domingo, 12 de outubro de 2008
Ser celíaco...
E porque há blogues e blogues. Este, é especial.
Feito com pessoas especiais, para pessoas especiais. Especiais porque são celíacos, isto é, são pessoas com necessidades especiais. São intolerantes ao glúten.
Não podem consumir uma variedade de alimentos que muitas das vezes não damos a devida importância, porque na sua composição contêm glúten.
É um blog que trata de todos os assuntos sobre as necessidades dos celíacos e que informa também todos aqueles que quiserem saber um pouco mais sobre esta realidade de muitos celíacos em Portugal.
Por isso...não percam pitada sobre este novíssimo espaço na blogosfera.
Visitem. Sem espiga
Feito com pessoas especiais, para pessoas especiais. Especiais porque são celíacos, isto é, são pessoas com necessidades especiais. São intolerantes ao glúten.
Não podem consumir uma variedade de alimentos que muitas das vezes não damos a devida importância, porque na sua composição contêm glúten.
É um blog que trata de todos os assuntos sobre as necessidades dos celíacos e que informa também todos aqueles que quiserem saber um pouco mais sobre esta realidade de muitos celíacos em Portugal.
Por isso...não percam pitada sobre este novíssimo espaço na blogosfera.
Visitem. Sem espiga
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Da Ponte...
Quando olho da ponte para a frente, lembro-me de ti. Lembro-me dos beijos que trocámos cumplicemente, dos afectos tornados únicos, das bocas desejando que o tempo parasse, e que aquele momento se eternizasse para toda a vida. Lembro-me, como se fosse hoje. Lembro-me porque não tiro da frente a fotografia que tirámos juntos nesse dia. Quis o dia acabar mais cedo, a noite mais cerrada. Quis as horas serem dias, os dias em anos. A fotografia nunca a tirei. Quis tirar tudo de mim o quanto de ti havia. Mas nem tudo consegui tirar. Esta lembrança, não consigo.
Queria poder tirar, saber tirar, mas não consigo. Não sei se consigo.
O tempo é tão relativo, para uns são apenas dias, para outros nem isso…
Para mim, tu já me conheces, levo sempre muito tempo, demasiado tempo, tu sabes.
Não é fácil esquecer quem amamos, como eu te amei dessa ponte, nesse encontro…o último antes do fim…
Só cometi um erro, apenas um. Fatal.Ter-te beijado, ter gostado, e ter querido mais.
Ter caído no teu doce veneno, vivendo amarrado a ti, como uma aranha amarra uma presa. Enleado nas teias, sem se preocupar com o futuro. Mas juro, juro que não me preocupava. Vivia do amor que por ti sentia.
Sempre que olho da ponte, lembro-me desse dia. Dos teus beijos, das tuas carícias, do teu cheiro, da tua pele, dos teus cabelos, do teu sorriso…
De tudo a que a ti pertencia.
Tinha te beijado nessa mesma ponte, num final de tarde. O sol já raiava.
Beijei-te e beijei-te o quanto pude, enquanto o sol me deixou, enquanto a noite não chegava. Enquanto não partias.
Nunca mais me esqueci. Abraçaste-me tão intensamente, que ainda hoje me recordo.
Foste a única mulher, que amei em cima de uma ponte.
Dedicado a uma amiga, a quem tinha prometido uma prosa.
Queria poder tirar, saber tirar, mas não consigo. Não sei se consigo.
O tempo é tão relativo, para uns são apenas dias, para outros nem isso…
Para mim, tu já me conheces, levo sempre muito tempo, demasiado tempo, tu sabes.
Não é fácil esquecer quem amamos, como eu te amei dessa ponte, nesse encontro…o último antes do fim…
Só cometi um erro, apenas um. Fatal.Ter-te beijado, ter gostado, e ter querido mais.
Ter caído no teu doce veneno, vivendo amarrado a ti, como uma aranha amarra uma presa. Enleado nas teias, sem se preocupar com o futuro. Mas juro, juro que não me preocupava. Vivia do amor que por ti sentia.
Sempre que olho da ponte, lembro-me desse dia. Dos teus beijos, das tuas carícias, do teu cheiro, da tua pele, dos teus cabelos, do teu sorriso…
De tudo a que a ti pertencia.
Tinha te beijado nessa mesma ponte, num final de tarde. O sol já raiava.
Beijei-te e beijei-te o quanto pude, enquanto o sol me deixou, enquanto a noite não chegava. Enquanto não partias.
Nunca mais me esqueci. Abraçaste-me tão intensamente, que ainda hoje me recordo.
Foste a única mulher, que amei em cima de uma ponte.
Dedicado a uma amiga, a quem tinha prometido uma prosa.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
À espera...
Há um quadro à espera...
Há um quadro à espera de ser pintado.
Há um quadro à espera de ser preenchido.
Há um quadro à espera de ser completado.
Há um quadro à espera de ser montado.
Há um quadro à espera de ser mexido.
Há um quadro à espera de ser vendido.
Há um quadro à espera de ser explicado.
Há um quadro à espera de ser roubado.
Há um quadro à espera de ser pretendido.
Há um quadro à espera de ser colorido.
Há um quadro à espera de ser acinzentado.
Há um quadro à espera de ser invejado.
Há um quadro à espera de ser avaliado.
Há um quadro à espera de ser apreciado.
Há um quadro à espera de ser nascido.
Há um quadro à espera de ser renascido.
Há um quadro à espera de ser vivido.
Há um quadro à espera de ser socorrido.
Há um quadro à espera de ser socorrido.
Há um quadro à espera de ser mantido.
Há um quadro à espera de ser levado.
Há um quadro à espera de ser falado.
Há um quadro à espera do seu destino.
Há um quadro à espera do seu menino.
Há um quadro à espera de ser amado.
Há um quadro à espera de ser odiado.
Há um quadro à espera de ser usado.
Há um quadro à espera de ser mendigado.
Há um quadro à espera de ser exportado.
Há um quadro à espera de ser importado.
Há um quadro à espera de ser verdade.
Há um quadro à espera de ser mentira.
Há um quadro, à espera de ser,
o que ainda não foi...
Há um quadro à espera de ser pintado.
Há um quadro à espera de ser preenchido.
Há um quadro à espera de ser completado.
Há um quadro à espera de ser montado.
Há um quadro à espera de ser mexido.
Há um quadro à espera de ser vendido.
Há um quadro à espera de ser explicado.
Há um quadro à espera de ser roubado.
Há um quadro à espera de ser pretendido.
Há um quadro à espera de ser colorido.
Há um quadro à espera de ser acinzentado.
Há um quadro à espera de ser invejado.
Há um quadro à espera de ser avaliado.
Há um quadro à espera de ser apreciado.
Há um quadro à espera de ser nascido.
Há um quadro à espera de ser renascido.
Há um quadro à espera de ser vivido.
Há um quadro à espera de ser socorrido.
Há um quadro à espera de ser socorrido.
Há um quadro à espera de ser mantido.
Há um quadro à espera de ser levado.
Há um quadro à espera de ser falado.
Há um quadro à espera do seu destino.
Há um quadro à espera do seu menino.
Há um quadro à espera de ser amado.
Há um quadro à espera de ser odiado.
Há um quadro à espera de ser usado.
Há um quadro à espera de ser mendigado.
Há um quadro à espera de ser exportado.
Há um quadro à espera de ser importado.
Há um quadro à espera de ser verdade.
Há um quadro à espera de ser mentira.
Há um quadro, à espera de ser,
o que ainda não foi...
sábado, 27 de setembro de 2008
"Primeiro dos Poemas"
Palavras que invadem a cabeça,
São aquelas mais pequenas,
Com mais significado,
E ficam mesmo que não nos apeteça.
Existem algumas que soam primeiro,
E ecoam dentro de nós,
Outras que vêm baixinho,
Com o tempo já soalheiro.
Invadem a nossa alma,
Aquando tristes ou contentes,
De forma Mui Leda,
Como se fizesse parte da palma.
Sem mais signo ou significado,
A palavra começa a surgir,
E afirmo sem hesitar,
Não é Destino nem Fado.
Seja em velho ou em mocidade
Sente-se muita falta destas palavras
Refiro-me à portuguesinha:
- A palavra Saudade!
Poema escrito por Mónica Cruz
São aquelas mais pequenas,
Com mais significado,
E ficam mesmo que não nos apeteça.
Existem algumas que soam primeiro,
E ecoam dentro de nós,
Outras que vêm baixinho,
Com o tempo já soalheiro.
Invadem a nossa alma,
Aquando tristes ou contentes,
De forma Mui Leda,
Como se fizesse parte da palma.
Sem mais signo ou significado,
A palavra começa a surgir,
E afirmo sem hesitar,
Não é Destino nem Fado.
Seja em velho ou em mocidade
Sente-se muita falta destas palavras
Refiro-me à portuguesinha:
- A palavra Saudade!
Poema escrito por Mónica Cruz
Os poemas são assim...
Vem cada uma por seu lado,
de mão em mão,
segurando a consoante,
à vogal a seguir,
e o verbo que vem depois.
Umas vêm da cabeça,
Outras vêm sem ter certeza.
A cabeça é que manda,
e a imaginação é que regula,
as cores e os cheiros,
Os gostos e os sentidos,
Os sentimentos e as tristezas,
Os sons e as incertezas,
de um pobre coração humano.
Às vezes dizem que sim,
às vezes dizem que não...
Os poemas são assim...depois vem o amor.
de mão em mão,
segurando a consoante,
à vogal a seguir,
e o verbo que vem depois.
Umas vêm da cabeça,
Outras vêm sem ter certeza.
A cabeça é que manda,
e a imaginação é que regula,
as cores e os cheiros,
Os gostos e os sentidos,
Os sentimentos e as tristezas,
Os sons e as incertezas,
de um pobre coração humano.
Às vezes dizem que sim,
às vezes dizem que não...
Os poemas são assim...depois vem o amor.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Dilemas...
Raptaste-me nesse dia,
Inventaste planetas Tenebrosos,
Ausentes de tudo.
Sintomas, Sintonias,
Imaginámos de tudo.
Mas ainda cá estamos,
A aprender o dia-a-dia,
O que o Feiticeiro,
dizia que sabia.
Inventaste planetas Tenebrosos,
Ausentes de tudo.
Sintomas, Sintonias,
Imaginámos de tudo.
Mas ainda cá estamos,
A aprender o dia-a-dia,
O que o Feiticeiro,
dizia que sabia.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
domingo, 31 de agosto de 2008
Mensagem...
Maldito passado repassado...
cheio de esperanças e ilusões
que agora fazem parte da couraça,
aquela leve e fina película
que achamos defender-nos de tudo!
E digo a mim mesma coisas...
coisas que supostamene enduressem essa couraça
essa triste couraça que afinal não existe
porque a dor mói e destrói
e porque o que sentimos é tao real e tao vivo!
aiii quem me dera arrancar tudo cá de dentro...
Mais vale permanecer na ignorância
e não ver a areia que nos atiram prós olhos,
nem os pregos que nos vão trespassando o coração!
quem me dera apagar tudo com uma borracha
e deixar de criar estas expectativas todas,
de sonhar todos estes sonhos,
para assim a desilusão ser menor...
Poema gentilmente cedido em exclusivo pela Susaninha
cheio de esperanças e ilusões
que agora fazem parte da couraça,
aquela leve e fina película
que achamos defender-nos de tudo!
E digo a mim mesma coisas...
coisas que supostamene enduressem essa couraça
essa triste couraça que afinal não existe
porque a dor mói e destrói
e porque o que sentimos é tao real e tao vivo!
aiii quem me dera arrancar tudo cá de dentro...
Mais vale permanecer na ignorância
e não ver a areia que nos atiram prós olhos,
nem os pregos que nos vão trespassando o coração!
quem me dera apagar tudo com uma borracha
e deixar de criar estas expectativas todas,
de sonhar todos estes sonhos,
para assim a desilusão ser menor...
Poema gentilmente cedido em exclusivo pela Susaninha
sábado, 30 de agosto de 2008
domingo, 24 de agosto de 2008
Acreditar...
Pintas numa guitarra
uma história qualquer.
Sem jeito, nem desejo de querer.
Falas de um final que tinha sido feliz.
Na verdade, não se mataram por um triz.
Diziam que no Amor estava a eterna felicidade.
Ao virar dum momento, eterna, só a fatalidade que os esperava.
De músicas e poemas, de canções e poetas,
De escritores sem corações,
de corações sem nós, nem cordões para os amarrar
As histórias correm sempre iguais.
Iguais a si mesmas,
sem nada.
Mas já dizia o outro,
sem ser poeta nem cantor,
Escritor ou pensador, dizia,
Que do nada, tudo se transforma, nada se perde...por muito tempo.
uma história qualquer.
Sem jeito, nem desejo de querer.
Falas de um final que tinha sido feliz.
Na verdade, não se mataram por um triz.
Diziam que no Amor estava a eterna felicidade.
Ao virar dum momento, eterna, só a fatalidade que os esperava.
De músicas e poemas, de canções e poetas,
De escritores sem corações,
de corações sem nós, nem cordões para os amarrar
As histórias correm sempre iguais.
Iguais a si mesmas,
sem nada.
Mas já dizia o outro,
sem ser poeta nem cantor,
Escritor ou pensador, dizia,
Que do nada, tudo se transforma, nada se perde...por muito tempo.
sábado, 16 de agosto de 2008
Enganos...
Desafios tornados verdade,
Verdades mentidas,
Mantidas, com juras de verdade eternas.
Mendigas palavras,
Sortes trocadas,
Verdades vendidas.
Enganos mantidos,
na verdade da mentira.
Verdades mentidas,
Mantidas, com juras de verdade eternas.
Mendigas palavras,
Sortes trocadas,
Verdades vendidas.
Enganos mantidos,
na verdade da mentira.
Amor de Verão...
Dizem lá do alto da montanha,
Que um amor como o nosso,
Só existe uma vez.
Queria acreditar que sim.
Queria saber que era assim.
Mas de tudo o que falaram,
nada foi como diziam.
Tu, já nem para mim olhavas.
E eu, já nem em ti reparava.
Dos beijos trocados,
das palavras trocadas em desejos.
Das mãos entrelaçadas,
Às mentiras contadas,
A enganos, de olhos bem abertos.
Havia sintonia,
Houve momentos de alegria,
Durante algum tempo,
Durante alguns dias.
Que um amor como o nosso,
Só existe uma vez.
Queria acreditar que sim.
Queria saber que era assim.
Mas de tudo o que falaram,
nada foi como diziam.
Tu, já nem para mim olhavas.
E eu, já nem em ti reparava.
Dos beijos trocados,
das palavras trocadas em desejos.
Das mãos entrelaçadas,
Às mentiras contadas,
A enganos, de olhos bem abertos.
Havia sintonia,
Houve momentos de alegria,
Durante algum tempo,
Durante alguns dias.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Lembras-te...?
Lembras-te do dia em que nos vimos?
Da primeira vez em que nos cruzámos?
De no teu olhar, encontrar uma resposta sem perguntar o que fosse.
Lembraste das conversas misturadas com risos trocados,
De horas sem fim,
De mensagens,
telefonemas,
De dúvidas marcadas,
De amores esvaidos, em dor e saudade.
Tu sabes e conheces-me.
Eu conheço-te como ninguém te conhece.
Não preciso de te ter, eu sei...
O que sentes,
Antes de saberes que sei,
O que sei que tu sabes que sei.
Tudo. O que é teu,
o teu mais infimo segredo, é meu.
Pertence-me,
guardado nas profundezas do coração.
Nos labirintos da memória,
escondidos no meio do tudo,
Fingindo serem nada.
Tu sabes bem quem sou,
sabes bem o que sou.
Eu sei o que és,
Sei bem quem és.
Para ti, Rita.
Da primeira vez em que nos cruzámos?
De no teu olhar, encontrar uma resposta sem perguntar o que fosse.
Lembraste das conversas misturadas com risos trocados,
De horas sem fim,
De mensagens,
telefonemas,
De dúvidas marcadas,
De amores esvaidos, em dor e saudade.
Tu sabes e conheces-me.
Eu conheço-te como ninguém te conhece.
Não preciso de te ter, eu sei...
O que sentes,
Antes de saberes que sei,
O que sei que tu sabes que sei.
Tudo. O que é teu,
o teu mais infimo segredo, é meu.
Pertence-me,
guardado nas profundezas do coração.
Nos labirintos da memória,
escondidos no meio do tudo,
Fingindo serem nada.
Tu sabes bem quem sou,
sabes bem o que sou.
Eu sei o que és,
Sei bem quem és.
Para ti, Rita.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Refúgio...
Se o meu último refúgio foi no teu peito,
Nos teus beijos, no calor das tuas palavras,
No carinho e no amor que por mim nutrias
De palavras ardentes
No nú corpo quente, jaziam.
Cinzas, cinzas de paixão,
Cinzas de ilusão,
Cinzas de amor
Cinzas de rancor
De dor…
De saber que és mulher, e mais do que isso,
De seres,
Muito mais do que isso.
Nesse teu corpo delgado,
Nascido do berço da Lua,
Filha, dum sorriso do Sol
Olhas com indeferença
Quem por ti passa e te admira.
Cada poro do teu corpo, transformado em desejo
Veneno. Doce bebereijo.
Oh doce glória,
Oh amor sem história.
Fui rei, fui mendigo, pedinte sem hora
Do amor que jaz agora.
Vem, traz-me amor sem glória.
Profana vontade
Morre,
Moribunda no coração destroçado.
Vive,
Em memórias da juventude.
Nos teus beijos, no calor das tuas palavras,
No carinho e no amor que por mim nutrias
De palavras ardentes
No nú corpo quente, jaziam.
Cinzas, cinzas de paixão,
Cinzas de ilusão,
Cinzas de amor
Cinzas de rancor
De dor…
De saber que és mulher, e mais do que isso,
De seres,
Muito mais do que isso.
Nesse teu corpo delgado,
Nascido do berço da Lua,
Filha, dum sorriso do Sol
Olhas com indeferença
Quem por ti passa e te admira.
Cada poro do teu corpo, transformado em desejo
Veneno. Doce bebereijo.
Oh doce glória,
Oh amor sem história.
Fui rei, fui mendigo, pedinte sem hora
Do amor que jaz agora.
Vem, traz-me amor sem glória.
Profana vontade
Morre,
Moribunda no coração destroçado.
Vive,
Em memórias da juventude.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
(Que nome lhe dou?)
Quebro na música do corpo
Sons que o silêncio não traz
Músicas que não sei ouvir
Derramo lágrimas que não sei bem porquê
Nem sei bem porque as choro.
Disse muitas vezes que esta noite seria a última.
Amanhã, talvez…
Trago-te nas músicas
Num talvez
Num amanhã que foi hoje
Num hoje que foi ontem
Lembranças de beijos falados
De conversas em letras de Amor
De perfumes em artigos usados.
Deixo-me ir no balanço da música
Que a Morte na porta por mim espera.
O Amor nem sempre espreita,
Deixa um aviso.
Sons que o silêncio não traz
Músicas que não sei ouvir
Derramo lágrimas que não sei bem porquê
Nem sei bem porque as choro.
Disse muitas vezes que esta noite seria a última.
Amanhã, talvez…
Trago-te nas músicas
Num talvez
Num amanhã que foi hoje
Num hoje que foi ontem
Lembranças de beijos falados
De conversas em letras de Amor
De perfumes em artigos usados.
Deixo-me ir no balanço da música
Que a Morte na porta por mim espera.
O Amor nem sempre espreita,
Deixa um aviso.
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