terça-feira, 16 de junho de 2009

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Primavera...

Durmo com um pano
que guarda lembranças
de uma tarde primaveril.
Terna e doce manhã,
Tarde brusca e ventosa.
Final de tarde quente e fogosa.
Era a face da minha namorada...
que nunca esqueci.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Conversas a Dois...

Brevemente, vamos ter uma conversa...a dois.

"Diz A verdade..."

quarta-feira, 3 de junho de 2009

sábado, 30 de maio de 2009

Custou, mas foi...

Tinha este projecto pensado já a algum tempo, mas que só agora é que o pude realizar. É um projecto amador, mas não é isso o mais importante. O que interessa afinal, são as imagens e o que elas podem transmitir a cada um de nós...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Tens medo...

Tenho medo, de morrer,
De ficar pobre, e morrer sozinho.
Tenho medo da solidão
como o vazio de uma vida.

Tenho medo de amar e ser amado.
Tenho medo de ser amado,
porque não sei amar
quem não amo.

Queria saber mentir,
mas não sei fingir.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

É Amor...

Saber que duas mãos se tocam
Que duas lábios se beijam
Que cada beijo arde no corpo
O desejo que te quer mais um pouco.
É loucura respirar o mesmo ar
E querer ter-te por inteira,
sabendo que nunca seremos de ninguém
Por inteiro.

Saber que um beijo não é só um beijo
Que um olhar não é só um olhar.
Que uma noite nunca é uma noite
Que um abraço nunca é só uma despedida
Que tudo que não é pensado, é apenas fruto de um impulso...
Amor, é...
Ardente e pecador.

domingo, 24 de maio de 2009

Amores Mortais...

Ainda bem que vos fui útil em alguma coisa.
Para amar, aprender, confiar.
Compreender, que o amor são dois mais dois.
E que a vida, jamais será a mesma depois.

Refaço-me todos os dias
com as mesmas ilusões
De véus postos, e purpurinas a brilhar.

Episódios tais que com beijos fatais
Me marcaram
De feridas mais
Esses amores mortais.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Aprovações...

"Qualquer pessoa que é boa em qualquer coisa,
fá-la para a sua própria aprovação e não pela de outrém
." Gil Grissom

Nunca se deve fazer o que fazemos, seja o que for que façamos, por aprovação dos outros, mas sim pelo simples e belo prazer egocêntrico, de que somos bons, mesmo muito bons no que fazemos.
Alguns chamam-lhe talento, outros, dom e alguns chamam-lhe predestinados...
A mim parece-me que uma boa base de aprendizagem alguma força de vontade e querer vencer, sempre, é uma boa base de partida para tudo.
Fazer o que gostamos, fazer o queremos, fazer porque queremos fazer, porque nos dá gozo. É saber à partida que é o princípio de Sucesso.
Quantos de nós, somos bons a fazer o que sabemos, e gostamos de o fazer? Não muitos, nem todos gostamos do que fazemos, mas é preciso que alguém o faça. É preciso porque precisamos, é preciso porque necessitamos.
Mas mesmo nestas situações em que é preciso alguém fazer o que se tem de fazer, temos de querer fazer melhor que todos, é preciso fazer sempre melhor hoje, do que fiz ontem e ainda melhor amanhã.
Quando fazemos alguma coisa, para nosso próprio proveito pessoal, então somos melhores do que alguém naquilo que fazemos, porque fazemos para nossa própria aprovação sem esperar nada dos outros. Sem esperar que nos digam que somos bons. Já sabemos que somos...bons.

terça-feira, 21 de abril de 2009

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Memórias...

Não conhecia, não sabia, nem fazia ideia que existiam blogs, como este, que me foi dado a conhecer para aprender alguma coisa sobre Portugal, sobre a história de Portugal, sobre os jovens, sobre tudo.
Recomendadíssimo.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

terça-feira, 14 de abril de 2009

"Quem me dera..."

Quem me dera saber sorrir,
Quem me dera saber
o que te faz sorrir,
Quem me dera saber
A tua vida e a minha.
Quem me dera saber…

Quem me dera saber fazer-te sorrir,
Quem me dera saber sorrir quando sorris,
Quem me dera saber o que te faz feliz.
Quem me dera saber porque és feliz.
Quem me dera saber, porquê?
Quem me dera.

Quis fazer um traço no teu coração e dizer-te que sou feliz
Mas não sou. Quis fazer-te feliz, mas não eras.
Quis fazer-te falta, mas não fiz. Nunca fiz.
Quis estar quando querias estar comigo, mas não estive. Nunca estive.
Quis tanto, mas não pude.

Queria tanto saber o que fazer.
Pensei em escrever,
Um problema para resolver.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

"Caminhos..."

Vagueias vagabundo, no trilho da vida
Descalço por um instante na corrente dos sonhos,
Percorres teias que não sabes aonde vão dar,
Espreitas por onde querias ir e não podes alcançar.
Cortas, rasgas, feres e não consegues chegar.
Choras como um menino,
Dos teu olhos,
os sonhos que não chegaste a tempo E partiram.

Falta Esperar por um novo trilho a ser percorrido,
Uma nova corrente para saber navegar,
Uma nova partida para saber chegar a uma nova chegada.
Um novo caminho para ser descoberto,
Um novo Eu, para Te encontrar...

Vagabundo...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

ABRIL...

Antes de tudo começar, antes de tudo se saber,
Brotaram-se segredos e conspirações, Armas e Capitães. Cada um em seu lugar.
Reuniram-se Homens, Mulheres e crianças para ver Portugal renascer.
Independentes, homens de coragem. Sem medo de combater.
Liberdade! Assim dizia o povo.

Ainda diz.
As palavras de ordem d'ontem, são as palavras de hoje.
Os tempos mudam, as vontades também. Mas as palavras ficam.
"Ditadura, nunca mais".
"Democracia e Corrupção, é que não!"

domingo, 29 de março de 2009

Impunidade Cigana...

Tinha de postar isto, porque uma amiga foi agredida face à impunidade dos ciganos que vivem nesta cidade.

"Na minha cidade vivem dezenas de ciganos.
Destes, 99% não cumprem qualquer regra de civismo, educação e higiene.
Alguns andam em carros de alta cilindrada e há também aqueles que se deslocam de carroça e burro.
Apesar dos diferentes meios de locomoção nada mais os distingue.
Os ciganos da minha cidade são temidos pela maior parte da população.
Já tive vários episódios com esta comunidade e hoje tive aquele que espero ter sido o último da minha vida.
Há anos atrás, recordo-me de ir ao mercado quinzenal, onde esta gente abunda, com a minha mãe e com o meu filho mais velho que na altura não teria mais do que 5 anos. Um ciganito deu-lhe uma chapada ao que reagi dando um grito à criança que logo cedo mostrou bem o sangue que lhe corria nas veias. Não olhei À minha volta para pensar que, ao estar no meio deles poderia ter problemas, mas naquele momento aprendi que eles temem quem lhes faz frente.
Anos mais tarde, num supermercado, um cigano velho, enorme, todo vestido de preto e com umas barbas que amedrontava qualquer um, tentou passar-me à frente ao que lhe disse que não permitia isso. Olhou-me nos olhos mostrando todo o ódio que tinha dentro de si, mas não reagiu.
Hoje foi diferente. Hoje constatei que em 15 minutos aprendi mais sobre mim, sobre o comportamento humano e sobre a solidariedade que em muitos anos de vida.
No Pingo Doce fui apenas comprar café, pão e manteiga. À porta reparo que estava estacionada uma carroça. Achei incrível que esta situação fosse possível em pleno século XXI e curiosamente tirei uma fotografia. A passagem pelos corredores foi rápida pois as compras eram poucas e dirigi-me à caixa. À minha frente tinha apenas uma pessoa. Quando estava na minha vez vejo voar-me à frente dos olhos um pack de lenços de papel, olhei para trás e vejo que era uma cigana com alguns 60 anos, com um bebé ao colo, seguida de mais duas mulheres que mais tarde venho a saber que são filhas. Seguro nos lenços de papel e puxo-as para trás dizendo “desculpe mas não passa à minha frente”. E ao virar-me toco-lhe ligeiramente no braço ao que logo me gritou dizendo que a tinha agredido. A família, entre homens e mulheres seriam à vontade 7 ou 8 que logo me cercaram e eu, teimosa, firme e hirta, disse que não tinha agredido e que à minha frente não passava. A rapariga da caixa, tremendo, olhava para mim de lágrimas nos olhos, sem saber o que fazer e eu dizendo para fazer a minha conta. No meio da gritaria à minha volta, do rasgão que tenho no peito quando a velha cigana me puxou o pescoço e das ameaças de morte certo é que não passou à minha frente. A solidariedade dos que estavam nesse momento do supermercado foi louvável, em que até uma senhora com os seus 70 anos, se aproximou para me dizer que ia chamar a polícia foi agredida. Ninguém quis que eu saísse até que a carroça desaparecesse ao fundo da rua. Disseram que me matavam quando me vissem. Disseram que me marcaram e que uma doença má ia recair sobre a minha família. São coisas sem sentido e sem consequência mas a verdade é que se me tivessem apanhado na rua naquele momento, no calor da discussão, era certo que eu não ficava apenas com esta marca no peito.
Foi um acto de coragem disseram todos os que ali estavam. Acrescentaram que se todos lhes exigíssemos respeito nada destas coisas se passavam. Chegada a polícia dei conta do acontecimento. Foram à procura da carroça. Presentemente nem me interessa se os encontraram. Agora, meia hora passada esse momento sei que o meu acto foi inconsciente. Qualquer um deles podia ter-me esfaqueado ali mesmo. Certo é que nunca mais me vou esquecer daqueles rostos e o reverso também é uma realidade." Madalena Palma

segunda-feira, 23 de março de 2009

quarta-feira, 11 de março de 2009

Estou...

entusiasmado, depois digo-vos porquê.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Por vocês...

Hoje tinha de ser. Por força de quem me quer bem, por força de quem se preocupa comigo. Por quem acredita no poeta que existe, aqui. Os tempos não são fáceis e a paciência para escrever, ainda menos. Mesmo assim, faço-o pela Susana, pela "Sol"(ange), pela minha irmã, e por todos aqueles que acreditam em mim. Se me perguntaram porque é que não escrevo ou porque é que estou assim, só vos posso dizer que não sei. Estou a tentar encontrar-me e descobrir-me. Está a ser difícil. Nunca nada é fácil, e nada se faz sem lutar. E é isso que já é difícil, lutar. Não quero parar de lutar, mas quando somos só um a lutar contra tudo o que venha a ter connosco, aí, o peso do mundo é outro. É maior e mais pesado. É angustiante e mais dificil de respirar o ar e pensar.

Obrigado a elas.

"Quando penso que já não tenho armas pra lutar,
Quando as forças me faltam e não me consigo levantar,
Oiço lá ao fundo, vozes de quem grita vitória, ou luta a morrer.
São vocês, sem saber, minhas armas pra lutar, os escudos que vou precisar.
Para a liberdade, viver.
Saborear a vida e amar."

Esta, saiu-me...