sábado, 26 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
E de um dia para o outro...
Acabou-se. E agora? Eleições antecipadas. Já estou a ver muitas arcas, cheias de pó a serem abertas com antigos "boys" laranjas a saltarem de contentamento, a esfregarem as mãos, felizes por já conseguirem alcançar "O Poder". Esquecem-se que com PS ou PSD, o PEC tem de ser cumprido. Ou pelo Governo que estiver no Poder ou em última instância, pelo FMI.
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
"Lua..."
Aquela lua grande e generosa de forma,
De cor e volume
Que engrandece a noite,
À noite de amantes enamorados
Que da noite faz dia
Dos corações entrelaçados
De Amor ao amor de quem ama.
A lua que é tão grande...
Que cabe inteira No coração de quem ama.
Tem a luz do sol que ilumina
Os sonhos duma criança
Na alegria dum sorriso.
No calor que emana
Do coração de quem ferve quem ama.
É o feitiço da Lua,
Em noites de Primavera.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sábado, 13 de novembro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Volta...
E...chegou o Inverno.
Chegou o frio, a chuva, o cheiro a terra molhada, que beija as terras alentejanas, anunciando a sua chegada. Anunciando a partida do calor de Verão. Há tão pouco tempo, o calor nos brindava com longas maratonas de bom tempo. De pequenos-almoços em esplanadas de biquinis e sandálias. Limonadas e laranjadas bem fresquinhas, que agora sabe a acre um frio tão repentino como este.
Apetecia-nos o calor outra vez não era? Era bom. Mas não pode ser...
Agora, calor só das nossas lareiras, das salamandras, dos aquecedores e dos tão "saborosos" ar-condicionados. É o que nos valhe em alturas como estas.
Do frio, não tenho saudades nenhumas. Só, e unicamente, gosto pelo Natal, para ter toda a familia toda junta num mesmo espaço, com conversas diversas, da política ao futebol, das viagens que ainda não se fizeram e dos desejos que pretendem concretizar no ano que está quase quase a bater à porta.
"Verão, volta, tás perdoado!"
É uma paixão que me preenche, mas tão pouca atenção lhe posso dar...
Chegou o frio, a chuva, o cheiro a terra molhada, que beija as terras alentejanas, anunciando a sua chegada. Anunciando a partida do calor de Verão. Há tão pouco tempo, o calor nos brindava com longas maratonas de bom tempo. De pequenos-almoços em esplanadas de biquinis e sandálias. Limonadas e laranjadas bem fresquinhas, que agora sabe a acre um frio tão repentino como este.
Apetecia-nos o calor outra vez não era? Era bom. Mas não pode ser...
Agora, calor só das nossas lareiras, das salamandras, dos aquecedores e dos tão "saborosos" ar-condicionados. É o que nos valhe em alturas como estas.
Do frio, não tenho saudades nenhumas. Só, e unicamente, gosto pelo Natal, para ter toda a familia toda junta num mesmo espaço, com conversas diversas, da política ao futebol, das viagens que ainda não se fizeram e dos desejos que pretendem concretizar no ano que está quase quase a bater à porta.
"Verão, volta, tás perdoado!"
É uma paixão que me preenche, mas tão pouca atenção lhe posso dar...
terça-feira, 14 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Tempo...
E há quanto tempo que não oiço a voz daqueles de quem gosto. Há quanto tempo que não falo com aqueles de quem me importo. Não o faço pelo tempo que não o tenho e se o tenho perco-o em coisas que o tempo me define e me impõe para os realizar o mais depressa possível. É verdade que podia pegar no telemóvel e ligar, podia. Mas não acontece. Podia pagar a gasolina do carro e pagar as portagens e almoçar com aqueles de quem vive no meu coração. Mas não o faço. Porque não posso.
Não posso porque o tempo não o permite, porque o dinheiro não estica e como não estica, não posso.
Há coisas Inadiáveis de que não me posso esquecer nem posso adiar. Algumas vão se esquecendo, não que não as queira esquecer mas acontece. Tenho imagens guardas dentro da minha cabeça, vozes, e coisas escritas que me relembram todas as lembranças transformadas em memórias, de um passado não muito longínquo. Memórias de um pôr-do-sol, entre as linhas de um comboio, uma brisa numa praça de gente e de fruta, um olhar para o Oceano Atlântico num almoço entre amigos, uma cara bem gira numa noite algarvia com um sorriso do tamanho do mundo, de noitadas antigas efémeras mas bem presentes, eborenses...de tudo o que não cabe neste cantinho e outros mais que guardo com carinho, no coração e na mente.
Tenho saudades de todos eles, sem excepção. Todos mesmo.
Hoje, fazia-me falta tê-los todos perto de mim.
Não posso porque o tempo não o permite, porque o dinheiro não estica e como não estica, não posso.
Há coisas Inadiáveis de que não me posso esquecer nem posso adiar. Algumas vão se esquecendo, não que não as queira esquecer mas acontece. Tenho imagens guardas dentro da minha cabeça, vozes, e coisas escritas que me relembram todas as lembranças transformadas em memórias, de um passado não muito longínquo. Memórias de um pôr-do-sol, entre as linhas de um comboio, uma brisa numa praça de gente e de fruta, um olhar para o Oceano Atlântico num almoço entre amigos, uma cara bem gira numa noite algarvia com um sorriso do tamanho do mundo, de noitadas antigas efémeras mas bem presentes, eborenses...de tudo o que não cabe neste cantinho e outros mais que guardo com carinho, no coração e na mente.
Tenho saudades de todos eles, sem excepção. Todos mesmo.
Hoje, fazia-me falta tê-los todos perto de mim.
domingo, 25 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
"Crise..."
Se dúvidas ainda há àcerca desta "crise", tiremo-las já. A "crise" para além da parte económico-fianceira, é mais que tudo, uma crise social, uma crise de Formação, em todas as suas vertentes.
Uma crise, não passa sem ter em conta as pessoas e tudo o que a elas está interligado.
Não passa sem medidas sociais fortes, sem uma forte coesão nacional. Sem uma forte coesão de uma identidade europeia vincada, na sua determinação em objectivos concretos e definidos para o Futuro, com rectroactivos imediatos.
É uma escalada dantesca para vencer as dificuldades e concretizar objectivos. O mais fácil é desistir, de lutar, entregando o País de bandeja a uns senhores do "FMI", deixando o País à deriva, sem rumo e sem horizontes.
O difícil é lutar. Bem sabemos, mas mais vale lutar e vencer ferido, do que lutar sem oferecer resistência.
A "crise" tem solução, a mesma de sempre.
Nós.
Uma crise, não passa sem ter em conta as pessoas e tudo o que a elas está interligado.
Não passa sem medidas sociais fortes, sem uma forte coesão nacional. Sem uma forte coesão de uma identidade europeia vincada, na sua determinação em objectivos concretos e definidos para o Futuro, com rectroactivos imediatos.
É uma escalada dantesca para vencer as dificuldades e concretizar objectivos. O mais fácil é desistir, de lutar, entregando o País de bandeja a uns senhores do "FMI", deixando o País à deriva, sem rumo e sem horizontes.
O difícil é lutar. Bem sabemos, mas mais vale lutar e vencer ferido, do que lutar sem oferecer resistência.
A "crise" tem solução, a mesma de sempre.
Nós.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Para quê?
Para quê sugar uma mentira pra ser verdade?
Para quê?
Para quê um tristonho olhar quando se quer um sorriso rasgado?
Para quê?
Para quê, se se procura espezinhar, quando podia ser uma mão amiga?
Para quê?
Para quê não ter o que comer, onde comer e vestir o que não devia, devia?
Para quê?
Para quê parecer se não se pode ser?
Para quê?
Para quê se nada do que se faz é suficiente para se ser bom?
Para quê?
Para quê trabalhar e nada ter.
Para quê?
Para quê esforços e não se ter glória?
Para quê?
Para quê se querer um vida melhor e não viver?
Para quê? Para quê?
Para Nada!
Para quê?
Para quê um tristonho olhar quando se quer um sorriso rasgado?
Para quê?
Para quê, se se procura espezinhar, quando podia ser uma mão amiga?
Para quê?
Para quê não ter o que comer, onde comer e vestir o que não devia, devia?
Para quê?
Para quê parecer se não se pode ser?
Para quê?
Para quê se nada do que se faz é suficiente para se ser bom?
Para quê?
Para quê trabalhar e nada ter.
Para quê?
Para quê esforços e não se ter glória?
Para quê?
Para quê se querer um vida melhor e não viver?
Para quê? Para quê?
Para Nada!
terça-feira, 20 de abril de 2010
Arte...
Há obras de Arte, vibrantes,
reluzentes ao se descobrir
cada parte de um todo.
Cada face, luz, ou expressão.
Cada quadro, um génio a representar o seu papel.
Secundário. A obra, em primeiro.
reluzentes ao se descobrir
cada parte de um todo.
Cada face, luz, ou expressão.
Cada quadro, um génio a representar o seu papel.
Secundário. A obra, em primeiro.
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