sexta-feira, 14 de maio de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Para quê?
Para quê sugar uma mentira pra ser verdade?
Para quê?
Para quê um tristonho olhar quando se quer um sorriso rasgado?
Para quê?
Para quê, se se procura espezinhar, quando podia ser uma mão amiga?
Para quê?
Para quê não ter o que comer, onde comer e vestir o que não devia, devia?
Para quê?
Para quê parecer se não se pode ser?
Para quê?
Para quê se nada do que se faz é suficiente para se ser bom?
Para quê?
Para quê trabalhar e nada ter.
Para quê?
Para quê esforços e não se ter glória?
Para quê?
Para quê se querer um vida melhor e não viver?
Para quê? Para quê?
Para Nada!
Para quê?
Para quê um tristonho olhar quando se quer um sorriso rasgado?
Para quê?
Para quê, se se procura espezinhar, quando podia ser uma mão amiga?
Para quê?
Para quê não ter o que comer, onde comer e vestir o que não devia, devia?
Para quê?
Para quê parecer se não se pode ser?
Para quê?
Para quê se nada do que se faz é suficiente para se ser bom?
Para quê?
Para quê trabalhar e nada ter.
Para quê?
Para quê esforços e não se ter glória?
Para quê?
Para quê se querer um vida melhor e não viver?
Para quê? Para quê?
Para Nada!
terça-feira, 20 de abril de 2010
Arte...
Há obras de Arte, vibrantes,
reluzentes ao se descobrir
cada parte de um todo.
Cada face, luz, ou expressão.
Cada quadro, um génio a representar o seu papel.
Secundário. A obra, em primeiro.
reluzentes ao se descobrir
cada parte de um todo.
Cada face, luz, ou expressão.
Cada quadro, um génio a representar o seu papel.
Secundário. A obra, em primeiro.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Poema ao Inconsolável
Se fosse mentira o que sinto,
Não escrevia o que digo,
Rasgava o que dizia do peito até à boca,
e enterrava na terra o que pensava que diria.
Há sensações que doiem e queimam ao terem nome,
Umas porque sabemos como as são outras porque não as temos.
Umas porque já as tivemos, mas mesmo assim teimamos insistentemente
em tê-las perto de nós, como a amar uma doença que não temos
mas que sabe tão bem ter uma droga tão perto
aconchegando a dor de um rosto desfeito,
de uma pele enrugada,
de um coração que bate por bater,
Ora de saudade, ora de frio.
Sem saber meio como nem porquê.
É a merda de estar doente e não saber o que fazer.
É a palavra que não saí e deixa sair o que não sente.
É a mão que não sabe o que há-de escrever mas que a mente não mente.
É a vida que dói e não passa.
Nem para trás, nem para a frente.
Estagna.
E a vida, estupidifica.
Não escrevia o que digo,
Rasgava o que dizia do peito até à boca,
e enterrava na terra o que pensava que diria.
Há sensações que doiem e queimam ao terem nome,
Umas porque sabemos como as são outras porque não as temos.
Umas porque já as tivemos, mas mesmo assim teimamos insistentemente
em tê-las perto de nós, como a amar uma doença que não temos
mas que sabe tão bem ter uma droga tão perto
aconchegando a dor de um rosto desfeito,
de uma pele enrugada,
de um coração que bate por bater,
Ora de saudade, ora de frio.
Sem saber meio como nem porquê.
É a merda de estar doente e não saber o que fazer.
É a palavra que não saí e deixa sair o que não sente.
É a mão que não sabe o que há-de escrever mas que a mente não mente.
É a vida que dói e não passa.
Nem para trás, nem para a frente.
Estagna.
E a vida, estupidifica.
terça-feira, 23 de março de 2010
Ao luar...
Lacaia, perdida, minguava.
Das noites fazia Dia
Dos dias fazia Noite.
Da noite, chorava inconsolada
Com a vida que não queria.
De dia, sonhava.
Em ser princesa por um dia.
Um cavaleiro em crescente,
Exasperava,
Num beijo, fulgorante,
em noite de Lua cheia.
De coragem, na bagagem,
Homem feito. Em falsete se lembrava,
O quanto lhe custava,
Ser cavaleiro, sem dinheiro,
À mulher que amava.
- "Mas...não é o amor que importava?"
-"Bem, talvez. Não sei..."
-"Será que isso importava?"
Das noites fazia Dia
Dos dias fazia Noite.
Da noite, chorava inconsolada
Com a vida que não queria.
De dia, sonhava.
Em ser princesa por um dia.
Um cavaleiro em crescente,
Exasperava,
Num beijo, fulgorante,
em noite de Lua cheia.
De coragem, na bagagem,
Homem feito. Em falsete se lembrava,
O quanto lhe custava,
Ser cavaleiro, sem dinheiro,
À mulher que amava.
- "Mas...não é o amor que importava?"
-"Bem, talvez. Não sei..."
-"Será que isso importava?"
Na luz...
Sob a luz, de uma criança,
Nasce uma Família.
No olhar de uma criança,
Está,
O futuro de uma geração.
De uma ideia concebida,
Que se viu nascida,
Sozinha
Entre os braços
de uma criada.
Era uma outra vida que se criava.
Nasce uma Família.
No olhar de uma criança,
Está,
O futuro de uma geração.
De uma ideia concebida,
Que se viu nascida,
Sozinha
Entre os braços
de uma criada.
Era uma outra vida que se criava.
quarta-feira, 10 de março de 2010
De flor a Mulher...
No prazer do corpo de uma Mulher,
Encontro a flor da Juventude.
Na penitência, a razão do amor,
A alegria de viver
a angústia e o fulgor
como um amor deve ser.
Na Liberdade, um cravo e uma viola a acompanhar
O Renascimento desse amor.
O lugar, que onde pertence ao nascer.
Encontro a flor da Juventude.
Na penitência, a razão do amor,
A alegria de viver
a angústia e o fulgor
como um amor deve ser.
Na Liberdade, um cravo e uma viola a acompanhar
O Renascimento desse amor.
O lugar, que onde pertence ao nascer.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Não sei escrever...
Já não sei escrever;
Nem sei escrever poemas de amor.
Nem em rimas a saltitar
de verso em verso
Como o amor deve ser.
Não sei escrever, nem quero saber.
Nem tenho vontade de as escrever.
Só quero estar só, fechado num nó,
sem saber querer.
Desvendar o segredo, desse modo de viver.
Porquê viver a sofrer,
Se podemos sofrer a viver.
Nem sei escrever poemas de amor.
Nem em rimas a saltitar
de verso em verso
Como o amor deve ser.
Não sei escrever, nem quero saber.
Nem tenho vontade de as escrever.
Só quero estar só, fechado num nó,
sem saber querer.
Desvendar o segredo, desse modo de viver.
Porquê viver a sofrer,
Se podemos sofrer a viver.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
"Criança..."
Se de um olhar
De uma criança
Sorrirmos,
Encontramos a morada
Da felicidade.
O Mundo é mais perfeito
E tudo é mais colorido.
Animado e divertido.
De um sorriso, um mundo novo por descobrir
De um riso, uma razão para lutar
Por um mundo melhor.
Por uma criança, uma vida,
Um mundo maior.
De uma criança
Sorrirmos,
Encontramos a morada
Da felicidade.
O Mundo é mais perfeito
E tudo é mais colorido.
Animado e divertido.
De um sorriso, um mundo novo por descobrir
De um riso, uma razão para lutar
Por um mundo melhor.
Por uma criança, uma vida,
Um mundo maior.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
O "Fim da Linha" ou Direito de Resposta
Ainda postei um tema actualíssimo deste início de semana, mas após um debate ao jantar, regado de presunto, queijo, pão alentejano, do bom, que tenho todos os dias em casa, decidi retirar o post que tinha. É verdade que se o nosso PM disse o que disse está equivocado. Se Crespo, Mário Crespo um dos maiores jornalistas vivos portugueses disse o que disse, então deve ter alguma razão. O homem não é louco em dizer as coisas assim do nada sem ter a certeza Absoluta do que diz. É jornalista e os jornalistas vivem e alimentam-se de fontes e de investigações em procura,"supostamente" da verdade. Se o nosso PM, que por acaso é líder de um País, Europeu,e tem este tipo de atitudes e de conversas, então só empobrece a classe política no geral, e muito particularmente, na consideração de todos os portugueses que votaram nele, para líder de um País, que precisa de Estabilidade política, social e económica. E não de interesses mesquinhos e que não nos levam a nenhum lado. Sei que ainda não ouvimos o direito de resposta do nosso PM. O queixume de Crespo foi ouvido. Oiçamos também, o que o outro lado tem para nos dizer.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
"Quando pensas na palavra Amor. O que é que sentes?"
Foi a pergunta que fiz a algumas mulheres durante o dia de ontem. Nenhuma me soube responder de forma concreta e exacta o que é o "Amor".
Porque o Amor nunca se pode explicar por palavras, mas sim sentir e sentir intensamente. De tantas e variadas formas.
Quando se fala em Amor no feminino, é, para a maioria dos homens, difícil de entender porque nós, homens, simplificamos o Amor num objectivo. E enquanto para as mulheres, não é apenas um objectivo. É muito mais do que isso.
Quando se fala em Amor, no masculino, é simples. Básico até.
Hormonalmente básico.
Nos homens, o "Amor" é sexo, e o sexo é "Amor". Para se sentirem amados têm que ter uma bela noite sexo. Enquanto, por outro lado, nas mulheres, para se sentirem amadas, o sexo, é secundário e não uma prioridade máxima, é uma parte e não um Todo. Para se sentirem amadas, têm de saber e de sentirem, que são acarinhadas, ouvidas, compreendidas (principalmente esta parte),então, é-lhes muito mais fácil "amar".
Basicamente: As mulheres sentem-no. Os homens gostam de o fazer.
Porque o Amor nunca se pode explicar por palavras, mas sim sentir e sentir intensamente. De tantas e variadas formas.
Quando se fala em Amor no feminino, é, para a maioria dos homens, difícil de entender porque nós, homens, simplificamos o Amor num objectivo. E enquanto para as mulheres, não é apenas um objectivo. É muito mais do que isso.
Quando se fala em Amor, no masculino, é simples. Básico até.
Hormonalmente básico.
Nos homens, o "Amor" é sexo, e o sexo é "Amor". Para se sentirem amados têm que ter uma bela noite sexo. Enquanto, por outro lado, nas mulheres, para se sentirem amadas, o sexo, é secundário e não uma prioridade máxima, é uma parte e não um Todo. Para se sentirem amadas, têm de saber e de sentirem, que são acarinhadas, ouvidas, compreendidas (principalmente esta parte),então, é-lhes muito mais fácil "amar".
Basicamente: As mulheres sentem-no. Os homens gostam de o fazer.
domingo, 10 de janeiro de 2010
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