domingo, 22 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Em cheio...
Este fim-de-semana tive de tudo. Almoço fora de casa, fora das mesmas pessoas a quem nos habituámos a ver todos os dias. Conversas ligeiras, almoço bem disposto, um dia cinzentão, mas perto do mar, pelos cheiros e aromas que se encontravam na mesa. Deu tempo para tirar umas fotos que já há muito que ansiava fazer, e um jantar recebido de braços abertos, e porque nunca se diz nunca a um convite, especialmente quando é por pessoas que já fazem parte da família, pelos anos de convivência, pelos anos de amizade dedicados às pessoas que se tornaram assim, parte de nós, parte da nossa própria família.
Agora para terminar o fim-de-semana em cheio, só falta o meu arqui-inimigo, SLBenfica, ganhar no Dragão, ao carrancudo Jesualdo Ferreira, e à sua arrogante equipa do FCPorto. Esperar que não haja casos de "apitos", e que naturalmente o meu Sporting, vença por uma margem...agradável a um Sporting de Braga, que é uma das melhores equipas deste campeonato, graças e tenho de ser justo, a um treinador que merece dar o salto para um clube de maior dimensão. E o vosso? Foi/Está a ser bom?
P.S. - Só tive pena de não ter ido ao ALLgarve, nem ter ido a Lisboa como queria, mas a vida é mesmo assim. Cheia de contratempos...
Agora para terminar o fim-de-semana em cheio, só falta o meu arqui-inimigo, SLBenfica, ganhar no Dragão, ao carrancudo Jesualdo Ferreira, e à sua arrogante equipa do FCPorto. Esperar que não haja casos de "apitos", e que naturalmente o meu Sporting, vença por uma margem...agradável a um Sporting de Braga, que é uma das melhores equipas deste campeonato, graças e tenho de ser justo, a um treinador que merece dar o salto para um clube de maior dimensão. E o vosso? Foi/Está a ser bom?
P.S. - Só tive pena de não ter ido ao ALLgarve, nem ter ido a Lisboa como queria, mas a vida é mesmo assim. Cheia de contratempos...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Açorda...
Há dias, como o de ontem à noite, que nos fazem pensar naquilo que é mais importante. De como a vida é curta e temos que valorizar aqueles pequenos momentos com as pessoas de quem mais gostamos e admiramos. Só hoje compreendi o sentido. E olhem que não foi da açorda...
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Aniversários...
Dizem que ao festejarmos mais um ano de vida, perdemos um ano, mas ganhamos mais, porque ficamos mais sábios. Concordo. Ganhamos mais um ano porque se sauda a vida, seja em que idade for. Perdemos, porque ficamos mais velhos e aproximamo-nos daquela, que vai ser a nossa companheira para a eternidade. A velha e longínqua morte.
É assim todos os anos. Parabéns, uma fatia de bolo, um "flute" de champanhe ou espumante (para os pobres, como eu), e lá se passou mais um ano de vida. De tudo o que ganhamos e perdemos, a certeza, é que ganhamos mais do que perdemos, nem que seja as quinhentas e tal calorias.
É assim todos os anos. Parabéns, uma fatia de bolo, um "flute" de champanhe ou espumante (para os pobres, como eu), e lá se passou mais um ano de vida. De tudo o que ganhamos e perdemos, a certeza, é que ganhamos mais do que perdemos, nem que seja as quinhentas e tal calorias.
sábado, 24 de janeiro de 2009
A mala das mulheres, é um mundo.
Se existe qualquer coisa que é dificil de se encontrar, experimentem a mala das mulheres. Lá, contêm toda uma panóplia de artigos de beleza, a cartões com numeros de telefone, perfumes, escovas, pastilhas, canetas, dinheiro, chaves, fotografias, mp3, telemóveis, e um sem número de outras coisas que nem me lembro porque são tantas, as coisas que uma mala de uma mulher contém, que é um mundo por descobrir. Aonde é que elas vão buscar aquilo tudo? E para quê, aquilo tudo? Vai servir-lhes para alguma coisa? Ok...já sei que vão dizer-me que não percebo e que como sou homem, não consigo atingir o conceito de mala de uma mulher. Tudo bem. Aceito isso. Mas será que é mesmo necessário tanta tralha? Qual coisa insignificante como um papel que nós homens, não damos valor, porque não passa disso mesmo. De um papel. Para as mulheres, é muito mais do que isso. É mais do que um simples papel enfiado numa pequena abertura de um fecho da mala. É um papel que é de um dia importante para elas, que tem um significado tal que mesmo que seja velho e gasto, é visto por elas como importante, seja lá isso o que for.
Coisas de mulheres, vá se lá perceber...! Nem vou tentar. Mas que é confuso tudo o que transporta uma mala de uma mulher, isso é. É um mundo novo para os homens, que mais vale manter na ignorância.
Coisas de mulheres, vá se lá perceber...! Nem vou tentar. Mas que é confuso tudo o que transporta uma mala de uma mulher, isso é. É um mundo novo para os homens, que mais vale manter na ignorância.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Resposta...
A vida não tem de ter um significado exacto e definido pela razão. É vida, porque é inconstante, porque muda como as estações do ano. E assim são as mentiras. Vão e vêm como o vento sopra.
As mentiras se existem têm que ter alguma utilidade. Se, no exemplo proposto aos leitores, achares que é assim que defines as mentiras...muito bem estou de acordo. Plenamente de acordo. As mentiras têm muitas formas, têm dor, prazer e saudade...
Há mentiras de muitas cores e feitios.
Há mentiras que de tanto serem mentira se se acredita que na verdade, são verdade aos nossos olhos.
E há mentiras que irão ser sempre, independentemente do que digamos, verdade.
E para finalizar. Há verdades que são tão belas mentiras que achamos que são verdade.
As mentiras se existem têm que ter alguma utilidade. Se, no exemplo proposto aos leitores, achares que é assim que defines as mentiras...muito bem estou de acordo. Plenamente de acordo. As mentiras têm muitas formas, têm dor, prazer e saudade...
Há mentiras de muitas cores e feitios.
Há mentiras que de tanto serem mentira se se acredita que na verdade, são verdade aos nossos olhos.
E há mentiras que irão ser sempre, independentemente do que digamos, verdade.
E para finalizar. Há verdades que são tão belas mentiras que achamos que são verdade.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Preçário do Amor...
Fizeste do frio, arma de arremesso.
Embalaste na tua mão uma ferida que o coração não sabia.
Fizeste-o novamente quando menos queria,
quando menos pensava que assim seria.
Antes de te saber saborear,
Antes de te saber viver,
Antes de te saber amar,
Antes de te saber sentir.
Nos teus lábios carnudos, saúdo a vida.
No teu corpo respiro, a vida,
Sem agradecer, os momentos ao te ter.
(Que)
Sem saber que o Amor não tem preço ao viver.
Tem vida,
Luz e
Euforia,
Tem música, letras e canções.
Tem beijos, suores e sensações.
Tem palavras,
Poesia e postais.
Tem sorrisos,
Tem lágrimas tais iguais a muitas mais...
Tem tudo o que se possa imaginar.
Esqueceste-te simples mortal
que tudo o que o Amor tem,
Tem um preço ao viver.
Sabias??
Embalaste na tua mão uma ferida que o coração não sabia.
Fizeste-o novamente quando menos queria,
quando menos pensava que assim seria.
Antes de te saber saborear,
Antes de te saber viver,
Antes de te saber amar,
Antes de te saber sentir.
Nos teus lábios carnudos, saúdo a vida.
No teu corpo respiro, a vida,
Sem agradecer, os momentos ao te ter.
(Que)
Sem saber que o Amor não tem preço ao viver.
Tem vida,
Luz e
Euforia,
Tem música, letras e canções.
Tem beijos, suores e sensações.
Tem palavras,
Poesia e postais.
Tem sorrisos,
Tem lágrimas tais iguais a muitas mais...
Tem tudo o que se possa imaginar.
Esqueceste-te simples mortal
que tudo o que o Amor tem,
Tem um preço ao viver.
Sabias??
sábado, 27 de dezembro de 2008
Promessa...
Bilhete...

foto: Cergey Matveev
Beija a chuva como quem beija um amante
Beija e deixa vir os sonhos, escorrer pelos dedos, e nas mãos os suores, os odores do amor,
De bocas sufocadas de ar que já não têm,
De corpos que já se conhecem, de carícias que já se trocaram,
De línguas que já se tocaram.
Beija forte e doce
Beija doce e duro penetra na vida ao amar, quem te ama.
Beija e deixa durar mais algum tempo, até fazer noite.
Até a noite ser dia. Até o dia fazer frio. Até a noite voltar para nos abraçarmos novamente ao Amor.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Todos Juntos...
Fomos à Discoteca mais "in" da altura, "AlterNative" era o nome. Um Dj com boa pinta, musculado e sorriso Trident, brinquinho à Cristiano Ronaldo como se fosse moda, normal, e mais do que usual. Odeio e faz-me impressão. Mas isso, sou eu. Cheio. Não se podia respirar, nem usar muito os braços ou as pernas para dançar, quanto muito, dois pulinhos aqui, dois pulinhos ali, e já era muito. Era "in", porque era novo, moderno, e muito...mais animado que os outros, poucos, que ainda temos. Bêbados, jovens de borbulhas, Quarentões, Trintonas, Solteiros e Casados tudo ao molhe e fé em quem conseguir se safar. É o que mais reinava por aquelas bandas. Um bar cheio deles e delas, de mulheres à procura de uma noite de loucura e de homem ávidos de 15 minutos numa casa de banho, trancados com alguma mulher, desesperada por alguém que lhe apaga-se o fogo que a consumia. Breve inferno tornado em Céu. 5 minutos. Bastaram 5 minutos para que a vontade carnal se transforma-se em arrependimento e lágrimas. Um homem feliz, uma mulher perdida em desejo, e depois o arrependimento. Moral: Nunca faças nada, numa casa de banho de uma Discoteca, são imundas.
... (Termino amanhã...)
... (Termino amanhã...)
domingo, 7 de dezembro de 2008
sábado, 29 de novembro de 2008
Memories...
Nunca soube o que fui para ti. O que fui? O que sou? És capaz de me o dizer?
Esqueceste-me? Perdeste-me nas tuas memórias? Lembraste das juras que te fiz?
Recordas-te dos beijos que trocámos? Das noites que não te deixei dormir? Das mensagens que te mandei? Das noites que não dormi, por ti. Por mim.
De tudo o que perdi, porque vivi pensando em ti.
Não sabes o que é acordar e não estares ao meu lado, do meu lado. O teu cheiro no meu peito, a tua voz no meu ouvido, os teus cabelos na minha boca. Queria tudo de volta. De novo. Mas não desejo, nem quero, o mesmo sonho de ontem, igual ao de amanhã.
Deitei fora tudo o que tinha. De ti, de mim, de nós.
As juras, as promessas, e as ilusões.
As noites sem dormir,
os dias perdidos a pensar em ti.
Esqueceste-me? Perdeste-me nas tuas memórias? Lembraste das juras que te fiz?
Recordas-te dos beijos que trocámos? Das noites que não te deixei dormir? Das mensagens que te mandei? Das noites que não dormi, por ti. Por mim.
De tudo o que perdi, porque vivi pensando em ti.
Não sabes o que é acordar e não estares ao meu lado, do meu lado. O teu cheiro no meu peito, a tua voz no meu ouvido, os teus cabelos na minha boca. Queria tudo de volta. De novo. Mas não desejo, nem quero, o mesmo sonho de ontem, igual ao de amanhã.
Deitei fora tudo o que tinha. De ti, de mim, de nós.
As juras, as promessas, e as ilusões.
As noites sem dormir,
os dias perdidos a pensar em ti.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
À Noite...
(Continuação de "Nas Escadas...")
Fui buscar-te a casa, como sempre. Saímos, para ir beber um café. Tu, bem produzida, filha da beleza, ou dos meus olhos que assim te vêem. De mãos dadas, conversámos sobre tudo, sobre nada. Entrámos no café, que já nos habituámos a ir, não sei bem porquê, não sei bem como. Vamos, porque é o mais perto e onde mais gente vai, casais, como nós, à procura de um conforto no perfume de um café, ou nas faces dos outros, assim, como nós, enamorados. "Será?" Penso eu, para mim.
Trocámos olhares e beijos, beijos e olhares. - "Boa noite, café?", pergunta o rapaz do café que sempre nos atende. -"Sim, se faz favor. São dois." - "Mas hoje, apetece-me um chá...um chá de camomila. Pode ser?", disse ela.
-"Então é um café, e um chá de camomila.", certifica-se o rapaz do pedido.
-"Exactamente.", respondi eu.
Café tomado, chá bebido, fomos a pé até à tua casa. Da tua casa, fomos para o carro, estava um frio de rachar na rua, que nem o calor que emanava das nossas mãos, quebrava o frio do vento de Inverno. Fomos passear, até ao bar mesmo ao pé da casa da Margarida. A Margarida era uma amiga comum. Loira, de corpo escultural, olhos verdes penetrantes e lábios que pediam a um comum mortal, violar o desejo de um deus qualquer. Já ela estava à nossa espera à porta da casa dela. Fomos ter com o
Tiago, namorado dela, amante dos desportos radicais, fanático do Benfica, mas "aquele Nuno Gomes...é que não!", diz ele sempre que o Benfica está a perder.
Todos juntos dentro do carro, falamos do azar do Benfica e da azelhice do Sporting, da sorte do Porto e do Queiróz ser uma uva já mais do que espremida na Selecção.
Elas, claro, reviram e reviram os olhos com as "nossas" conversas. -"Não têm mais nada pa falar?" Sempre a mesma coisa. Falem de coisas mais...interessantes." disseste tu. -" Sim, moços. Falem de coisas mais interessantes." Diz a Margarida reforçando a mesma ideia. -"Então falamos do quê?". De gajas??". Não dá muito jeito falarmos de gajas estando vocês aqui né!" digo eu, meio a brincar.
-"Não, né! Mas podiam falar de outras coisas, que não fosse futebol ou gajas". Diz a Margarida já um bocado aborrecida com a conversa. -"Epa, pronto...falamos do "Barraca Ó bama", diz ele a tentar suavizar o ambiente.
Chegámos ao destino: Bar. Fomos até ao bar do Filipe, e está lá a malta toda. Eles e elas. Já todos com o seu copito na mão e é uma festa quando nos vêem a chegar. (Não preciso de dizer que quando a M. chegou, toda a gente ficou de olhos arregalados. Até houve piropos, elogiando os atributos...físicos). -"Guidinha, foste hoje ao ginásio?". Pergunta o Daniel, muito sério.-" Não, porquê?", responde ela, perplexa.
-" É que tens cá uma peitaça...!" diz ele, já se rindo da resposta que deu e de toda a gente que tinha à volta dele a rir também da maneira cómica como fez a pergunta, e da resposta que obteve. Um valente chapadão.
Não sei bem se tinha pena, ou me ria do que ali se tinha passado...
Dali, a uns copos de Licor Beirão, fomos para a Discoteca. A noite, prometia.
Fui buscar-te a casa, como sempre. Saímos, para ir beber um café. Tu, bem produzida, filha da beleza, ou dos meus olhos que assim te vêem. De mãos dadas, conversámos sobre tudo, sobre nada. Entrámos no café, que já nos habituámos a ir, não sei bem porquê, não sei bem como. Vamos, porque é o mais perto e onde mais gente vai, casais, como nós, à procura de um conforto no perfume de um café, ou nas faces dos outros, assim, como nós, enamorados. "Será?" Penso eu, para mim.
Trocámos olhares e beijos, beijos e olhares. - "Boa noite, café?", pergunta o rapaz do café que sempre nos atende. -"Sim, se faz favor. São dois." - "Mas hoje, apetece-me um chá...um chá de camomila. Pode ser?", disse ela.
-"Então é um café, e um chá de camomila.", certifica-se o rapaz do pedido.
-"Exactamente.", respondi eu.
Café tomado, chá bebido, fomos a pé até à tua casa. Da tua casa, fomos para o carro, estava um frio de rachar na rua, que nem o calor que emanava das nossas mãos, quebrava o frio do vento de Inverno. Fomos passear, até ao bar mesmo ao pé da casa da Margarida. A Margarida era uma amiga comum. Loira, de corpo escultural, olhos verdes penetrantes e lábios que pediam a um comum mortal, violar o desejo de um deus qualquer. Já ela estava à nossa espera à porta da casa dela. Fomos ter com o
Tiago, namorado dela, amante dos desportos radicais, fanático do Benfica, mas "aquele Nuno Gomes...é que não!", diz ele sempre que o Benfica está a perder.
Todos juntos dentro do carro, falamos do azar do Benfica e da azelhice do Sporting, da sorte do Porto e do Queiróz ser uma uva já mais do que espremida na Selecção.
Elas, claro, reviram e reviram os olhos com as "nossas" conversas. -"Não têm mais nada pa falar?" Sempre a mesma coisa. Falem de coisas mais...interessantes." disseste tu. -" Sim, moços. Falem de coisas mais interessantes." Diz a Margarida reforçando a mesma ideia. -"Então falamos do quê?". De gajas??". Não dá muito jeito falarmos de gajas estando vocês aqui né!" digo eu, meio a brincar.
-"Não, né! Mas podiam falar de outras coisas, que não fosse futebol ou gajas". Diz a Margarida já um bocado aborrecida com a conversa. -"Epa, pronto...falamos do "Barraca Ó bama", diz ele a tentar suavizar o ambiente.
Chegámos ao destino: Bar. Fomos até ao bar do Filipe, e está lá a malta toda. Eles e elas. Já todos com o seu copito na mão e é uma festa quando nos vêem a chegar. (Não preciso de dizer que quando a M. chegou, toda a gente ficou de olhos arregalados. Até houve piropos, elogiando os atributos...físicos). -"Guidinha, foste hoje ao ginásio?". Pergunta o Daniel, muito sério.-" Não, porquê?", responde ela, perplexa.
-" É que tens cá uma peitaça...!" diz ele, já se rindo da resposta que deu e de toda a gente que tinha à volta dele a rir também da maneira cómica como fez a pergunta, e da resposta que obteve. Um valente chapadão.
Não sei bem se tinha pena, ou me ria do que ali se tinha passado...
Dali, a uns copos de Licor Beirão, fomos para a Discoteca. A noite, prometia.
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