna,
Lisboa, sua capital
Moradia: Panteão Nacional.
Camões,
Herói, e poeta.
Não há outro igual,
Só Pessoa, o persegue no final...
2...
Quem diria...2 anos. 2 anos que ando a escrever, aqui, neste lugar, neste cantinho só meu, vagueando por letras, poemas e lugares. De histórias, músicas e pensamentos. 2 anos de dúvidas, algumas certezas e ilusões. Porque essas, também existem.
2 anos passaram tão depressa que parece que ainda foi ontem que postei o primeiro post. O primeiro de muitos, uns escritos à mão, como antigamente, outros nem por isso. Vinham e vêm, muitas vezes, como que por magia, na ponta dos dedos, a pedir a cada letra, a cada palavra que a solte para se puder compôr, em linhas poéticas, todas, originais.
A todos. A eles e principalmente a elas, que me leêm, o meu muito obrigado. Porque isto só tem graça se vocês, desse lado, tiverem alguma para me dizer.
Beijos e abraços,
Miguel Almeida
2 anos passaram tão depressa que parece que ainda foi ontem que postei o primeiro post. O primeiro de muitos, uns escritos à mão, como antigamente, outros nem por isso. Vinham e vêm, muitas vezes, como que por magia, na ponta dos dedos, a pedir a cada letra, a cada palavra que a solte para se puder compôr, em linhas poéticas, todas, originais.
A todos. A eles e principalmente a elas, que me leêm, o meu muito obrigado. Porque isto só tem graça se vocês, desse lado, tiverem alguma para me dizer.
Beijos e abraços,
Miguel Almeida
domingo, 2 de novembro de 2008
Nas escadas...
Fiquei à espera, nas escadas do teu prédio que viesses.
A noite estava fria. Como sempre é no Inverno alentejano. Estavas cansada, vinda do trabalho, mas continuavas linda. Olhos semi-cerrados, boca pequena sorridente, corpo cuidado, mãos bem tratadas. Vaidosa.
Vi-te através do vidro do prédio e um sorriso meio forçado saiu. Não quis perguntar porquê, aceitei o beijo que vinha depois, um afago no rosto e uma "boa noite", veio de seguida. Contaste-me o teu dia, os clientes que tinhas aturado, os trocos que não tinhas ou as "boas tardes" que ninguém te dava.
- "É o teu trabalho, é isso que tens de aturar. Não é fácil, mas se precisas de dinheiro é assim que tem de ser".
Sentada o dia inteiro. No mesmo local, a ver o dia a passar, a noite a vir, mil caras a passar sem um "bom dia" para dar, sem uma "boa noite" para oferecer.
Sentámo-nos à porta da tua casa, nas escadas do teu prédio, foram dos melhores 15 minutos que se podem ter. Colados por causa do frio. Lábios beijando outros lábios, dois narizes que se encontram, cheiros que se misturam. É o perfume dos teus cabelos ou o sabor da tua boca.
Olhos levemente fechados. Repetimos várias vezes a mesma poesia ao beijar.
Um breve "até já". Depois de jantar, talvez um café.
- "Se não tiveres cansada, vejo-te nas escadas". - "Beijo".
(To be continue...)
A noite estava fria. Como sempre é no Inverno alentejano. Estavas cansada, vinda do trabalho, mas continuavas linda. Olhos semi-cerrados, boca pequena sorridente, corpo cuidado, mãos bem tratadas. Vaidosa.
Vi-te através do vidro do prédio e um sorriso meio forçado saiu. Não quis perguntar porquê, aceitei o beijo que vinha depois, um afago no rosto e uma "boa noite", veio de seguida. Contaste-me o teu dia, os clientes que tinhas aturado, os trocos que não tinhas ou as "boas tardes" que ninguém te dava.
- "É o teu trabalho, é isso que tens de aturar. Não é fácil, mas se precisas de dinheiro é assim que tem de ser".
Sentada o dia inteiro. No mesmo local, a ver o dia a passar, a noite a vir, mil caras a passar sem um "bom dia" para dar, sem uma "boa noite" para oferecer.
Sentámo-nos à porta da tua casa, nas escadas do teu prédio, foram dos melhores 15 minutos que se podem ter. Colados por causa do frio. Lábios beijando outros lábios, dois narizes que se encontram, cheiros que se misturam. É o perfume dos teus cabelos ou o sabor da tua boca.
Olhos levemente fechados. Repetimos várias vezes a mesma poesia ao beijar.
Um breve "até já". Depois de jantar, talvez um café.
- "Se não tiveres cansada, vejo-te nas escadas". - "Beijo".
(To be continue...)
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Aborrece-me...
Aborrece-me ficar em casa sem nada para fazer,
Sem ninguém com quem discutir,
Sem nada para ouvir o que queria ouvir.
Sem um programa que me interesse ver,
Sem ter nada para escrever, ou sobre o que escrever.
Principalmente, aborrece-me saber que as pessoas têm razão,
quando dizem que a escrever prosa é muito melhor que a poesia.
Não me chateio, mas aborrece-me porque têm razão. Tens razão.
Aborrece-me perder, o que imaginava ganho.
Aborrece-me ganhar sem saber disfrutar o que ganhei.
Aborrece-me saber que sei muito. Mas o que sei...de nada vale.
Aborrece-me fazer coisas que não sei, aborrece-me porque não as sei. Devia.
Aborrece-me muita coisa...
Aborrece-me, mas já não vou falar nisso. Fica para um outro dia. Para uma outra história.
Sem ninguém com quem discutir,
Sem nada para ouvir o que queria ouvir.
Sem um programa que me interesse ver,
Sem ter nada para escrever, ou sobre o que escrever.
Principalmente, aborrece-me saber que as pessoas têm razão,
quando dizem que a escrever prosa é muito melhor que a poesia.
Não me chateio, mas aborrece-me porque têm razão. Tens razão.
Aborrece-me perder, o que imaginava ganho.
Aborrece-me ganhar sem saber disfrutar o que ganhei.
Aborrece-me saber que sei muito. Mas o que sei...de nada vale.
Aborrece-me fazer coisas que não sei, aborrece-me porque não as sei. Devia.
Aborrece-me muita coisa...
Aborrece-me, mas já não vou falar nisso. Fica para um outro dia. Para uma outra história.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
domingo, 19 de outubro de 2008
Um dia na cidade...
Há histórias que contadas, ninguém acredita.
Já vinha a sair de um lache bem regado quando na rua por onde seguia, o dia ia acabar por ter contornos bem diferentes do final de um dia-a-dia que tantas vezes lhe vi o rosto, os sinais de cansaço de uma cidade onde a velhice é permanente e os momentos de jovialidade já são poucos. Não esperava que de um momento para o outro, o dia se transformasse totalmente. Munido de mp3, de olhos postos na rua e no tempo que fazia, completamente deslocado para outro mundo, o mundo dos sons, fosse interrompido para um outro mais real. Um homem atravessa-se à minha frente, correndo que nem um louco e uma mulher, uma senhora, já com os seus 65 anos, mais coisa menos coisa. "Apanhe-o que é ladrão!" gritou-me ela. "Levou-me a carteira com as chaves de casa". E eu, pensei para comigo, "E agora? Tenho de ir atrás dele?". Num instante, o mp3 foi p'ró bolso das calças, e toca a correr mais rápido que uma bala, mais rápido que um sprint do Cristiano Ronaldo, e corri o mais que pude para o apanhar. Apanhei-o. Estafado, suando, irritado, e isto tudo por causa de uma carteira com uma meia dúzia de notas e umas chaves de casa. Um pobre coitado. Levou com uma sova moral monumental, que nem as pessoas que foram comigo, também para o apanhar, disseram alguma coisa.
Revistei-o, levei-o à "vítima" para lhe pedir desculpa, chamaram as autoridades e logo desapareci. O assunto estava encerrado. O lanche já tinha desaparecido, o corpo a pedir descanso e um banho. A fome, apareceu. De novo.
P.S. - Soube há pouco tempo que tinha passado a noite na esquadra. No dia seguinte, foi presente a tribunal, e o juíz libertou-o. Está a termo de identidade e residência.
Ainda não o vi, nem espero vê-lo tão cedo. Mas...cá estarei. E ele, também.
Já vinha a sair de um lache bem regado quando na rua por onde seguia, o dia ia acabar por ter contornos bem diferentes do final de um dia-a-dia que tantas vezes lhe vi o rosto, os sinais de cansaço de uma cidade onde a velhice é permanente e os momentos de jovialidade já são poucos. Não esperava que de um momento para o outro, o dia se transformasse totalmente. Munido de mp3, de olhos postos na rua e no tempo que fazia, completamente deslocado para outro mundo, o mundo dos sons, fosse interrompido para um outro mais real. Um homem atravessa-se à minha frente, correndo que nem um louco e uma mulher, uma senhora, já com os seus 65 anos, mais coisa menos coisa. "Apanhe-o que é ladrão!" gritou-me ela. "Levou-me a carteira com as chaves de casa". E eu, pensei para comigo, "E agora? Tenho de ir atrás dele?". Num instante, o mp3 foi p'ró bolso das calças, e toca a correr mais rápido que uma bala, mais rápido que um sprint do Cristiano Ronaldo, e corri o mais que pude para o apanhar. Apanhei-o. Estafado, suando, irritado, e isto tudo por causa de uma carteira com uma meia dúzia de notas e umas chaves de casa. Um pobre coitado. Levou com uma sova moral monumental, que nem as pessoas que foram comigo, também para o apanhar, disseram alguma coisa.
Revistei-o, levei-o à "vítima" para lhe pedir desculpa, chamaram as autoridades e logo desapareci. O assunto estava encerrado. O lanche já tinha desaparecido, o corpo a pedir descanso e um banho. A fome, apareceu. De novo.
P.S. - Soube há pouco tempo que tinha passado a noite na esquadra. No dia seguinte, foi presente a tribunal, e o juíz libertou-o. Está a termo de identidade e residência.
Ainda não o vi, nem espero vê-lo tão cedo. Mas...cá estarei. E ele, também.
domingo, 12 de outubro de 2008
Ser celíaco...
E porque há blogues e blogues. Este, é especial.
Feito com pessoas especiais, para pessoas especiais. Especiais porque são celíacos, isto é, são pessoas com necessidades especiais. São intolerantes ao glúten.
Não podem consumir uma variedade de alimentos que muitas das vezes não damos a devida importância, porque na sua composição contêm glúten.
É um blog que trata de todos os assuntos sobre as necessidades dos celíacos e que informa também todos aqueles que quiserem saber um pouco mais sobre esta realidade de muitos celíacos em Portugal.
Por isso...não percam pitada sobre este novíssimo espaço na blogosfera.
Visitem. Sem espiga
Feito com pessoas especiais, para pessoas especiais. Especiais porque são celíacos, isto é, são pessoas com necessidades especiais. São intolerantes ao glúten.
Não podem consumir uma variedade de alimentos que muitas das vezes não damos a devida importância, porque na sua composição contêm glúten.
É um blog que trata de todos os assuntos sobre as necessidades dos celíacos e que informa também todos aqueles que quiserem saber um pouco mais sobre esta realidade de muitos celíacos em Portugal.
Por isso...não percam pitada sobre este novíssimo espaço na blogosfera.
Visitem. Sem espiga
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Da Ponte...
Quando olho da ponte para a frente, lembro-me de ti. Lembro-me dos beijos que trocámos cumplicemente, dos afectos tornados únicos, das bocas desejando que o tempo parasse, e que aquele momento se eternizasse para toda a vida. Lembro-me, como se fosse hoje. Lembro-me porque não tiro da frente a fotografia que tirámos juntos nesse dia. Quis o dia acabar mais cedo, a noite mais cerrada. Quis as horas serem dias, os dias em anos. A fotografia nunca a tirei. Quis tirar tudo de mim o quanto de ti havia. Mas nem tudo consegui tirar. Esta lembrança, não consigo.
Queria poder tirar, saber tirar, mas não consigo. Não sei se consigo.
O tempo é tão relativo, para uns são apenas dias, para outros nem isso…
Para mim, tu já me conheces, levo sempre muito tempo, demasiado tempo, tu sabes.
Não é fácil esquecer quem amamos, como eu te amei dessa ponte, nesse encontro…o último antes do fim…
Só cometi um erro, apenas um. Fatal.Ter-te beijado, ter gostado, e ter querido mais.
Ter caído no teu doce veneno, vivendo amarrado a ti, como uma aranha amarra uma presa. Enleado nas teias, sem se preocupar com o futuro. Mas juro, juro que não me preocupava. Vivia do amor que por ti sentia.
Sempre que olho da ponte, lembro-me desse dia. Dos teus beijos, das tuas carícias, do teu cheiro, da tua pele, dos teus cabelos, do teu sorriso…
De tudo a que a ti pertencia.
Tinha te beijado nessa mesma ponte, num final de tarde. O sol já raiava.
Beijei-te e beijei-te o quanto pude, enquanto o sol me deixou, enquanto a noite não chegava. Enquanto não partias.
Nunca mais me esqueci. Abraçaste-me tão intensamente, que ainda hoje me recordo.
Foste a única mulher, que amei em cima de uma ponte.
Dedicado a uma amiga, a quem tinha prometido uma prosa.
Queria poder tirar, saber tirar, mas não consigo. Não sei se consigo.
O tempo é tão relativo, para uns são apenas dias, para outros nem isso…
Para mim, tu já me conheces, levo sempre muito tempo, demasiado tempo, tu sabes.
Não é fácil esquecer quem amamos, como eu te amei dessa ponte, nesse encontro…o último antes do fim…
Só cometi um erro, apenas um. Fatal.Ter-te beijado, ter gostado, e ter querido mais.
Ter caído no teu doce veneno, vivendo amarrado a ti, como uma aranha amarra uma presa. Enleado nas teias, sem se preocupar com o futuro. Mas juro, juro que não me preocupava. Vivia do amor que por ti sentia.
Sempre que olho da ponte, lembro-me desse dia. Dos teus beijos, das tuas carícias, do teu cheiro, da tua pele, dos teus cabelos, do teu sorriso…
De tudo a que a ti pertencia.
Tinha te beijado nessa mesma ponte, num final de tarde. O sol já raiava.
Beijei-te e beijei-te o quanto pude, enquanto o sol me deixou, enquanto a noite não chegava. Enquanto não partias.
Nunca mais me esqueci. Abraçaste-me tão intensamente, que ainda hoje me recordo.
Foste a única mulher, que amei em cima de uma ponte.
Dedicado a uma amiga, a quem tinha prometido uma prosa.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
À espera...
Há um quadro à espera...
Há um quadro à espera de ser pintado.
Há um quadro à espera de ser preenchido.
Há um quadro à espera de ser completado.
Há um quadro à espera de ser montado.
Há um quadro à espera de ser mexido.
Há um quadro à espera de ser vendido.
Há um quadro à espera de ser explicado.
Há um quadro à espera de ser roubado.
Há um quadro à espera de ser pretendido.
Há um quadro à espera de ser colorido.
Há um quadro à espera de ser acinzentado.
Há um quadro à espera de ser invejado.
Há um quadro à espera de ser avaliado.
Há um quadro à espera de ser apreciado.
Há um quadro à espera de ser nascido.
Há um quadro à espera de ser renascido.
Há um quadro à espera de ser vivido.
Há um quadro à espera de ser socorrido.
Há um quadro à espera de ser socorrido.
Há um quadro à espera de ser mantido.
Há um quadro à espera de ser levado.
Há um quadro à espera de ser falado.
Há um quadro à espera do seu destino.
Há um quadro à espera do seu menino.
Há um quadro à espera de ser amado.
Há um quadro à espera de ser odiado.
Há um quadro à espera de ser usado.
Há um quadro à espera de ser mendigado.
Há um quadro à espera de ser exportado.
Há um quadro à espera de ser importado.
Há um quadro à espera de ser verdade.
Há um quadro à espera de ser mentira.
Há um quadro, à espera de ser,
o que ainda não foi...
Há um quadro à espera de ser pintado.
Há um quadro à espera de ser preenchido.
Há um quadro à espera de ser completado.
Há um quadro à espera de ser montado.
Há um quadro à espera de ser mexido.
Há um quadro à espera de ser vendido.
Há um quadro à espera de ser explicado.
Há um quadro à espera de ser roubado.
Há um quadro à espera de ser pretendido.
Há um quadro à espera de ser colorido.
Há um quadro à espera de ser acinzentado.
Há um quadro à espera de ser invejado.
Há um quadro à espera de ser avaliado.
Há um quadro à espera de ser apreciado.
Há um quadro à espera de ser nascido.
Há um quadro à espera de ser renascido.
Há um quadro à espera de ser vivido.
Há um quadro à espera de ser socorrido.
Há um quadro à espera de ser socorrido.
Há um quadro à espera de ser mantido.
Há um quadro à espera de ser levado.
Há um quadro à espera de ser falado.
Há um quadro à espera do seu destino.
Há um quadro à espera do seu menino.
Há um quadro à espera de ser amado.
Há um quadro à espera de ser odiado.
Há um quadro à espera de ser usado.
Há um quadro à espera de ser mendigado.
Há um quadro à espera de ser exportado.
Há um quadro à espera de ser importado.
Há um quadro à espera de ser verdade.
Há um quadro à espera de ser mentira.
Há um quadro, à espera de ser,
o que ainda não foi...
sábado, 27 de setembro de 2008
"Primeiro dos Poemas"
Palavras que invadem a cabeça,
São aquelas mais pequenas,
Com mais significado,
E ficam mesmo que não nos apeteça.
Existem algumas que soam primeiro,
E ecoam dentro de nós,
Outras que vêm baixinho,
Com o tempo já soalheiro.
Invadem a nossa alma,
Aquando tristes ou contentes,
De forma Mui Leda,
Como se fizesse parte da palma.
Sem mais signo ou significado,
A palavra começa a surgir,
E afirmo sem hesitar,
Não é Destino nem Fado.
Seja em velho ou em mocidade
Sente-se muita falta destas palavras
Refiro-me à portuguesinha:
- A palavra Saudade!
Poema escrito por Mónica Cruz
São aquelas mais pequenas,
Com mais significado,
E ficam mesmo que não nos apeteça.
Existem algumas que soam primeiro,
E ecoam dentro de nós,
Outras que vêm baixinho,
Com o tempo já soalheiro.
Invadem a nossa alma,
Aquando tristes ou contentes,
De forma Mui Leda,
Como se fizesse parte da palma.
Sem mais signo ou significado,
A palavra começa a surgir,
E afirmo sem hesitar,
Não é Destino nem Fado.
Seja em velho ou em mocidade
Sente-se muita falta destas palavras
Refiro-me à portuguesinha:
- A palavra Saudade!
Poema escrito por Mónica Cruz
Os poemas são assim...
Vem cada uma por seu lado,
de mão em mão,
segurando a consoante,
à vogal a seguir,
e o verbo que vem depois.
Umas vêm da cabeça,
Outras vêm sem ter certeza.
A cabeça é que manda,
e a imaginação é que regula,
as cores e os cheiros,
Os gostos e os sentidos,
Os sentimentos e as tristezas,
Os sons e as incertezas,
de um pobre coração humano.
Às vezes dizem que sim,
às vezes dizem que não...
Os poemas são assim...depois vem o amor.
de mão em mão,
segurando a consoante,
à vogal a seguir,
e o verbo que vem depois.
Umas vêm da cabeça,
Outras vêm sem ter certeza.
A cabeça é que manda,
e a imaginação é que regula,
as cores e os cheiros,
Os gostos e os sentidos,
Os sentimentos e as tristezas,
Os sons e as incertezas,
de um pobre coração humano.
Às vezes dizem que sim,
às vezes dizem que não...
Os poemas são assim...depois vem o amor.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Dilemas...
Raptaste-me nesse dia,
Inventaste planetas Tenebrosos,
Ausentes de tudo.
Sintomas, Sintonias,
Imaginámos de tudo.
Mas ainda cá estamos,
A aprender o dia-a-dia,
O que o Feiticeiro,
dizia que sabia.
Inventaste planetas Tenebrosos,
Ausentes de tudo.
Sintomas, Sintonias,
Imaginámos de tudo.
Mas ainda cá estamos,
A aprender o dia-a-dia,
O que o Feiticeiro,
dizia que sabia.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
domingo, 31 de agosto de 2008
Mensagem...
Maldito passado repassado...
cheio de esperanças e ilusões
que agora fazem parte da couraça,
aquela leve e fina película
que achamos defender-nos de tudo!
E digo a mim mesma coisas...
coisas que supostamene enduressem essa couraça
essa triste couraça que afinal não existe
porque a dor mói e destrói
e porque o que sentimos é tao real e tao vivo!
aiii quem me dera arrancar tudo cá de dentro...
Mais vale permanecer na ignorância
e não ver a areia que nos atiram prós olhos,
nem os pregos que nos vão trespassando o coração!
quem me dera apagar tudo com uma borracha
e deixar de criar estas expectativas todas,
de sonhar todos estes sonhos,
para assim a desilusão ser menor...
Poema gentilmente cedido em exclusivo pela Susaninha
cheio de esperanças e ilusões
que agora fazem parte da couraça,
aquela leve e fina película
que achamos defender-nos de tudo!
E digo a mim mesma coisas...
coisas que supostamene enduressem essa couraça
essa triste couraça que afinal não existe
porque a dor mói e destrói
e porque o que sentimos é tao real e tao vivo!
aiii quem me dera arrancar tudo cá de dentro...
Mais vale permanecer na ignorância
e não ver a areia que nos atiram prós olhos,
nem os pregos que nos vão trespassando o coração!
quem me dera apagar tudo com uma borracha
e deixar de criar estas expectativas todas,
de sonhar todos estes sonhos,
para assim a desilusão ser menor...
Poema gentilmente cedido em exclusivo pela Susaninha
sábado, 30 de agosto de 2008
domingo, 24 de agosto de 2008
Acreditar...
Pintas numa guitarra
uma história qualquer.
Sem jeito, nem desejo de querer.
Falas de um final que tinha sido feliz.
Na verdade, não se mataram por um triz.
Diziam que no Amor estava a eterna felicidade.
Ao virar dum momento, eterna, só a fatalidade que os esperava.
De músicas e poemas, de canções e poetas,
De escritores sem corações,
de corações sem nós, nem cordões para os amarrar
As histórias correm sempre iguais.
Iguais a si mesmas,
sem nada.
Mas já dizia o outro,
sem ser poeta nem cantor,
Escritor ou pensador, dizia,
Que do nada, tudo se transforma, nada se perde...por muito tempo.
uma história qualquer.
Sem jeito, nem desejo de querer.
Falas de um final que tinha sido feliz.
Na verdade, não se mataram por um triz.
Diziam que no Amor estava a eterna felicidade.
Ao virar dum momento, eterna, só a fatalidade que os esperava.
De músicas e poemas, de canções e poetas,
De escritores sem corações,
de corações sem nós, nem cordões para os amarrar
As histórias correm sempre iguais.
Iguais a si mesmas,
sem nada.
Mas já dizia o outro,
sem ser poeta nem cantor,
Escritor ou pensador, dizia,
Que do nada, tudo se transforma, nada se perde...por muito tempo.
sábado, 16 de agosto de 2008
Enganos...
Desafios tornados verdade,
Verdades mentidas,
Mantidas, com juras de verdade eternas.
Mendigas palavras,
Sortes trocadas,
Verdades vendidas.
Enganos mantidos,
na verdade da mentira.
Verdades mentidas,
Mantidas, com juras de verdade eternas.
Mendigas palavras,
Sortes trocadas,
Verdades vendidas.
Enganos mantidos,
na verdade da mentira.
Amor de Verão...
Dizem lá do alto da montanha,
Que um amor como o nosso,
Só existe uma vez.
Queria acreditar que sim.
Queria saber que era assim.
Mas de tudo o que falaram,
nada foi como diziam.
Tu, já nem para mim olhavas.
E eu, já nem em ti reparava.
Dos beijos trocados,
das palavras trocadas em desejos.
Das mãos entrelaçadas,
Às mentiras contadas,
A enganos, de olhos bem abertos.
Havia sintonia,
Houve momentos de alegria,
Durante algum tempo,
Durante alguns dias.
Que um amor como o nosso,
Só existe uma vez.
Queria acreditar que sim.
Queria saber que era assim.
Mas de tudo o que falaram,
nada foi como diziam.
Tu, já nem para mim olhavas.
E eu, já nem em ti reparava.
Dos beijos trocados,
das palavras trocadas em desejos.
Das mãos entrelaçadas,
Às mentiras contadas,
A enganos, de olhos bem abertos.
Havia sintonia,
Houve momentos de alegria,
Durante algum tempo,
Durante alguns dias.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Lembras-te...?
Lembras-te do dia em que nos vimos?
Da primeira vez em que nos cruzámos?
De no teu olhar, encontrar uma resposta sem perguntar o que fosse.
Lembraste das conversas misturadas com risos trocados,
De horas sem fim,
De mensagens,
telefonemas,
De dúvidas marcadas,
De amores esvaidos, em dor e saudade.
Tu sabes e conheces-me.
Eu conheço-te como ninguém te conhece.
Não preciso de te ter, eu sei...
O que sentes,
Antes de saberes que sei,
O que sei que tu sabes que sei.
Tudo. O que é teu,
o teu mais infimo segredo, é meu.
Pertence-me,
guardado nas profundezas do coração.
Nos labirintos da memória,
escondidos no meio do tudo,
Fingindo serem nada.
Tu sabes bem quem sou,
sabes bem o que sou.
Eu sei o que és,
Sei bem quem és.
Para ti, Rita.
Da primeira vez em que nos cruzámos?
De no teu olhar, encontrar uma resposta sem perguntar o que fosse.
Lembraste das conversas misturadas com risos trocados,
De horas sem fim,
De mensagens,
telefonemas,
De dúvidas marcadas,
De amores esvaidos, em dor e saudade.
Tu sabes e conheces-me.
Eu conheço-te como ninguém te conhece.
Não preciso de te ter, eu sei...
O que sentes,
Antes de saberes que sei,
O que sei que tu sabes que sei.
Tudo. O que é teu,
o teu mais infimo segredo, é meu.
Pertence-me,
guardado nas profundezas do coração.
Nos labirintos da memória,
escondidos no meio do tudo,
Fingindo serem nada.
Tu sabes bem quem sou,
sabes bem o que sou.
Eu sei o que és,
Sei bem quem és.
Para ti, Rita.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Refúgio...
Se o meu último refúgio foi no teu peito,
Nos teus beijos, no calor das tuas palavras,
No carinho e no amor que por mim nutrias
De palavras ardentes
No nú corpo quente, jaziam.
Cinzas, cinzas de paixão,
Cinzas de ilusão,
Cinzas de amor
Cinzas de rancor
De dor…
De saber que és mulher, e mais do que isso,
De seres,
Muito mais do que isso.
Nesse teu corpo delgado,
Nascido do berço da Lua,
Filha, dum sorriso do Sol
Olhas com indeferença
Quem por ti passa e te admira.
Cada poro do teu corpo, transformado em desejo
Veneno. Doce bebereijo.
Oh doce glória,
Oh amor sem história.
Fui rei, fui mendigo, pedinte sem hora
Do amor que jaz agora.
Vem, traz-me amor sem glória.
Profana vontade
Morre,
Moribunda no coração destroçado.
Vive,
Em memórias da juventude.
Nos teus beijos, no calor das tuas palavras,
No carinho e no amor que por mim nutrias
De palavras ardentes
No nú corpo quente, jaziam.
Cinzas, cinzas de paixão,
Cinzas de ilusão,
Cinzas de amor
Cinzas de rancor
De dor…
De saber que és mulher, e mais do que isso,
De seres,
Muito mais do que isso.
Nesse teu corpo delgado,
Nascido do berço da Lua,
Filha, dum sorriso do Sol
Olhas com indeferença
Quem por ti passa e te admira.
Cada poro do teu corpo, transformado em desejo
Veneno. Doce bebereijo.
Oh doce glória,
Oh amor sem história.
Fui rei, fui mendigo, pedinte sem hora
Do amor que jaz agora.
Vem, traz-me amor sem glória.
Profana vontade
Morre,
Moribunda no coração destroçado.
Vive,
Em memórias da juventude.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
(Que nome lhe dou?)
Quebro na música do corpo
Sons que o silêncio não traz
Músicas que não sei ouvir
Derramo lágrimas que não sei bem porquê
Nem sei bem porque as choro.
Disse muitas vezes que esta noite seria a última.
Amanhã, talvez…
Trago-te nas músicas
Num talvez
Num amanhã que foi hoje
Num hoje que foi ontem
Lembranças de beijos falados
De conversas em letras de Amor
De perfumes em artigos usados.
Deixo-me ir no balanço da música
Que a Morte na porta por mim espera.
O Amor nem sempre espreita,
Deixa um aviso.
Sons que o silêncio não traz
Músicas que não sei ouvir
Derramo lágrimas que não sei bem porquê
Nem sei bem porque as choro.
Disse muitas vezes que esta noite seria a última.
Amanhã, talvez…
Trago-te nas músicas
Num talvez
Num amanhã que foi hoje
Num hoje que foi ontem
Lembranças de beijos falados
De conversas em letras de Amor
De perfumes em artigos usados.
Deixo-me ir no balanço da música
Que a Morte na porta por mim espera.
O Amor nem sempre espreita,
Deixa um aviso.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
...Ti
Oiço os conselhos da noite,
Falamos de ti.
Paro para pensar em ti.
Deixo-me ir para outras paragens.
Recordo-me do que já passei.
Sinto que sim,
Digo que não.
Não quero mais falar de ti.
Quero partir para longe
Ter mil recordações sem ti,
E nenhuma sem valor
Das que tenho de ti.
Deixa-me partir
para longe de ti.
Falamos de ti.
Paro para pensar em ti.
Deixo-me ir para outras paragens.
Recordo-me do que já passei.
Sinto que sim,
Digo que não.
Não quero mais falar de ti.
Quero partir para longe
Ter mil recordações sem ti,
E nenhuma sem valor
Das que tenho de ti.
Deixa-me partir
para longe de ti.
No princípio...
Sabes que sim,
sabes que quando falo,
Oiço o que as palavras me dizem.
Escuto aquilo que me ensinam.
Aprendo a saber o que me têm para dizer.
Os sons que tenho a imitar,
As palavras que os lábios saberão dedilhar.
Juntando sons, poemas, e palavras
Para saber aprender a cantar.
sabes que quando falo,
Oiço o que as palavras me dizem.
Escuto aquilo que me ensinam.
Aprendo a saber o que me têm para dizer.
Os sons que tenho a imitar,
As palavras que os lábios saberão dedilhar.
Juntando sons, poemas, e palavras
Para saber aprender a cantar.
domingo, 22 de junho de 2008
No teu peito...

foto: Bepa
Do teu peito, encontro alimento
No teu peito, encontro fantasias
Encontro firmeza e homogenia
Cor, textura, noites de magia.
Do teu nome, não me lembro…
Tenho uma ideia da cor dos teus cabelos,
A cor da tua pele, o sabor do perfume do teu corpo.
Sei ainda, fechando os olhos, os contornos da tua boca.
Mas do teu nome não me lembro.
Lembro-me do que me dizias,
das promessas que me fazias.
Como à noite me enganavas,
Como o Sol engana a Lua.
Mas do teu nome, não me lembro...
Lembro-me,
Da noite em que fiz do teu peito, um poema.
Lembro-me,
Da tua mão na minha…
Da minha na tua...
Mas do teu nome não me lembro...
Do teu nome, não me lembro...
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Rasga-me...

Rasga-me,
Vem, ilude-me com os teus beijos,
Faz-me sonhar que só tu me podes amar
Como eu te amo a ti.
Faz amor, faz sexo,
faz do teu, do meu, o nosso corpo.
Tira-me o pedaço de vergonha,
Morde-me sem teres medo de me perder, estou aqui, porque sou teu.
Rasga-me nas loucuras do teu prazer,
Nas loucuras que não fizeste e pensaste que nunca farias,
mas fizeste.
Arde por dentro,
Ri por fora.
Faz um sorriso maroto,
engana-me, ilude-me,
trás-me a vontade de te ter, toda.
Deixa-me água na boca, quando te vir ao fundo da rua,
ao fundo de um bar, ou da porta da tua casa.
Faz-me sonhar por uns instantes que tu és minha,
E que eu, sou ingénuamente, eternamente, teu,
nem que seja por alguns arfos de prazer...
Nesse dia, foste minha.
Eu, fui só mais um que por ti passaria.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Terra moribunda...
De sapatos rasgados,
Cabelos desalinhados,
O andar descontraído,
Olhos postos no céu,
À procura de alguma coisa já perdida.
Mãos longas e finas.
Gastas do mesmo trabalho.
Não se cansam, nunca do que fazem.
Foi o tempo que as treinou,
Foi a experiência que as mimou.
O sol, o frio, e o calor abrasador,
Moldam as mãos alentejanas.
É pão, vinho, e chouriço,
Alimento dos velhos meninos,
Da cevada e do trigo.
Homens dos tempos antigos.
Por entre terras e planícies,
A terra moribunda,
Pergunta
Se o velho do Restelo,
Ainda lá continua...
Cabelos desalinhados,
O andar descontraído,
Olhos postos no céu,
À procura de alguma coisa já perdida.
Mãos longas e finas.
Gastas do mesmo trabalho.
Não se cansam, nunca do que fazem.
Foi o tempo que as treinou,
Foi a experiência que as mimou.
O sol, o frio, e o calor abrasador,
Moldam as mãos alentejanas.
É pão, vinho, e chouriço,
Alimento dos velhos meninos,
Da cevada e do trigo.
Homens dos tempos antigos.
Por entre terras e planícies,
A terra moribunda,
Pergunta
Se o velho do Restelo,
Ainda lá continua...
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Vibrações...
Vibra, vibra quando te toco
Vibra quando te chamar,
Vibra quando te digo...
Vibra o corpo, a pele, e a boca.
Vibra,
Quando sentires os meus braços nos teus.
Vibra,
Quando sentires a minha pele beijar a tua.
Vibra,
Quando a minha boca tocar na tua.
Vibra, quando estiveres a pensar em mim.
Vibra, enquanto te estiver a escutar.
Vibra, quando te chatear.
Vibra, quando te irritar,
Vibra, quando te aborrecer.
Vibra,
enquanto sentires.
Sente,
enquanto vibrares...
Vive,
enquanto souberes amar.
Vibra quando te chamar,
Vibra quando te digo...
Vibra o corpo, a pele, e a boca.
Vibra,
Quando sentires os meus braços nos teus.
Vibra,
Quando sentires a minha pele beijar a tua.
Vibra,
Quando a minha boca tocar na tua.
Vibra, quando estiveres a pensar em mim.
Vibra, enquanto te estiver a escutar.
Vibra, quando te chatear.
Vibra, quando te irritar,
Vibra, quando te aborrecer.
Vibra,
enquanto sentires.
Sente,
enquanto vibrares...
Vive,
enquanto souberes amar.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Sou...
...o ar que trilha os teus caminhos,
Os pés que guiam o teu coração.
Sou a esperança sem ter medo,
Do medo que tens em caminhar.
A viagem que ainda não percorreste,
O fim do caminho que não alcançaste
Sou quem tu sonharás, mas nunca me verás.
Sou brisa que toca no peito,
A palavra que te ilumina,
A mão que te afaga o cabelo,
O beijo que te abraça o corpo.
Os pés que guiam o teu coração.
Sou a esperança sem ter medo,
Do medo que tens em caminhar.
A viagem que ainda não percorreste,
O fim do caminho que não alcançaste
Sou quem tu sonharás, mas nunca me verás.
Sou brisa que toca no peito,
A palavra que te ilumina,
A mão que te afaga o cabelo,
O beijo que te abraça o corpo.
sábado, 31 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Cheiros...
...de Verão, Inverno, Outono e Primavera.
Cheiros intensos e coloridos,
Outros, mais frios e desenchabidos.
Uns mais atrevidos, dias sim, dias não,
Vem chuva.
Árvores sem pele, nem fruta.
Ruas, cobertas em lençóis de folhas moribundas.
Dias solarengos, tardes norteadas, noites desertas.
Cheiros de Verão, Outono, Inverno e Primavera.
Cheiros assim, nada iguais.
Estranhos, outros tais
Em ternos abraços volvidos,
Uns dias sim, uns dias não...
Cheiros intensos e coloridos,
Outros, mais frios e desenchabidos.
Uns mais atrevidos, dias sim, dias não,
Vem chuva.
Árvores sem pele, nem fruta.
Ruas, cobertas em lençóis de folhas moribundas.
Dias solarengos, tardes norteadas, noites desertas.
Cheiros de Verão, Outono, Inverno e Primavera.
Cheiros assim, nada iguais.
Estranhos, outros tais
Em ternos abraços volvidos,
Uns dias sim, uns dias não...
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Desafio aceite...
O desafio foi feito pela minha querida e grande, grande amiga Susaninha, e como prometi, aceitei o desafio, e desafiei-me a mim próprio, a gastar algum do meu tempo, e alguma massa cinzenta, da pouca que me resta, para responder ao questionário proposto. (Minha querida Susana, é com prazer que respondo e não, não é perda de tempo. Estava só a brincar.) Vamos lá então...
Porque é que tens um blog?
Olha, tenho um blog porque era uma necessidade que tinha em divulgar os meus pensamentos, uma forma de mostrar um outro "Miguel" desconhecido pela maior parte das pessoas e manter assim uma quase "dupla identidade". Tive outros blogs, mas entretanto ou fecharam porque a necessidade de escrever algo mais pessoal, como este, era o que mais me interessava, e era essa a razão porque as pessoas iam ler os blogs, e queria descolar também a imagem de uma pessoa demasiado séria, e mostrar a imagem daquilo que sou na realidade. Alguém com sentimentos, que ri, que chora, que tem as suas fraquezas, os seus momentos de felicidade, que tem desgostos amorosos, mas que tem sempre, felizmente sempre, pessoas com quem partilhar todos estes momentos através da poesia.
Porque segues o blog que te lançou o desafio?
Sigo, por duas simples razões:
A 1ª porque é de uma pessoa, de uma mulher, por quem nutro uma grande amizade, e um carinho muito grande.
E depois, porque o blog tem sempre coisas tão bem escritas, tão bem estruturadas, tão bem pensadas, que é irresistivel, negar o quer que seja. (Nem tudo, mas vá...)
A sério, sigo por duas palavras que definem o blog e a pessoa ao mesmo tempo:
Honestidade de sentimentos e transpira de Intelectualidade Introspectiva. (Isto existe? Se não existir...passa a existir!)
Passar este desafio a outros bloguistas...
Desafio, todos os que ficam cá pelo menos 2 a 3 segundos, e aqueles que ficam a olhar para as mamocas das senhoras que ponho no blog(são fotografias artisticas, oh seu bando de depravados!), e a todos aqueles que vêm espreitar o que cá se vai escrevendo, umas vezes melhor, outras vezes, assim-assim.
Porque é que tens um blog?
Olha, tenho um blog porque era uma necessidade que tinha em divulgar os meus pensamentos, uma forma de mostrar um outro "Miguel" desconhecido pela maior parte das pessoas e manter assim uma quase "dupla identidade". Tive outros blogs, mas entretanto ou fecharam porque a necessidade de escrever algo mais pessoal, como este, era o que mais me interessava, e era essa a razão porque as pessoas iam ler os blogs, e queria descolar também a imagem de uma pessoa demasiado séria, e mostrar a imagem daquilo que sou na realidade. Alguém com sentimentos, que ri, que chora, que tem as suas fraquezas, os seus momentos de felicidade, que tem desgostos amorosos, mas que tem sempre, felizmente sempre, pessoas com quem partilhar todos estes momentos através da poesia.
Porque segues o blog que te lançou o desafio?
Sigo, por duas simples razões:
A 1ª porque é de uma pessoa, de uma mulher, por quem nutro uma grande amizade, e um carinho muito grande.
E depois, porque o blog tem sempre coisas tão bem escritas, tão bem estruturadas, tão bem pensadas, que é irresistivel, negar o quer que seja. (Nem tudo, mas vá...)
A sério, sigo por duas palavras que definem o blog e a pessoa ao mesmo tempo:
Honestidade de sentimentos e transpira de Intelectualidade Introspectiva. (Isto existe? Se não existir...passa a existir!)
Passar este desafio a outros bloguistas...
Desafio, todos os que ficam cá pelo menos 2 a 3 segundos, e aqueles que ficam a olhar para as mamocas das senhoras que ponho no blog(são fotografias artisticas, oh seu bando de depravados!), e a todos aqueles que vêm espreitar o que cá se vai escrevendo, umas vezes melhor, outras vezes, assim-assim.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Fugir...
Quero fugir de ti,
nos meus pensamentos,
Libertar-me das tuas amarras.
Aprisionado a um amor
que não é meu,
Que nunca foi meu.
Fui, sempre teu.
Tu, nunca foste minha.
Foste sempre de outro alguém,
que não eu.
Fujo de ti,
de mim.
De tudo o que me lembra de ti.
Desde a tua boca,
Aos teus beijos,
Da tua respiração,
Aos centímetros do teu corpo,
na memória dos meus olhos.
Quero fugir do sonho,
Acordar na realidade.
Fugir de ti,
Sair de ti,
Abrir os olhos,
E saber um dia,
Acordar em mim.
nos meus pensamentos,
Libertar-me das tuas amarras.
Aprisionado a um amor
que não é meu,
Que nunca foi meu.
Fui, sempre teu.
Tu, nunca foste minha.
Foste sempre de outro alguém,
que não eu.
Fujo de ti,
de mim.
De tudo o que me lembra de ti.
Desde a tua boca,
Aos teus beijos,
Da tua respiração,
Aos centímetros do teu corpo,
na memória dos meus olhos.
Quero fugir do sonho,
Acordar na realidade.
Fugir de ti,
Sair de ti,
Abrir os olhos,
E saber um dia,
Acordar em mim.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Vidas...

foto: Pascal Renoux
Abre-se uma porta
Num caminho sem fim,
Uma janela aberta,
Abraçada a um raio de sol.
Fecha-se a boca,
Os olhos e o coração.
Fecham-se os pensamentos.
Abre-se a mão, a tudo, de tudo
Por uma nova página.
Abre-se novamente uma porta,
Uma nova história,
uma nova página.
Pensamentos,
e o coração.
Abre-se um novo caminho,
Para uma nova janela
E abraçar,
um raio de sol.
domingo, 11 de maio de 2008
Amanhã...
Não tenho vontade
nem tempo
Nem paciência
Não tenho nada para escrever
De momento
Aqui.
As Horas, passam a dias
Os dias, passam a semanas,
As semanas, em dúvidas retóricas.
Tudo vai continuar igual a si mesmo.
O sol brilhando, a lua espreitando...
Os dias iguais a si mesmos.
Amanhã,
é mais um dia.
nem tempo
Nem paciência
Não tenho nada para escrever
De momento
Aqui.
As Horas, passam a dias
Os dias, passam a semanas,
As semanas, em dúvidas retóricas.
Tudo vai continuar igual a si mesmo.
O sol brilhando, a lua espreitando...
Os dias iguais a si mesmos.
Amanhã,
é mais um dia.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Beija-me...
Beija-me com esses labios teus,
Beija-me mais uma vez.
Beija-me com os teus lábios feitos de ardor e mel.
Beija-me com esses lábios que acende o meu coração,
que apaga os meus medos,
Que me traz o conforto da segurança que me dás.
Beija-me mais uma vez.
Beija-me com os teus lábios feitos de ardor e mel.
Beija-me com esses lábios que acende o meu coração,
que apaga os meus medos,
Que me traz o conforto da segurança que me dás.
sábado, 19 de abril de 2008
Lábios de mel...
Lábios de mel, lábios de fel.
É seda, o teu mel,
a tua boca, o meu refúgio.
Os teus lábios
A tua boca junto à minha, é seda e mel.
Dos teus lábios,
Quero o calor do teu corpo, o perfume da tua pele.
Da tua boca, a tua seda, o teu corpo, o teu mel.
Quero-os a todos, de uma só vez.
A ti, num só momento.
É seda, o teu mel,
a tua boca, o meu refúgio.
Os teus lábios
A tua boca junto à minha, é seda e mel.
Dos teus lábios,
Quero o calor do teu corpo, o perfume da tua pele.
Da tua boca, a tua seda, o teu corpo, o teu mel.
Quero-os a todos, de uma só vez.
A ti, num só momento.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Noite...

foto: Marco Magalhães
Dizes-me na noite, o quanto de frio és,
o quanto de escuro, és.
O quanto de sombrio tens,
o quanto de ti, é noite
O quanto de mim, é dia.
Dizes à noite o quanto é noite,
o quanto de dia sou na tua noite
O quanto da tua noite sou o teu dia.
Dizes-me, segredas-me ao canto do canto do ouvido
os teus segredos, os teus medos, as tuas incertezas.
Dizes, sem medo de dizer,
Mas dizes, com medo, do medo que tens, de ti mesma.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Ao jantar...
...tem-se as melhores conversas.
Os amigos reaproximam-se, as amizades reforçam-se.
Em cada sorriso, uma palavra de apreço.
Lembram-se velhas histórias
pelo tempo já esquecidas.
Velhas caras, novas caras.
Velhas vidas, novas vidas.
Novas histórias, novos caminhos.
Ao jantar, jantam-se...Amizades.
Os amigos reaproximam-se, as amizades reforçam-se.
Em cada sorriso, uma palavra de apreço.
Lembram-se velhas histórias
pelo tempo já esquecidas.
Velhas caras, novas caras.
Velhas vidas, novas vidas.
Novas histórias, novos caminhos.
Ao jantar, jantam-se...Amizades.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Um poema...
Uma rosa, um cheiro,
Um beijo, uma ternura.
Um olhar, uma frase.
Duas mãos que se cruzam,
Um rosto que se aproxima
Uma boca, duas palavras.
"Amo-te".
Este, é dedicado à Mariana, que sem saber, bastaram 2 segundos para encontrar neste poema, O poema para o namorado.
Um beijo, uma ternura.
Um olhar, uma frase.
Duas mãos que se cruzam,
Um rosto que se aproxima
Uma boca, duas palavras.
"Amo-te".
Este, é dedicado à Mariana, que sem saber, bastaram 2 segundos para encontrar neste poema, O poema para o namorado.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Na Taberna...

foto: João Espinho
Pouso o cigarro, bebo o copo de vinho, cheio, de um só gole. “Aaaaaaah!!” Abro bem os olhos, para mais um dia de labor, mais um dia de exaustão. Acendo mais um cigarro, um dos poucos que ainda resta no bolso da camisa. “Rico SG ventil”, digo eu. Ao fundo oiço mais um relato da boca do rádio na taberna. O benfica perdeu. “Já não é como antigamente”. Penso na vida, no dinheiro que não me chega, na mulher que não se pode levantar, nem fazer as forças que fazia quando era moça. Hoje, já não tem as forças que tinha. As varizes, são montanhas, que antes foram planicies. Belas aquelas pernas, foram com elas que casei, já fazem…fizeram 51 ou 2 primaveras, a idade já não perdoa a memória. O Chico da Taberna, diz que o Porto infelizmente foi melhor, o Zé da Maria Amália, vizinho das redondezas, diz que o Sporting foi roubado. Nem ligo ao que dizem, o que mais me importa é se ganham ou se perdem. Eu quero é saber como é que vou ganhar dinheiro para comer, hoje e depois de amanhã. Passo pelas gordas, nos jornais diários, que estão na bancada da taberna e vou pró trabalho, que o sol já acordou, e o País…ainda dorme.
in: Praça da República em Beja

foto: João Espinho
Os rostos cansados, dos velhos, que já foram jovens, lembram-se lá ao longe dos sonhos que tiveram e não realizaram nem metade deles. Rostos cansados, dos dias solarengos, das noites ao relento, do vinho que beberam, das noites de folia, dos bailaricos, e de namorarem à janela das suas cachopas. Rostos cansados de tantos anos a fazer o mesmo, sempre o mesmo.
Levantar, passear pelos campos os animais, entreterem-se com as brincadeiras dos cães que ainda guardam as poucas ovelhas que ainda têm, que o tempo hoje não é para pastores, é para os computadores. Já nada é como antigamente. Deitam-se, os ossos já rangem, os comprimidos, se é que têm dinheiro para os ter, tomam, para descansarem. Rostos cansados, mas cheios de sabedoria e experiência da(e) vida. Isso ninguém lhes tira. Rostos cansados, mas cheios de histórias para contar, de coisas que eu já não sei o que são, de coisas que nunca ouvi falar, de coisas que só estão na minha imaginação, porque nunca as vivi. Rostos cansados que nos lembram que temos um passado, de vivermos o presente, para depois, contarmos ao futuro, como eles a nós, o passado. De rostos cansados…
in: Praça da República em Beja
quarta-feira, 2 de abril de 2008
segunda-feira, 31 de março de 2008
Dizem Que...
Os teus olhos,
São amantes
De sensações.
Que procuro nos teus lábios,
Em beijos,
Cheiros do teu corpo,
Perfumes da tua pele.
Que
No suor me entrego
às tuas lágrimas,
Amor.
Que
No calor dos corpos,
Sinto o desejo de te ter.
Mais uma vez.
Encontramo-nos esta noite?
São amantes
De sensações.
Que procuro nos teus lábios,
Em beijos,
Cheiros do teu corpo,
Perfumes da tua pele.
Que
No suor me entrego
às tuas lágrimas,
Amor.
Que
No calor dos corpos,
Sinto o desejo de te ter.
Mais uma vez.
Encontramo-nos esta noite?
quinta-feira, 27 de março de 2008
As miúdas da minha vida...
Durante estes dias que passaram e nada escrevi de significante ou de relevo importante para o blogue ou qualquer inspiração para um poema, quero falar sobre vocês.
Das miúdas da minha vida. Rita, és incrível, sei sempre tudo de ti, sem falar muito contigo, conheço-te tão bem...tás cá dentro amiga.
Susana, miúda...tu sabes sempre o que dizer, mesmo que não saibas o que fazer, quando se trata de ti, sabes o que dizer. Admiro-te imenso. És um grande ser humano, uma grande mulher. Grande escritora. (Pensa bem!!)
Mónica, madrinha. Grande mulher, de ti nem preciso falar muito. Conheces-me tão bem, que nem preciso falar. Tás cá dentro, num cantinho bem especial no coração. Aprendi muito contigo. Obrigado por tudo!
Ana, esse sorriso que trazes sempre, tivemos bons momentos. Tal como previ, o teu futuro, vai ser grande, já é!
Patricia, miúda, és um espectáculo! Babe,só tu...tás cá dentro. És uma das tais pessoas que admiro, imenso.
Marisa. Marisa, és o meu presente e futuro. Não preciso de dizer muita coisa, tu sabes o que sinto sem dizer nada. (As melhoras, coraxao)
Vocês, são e sempre serão, "As miúdas da minha vida".
Das miúdas da minha vida. Rita, és incrível, sei sempre tudo de ti, sem falar muito contigo, conheço-te tão bem...tás cá dentro amiga.
Susana, miúda...tu sabes sempre o que dizer, mesmo que não saibas o que fazer, quando se trata de ti, sabes o que dizer. Admiro-te imenso. És um grande ser humano, uma grande mulher. Grande escritora. (Pensa bem!!)
Mónica, madrinha. Grande mulher, de ti nem preciso falar muito. Conheces-me tão bem, que nem preciso falar. Tás cá dentro, num cantinho bem especial no coração. Aprendi muito contigo. Obrigado por tudo!
Ana, esse sorriso que trazes sempre, tivemos bons momentos. Tal como previ, o teu futuro, vai ser grande, já é!
Patricia, miúda, és um espectáculo! Babe,só tu...tás cá dentro. És uma das tais pessoas que admiro, imenso.
Marisa. Marisa, és o meu presente e futuro. Não preciso de dizer muita coisa, tu sabes o que sinto sem dizer nada. (As melhoras, coraxao)
Vocês, são e sempre serão, "As miúdas da minha vida".
terça-feira, 25 de março de 2008
ADIAFA – Apresentação do CD: "Nã há Vagar"

Dia 29/03/2008 | 21.30 | M 6 | 5€
"O concerto terá a participação de todos os músicos que colaboraram na gravação do cd,entre os quais se destacam José Salgueiro (percussões), João Frade (acordeão), José Conde (clarinete), Ricardo Cruz (contrabaixo), Paulo Parreira (guitarra portuguesa), Luís Pontes (viola), Carlos Meneses (contrabaixo) e muitos mais…
O grupo Adiafa muito se orgulhará se a cidade aderir significativamente a este evento musical que terá muitos pontos de interesse: as novas sonoridades do grupo, algumas abordagens a outras vertentes musicais (blues, fado, bolero) e textos actuais de índole socio-erotico-satírica…"
in: www.paxjulia.org
quinta-feira, 20 de março de 2008
Um sinal...
Um dedo apontando para o quê?
Um dedo apontando para os lábios pedindo uma outra face para ser beijada?
Um dedo apontando para a face a quer ser beijada?
Um dedo apontando uma dúvida que ficou no ar, esquecida?
Ou um dedo apontando uns lábios que querem ser beijados,
que têm de ser beijados.
Um dedo apontando para ti,
apontando se é a ti que te quero.
Sim, é a ti que te quero.
Um dedo apontando para os lábios pedindo uma outra face para ser beijada?
Um dedo apontando para a face a quer ser beijada?
Um dedo apontando uma dúvida que ficou no ar, esquecida?
Ou um dedo apontando uns lábios que querem ser beijados,
que têm de ser beijados.
Um dedo apontando para ti,
apontando se é a ti que te quero.
Sim, é a ti que te quero.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Sonhas...
Sonhas por esses caminhos, perdidos, fingidos.
Escutando, por vezes, outros escondidos.
Homem sombra, que tens tu…
Oh figurino.
Oh sonho perdido,
encontra-me sozinho, escondido.
Oh…menino achado, perdido, escondido,
num sonho fingido.
Sonho…
És tu,
Mal, ou bem.
Sonho, fingido, agarrado a um perdido.
A
uma alma fingida, perdida
Sozinha.
Amarrada a um desejo, de um amor
Escondido.
Sonhas por caminhos perdidos, fingidos,
Amarrado a sonhos sentidos
Navegando por sonhos antigos,
Por sonhos já navegados.
Ao longe
sonhas um sonho verdadeiro.
Um sonho esperançando
Num amanhã que ainda virá.
Escutando, por vezes, outros escondidos.
Homem sombra, que tens tu…
Oh figurino.
Oh sonho perdido,
encontra-me sozinho, escondido.
Oh…menino achado, perdido, escondido,
num sonho fingido.
Sonho…
És tu,
Mal, ou bem.
Sonho, fingido, agarrado a um perdido.
A
uma alma fingida, perdida
Sozinha.
Amarrada a um desejo, de um amor
Escondido.
Sonhas por caminhos perdidos, fingidos,
Amarrado a sonhos sentidos
Navegando por sonhos antigos,
Por sonhos já navegados.
Ao longe
sonhas um sonho verdadeiro.
Um sonho esperançando
Num amanhã que ainda virá.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Amor sem fim...
Beija forte, fortemente
Amor,
abraça-me sem ter fim.
Beija-me, sem pensar,
que há outro dia amanhã.
Um beijo, um olhar, um carinho, sem parar.
Olho para ti, de soslaio,
olho-te desejando-te.
Quero-te num leito que só nós queremos, só nós sabemos...
Amor ardente, fértil de amor,
Carnal, pecado viril.
Amor, beija-me sem pensar,
Beija-me sem parar.
Quero-te, desejo animal, carnal imundo. Um amor sem igual.
Um amor, teu, sem final.
Amor,
abraça-me sem ter fim.
Beija-me, sem pensar,
que há outro dia amanhã.
Um beijo, um olhar, um carinho, sem parar.
Olho para ti, de soslaio,
olho-te desejando-te.
Quero-te num leito que só nós queremos, só nós sabemos...
Amor ardente, fértil de amor,
Carnal, pecado viril.
Amor, beija-me sem pensar,
Beija-me sem parar.
Quero-te, desejo animal, carnal imundo. Um amor sem igual.
Um amor, teu, sem final.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Paraíso...
sexta-feira, 7 de março de 2008
"Gravity"...
...Faz-me voar e sonhar. Experimentem agora vocês. Fechem os olhos,deixem-se transportar para outro lugar...
terça-feira, 4 de março de 2008
O que é importante?
O que é importante a uma mulher?
"O sorriso no olhar,
e a felicidade no sabor de um beijo".
Será?
Ou é algo mais do que isso?
Um beijo, é só um beijo.
Um desejo,
apenas alcansável.
Um sonho, apenas um sonho?
"O sorriso no olhar,
e a felicidade no sabor de um beijo".
Será?
Ou é algo mais do que isso?
Um beijo, é só um beijo.
Um desejo,
apenas alcansável.
Um sonho, apenas um sonho?
segunda-feira, 3 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
Droga...
Droga maldita,
Roubas, matas, mentes.
Ilusionista das grandes noites,
De mocas sem fim, de rassacas sem perdão.
Pedes sem cessar, so mais um momento no paraíso,
desejas lá voltar,
vezes sem retorno.
Queres mais?
Queres perder a noção sem culpas, nem receios?
Faz-te ao mar, marinheiro de água doce,
Embarca neste doce balanço.
Dá-me só mais um.
Dá-me tudo o que tiveres, porque eu, já nada tenho.
Só vivo para ti...
Droga!!
Roubas, matas, mentes.
Ilusionista das grandes noites,
De mocas sem fim, de rassacas sem perdão.
Pedes sem cessar, so mais um momento no paraíso,
desejas lá voltar,
vezes sem retorno.
Queres mais?
Queres perder a noção sem culpas, nem receios?
Faz-te ao mar, marinheiro de água doce,
Embarca neste doce balanço.
Dá-me só mais um.
Dá-me tudo o que tiveres, porque eu, já nada tenho.
Só vivo para ti...
Droga!!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Recordei-me...
Antes de me deitar, olhei para um livro que me ofereceram. Que me trouxe recordações, e nele estava um poema que vos quero transcrever na íntegra.
Pois cada palavra é uma verdade.
Cada verso, é um sentimento.
Cada quadra, um sintoma.
A verdadeira mão que o poeta estende
não tem dedos:
é um gesto que se perde
no próprio acto de dar-se
O poeta desaparece
na verdade da sua ausência
dissolve-se no biombo da escrita
O poema é
a única
a verdadeira mão que o poeta estende
E quando o poema é bom
não te aperta a mão:
aperta-te a garganta
De: Paul Celan, in: "O Pavão Negro" de Ana Hatherly
Pois cada palavra é uma verdade.
Cada verso, é um sentimento.
Cada quadra, um sintoma.
A verdadeira mão que o poeta estende
não tem dedos:
é um gesto que se perde
no próprio acto de dar-se
O poeta desaparece
na verdade da sua ausência
dissolve-se no biombo da escrita
O poema é
a única
a verdadeira mão que o poeta estende
E quando o poema é bom
não te aperta a mão:
aperta-te a garganta
De: Paul Celan, in: "O Pavão Negro" de Ana Hatherly
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Só de pensar...
Só de pensar, que não estou perto de ti
Faz me quer estar mais longe daqui.
Não quero pensar, também não quero fugir,
Dum sentimento que não quero sair. Dum sentimento que não sabe ser feliz.
Só queria estar só. Não saber o que é dor. Dor d'amor.
Dor, sem amor.
Quão melhor é saber que amor, não é dor.
Que amor, é Amor.
Que Dor, é apenas dor.
Só de pensar...quero voltar atrás.
Correr riscos que o mundo já trás.
E contigo viver, riscos para sobreviver.
Não quero pensar, não quero fugir.
Quero apenas, contigo sonhar a dormir.
Quero viver, Quero saber
Correr riscos contigo fazer.
Faz me quer estar mais longe daqui.
Não quero pensar, também não quero fugir,
Dum sentimento que não quero sair. Dum sentimento que não sabe ser feliz.
Só queria estar só. Não saber o que é dor. Dor d'amor.
Dor, sem amor.
Quão melhor é saber que amor, não é dor.
Que amor, é Amor.
Que Dor, é apenas dor.
Só de pensar...quero voltar atrás.
Correr riscos que o mundo já trás.
E contigo viver, riscos para sobreviver.
Não quero pensar, não quero fugir.
Quero apenas, contigo sonhar a dormir.
Quero viver, Quero saber
Correr riscos contigo fazer.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Nomeado!!
Os blogs Palavras Que Ficam e A Cor do Meu Veneno nomearam o
Blocos&Canetas com o prémio:

que muito me honra, e que humildemente o aceito. É uma nomeação um pouco inesperada, porque o objectivo deste blog, foi sempre de expôr poemas e pensamentos por mim escritos e nada mais do que essa misera ambição. No entanto, Obrigado.
E porque a hora de "galhardetes" já se faz esperar, os nomeados são:
Aliciante, de Madalena Palma - Um blog de referência para todas as mulheres e homens também. Uma inspiração.
Praça da República em Beja, de João Espinho - Um blog que tem ideias fixas, diferentes e alguma luz, nesta cidade, cada vez mais cinzentona.
Palavras Que Ficam, de Susaninha - Um blog com as palavras certas, nos momentos mais oportunos.
A Cor do Meu Veneno, de "SOL" - Um blog cheio de sentimentos, de palavras cheias de tudo.
Mar Adentro, de "A. L." - Um blog de palavras fartas, transpiram poesia, romantismo, por vezes sentimentos obscuros.
Corpos e Almas, de Helena Fonseca - Um blog que cheira a Mulher, cada palavra, cada vírgula, cada ponto final.
Imagens, de "Jota Cê" - Cada foto, uma poesia. Cada foto, uma história. Cada foto, uma inspiração.
Passo então a citar as regras para os felizes nomeados:
1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários;
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blogue”, deve escrever um post: Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blogue; A tag do prémio; As regras; E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio;
3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blogue, de preferência com um link para o post em que fala dele;
4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet - pode fazê-lo no post.
Blocos&Canetas com o prémio:

que muito me honra, e que humildemente o aceito. É uma nomeação um pouco inesperada, porque o objectivo deste blog, foi sempre de expôr poemas e pensamentos por mim escritos e nada mais do que essa misera ambição. No entanto, Obrigado.
E porque a hora de "galhardetes" já se faz esperar, os nomeados são:
Aliciante, de Madalena Palma - Um blog de referência para todas as mulheres e homens também. Uma inspiração.
Praça da República em Beja, de João Espinho - Um blog que tem ideias fixas, diferentes e alguma luz, nesta cidade, cada vez mais cinzentona.
Palavras Que Ficam, de Susaninha - Um blog com as palavras certas, nos momentos mais oportunos.
A Cor do Meu Veneno, de "SOL" - Um blog cheio de sentimentos, de palavras cheias de tudo.
Mar Adentro, de "A. L." - Um blog de palavras fartas, transpiram poesia, romantismo, por vezes sentimentos obscuros.
Corpos e Almas, de Helena Fonseca - Um blog que cheira a Mulher, cada palavra, cada vírgula, cada ponto final.
Imagens, de "Jota Cê" - Cada foto, uma poesia. Cada foto, uma história. Cada foto, uma inspiração.
Passo então a citar as regras para os felizes nomeados:
1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários;
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blogue”, deve escrever um post: Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blogue; A tag do prémio; As regras; E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio;
3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blogue, de preferência com um link para o post em que fala dele;
4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet - pode fazê-lo no post.
Sou...? Serei...?
Não sei quem sou,
Nem sei o que sou.
Não sei que caminho tomei,
Nem sei que caminho caminharei.
Não sei se serei,
o que que quererei.
Não sei, o que no Futuro querei.
Agora, só sei que nada sei.
Que um caminho percorrirei,
derrubarei ou saltarei.
Perderei, se não caminharei.
Nem sei o que sou.
Não sei que caminho tomei,
Nem sei que caminho caminharei.
Não sei se serei,
o que que quererei.
Não sei, o que no Futuro querei.
Agora, só sei que nada sei.
Que um caminho percorrirei,
derrubarei ou saltarei.
Perderei, se não caminharei.
Chuva...
Chuva, pinga, molha.
Gota, limpa, fresca.
Renova, o que é velho em novo.
O novo, em usado.
Transparente, vidro, espelho.
Cais uma, cais mil. Cem vezes, sentir.
Estilhaços de nós, estilhaços de pó.
Pegadas de uma vida só.
Gota, limpa, fresca.
Renova, o que é velho em novo.
O novo, em usado.
Transparente, vidro, espelho.
Cais uma, cais mil. Cem vezes, sentir.
Estilhaços de nós, estilhaços de pó.
Pegadas de uma vida só.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Nostalgia...
Nomes, pessoas, locais, momentos.
Ou ouvir antigas canções, que abriam corações.
Sonhos antigos, desejos esquecidos.
Todos escondidos, na memória, guardados a sete chaves de um segredo.
Alguém um dia irá abrir. Certezas, quem as tem?
Longe ou perto, quero é sentir. O mesmo desejo, o mesmo doce beijo.
Grita Revolta coração, infame amigo, traidor de certezas. Inimigo da razão.
Imunda, a palavra que jaz comigo. Amor. Ao coração, promessas tecidas, teias, doces mentiras.
Alimentas-te de sonhos e ilusões, de emoções e jovens paixões.
Ou ouvir antigas canções, que abriam corações.
Sonhos antigos, desejos esquecidos.
Todos escondidos, na memória, guardados a sete chaves de um segredo.
Alguém um dia irá abrir. Certezas, quem as tem?
Longe ou perto, quero é sentir. O mesmo desejo, o mesmo doce beijo.
Grita Revolta coração, infame amigo, traidor de certezas. Inimigo da razão.
Imunda, a palavra que jaz comigo. Amor. Ao coração, promessas tecidas, teias, doces mentiras.
Alimentas-te de sonhos e ilusões, de emoções e jovens paixões.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Namorem...
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Morre...
Morre, morre nostalgia inferma.
Morre, e não me ampares.
Morre, foge e fica longe de mim.
Morre. E não, não me iludas.
Morre, já não te vejo.
Morre! Morre! Morre!
Pára de me julgar, pára de me perseguir.
Pára, Oh amor fingido. Vem, morte querida.
Tira-me este peso, tira-me esta vontade.
Amor, de quem sofro.
Amor de quem quero. Amor de quem gosto.
Leva-me pra outro lado, leva-me pro outro lado.
Trás-me a tua paz,
Dá-me a tua paz.
Morre, e não me ampares.
Morre, foge e fica longe de mim.
Morre. E não, não me iludas.
Morre, já não te vejo.
Morre! Morre! Morre!
Pára de me julgar, pára de me perseguir.
Pára, Oh amor fingido. Vem, morte querida.
Tira-me este peso, tira-me esta vontade.
Amor, de quem sofro.
Amor de quem quero. Amor de quem gosto.
Leva-me pra outro lado, leva-me pro outro lado.
Trás-me a tua paz,
Dá-me a tua paz.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Tu és...
Tu és...tudo aquilo que quero que existe.
Tu és...aquilo que preciso, e não quero.
Tu és...ar, sol, e água, para viver.
Tu és...tudo o que sei que existe e algo mais que sei que vive e não conheço.
Tu és...tudo, quando não sou nada.
Tu és...aquilo que quero ser e não sou.
Tu és...meu e eu sou tua.
És, porque assim é, porque assim sempre será.
Sim...Tu, és.
Obrigado à Susaninha pela inspiração.
Tu és...aquilo que preciso, e não quero.
Tu és...ar, sol, e água, para viver.
Tu és...tudo o que sei que existe e algo mais que sei que vive e não conheço.
Tu és...tudo, quando não sou nada.
Tu és...aquilo que quero ser e não sou.
Tu és...meu e eu sou tua.
És, porque assim é, porque assim sempre será.
Sim...Tu, és.
Obrigado à Susaninha pela inspiração.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Foi assim?
Vibraram todos os poros do teu corpo?
A boca, derreteu-se ao som dos beijos?
As pernas, fraquejaram ao sabor das mãos que te acariciaram?
A língua, está excitada com o encontro mais que casual com outra boca?
A tua pele, estava quente, ardente de desejo?
Os teus olhos, fecharam-se, desejando que este momento não mais parasse?
As mãos suaram quando estavam mais que juntas uma à outra?
Quentes, humidas, ardentes.
Assim como os desejos,
assim como se quer uma paixão,
assim como se quer sexo com amor.
Foi assim? Diz-me, foi?
A boca, derreteu-se ao som dos beijos?
As pernas, fraquejaram ao sabor das mãos que te acariciaram?
A língua, está excitada com o encontro mais que casual com outra boca?
A tua pele, estava quente, ardente de desejo?
Os teus olhos, fecharam-se, desejando que este momento não mais parasse?
As mãos suaram quando estavam mais que juntas uma à outra?
Quentes, humidas, ardentes.
Assim como os desejos,
assim como se quer uma paixão,
assim como se quer sexo com amor.
Foi assim? Diz-me, foi?
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Num mês...
Num mês, ganhei, perdi, iludi-me e desiludi-me.
Procuro palavras que não sei dizer
às coisas que aconteceram, às amizades que fiz, aos amores que perdi.
Ilusões, ilusões…quimeras da vida.
Fui homem apaixonado, coração roubado, perdido por amores.
Triste, desiludido, iludido, e agora encontrei-me. Outra vez. Mais uma vez.
Faz sentido? Não sei. Mas procuro saber. Depressa, e bem.
Procuro palavras que não sei dizer
às coisas que aconteceram, às amizades que fiz, aos amores que perdi.
Ilusões, ilusões…quimeras da vida.
Fui homem apaixonado, coração roubado, perdido por amores.
Triste, desiludido, iludido, e agora encontrei-me. Outra vez. Mais uma vez.
Faz sentido? Não sei. Mas procuro saber. Depressa, e bem.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Solidão...
"A maior solidão, é a solidão das palavras.
Quando são muitas, deixam de fazer sentido. É
como nós, quando falamos deixamos de fazer
sentido e nos tornamos mais vazios, mais
perdidos, sozinhos num imenso mundo que só se ouve a si
próprio". in Palavras-que-ficam.blogspot.com
Quando são muitas, deixam de fazer sentido. É
como nós, quando falamos deixamos de fazer
sentido e nos tornamos mais vazios, mais
perdidos, sozinhos num imenso mundo que só se ouve a si
próprio". in Palavras-que-ficam.blogspot.com
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Páginas em branco...

Vejo páginas em branco dentro da minha cabeça e nada mais.
Vejo um vazio, sem saber o que dizer.
Não sei do que vos falar.
Sinto que está tudo muito confuso, e nada concreto.
Sinto ansiedade e sinto o chão tremido.
Sinto medo, e sinto alegria.
Sinto a distância, e sinto me seguro.
Sinto que nada sei, e que tenho muito a aprender.
Sinto que devia arriscar, mas não quero.
Queria falar de Amor, e não consigo.
Queria saber voar, mas não posso.
Queria aprender mil formas de dizer Amor, e desconheço-as.
Queria viver o que penso, e não posso.
Queria rir, e não sei se devo.
Queria imaginar que sei que posso fazer, mas não sei se sonho.
Não sei se devo dizer-te, ou devo estar calado.
Não sei se queria isto, ou devia.
Não sei se te tenho ou não.
Não sei, porque nunca te tive.
Isso, tenho a certeza.
sábado, 29 de dezembro de 2007
Passarinho...
Eras um pássaro na minha mão.
Dançavas ao vento, uma melodia qualquer.
Abraçavas de qualquer jeito, o vento,
companheiro de outras tantas danças,
Sejam elas, Valsas, Tangos ou Chá-Chá-Chás...
A doce ternura, do pilrear, é um beijo que te dou.
Uma doce melodia musical, quente, e fatal.
Do gentil e refinado bico, a música é uma canção,
Que embala o coração.
Artista de cinema, dançarina de salão.
Passarinho, dás-me a tua mão?
Dançavas ao vento, uma melodia qualquer.
Abraçavas de qualquer jeito, o vento,
companheiro de outras tantas danças,
Sejam elas, Valsas, Tangos ou Chá-Chá-Chás...
A doce ternura, do pilrear, é um beijo que te dou.
Uma doce melodia musical, quente, e fatal.
Do gentil e refinado bico, a música é uma canção,
Que embala o coração.
Artista de cinema, dançarina de salão.
Passarinho, dás-me a tua mão?
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Tempo que já não volta...
Cheiro o que perdi
Sonho o que já passou
Sinto aquilo que já curou.
O perfume que já usei e nos teus beijos encontrei.
No teu pescoço provei
o sabor do que já senti.
Na memória guardo o que seria
um gesto de cada olhar
A mão que baloiçava
um corpo moribundo.
Em cada olhar que me abrigava,
tinhas aquilo que queria.
Ilusão, de te querer mais do que podia.
Era um plano maior que por mim espreitava
Em cada esquina escondida, palavras segredadas,
a teus ouvidos benditas.
Do tempo que já passou,
das mágoas que já passaram.
Das noites mal dormidas...
Ainda respiro o perfume do teu cabelo,
Ainda bebo o cheiro dos teus beijos,
Saboreio o brilho dos teus olhos ao pôr-do-Sol.
Naquele tempo que já foi e já passou.
Sonho o que já passou
Sinto aquilo que já curou.
O perfume que já usei e nos teus beijos encontrei.
No teu pescoço provei
o sabor do que já senti.
Na memória guardo o que seria
um gesto de cada olhar
A mão que baloiçava
um corpo moribundo.
Em cada olhar que me abrigava,
tinhas aquilo que queria.
Ilusão, de te querer mais do que podia.
Era um plano maior que por mim espreitava
Em cada esquina escondida, palavras segredadas,
a teus ouvidos benditas.
Do tempo que já passou,
das mágoas que já passaram.
Das noites mal dormidas...
Ainda respiro o perfume do teu cabelo,
Ainda bebo o cheiro dos teus beijos,
Saboreio o brilho dos teus olhos ao pôr-do-Sol.
Naquele tempo que já foi e já passou.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Viver...
Não quero escrever,
Quero morrer a sentir,
Quero morrer e voltar a sorrir.
Quero ser outra vez
o que um dia fui, e já não sou.
Quero ser o que já fiz.
Tudo, me aborrece e me enfadonha.
Tudo, não é nada e o nada, é tudo.
Tudo o que faço, digo, oiço, escrevo e sinto.
Se um dia fosse um ano,
e um ano, num dia,
Então, quero num dia,
Viver todas as vidas num instante.
Quero morrer a sentir,
Quero morrer e voltar a sorrir.
Quero ser outra vez
o que um dia fui, e já não sou.
Quero ser o que já fiz.
Tudo, me aborrece e me enfadonha.
Tudo, não é nada e o nada, é tudo.
Tudo o que faço, digo, oiço, escrevo e sinto.
Se um dia fosse um ano,
e um ano, num dia,
Então, quero num dia,
Viver todas as vidas num instante.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Adoro...
Saborear um chocolate
Cheirar um café
O cheiro de um charuto
O aroma de um cachimbo
O gosto de um chá
Degustar um belo vinho tinto
O paladar de uma refeição
As conversas entre amigos
O cheiro das canetas em que escrevo
O perfume que uso
O olhar de uma mulher
Um beijo sentido.
Cheirar um café
O cheiro de um charuto
O aroma de um cachimbo
O gosto de um chá
Degustar um belo vinho tinto
O paladar de uma refeição
As conversas entre amigos
O cheiro das canetas em que escrevo
O perfume que uso
O olhar de uma mulher
Um beijo sentido.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
De cara lavada...
Ano Novo, Vida Nova. E foi isso que se fez, o "Blocos&Canetas" entra de "cara lavada" para o Novo Ano.
Recorrendo a uma amiga, para criar um novo efeito visual para o blog.
Mantém-se a mesma linha de identidade, que o caracteriza, e ao mesmo tempo inova-se, nos efeitos visuais que se queriam para o blog. Novos poemas, novos assuntos, novas músicas, novos debates, novos concensos...
É o que desejo, e o que se deseja para o "B&C".
Para os leitores, um Natal cheio de Saúde, Amor e muita...poesia. Um Ano de 2008 com menos impostos, mais trabalho, menos desemprego, mais dinheiro e cheio de novas oportunidades, para todos.
Recorrendo a uma amiga, para criar um novo efeito visual para o blog.
Mantém-se a mesma linha de identidade, que o caracteriza, e ao mesmo tempo inova-se, nos efeitos visuais que se queriam para o blog. Novos poemas, novos assuntos, novas músicas, novos debates, novos concensos...
É o que desejo, e o que se deseja para o "B&C".
Para os leitores, um Natal cheio de Saúde, Amor e muita...poesia. Um Ano de 2008 com menos impostos, mais trabalho, menos desemprego, mais dinheiro e cheio de novas oportunidades, para todos.
Louco, é o Amor...
O Amor é louco!
O que tem de louco o Amor?
O que é o Amor, senão a maior loucura de todos os tempos.
A ele, o Homem não pode conquistar,
não pode ludibriar, mentir ou fugir.
Viveremos, sempre, toda a vida, amordaçados, resignados...
Escravos e resignados a um Amor.
Porque será?
O que tem de louco o Amor?
O que é o Amor, senão a maior loucura de todos os tempos.
A ele, o Homem não pode conquistar,
não pode ludibriar, mentir ou fugir.
Viveremos, sempre, toda a vida, amordaçados, resignados...
Escravos e resignados a um Amor.
Porque será?
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Será que dá para esquecer...
Queria impedir de sentir, o que sentia.
De sentir os teus beijos, o teu beijo, na primeira vez. Da primeira vez.
Não queria me lembrar do gosto,
dos sentimentos que sabia que os tinha, mas não queria...
Lembrar-me do valor, do sabor e do perfume de um beijo.
Das memórias que traz um beijo.
Dos teus lábios nos meus.
De saber que um beijo, não é só um beijo.
De uma história que foi contada, vezes sem conta repetida.
Da tua voz entusiasmada, da tua voz rouca, ou da tua voz em choro.
Não sei porquê, mas hoje lembrei-me de ti.
Lembrei-me dos teus beijos.
Dei conta de que por vezes o que é bom, nem sempre...nem sempre, é para sempre.
Dos momentos que já vivi, e dos beijos que encontrei...
Não sei...não sei...
Mas lembrei-me de ti.
De sentir os teus beijos, o teu beijo, na primeira vez. Da primeira vez.
Não queria me lembrar do gosto,
dos sentimentos que sabia que os tinha, mas não queria...
Lembrar-me do valor, do sabor e do perfume de um beijo.
Das memórias que traz um beijo.
Dos teus lábios nos meus.
De saber que um beijo, não é só um beijo.
De uma história que foi contada, vezes sem conta repetida.
Da tua voz entusiasmada, da tua voz rouca, ou da tua voz em choro.
Não sei porquê, mas hoje lembrei-me de ti.
Lembrei-me dos teus beijos.
Dei conta de que por vezes o que é bom, nem sempre...nem sempre, é para sempre.
Dos momentos que já vivi, e dos beijos que encontrei...
Não sei...não sei...
Mas lembrei-me de ti.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Se...
Sentir-te, em cada palavra.
Sussurrar-te, a cada minuto que te descubro.
Sorrir-te, a cada olhar que cruzamos.
Subir, até ao teu andar.
Suar-te, em cada encontro.
Saborear-te do princípio ao fim.
Sobrevoar os teus pensamentos...
Sonhar, e não te ver.
Sofrer, por acabar.
Soltar uma gargalhada...
Soltar, soltarei de alegria.
Sussurrar-te, a cada minuto que te descubro.
Sorrir-te, a cada olhar que cruzamos.
Subir, até ao teu andar.
Suar-te, em cada encontro.
Saborear-te do princípio ao fim.
Sobrevoar os teus pensamentos...
Sonhar, e não te ver.
Sofrer, por acabar.
Soltar uma gargalhada...
Soltar, soltarei de alegria.
domingo, 9 de dezembro de 2007
São...beijos
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