Neste Novo Ano que aí vem, cheio de promessas, e de alegrias. Cheio de tristezas, humanas, dramáticas, e intensas. Um Ano Novo com novas causas humanitárias, naturais do nosso mundo, deste mundo para ajudar um outro mundo que não sabe o que é a tecnologia, o que é impostos, o que é o significado de alegria, pois veêm todos os dias a desgraça e só a desgraça, por vezes nos colos das mães, a pedir só um pouco mais...de ajuda. Em vez de gastar dinheiro em hóteis de luxo, por 2 dias. Balúrdios de dinheiro, que salvariam alguém, são gastos por...Luxúria.
Até lá...lembrem-se disto tudo e muito mais, quando derem o salto para 2007.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2006
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
Madrinha...
Vou vos falar de uma pessoa de quem eu gosto muito, que me diz muito, que me preocupo muito, e que quero ver feliz.
Vou vos falar da minha Madrinha. Podia dizer-vos que é uma mulher linda, com um sorriso inconfundível, porque tem, podia-vos dizer que passei momentos inesquecíveis com ela, porque passei, e podia vos falar de muitas mais coisas, mas fico por aqui.
Vou vos falar dela, e andei a escrever muito sobre ela, mas nada estava bem escrito, para a descrever, para de alguma forma a homenagear, para lhe agradecer, tudo. Ela, para mim é tudo. É única. É uma mulher que amarei sempre do fundo do coração, e fico muito contente de ela ser minha Madrinha.
Falo dela, porque foi ela quem tocou no meu coração. Falo dela, porque nunca pensaria em me baptizar se ela não tivesse falado comigo. Pensei muito seriamente, na questão e irei me baptizar, tranquilo por ter pensado, reflectido numa conversa que tivemos e depois de tanto andar, houve duas coisas que me fizeram concordar com o baptismo. Nela, e em Deus.
Acredito em Deus, porque sem Ele, não tinha chegado ao fim, e Ele ouviu as minhas preces, e depois por ela, fiz o Caminho por mim, mas a pensar nela. É engraçado, porque hoje continuo a ter o mesmo carinho, talvez maior ainda, e agora, vai ser minha madrinha. Vai ser madrinha, porque foi ela que o disse que iria ser e eu aceitei sem exitar. Era sempre ela quem eu iria convidar em primeiro lugar.
Termino com o desejo, de ser sempre um amigo especial para toda a vida, e desejando sempre que o futuro lhe traga alegrias pessoais e profissionais.
Adooooorooooooooo-teeeeeeeeeeee!!************** XD ************
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
Um conto de Natal...
"Os presépios"
"...Os presépios, antigos, novos, relíquias das avózinhas, ou daqueles mais baratuchos, "chinezadas", dão todos mote a uma época especial; O Natal. Enchem as casas de alegria, e de cor, pois não são só as crianças que fazem o Natal, nós também o fazemos, à nossa maneira. Enfeitando as nossas casas, com velas alusivas ao Natal, ou simplesmente decorando uma árvore (pinheiro) despida, sem "glamour", sem graça, e sem alma. As luzes, os seus diamantes e rubis, esmeraldas belas que a fazem sorrir. Pérolas magníficas! As fitas, decoram-na fazendo-a parecer que trás vestida, um vestido "très chique", qual Christian Dior, ou Armani, a bem dizer...A árvore, está composta. Falta o pó-de-arroz, um pouco de "rouge", o "batôn" e por último os brincos, pormenores.O pó-de-arroz, não é nada mais nada menos que um pouco de neve artificial espalhada pelos miúdos, o "rouge" e o "batôn", é o amor e o carinho com que a árvore foi feita pela família que contribuiu para ser uma árvore tão..."Fashion". Ao enfeitá-la lembram-se sempre dos amigos, dos que vivem, e dos que já partiram. Vivem com esperança no futuro e com saudades do passado. Os brincos, os brincos são as carismáticas bolas, que todos os anos se encontram nas lojas à venda ou no comércio tradicional, ou num shopping qualquer, vazio de calor humano, em troca de consumismo puro e duro. A simpatia, porém de quem lá faz o seu negócio, é presente, sempre nesta altura do ano. Bolas, redondinhas e pequeninas, ou redondas e grandes. De feitios e cores diferentes, com ilustrações ou sem ilustrações, com muitos brilhantes ou vazia.Falta-me um pormenor que me lembrei agora, os anéis. Sim, os anéis, porque senhora que é senhora tem de ter anéis, e uma árvore é uma Senhora!Os anéis, não nada mais que os bonequinhos redondinhos, gostosos e gulosos, a que já há muitos séculos chamamos de "chocolates". Pais Natal, grandes, pequenos, de formas redondas, quadradas, aquilo que houver...são os anéis que os miúdos, quais Robin dos Bosques, desaparecem das àrvores, não para dar aos pobres, mas para dar às "pobres" barrigas gulosas e famintas de um doce. Como são felizes, a criançada. No outro lado do Mundo, onde não há presépio, não há árvore, não há nada...Natal para elas, é quando têm um prato de arroz para comer."
"...Os presépios, antigos, novos, relíquias das avózinhas, ou daqueles mais baratuchos, "chinezadas", dão todos mote a uma época especial; O Natal. Enchem as casas de alegria, e de cor, pois não são só as crianças que fazem o Natal, nós também o fazemos, à nossa maneira. Enfeitando as nossas casas, com velas alusivas ao Natal, ou simplesmente decorando uma árvore (pinheiro) despida, sem "glamour", sem graça, e sem alma. As luzes, os seus diamantes e rubis, esmeraldas belas que a fazem sorrir. Pérolas magníficas! As fitas, decoram-na fazendo-a parecer que trás vestida, um vestido "très chique", qual Christian Dior, ou Armani, a bem dizer...A árvore, está composta. Falta o pó-de-arroz, um pouco de "rouge", o "batôn" e por último os brincos, pormenores.O pó-de-arroz, não é nada mais nada menos que um pouco de neve artificial espalhada pelos miúdos, o "rouge" e o "batôn", é o amor e o carinho com que a árvore foi feita pela família que contribuiu para ser uma árvore tão..."Fashion". Ao enfeitá-la lembram-se sempre dos amigos, dos que vivem, e dos que já partiram. Vivem com esperança no futuro e com saudades do passado. Os brincos, os brincos são as carismáticas bolas, que todos os anos se encontram nas lojas à venda ou no comércio tradicional, ou num shopping qualquer, vazio de calor humano, em troca de consumismo puro e duro. A simpatia, porém de quem lá faz o seu negócio, é presente, sempre nesta altura do ano. Bolas, redondinhas e pequeninas, ou redondas e grandes. De feitios e cores diferentes, com ilustrações ou sem ilustrações, com muitos brilhantes ou vazia.Falta-me um pormenor que me lembrei agora, os anéis. Sim, os anéis, porque senhora que é senhora tem de ter anéis, e uma árvore é uma Senhora!Os anéis, não nada mais que os bonequinhos redondinhos, gostosos e gulosos, a que já há muitos séculos chamamos de "chocolates". Pais Natal, grandes, pequenos, de formas redondas, quadradas, aquilo que houver...são os anéis que os miúdos, quais Robin dos Bosques, desaparecem das àrvores, não para dar aos pobres, mas para dar às "pobres" barrigas gulosas e famintas de um doce. Como são felizes, a criançada. No outro lado do Mundo, onde não há presépio, não há árvore, não há nada...Natal para elas, é quando têm um prato de arroz para comer."
domingo, 17 de dezembro de 2006
Carta a..."Miguel Esteves Cardoso"
País Absurdo
"Somos um país absurdo. Somos portugueses absurdos. Somos porque está na nossa essência, é algo que está dentro de nós, enraizado talvez culturalmente, ou pela sociedade que cultiva essa mesma cultura do “absurdo”. Achei absolutamente delicioso, a entrevista em que o Miguel Esteves Cardoso foi figura central, despertando as mentes portuguesas, que viam a RTP àquela hora, pois sabemos que a maioria dos portugueses gostam mais de ver uma novela com florzinhas e mentirinhas do que uma entrevista interessante de alguém que merece a consideração dos portugueses e intelectuais. Poucos, mas há! Realmente despertei para essa “chamada de atenção”, porque afinal somos um país que vive de absurdos, porque continuam a viver acima das possibilidades, mas depois, como sempre…logo se vê! Continuamos no mesmo disparate de criarmos ilusões acerca de tudo, sobre tudo. De termos sempre razão, mesmo quando não a temos e no final de qualquer discussão, somos sempre os últimos a ter a palavra, mesmo quando já perdemos o direito de a ter. Somos portugueses, ingénuos porque acreditamos nos políticos, somos portugueses que ingenuamente acreditam no amor, mas somos batalhadores nisso, e nisso há que dar a mão à palmatória. Somos românticos inveterados. Somos um país doce. Um país de doces e brandos costumes, de doces prazeres, de doces conversas. Um país de boa comida e que sabe bem receber. Nisso, é verdade.
Somos excelentes anfitriões, dos melhores do mundo, sem dúvida! Somos muito mais que isso, só que vivemos num país absurdo, que por muito que digamos o que está mal, falamos, falamos, falamos, falamos, falamos mas ninguém faz nada! Somos absurdos porque temos sempre soluções para os outros, mas nunca temos soluções para a nossa vida, para os nossos interesses particulares, para as nossas dívidas, para a resolução de amores mal resolvidos…
Absurdos, porque acreditamos que ainda seremos um povo maior que a Alemanha, a França ou a Itália, por exemplo. Nunca poderemos ser o que sonhamos porque Portugal, já não está no séc. XVI, e já não é o “todo-poderoso” “Império Lusitano”. Vivemos na ilusão de um dia podermos ser melhores do que já somos. Mas aqui, é que todos se enganam. Nós somos bons! Melhores até que os ingleses, espanhóis, ou até mesmo os franceses ou italianos. Temos uma natural propensão para as línguas como poucos. Nós soubemos mais de navegação que qualquer outro país europeu. Sabemos hoje mais de ciência e de tecnologia, de música, de literatura, de saúde, de futebol…sabemos de Tudo.
Sabemos mais da vida dos outros, do que da nossa! Só podemos ser bons! É verdade! Sabemos muito mais do que nós próprios pensamos e muito mais do que aquilo que os outros pensam sobre o que nós pensamos que sabemos. Porque quando pensamos…somos os melhores.
E isso, é absurdo. A maneira como o Miguel Esteves Cardoso pensa sobre os portugueses, despertou aquilo que me fez rir, porque é verdade. Os portugueses não podem ter poder, não se lhes pode dar poder, nem o mínimo que seja, que automaticamente se tornam “monstros” como “carinhosamente” os chama, pelo facto de o poder dar às pessoas poder para serem autoritárias, quando na realidade, o poder é uma forma de dar responsabilidade(s). Somos assim absurdos com o poder porque vivemos demasiado tempo numa gaiola autoritária que sempre reprimiu os portugueses, principalmente, os mais pequenos e hoje com a Democracia não sabemos controlar um estado de ansiedade. Um estado de ansiedade chamado “Poder”. Somos absurdos até nisso, porque como já ouvi dizer:”Um grande poder, traz grandes responsabilidades” e temos de estar à altura delas, mas nós…ainda não estamos.
Temos sempre solução para tudo e em tudo, temos sempre a melhor solução para o mal da vida e das coisas que acontecem aos outros. Para nós…o caso muda de figura, somos sempre muito tristes, como o Fado! Somos tão absurdos, que mesmo tendo uma equipa de futebol, com grandes futebolistas e com treinadores respeitáveis, lá tem de o “português absurdo” comprar de vez em quando, um árbitro que esteja em saldo, um fiscal de vez em quando, um…qualquer coisa de vez em quando.
Temos o defeito de copiar na escola e deixarem que copiem e depois mais tarde temos a mania de “comprar”, é como um tique! Toma lá, dá cá…
Sabemos muitas das vezes que somos culpados por aquilo que nos acontece, porque não pensamos a longo prazo, é sempre o desenrasca e o, ”logo se vê”.
Depois damo-nos mal, como sempre. Podemos até não ir presos pelo mal que fizemos mas ficamos marcados. Sabemos que muitas das vezes até temos jeito para fazer as coisas bem, mas “portuga” que é “portuga”…”logo vê!”.Deixo um recado ao País absurdo: “Não pensem que são absurdos, como ofensa, e nem pensem que são absurdos porque alguém disse que são. Acreditem que são melhores, porque realmente são melhores, e acreditem que podem ser melhores, porque em tudo, o sonho, faz parte da vida”."
"Somos um país absurdo. Somos portugueses absurdos. Somos porque está na nossa essência, é algo que está dentro de nós, enraizado talvez culturalmente, ou pela sociedade que cultiva essa mesma cultura do “absurdo”. Achei absolutamente delicioso, a entrevista em que o Miguel Esteves Cardoso foi figura central, despertando as mentes portuguesas, que viam a RTP àquela hora, pois sabemos que a maioria dos portugueses gostam mais de ver uma novela com florzinhas e mentirinhas do que uma entrevista interessante de alguém que merece a consideração dos portugueses e intelectuais. Poucos, mas há! Realmente despertei para essa “chamada de atenção”, porque afinal somos um país que vive de absurdos, porque continuam a viver acima das possibilidades, mas depois, como sempre…logo se vê! Continuamos no mesmo disparate de criarmos ilusões acerca de tudo, sobre tudo. De termos sempre razão, mesmo quando não a temos e no final de qualquer discussão, somos sempre os últimos a ter a palavra, mesmo quando já perdemos o direito de a ter. Somos portugueses, ingénuos porque acreditamos nos políticos, somos portugueses que ingenuamente acreditam no amor, mas somos batalhadores nisso, e nisso há que dar a mão à palmatória. Somos românticos inveterados. Somos um país doce. Um país de doces e brandos costumes, de doces prazeres, de doces conversas. Um país de boa comida e que sabe bem receber. Nisso, é verdade.
Somos excelentes anfitriões, dos melhores do mundo, sem dúvida! Somos muito mais que isso, só que vivemos num país absurdo, que por muito que digamos o que está mal, falamos, falamos, falamos, falamos, falamos mas ninguém faz nada! Somos absurdos porque temos sempre soluções para os outros, mas nunca temos soluções para a nossa vida, para os nossos interesses particulares, para as nossas dívidas, para a resolução de amores mal resolvidos…
Absurdos, porque acreditamos que ainda seremos um povo maior que a Alemanha, a França ou a Itália, por exemplo. Nunca poderemos ser o que sonhamos porque Portugal, já não está no séc. XVI, e já não é o “todo-poderoso” “Império Lusitano”. Vivemos na ilusão de um dia podermos ser melhores do que já somos. Mas aqui, é que todos se enganam. Nós somos bons! Melhores até que os ingleses, espanhóis, ou até mesmo os franceses ou italianos. Temos uma natural propensão para as línguas como poucos. Nós soubemos mais de navegação que qualquer outro país europeu. Sabemos hoje mais de ciência e de tecnologia, de música, de literatura, de saúde, de futebol…sabemos de Tudo.
Sabemos mais da vida dos outros, do que da nossa! Só podemos ser bons! É verdade! Sabemos muito mais do que nós próprios pensamos e muito mais do que aquilo que os outros pensam sobre o que nós pensamos que sabemos. Porque quando pensamos…somos os melhores.
E isso, é absurdo. A maneira como o Miguel Esteves Cardoso pensa sobre os portugueses, despertou aquilo que me fez rir, porque é verdade. Os portugueses não podem ter poder, não se lhes pode dar poder, nem o mínimo que seja, que automaticamente se tornam “monstros” como “carinhosamente” os chama, pelo facto de o poder dar às pessoas poder para serem autoritárias, quando na realidade, o poder é uma forma de dar responsabilidade(s). Somos assim absurdos com o poder porque vivemos demasiado tempo numa gaiola autoritária que sempre reprimiu os portugueses, principalmente, os mais pequenos e hoje com a Democracia não sabemos controlar um estado de ansiedade. Um estado de ansiedade chamado “Poder”. Somos absurdos até nisso, porque como já ouvi dizer:”Um grande poder, traz grandes responsabilidades” e temos de estar à altura delas, mas nós…ainda não estamos.
Temos sempre solução para tudo e em tudo, temos sempre a melhor solução para o mal da vida e das coisas que acontecem aos outros. Para nós…o caso muda de figura, somos sempre muito tristes, como o Fado! Somos tão absurdos, que mesmo tendo uma equipa de futebol, com grandes futebolistas e com treinadores respeitáveis, lá tem de o “português absurdo” comprar de vez em quando, um árbitro que esteja em saldo, um fiscal de vez em quando, um…qualquer coisa de vez em quando.
Temos o defeito de copiar na escola e deixarem que copiem e depois mais tarde temos a mania de “comprar”, é como um tique! Toma lá, dá cá…
Sabemos muitas das vezes que somos culpados por aquilo que nos acontece, porque não pensamos a longo prazo, é sempre o desenrasca e o, ”logo se vê”.
Depois damo-nos mal, como sempre. Podemos até não ir presos pelo mal que fizemos mas ficamos marcados. Sabemos que muitas das vezes até temos jeito para fazer as coisas bem, mas “portuga” que é “portuga”…”logo vê!”.Deixo um recado ao País absurdo: “Não pensem que são absurdos, como ofensa, e nem pensem que são absurdos porque alguém disse que são. Acreditem que são melhores, porque realmente são melhores, e acreditem que podem ser melhores, porque em tudo, o sonho, faz parte da vida”."
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Balanço da vida...2006
É quase Natal, é tempo das prendas para os miúdos, é tempo de ver o dinheiro voar da carteira dos pais, é tempo de estarmos junto daqueles que mais gostamos. É a altura de fazermos um balanço do ano. Os prós e contras de 2006. Eu direi que o meu balanço até agora foi..."positivinho". "Positivinho", por uma razão. Porque podia ser muito melhor e só não foi, por minha e única responsabilidade.
Consequências de ser um "terrible enfant"!
Os prós deste ano foram e são muito especiais porque mudaram a minha vida, para melhor, fizeram-me crescer quer pessoalmente quer profissionalmente. A minha Mónica, a madrinha, que é uma mulher fantástica, com quem aprendi muito sobre a vida, e vai ficar sempre no meu coração. Depois tenho de agradecer a dois amigos que me ajudaram muito em tudo, ao Miguel e ao Paraíso, que a nível pessoal e profissional sempre estiveram a meu lado. À malta de Carcavelos, que sempre se mostraram grandes companheiros, e tenho-os como irmãos. À Susaninha, uma amiga fantástica, pra tudo! (Ainda vais ter de me explicar isso das..."madeixas cheias de truques" lol) Para terminar, tenho de falar de duas pessoas que este ano foram vitais para acabarem "positivinho". Uma é a minha irmã, que 2 anos depois de estar longe de "moi", aproximámo-nos muito e isso deixa-me contente e sei que agora podemos contar sempre um com o outro, no que for preciso. A outra pessoa tem um agradecimento profissional e humano também, porque as pessoas são feitas de carne e osso e tem sentimentos e por isso também merecem ser reconhecidas, quando merecem! Ao Luís Ferro, o meu formador da PT que foi excelente quer na abordagem ao formandos, na forma descontraída que nos recebeu e nos pôs "à vontadex", mas sempre mantendo a distância, mantendo sempre o profissionalismo que nos transmitia. A ele, um abraço e um obrigado. Falo da madrinha e não falo do padrinho, dizem vocês, e muito bem. E eu passo a explicar: O padrinho é uma figura carismática na minha vida, porque foi com ele que percebi que a vida pode ser levada com calma, sem excessos, sem euforia, sem...muito sal, nem sem demasiado açúcar. Padrinho, já me conheces há quase 14 anos para quê mais agradecimentos né! :p
Os contras...bem os contras...podia ter mais dinheiro e não tive, podia ter um emprego no meu ramo e não tenho, podia concretizar alguns projectos pessoais e não posso, queria ver os meus amigos mais vezes e não posso, queria escrever mais, mas não há nada no mundo, no País, na região, na localidade, na cidade, no bairro ou em casa que possa escrever, para vos dizer que os contras afinal, foram poucos. Mas como estou, como o país está, como os jovens estão...só vos posso dizer que este ano, foi..."positivinho". Bom Natal e Bom Ano Novo!!
Consequências de ser um "terrible enfant"!
Os prós deste ano foram e são muito especiais porque mudaram a minha vida, para melhor, fizeram-me crescer quer pessoalmente quer profissionalmente. A minha Mónica, a madrinha, que é uma mulher fantástica, com quem aprendi muito sobre a vida, e vai ficar sempre no meu coração. Depois tenho de agradecer a dois amigos que me ajudaram muito em tudo, ao Miguel e ao Paraíso, que a nível pessoal e profissional sempre estiveram a meu lado. À malta de Carcavelos, que sempre se mostraram grandes companheiros, e tenho-os como irmãos. À Susaninha, uma amiga fantástica, pra tudo! (Ainda vais ter de me explicar isso das..."madeixas cheias de truques" lol) Para terminar, tenho de falar de duas pessoas que este ano foram vitais para acabarem "positivinho". Uma é a minha irmã, que 2 anos depois de estar longe de "moi", aproximámo-nos muito e isso deixa-me contente e sei que agora podemos contar sempre um com o outro, no que for preciso. A outra pessoa tem um agradecimento profissional e humano também, porque as pessoas são feitas de carne e osso e tem sentimentos e por isso também merecem ser reconhecidas, quando merecem! Ao Luís Ferro, o meu formador da PT que foi excelente quer na abordagem ao formandos, na forma descontraída que nos recebeu e nos pôs "à vontadex", mas sempre mantendo a distância, mantendo sempre o profissionalismo que nos transmitia. A ele, um abraço e um obrigado. Falo da madrinha e não falo do padrinho, dizem vocês, e muito bem. E eu passo a explicar: O padrinho é uma figura carismática na minha vida, porque foi com ele que percebi que a vida pode ser levada com calma, sem excessos, sem euforia, sem...muito sal, nem sem demasiado açúcar. Padrinho, já me conheces há quase 14 anos para quê mais agradecimentos né! :p
Os contras...bem os contras...podia ter mais dinheiro e não tive, podia ter um emprego no meu ramo e não tenho, podia concretizar alguns projectos pessoais e não posso, queria ver os meus amigos mais vezes e não posso, queria escrever mais, mas não há nada no mundo, no País, na região, na localidade, na cidade, no bairro ou em casa que possa escrever, para vos dizer que os contras afinal, foram poucos. Mas como estou, como o país está, como os jovens estão...só vos posso dizer que este ano, foi..."positivinho". Bom Natal e Bom Ano Novo!!
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
Tranquilidade...
Oiço os pássaros a voar, as flores a crescer, o sol a despertar.
Oiço o silêncio da noite, e o bocejar da manhã,
O sol a acordar,
E a mamã a pensar.
Sussurro, para o silêncio não perturbar,
Mas a pensar, o silêncio, estou a incomodar.
Nas torres do vento anunciam, um novo começar.
Na planície, está num ninho, um passarinho a chilrear,
Que o silêncio...é um fechar, para um novo olhar.
Dedicado à Ciloca.
Oiço o silêncio da noite, e o bocejar da manhã,
O sol a acordar,
E a mamã a pensar.
Sussurro, para o silêncio não perturbar,
Mas a pensar, o silêncio, estou a incomodar.
Nas torres do vento anunciam, um novo começar.
Na planície, está num ninho, um passarinho a chilrear,
Que o silêncio...é um fechar, para um novo olhar.
Dedicado à Ciloca.
É Natal, é Natal...
É verdade, o espírito natalício está a entrar no blog e nas casas dos portugueses (apesar de estarmos curtos de guito. Não é verdade meus amigos?!) enfim, o espírito está presente e isso é que interessa. Vim postar não para vos falar do consumismo, mas já falando, nem para dizer que o Pai Natal tal como o conhecemos de vermelho e bem-disposto, com aquela barriga de fazer inveja a qualquer jovem de 60 anos, foi uma invenção do refrigerante mais vendido do mundo (coca-cola). Vim mais falar-vos das pessoas, sim das pessoas. Das pessoas que nos lembramos nestas alturas, que são importantes para nós, pessoas de quem gostamos, pessoas que temos um carinho especial, pessoas que nos mostraram um caminho qualquer, pessoas que fizeram alguma coisa especial por nós, pessoas a quem nos damos, pessoas a quem nos confidenciamos...pessoas, apenas pessoas. Dizem que o Natal é uma época bonita, eu então, vou dizer 3 palavras que definem o Natal para mim. 1-Comida, 2-Consumismo, 3-Ilusão. Porquê? perguntam vocês.
Eu explico. A comida, porque é sempre todos os anos a mesma coisa, o bacalhau, o franguito (bem gordo), porque o perú meus amigos, tá caro! O consumismo, porquê? Porque...porque já nada é como antigamente! Antes o acto de comprar uma prenda tinha um significado especial para uma criança, talvez seja a parte de mim que cresceu e se tornou céptica, que já não está enfeitiçada pela magia natalícia, e por isso, já não é aquilo que me traz "um brilhozinho nos olhos" quando recebo uma prenda. 3- Sendo a extensão do segundo, mas não querendo repetir o que disse, a Ilusão para além de ser o deixar de acreditar em algo. O mundo não é perfeito, o Pai Natal não existe, e Jesus não vem à terra para nos salvar deste abismo profundo em que estamos. Por isso, Natal para mim, é lembrar-me dos amigos, telefonar-lhes, mandar um abraço, e beijinhos, e saberem que não me esqueci deles.
Eu explico. A comida, porque é sempre todos os anos a mesma coisa, o bacalhau, o franguito (bem gordo), porque o perú meus amigos, tá caro! O consumismo, porquê? Porque...porque já nada é como antigamente! Antes o acto de comprar uma prenda tinha um significado especial para uma criança, talvez seja a parte de mim que cresceu e se tornou céptica, que já não está enfeitiçada pela magia natalícia, e por isso, já não é aquilo que me traz "um brilhozinho nos olhos" quando recebo uma prenda. 3- Sendo a extensão do segundo, mas não querendo repetir o que disse, a Ilusão para além de ser o deixar de acreditar em algo. O mundo não é perfeito, o Pai Natal não existe, e Jesus não vem à terra para nos salvar deste abismo profundo em que estamos. Por isso, Natal para mim, é lembrar-me dos amigos, telefonar-lhes, mandar um abraço, e beijinhos, e saberem que não me esqueci deles.
quarta-feira, 29 de novembro de 2006
Tenho saudades...
Tenho saudades do que deixei para trás, tenho saudades daquilo que tive, tenho saudades de estar com os amigos que deixei em Carcavelos. Já prometi, que ia visitá-los e quando puder, vou! Veremos se este mês que vem me libertam...Paraíso...Espanhol, meus amigos, get ready, set e vamos ao bar! lol Sinto saudades das conversas, das palhaçadas, dos km...é verdade!Dos km! Das dores, das paisagens, dos cheiros...
Tenho saudades da Mónica, tenho saudades das meninas, tenho saudades dos momentos em que nos juntavamos para orar, tenho saudades dos jantares, dos monumentos que vi, dos sons que ouvi, da línguas presentes em Santiago de Compostela, da aventura que foi, de subir e descer compulsivamente montanhas, lagos, e banhos no rio...
Saudades de tudo, tenho saudades, é verdade. São alturas como estas que mais nos lembramos na vida, que nos exaltam para a vida, para os amigos, para aquilo que nos importa verdadeiramente. As saudades existem e existirão sempre, e vocês, estarão sempre presentes no meu pensamento.
Irei ...brevemente.
Tenho saudades da Mónica, tenho saudades das meninas, tenho saudades dos momentos em que nos juntavamos para orar, tenho saudades dos jantares, dos monumentos que vi, dos sons que ouvi, da línguas presentes em Santiago de Compostela, da aventura que foi, de subir e descer compulsivamente montanhas, lagos, e banhos no rio...
Saudades de tudo, tenho saudades, é verdade. São alturas como estas que mais nos lembramos na vida, que nos exaltam para a vida, para os amigos, para aquilo que nos importa verdadeiramente. As saudades existem e existirão sempre, e vocês, estarão sempre presentes no meu pensamento.
Irei ...brevemente.
Lembra-te...
"Lembra-te
que todos os momentos
que nos coroaram
todas as estradas
radiosas que abrimos
irão achando sem fim
seu ansioso lugar
seu botão de florir
o horizonte
e que dessa procura
extenuante e precisa
não teremos sinal
senão o de saber
que irá por onde fomos
um para o outro
vividos"
(Mário Cesariny)
que todos os momentos
que nos coroaram
todas as estradas
radiosas que abrimos
irão achando sem fim
seu ansioso lugar
seu botão de florir
o horizonte
e que dessa procura
extenuante e precisa
não teremos sinal
senão o de saber
que irá por onde fomos
um para o outro
vividos"
(Mário Cesariny)
terça-feira, 28 de novembro de 2006
Ao sabor de uma vela
À vela falavas, o quanto perdias, o quanto amavas.
No sonho sabias, que ele jamais falava.
Na vela da Lua, amiga
Confessavas, que era ele, quem sempre amarias.
Se só não fosse o amor,
Um improviso do Destino,
Chamaria-te minha, num sorriso.
O frio, seria calor
De um Inverno sem sentido,
Num coração ardendo com ardor,
Mais não queria, que o seu amor.
No sonho sabias, que ele jamais falava.
Na vela da Lua, amiga
Confessavas, que era ele, quem sempre amarias.
Se só não fosse o amor,
Um improviso do Destino,
Chamaria-te minha, num sorriso.
O frio, seria calor
De um Inverno sem sentido,
Num coração ardendo com ardor,
Mais não queria, que o seu amor.
sábado, 25 de novembro de 2006
Foste...
"Foste a razão da viagem de umas férias para fugir
Foste a razão da viagem de umas férias para fugir
Encontrei-te na paragem, no descer e no subir
Dei o teu nome a toda a gente e a todos te quis chamar
Dei o teu nome a toda a gente e a todos te quis chamar
Dei a tua voz ao vento e ao movimento o teu andar
Foste a frescura da minha sede
Andei comigo na minha mão
Foste a frescura da minha sede
Andei contigo na minha mão
Pintei a boca de rosa e verde
Foste o gelado do meu verão
Foste a sombra do momento, tentação a experimentar
Foste a sombra do momento, tentação a experimentar
Foste a luz do salvamento do regresso ao meu olhar
Tu foste em todas as formas um país que eu nunca vi
Tu foste em todas as formas um país que eu nunca vi
Velho sonho dos meus olhos e eu só te vi a ti
Foste a frescura da minha sede
Andei contigo na minha mão
Foste a frescura da minha sede
Andei contigo na minha mão
Pintei a boca de rosa e verde
Foste o gelado do meu verão
Teu corpo minha toalha, foste o Sol da minha cor
Teu corpo minha toalha, foste o Sol da minha cor
Foste o mar da minha praia, tu foste o meu bronzeador
Foste a frescura da minha sede
Andei contigo na minha mão
Foste a frescura da minha sede
Andei contigo na minha mão
Pintei a boca de rosa e verde
Foste o gelado do meu verão"
"Gelado de verão" (Humanos)
Foste a razão da viagem de umas férias para fugir
Encontrei-te na paragem, no descer e no subir
Dei o teu nome a toda a gente e a todos te quis chamar
Dei o teu nome a toda a gente e a todos te quis chamar
Dei a tua voz ao vento e ao movimento o teu andar
Foste a frescura da minha sede
Andei comigo na minha mão
Foste a frescura da minha sede
Andei contigo na minha mão
Pintei a boca de rosa e verde
Foste o gelado do meu verão
Foste a sombra do momento, tentação a experimentar
Foste a sombra do momento, tentação a experimentar
Foste a luz do salvamento do regresso ao meu olhar
Tu foste em todas as formas um país que eu nunca vi
Tu foste em todas as formas um país que eu nunca vi
Velho sonho dos meus olhos e eu só te vi a ti
Foste a frescura da minha sede
Andei contigo na minha mão
Foste a frescura da minha sede
Andei contigo na minha mão
Pintei a boca de rosa e verde
Foste o gelado do meu verão
Teu corpo minha toalha, foste o Sol da minha cor
Teu corpo minha toalha, foste o Sol da minha cor
Foste o mar da minha praia, tu foste o meu bronzeador
Foste a frescura da minha sede
Andei contigo na minha mão
Foste a frescura da minha sede
Andei contigo na minha mão
Pintei a boca de rosa e verde
Foste o gelado do meu verão"
"Gelado de verão" (Humanos)
sexta-feira, 24 de novembro de 2006
Há amizades assim...

Este post vai para uma grande amiga, que teve a importância que teve.
Dizem que os amigos são a melhor coisa que temos na vida, e é verdade. São eles que estão nos momentos bons e menos bons da vida. São eles que nos apoiam em tudo, nas alegrias e nas tristezas, no amor e na doença. Até parece um casamento, e na verdade, tirando a parte engraçada disso, é isso mesmo. Um casamento chamado "Amizade". Uns, são passageiros, outros ficam para sempre. Este, porém, é especial. Por isso, tem de ser tratado com carinho.
Dizem que os amigos são a melhor coisa que temos na vida, e é verdade. São eles que estão nos momentos bons e menos bons da vida. São eles que nos apoiam em tudo, nas alegrias e nas tristezas, no amor e na doença. Até parece um casamento, e na verdade, tirando a parte engraçada disso, é isso mesmo. Um casamento chamado "Amizade". Uns, são passageiros, outros ficam para sempre. Este, porém, é especial. Por isso, tem de ser tratado com carinho.
São daquelas amizades...não sei porquê, mas fez-se rapidamente. Houve logo uma "química" engraçada. Deve ser por sermos ambos escorpiões, não sei...talvez seja isso. A razão do post é simples, um agradecimento por tudo o que aturou de "moi memê". Longos debates telefónicos, horas, direi mesmo! Falámos de tudo, principalmente de...amor, e de teorias sobre Felicidade. Embora seja um assunto quase banal ou "fútil" para a maioria das pessoas, mas foi necessária, é mais necessário ainda frisar, que foi fundamental manter uma conversação "quase disciplinada" (lolol) para puder "sair" de uma situação que me angustiou durante algum tempo, mas que está..."curada". Mas sabendo eu, e ela, e mais algumas meras estrelas, que, o mal que padecia, era um bem que gostava. Já sei , já sei, vão dizer que sou masoquista, sádico ou algo do género. Eu simplifico melhor as coisas. Era amor. Não se pode ter tudo na vida! E no amor, o coração é que manda! Foi assim, que esta minha querida amiga me ajudou a lidar com essa "mazela sentimental", e que apesar disso, ainda hoje mantenho, quando posso, o contacto com ela.
É importante manter o contacto com as pessoas que realmente são importantes, não só num momento da vida, mas sempre! Porque aí, é que estamos a dar o verdadeiro valor da pessoa, e da amizade que nutrimos por ela. Por isso...Obrigado! Susaninha
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
Na corda bamba...
Ontem, tive uma agradável conversa, com alguém que estimo muito e que me levou a escrever este mais recente post, sobre um assunto que os jovens pensam muito sobre as relações e as pessoas que estão à volta das relações.
Não vou falar sobre a conversa, porque é privada, mas vou traçar-vos as linhas em geral da conversa, porque quero que partilhar a conversa e transformá-la num debate de ideias e ver como se desenrola.
Estivemos a falar sobre como as pessoas que têm inveja da felicidade dos outros, são totalmente descontroláveis, psicológicamente, e são capazes de fazer qualquer pessoa enraivecida, porque não se consegue controlar face aos atropelos de conversas de mal-dicência sobre a pessoa com quem falei, prejudicada por outra pessoa. O que quero dizer é que a pessoa com quem conversei, foi prejudicada e quase que ia estragando uma relação, por causa de outra pessoa, porque pura e simplesmente não a queria ver feliz. Habitou-se a vê-la sem ninguém e achava que assim é que ela estava bem, e não deveria merecer a felicidade, como toda a gente merece. Claro que a minha primeira impressão sobre a outra pessoa, foi de repugnância e de total imcompreensão, do porquê de outra pessoa não puder ser feliz como os outros? Aí, compreendi um pormenor que me estava a falhar...a pessoa que não a quer ver feliz, só pode ser: Ou esquizofrénica, ou é uma pessoa cheia de falhas afectivas, e paternais e de poder ter aquilo que muitas vezes chamo de:"falha de sincronismo!" Coitada não tem culpa. Mas o que pudemos nós fazer para a ajudarmos, sem que essa pessoa nos estrague a cabeça primeiro? Para esta questão tenho duas respostas:
1ª-Vai se curar para um manicómio(Júlio de Matos)
´2ª-Ou então vai se socorrer junto a um psicólogo ou psiquiatra, para resolver a questão da personalidade.
Não estou a julgar, nem faço gozo da pessoa em questão, mas acho que a paciência tem limites, para tudo!!
Para terminar, desejo que a pessoa que falou comigo, não se esqueça...:"O amor não se afirma, prova-se..."
Não vou falar sobre a conversa, porque é privada, mas vou traçar-vos as linhas em geral da conversa, porque quero que partilhar a conversa e transformá-la num debate de ideias e ver como se desenrola.
Estivemos a falar sobre como as pessoas que têm inveja da felicidade dos outros, são totalmente descontroláveis, psicológicamente, e são capazes de fazer qualquer pessoa enraivecida, porque não se consegue controlar face aos atropelos de conversas de mal-dicência sobre a pessoa com quem falei, prejudicada por outra pessoa. O que quero dizer é que a pessoa com quem conversei, foi prejudicada e quase que ia estragando uma relação, por causa de outra pessoa, porque pura e simplesmente não a queria ver feliz. Habitou-se a vê-la sem ninguém e achava que assim é que ela estava bem, e não deveria merecer a felicidade, como toda a gente merece. Claro que a minha primeira impressão sobre a outra pessoa, foi de repugnância e de total imcompreensão, do porquê de outra pessoa não puder ser feliz como os outros? Aí, compreendi um pormenor que me estava a falhar...a pessoa que não a quer ver feliz, só pode ser: Ou esquizofrénica, ou é uma pessoa cheia de falhas afectivas, e paternais e de poder ter aquilo que muitas vezes chamo de:"falha de sincronismo!" Coitada não tem culpa. Mas o que pudemos nós fazer para a ajudarmos, sem que essa pessoa nos estrague a cabeça primeiro? Para esta questão tenho duas respostas:
1ª-Vai se curar para um manicómio(Júlio de Matos)
´2ª-Ou então vai se socorrer junto a um psicólogo ou psiquiatra, para resolver a questão da personalidade.
Não estou a julgar, nem faço gozo da pessoa em questão, mas acho que a paciência tem limites, para tudo!!
Para terminar, desejo que a pessoa que falou comigo, não se esqueça...:"O amor não se afirma, prova-se..."
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
A minha aura é...
***Amarela***
Your Personality: Life's too short not to have fun. Your bright energy brings joy and laughter to those around you.
You in Love: A total flirt, you need a lot of freedom to play. But you'll be loyal to that one women who makes you feel safe.
Your Career: You love variety in a job, and you probably won't stick with one career. You would make a great professor, writer, or actress.
De que cor é a tua Aura?http://ynr.blogthings.com/whatcolorisyourauraquiz/
Your Personality: Life's too short not to have fun. Your bright energy brings joy and laughter to those around you.
You in Love: A total flirt, you need a lot of freedom to play. But you'll be loyal to that one women who makes you feel safe.
Your Career: You love variety in a job, and you probably won't stick with one career. You would make a great professor, writer, or actress.
De que cor é a tua Aura?http://ynr.blogthings.com/whatcolorisyourauraquiz/
domingo, 19 de novembro de 2006
Uma questão de...
Lembro de me dizerem que podemos ser felizes, sem o tal "amor", vivendo apenas da amizade e de traçarmos objectivos profissionais, principais na nossa vida quotidiana. Eu digo-vos 2 coisas. Uma, é possível viver sem esse tal "amor", vivendo apenas das amizades e para as amizades. E segunda, nunca percam a vontade de sempre que puderem, agarrar esse "amor" que tanto anseiam. A vida é feita de pequenos nadas, e se dermos um novo significado à frase, quer dizer apenas, que podemos fazer da vida o que queremos, iniciando todos os dias, momentos de pequenos nadas, em que nos enchem de orgulho, de prazer e satisfação com os amigos, com a profissão, mas melhor que tudo, com um grande "amor". Vocês já tiveram um grande amor? Eu, já tive. Foi o melhor e o pior que eu tive, mas foi maravilhoso, dentro daquilo que pude ter. Segui em frente com a minha vida. E vocês? "Qual é o Vosso próximo passo?"
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
General sem medo...
General sem medo, corre, corre sem parar.
As tropas, comanda com vagar,
Com pum’s e mais pum’s,
Até a noite acordar.
Quando o sol despertar,
Pum’s e mais pum’s,
O general vai matar,
Uns e mais uns,
Até a morte se cansar.
General sem medo, corre, corre sem parar.
General! Os homens, já não querem ficar!
Mais um, menos um,
E a guerra vai acabar.
Os corpos, que na terra estão a beijar,
Um dia, vão falar!
As tropas, comanda com vagar,
Com pum’s e mais pum’s,
Até a noite acordar.
Quando o sol despertar,
Pum’s e mais pum’s,
O general vai matar,
Uns e mais uns,
Até a morte se cansar.
General sem medo, corre, corre sem parar.
General! Os homens, já não querem ficar!
Mais um, menos um,
E a guerra vai acabar.
Os corpos, que na terra estão a beijar,
Um dia, vão falar!
Ser grande e ser vazio...
Ser grande e ser vazio,
Não é nada, nem desafio.
É um todo que é vazio!
Tudo o que é meu,
Nunca é, um todo que é teu.
É um nada. Nem meu, nem é teu.
O nada não é tudo,
O tudo não é nada.
Exige de ti, sempre o nada, do que é tudo.
Sempre, sempre até ao nunca.
Assim, enquanto a lua brilhar,
E o sol lá se deitar,
Deixa o lago secar,
As lágrimas no mar
Ao sabor, do vento que é ar.
Não é nada, nem desafio.
É um todo que é vazio!
Tudo o que é meu,
Nunca é, um todo que é teu.
É um nada. Nem meu, nem é teu.
O nada não é tudo,
O tudo não é nada.
Exige de ti, sempre o nada, do que é tudo.
Sempre, sempre até ao nunca.
Assim, enquanto a lua brilhar,
E o sol lá se deitar,
Deixa o lago secar,
As lágrimas no mar
Ao sabor, do vento que é ar.
terça-feira, 14 de novembro de 2006
Enfermaria...
A festa vai doida, alegria,
A cantoria, é coisa louca
A gritaria, solidária, com cerveja sempre fria!
É Évora histórica, sem descanso,
Os estudantes universitários,
Caloiros, e bichos entram numa aventura.
Sempre a gritar, Enfermaria!
Dedicado a uma amiga.
A cantoria, é coisa louca
A gritaria, solidária, com cerveja sempre fria!
É Évora histórica, sem descanso,
Os estudantes universitários,
Caloiros, e bichos entram numa aventura.
Sempre a gritar, Enfermaria!
Dedicado a uma amiga.
Um café...
Um café, saboreando o doce dos teus olhos,
E o mel da tua boca.
No fumo, a essência do teu corpo…
Adoro-te…café!
Forte e doce cheiro o teu,
Que o sol um dia te queimou.
Abrilhantas as mentes que te bebem,
Vendendo o teu corpo a qualquer um.
O cheiro, que é teu, não me chega para satisfazer,
Parto um pouco de bolo, bebo-te, regozijo-me e satisfaço-me.
Sou assim como o café, puro.
Nem queimado, nem aguado.
Apenas puro.
E o mel da tua boca.
No fumo, a essência do teu corpo…
Adoro-te…café!
Forte e doce cheiro o teu,
Que o sol um dia te queimou.
Abrilhantas as mentes que te bebem,
Vendendo o teu corpo a qualquer um.
O cheiro, que é teu, não me chega para satisfazer,
Parto um pouco de bolo, bebo-te, regozijo-me e satisfaço-me.
Sou assim como o café, puro.
Nem queimado, nem aguado.
Apenas puro.
Sentada...
Sentada, de perna aberta,
Com uma janela aberta pr’a vida,
Choras noite e dia, vadia!
Entraste e não pediste licença,
Foste embora, sem pedir perdão.
Querias mais que o meu coração?
Minha estúpida tormenta...
O amor, só aumenta!
Deitada, de perna fechada,
De janela encerrada, a vida, não vias.
A alegria, na noite e de dia, perdias.
Sem saber, mentias.
Com uma janela aberta pr’a vida,
Choras noite e dia, vadia!
Entraste e não pediste licença,
Foste embora, sem pedir perdão.
Querias mais que o meu coração?
Minha estúpida tormenta...
O amor, só aumenta!
Deitada, de perna fechada,
De janela encerrada, a vida, não vias.
A alegria, na noite e de dia, perdias.
Sem saber, mentias.
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