domingo, 25 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
"Crise..."
Se dúvidas ainda há àcerca desta "crise", tiremo-las já. A "crise" para além da parte económico-fianceira, é mais que tudo, uma crise social, uma crise de Formação, em todas as suas vertentes.
Uma crise, não passa sem ter em conta as pessoas e tudo o que a elas está interligado.
Não passa sem medidas sociais fortes, sem uma forte coesão nacional. Sem uma forte coesão de uma identidade europeia vincada, na sua determinação em objectivos concretos e definidos para o Futuro, com rectroactivos imediatos.
É uma escalada dantesca para vencer as dificuldades e concretizar objectivos. O mais fácil é desistir, de lutar, entregando o País de bandeja a uns senhores do "FMI", deixando o País à deriva, sem rumo e sem horizontes.
O difícil é lutar. Bem sabemos, mas mais vale lutar e vencer ferido, do que lutar sem oferecer resistência.
A "crise" tem solução, a mesma de sempre.
Nós.
Uma crise, não passa sem ter em conta as pessoas e tudo o que a elas está interligado.
Não passa sem medidas sociais fortes, sem uma forte coesão nacional. Sem uma forte coesão de uma identidade europeia vincada, na sua determinação em objectivos concretos e definidos para o Futuro, com rectroactivos imediatos.
É uma escalada dantesca para vencer as dificuldades e concretizar objectivos. O mais fácil é desistir, de lutar, entregando o País de bandeja a uns senhores do "FMI", deixando o País à deriva, sem rumo e sem horizontes.
O difícil é lutar. Bem sabemos, mas mais vale lutar e vencer ferido, do que lutar sem oferecer resistência.
A "crise" tem solução, a mesma de sempre.
Nós.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Para quê?
Para quê sugar uma mentira pra ser verdade?
Para quê?
Para quê um tristonho olhar quando se quer um sorriso rasgado?
Para quê?
Para quê, se se procura espezinhar, quando podia ser uma mão amiga?
Para quê?
Para quê não ter o que comer, onde comer e vestir o que não devia, devia?
Para quê?
Para quê parecer se não se pode ser?
Para quê?
Para quê se nada do que se faz é suficiente para se ser bom?
Para quê?
Para quê trabalhar e nada ter.
Para quê?
Para quê esforços e não se ter glória?
Para quê?
Para quê se querer um vida melhor e não viver?
Para quê? Para quê?
Para Nada!
Para quê?
Para quê um tristonho olhar quando se quer um sorriso rasgado?
Para quê?
Para quê, se se procura espezinhar, quando podia ser uma mão amiga?
Para quê?
Para quê não ter o que comer, onde comer e vestir o que não devia, devia?
Para quê?
Para quê parecer se não se pode ser?
Para quê?
Para quê se nada do que se faz é suficiente para se ser bom?
Para quê?
Para quê trabalhar e nada ter.
Para quê?
Para quê esforços e não se ter glória?
Para quê?
Para quê se querer um vida melhor e não viver?
Para quê? Para quê?
Para Nada!
terça-feira, 20 de abril de 2010
Arte...
Há obras de Arte, vibrantes,
reluzentes ao se descobrir
cada parte de um todo.
Cada face, luz, ou expressão.
Cada quadro, um génio a representar o seu papel.
Secundário. A obra, em primeiro.
reluzentes ao se descobrir
cada parte de um todo.
Cada face, luz, ou expressão.
Cada quadro, um génio a representar o seu papel.
Secundário. A obra, em primeiro.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Poema ao Inconsolável
Se fosse mentira o que sinto,
Não escrevia o que digo,
Rasgava o que dizia do peito até à boca,
e enterrava na terra o que pensava que diria.
Há sensações que doiem e queimam ao terem nome,
Umas porque sabemos como as são outras porque não as temos.
Umas porque já as tivemos, mas mesmo assim teimamos insistentemente
em tê-las perto de nós, como a amar uma doença que não temos
mas que sabe tão bem ter uma droga tão perto
aconchegando a dor de um rosto desfeito,
de uma pele enrugada,
de um coração que bate por bater,
Ora de saudade, ora de frio.
Sem saber meio como nem porquê.
É a merda de estar doente e não saber o que fazer.
É a palavra que não saí e deixa sair o que não sente.
É a mão que não sabe o que há-de escrever mas que a mente não mente.
É a vida que dói e não passa.
Nem para trás, nem para a frente.
Estagna.
E a vida, estupidifica.
Não escrevia o que digo,
Rasgava o que dizia do peito até à boca,
e enterrava na terra o que pensava que diria.
Há sensações que doiem e queimam ao terem nome,
Umas porque sabemos como as são outras porque não as temos.
Umas porque já as tivemos, mas mesmo assim teimamos insistentemente
em tê-las perto de nós, como a amar uma doença que não temos
mas que sabe tão bem ter uma droga tão perto
aconchegando a dor de um rosto desfeito,
de uma pele enrugada,
de um coração que bate por bater,
Ora de saudade, ora de frio.
Sem saber meio como nem porquê.
É a merda de estar doente e não saber o que fazer.
É a palavra que não saí e deixa sair o que não sente.
É a mão que não sabe o que há-de escrever mas que a mente não mente.
É a vida que dói e não passa.
Nem para trás, nem para a frente.
Estagna.
E a vida, estupidifica.
terça-feira, 23 de março de 2010
Ao luar...
Lacaia, perdida, minguava.
Das noites fazia Dia
Dos dias fazia Noite.
Da noite, chorava inconsolada
Com a vida que não queria.
De dia, sonhava.
Em ser princesa por um dia.
Um cavaleiro em crescente,
Exasperava,
Num beijo, fulgorante,
em noite de Lua cheia.
De coragem, na bagagem,
Homem feito. Em falsete se lembrava,
O quanto lhe custava,
Ser cavaleiro, sem dinheiro,
À mulher que amava.
- "Mas...não é o amor que importava?"
-"Bem, talvez. Não sei..."
-"Será que isso importava?"
Das noites fazia Dia
Dos dias fazia Noite.
Da noite, chorava inconsolada
Com a vida que não queria.
De dia, sonhava.
Em ser princesa por um dia.
Um cavaleiro em crescente,
Exasperava,
Num beijo, fulgorante,
em noite de Lua cheia.
De coragem, na bagagem,
Homem feito. Em falsete se lembrava,
O quanto lhe custava,
Ser cavaleiro, sem dinheiro,
À mulher que amava.
- "Mas...não é o amor que importava?"
-"Bem, talvez. Não sei..."
-"Será que isso importava?"
Na luz...
Sob a luz, de uma criança,
Nasce uma Família.
No olhar de uma criança,
Está,
O futuro de uma geração.
De uma ideia concebida,
Que se viu nascida,
Sozinha
Entre os braços
de uma criada.
Era uma outra vida que se criava.
Nasce uma Família.
No olhar de uma criança,
Está,
O futuro de uma geração.
De uma ideia concebida,
Que se viu nascida,
Sozinha
Entre os braços
de uma criada.
Era uma outra vida que se criava.
quarta-feira, 10 de março de 2010
De flor a Mulher...
No prazer do corpo de uma Mulher,
Encontro a flor da Juventude.
Na penitência, a razão do amor,
A alegria de viver
a angústia e o fulgor
como um amor deve ser.
Na Liberdade, um cravo e uma viola a acompanhar
O Renascimento desse amor.
O lugar, que onde pertence ao nascer.
Encontro a flor da Juventude.
Na penitência, a razão do amor,
A alegria de viver
a angústia e o fulgor
como um amor deve ser.
Na Liberdade, um cravo e uma viola a acompanhar
O Renascimento desse amor.
O lugar, que onde pertence ao nascer.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Não sei escrever...
Já não sei escrever;
Nem sei escrever poemas de amor.
Nem em rimas a saltitar
de verso em verso
Como o amor deve ser.
Não sei escrever, nem quero saber.
Nem tenho vontade de as escrever.
Só quero estar só, fechado num nó,
sem saber querer.
Desvendar o segredo, desse modo de viver.
Porquê viver a sofrer,
Se podemos sofrer a viver.
Nem sei escrever poemas de amor.
Nem em rimas a saltitar
de verso em verso
Como o amor deve ser.
Não sei escrever, nem quero saber.
Nem tenho vontade de as escrever.
Só quero estar só, fechado num nó,
sem saber querer.
Desvendar o segredo, desse modo de viver.
Porquê viver a sofrer,
Se podemos sofrer a viver.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
"Criança..."
Se de um olhar
De uma criança
Sorrirmos,
Encontramos a morada
Da felicidade.
O Mundo é mais perfeito
E tudo é mais colorido.
Animado e divertido.
De um sorriso, um mundo novo por descobrir
De um riso, uma razão para lutar
Por um mundo melhor.
Por uma criança, uma vida,
Um mundo maior.
De uma criança
Sorrirmos,
Encontramos a morada
Da felicidade.
O Mundo é mais perfeito
E tudo é mais colorido.
Animado e divertido.
De um sorriso, um mundo novo por descobrir
De um riso, uma razão para lutar
Por um mundo melhor.
Por uma criança, uma vida,
Um mundo maior.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
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