Os teus olhos,
São amantes
De sensações.
Que procuro nos teus lábios,
Em beijos,
Cheiros do teu corpo,
Perfumes da tua pele.
Que
No suor me entrego
às tuas lágrimas,
Amor.
Que
No calor dos corpos,
Sinto o desejo de te ter.
Mais uma vez.
Encontramo-nos esta noite?
segunda-feira, 31 de março de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
As miúdas da minha vida...
Durante estes dias que passaram e nada escrevi de significante ou de relevo importante para o blogue ou qualquer inspiração para um poema, quero falar sobre vocês.
Das miúdas da minha vida. Rita, és incrível, sei sempre tudo de ti, sem falar muito contigo, conheço-te tão bem...tás cá dentro amiga.
Susana, miúda...tu sabes sempre o que dizer, mesmo que não saibas o que fazer, quando se trata de ti, sabes o que dizer. Admiro-te imenso. És um grande ser humano, uma grande mulher. Grande escritora. (Pensa bem!!)
Mónica, madrinha. Grande mulher, de ti nem preciso falar muito. Conheces-me tão bem, que nem preciso falar. Tás cá dentro, num cantinho bem especial no coração. Aprendi muito contigo. Obrigado por tudo!
Ana, esse sorriso que trazes sempre, tivemos bons momentos. Tal como previ, o teu futuro, vai ser grande, já é!
Patricia, miúda, és um espectáculo! Babe,só tu...tás cá dentro. És uma das tais pessoas que admiro, imenso.
Marisa. Marisa, és o meu presente e futuro. Não preciso de dizer muita coisa, tu sabes o que sinto sem dizer nada. (As melhoras, coraxao)
Vocês, são e sempre serão, "As miúdas da minha vida".
Das miúdas da minha vida. Rita, és incrível, sei sempre tudo de ti, sem falar muito contigo, conheço-te tão bem...tás cá dentro amiga.
Susana, miúda...tu sabes sempre o que dizer, mesmo que não saibas o que fazer, quando se trata de ti, sabes o que dizer. Admiro-te imenso. És um grande ser humano, uma grande mulher. Grande escritora. (Pensa bem!!)
Mónica, madrinha. Grande mulher, de ti nem preciso falar muito. Conheces-me tão bem, que nem preciso falar. Tás cá dentro, num cantinho bem especial no coração. Aprendi muito contigo. Obrigado por tudo!
Ana, esse sorriso que trazes sempre, tivemos bons momentos. Tal como previ, o teu futuro, vai ser grande, já é!
Patricia, miúda, és um espectáculo! Babe,só tu...tás cá dentro. És uma das tais pessoas que admiro, imenso.
Marisa. Marisa, és o meu presente e futuro. Não preciso de dizer muita coisa, tu sabes o que sinto sem dizer nada. (As melhoras, coraxao)
Vocês, são e sempre serão, "As miúdas da minha vida".
terça-feira, 25 de março de 2008
ADIAFA – Apresentação do CD: "Nã há Vagar"

Dia 29/03/2008 | 21.30 | M 6 | 5€
"O concerto terá a participação de todos os músicos que colaboraram na gravação do cd,entre os quais se destacam José Salgueiro (percussões), João Frade (acordeão), José Conde (clarinete), Ricardo Cruz (contrabaixo), Paulo Parreira (guitarra portuguesa), Luís Pontes (viola), Carlos Meneses (contrabaixo) e muitos mais…
O grupo Adiafa muito se orgulhará se a cidade aderir significativamente a este evento musical que terá muitos pontos de interesse: as novas sonoridades do grupo, algumas abordagens a outras vertentes musicais (blues, fado, bolero) e textos actuais de índole socio-erotico-satírica…"
in: www.paxjulia.org
quinta-feira, 20 de março de 2008
Um sinal...
Um dedo apontando para o quê?
Um dedo apontando para os lábios pedindo uma outra face para ser beijada?
Um dedo apontando para a face a quer ser beijada?
Um dedo apontando uma dúvida que ficou no ar, esquecida?
Ou um dedo apontando uns lábios que querem ser beijados,
que têm de ser beijados.
Um dedo apontando para ti,
apontando se é a ti que te quero.
Sim, é a ti que te quero.
Um dedo apontando para os lábios pedindo uma outra face para ser beijada?
Um dedo apontando para a face a quer ser beijada?
Um dedo apontando uma dúvida que ficou no ar, esquecida?
Ou um dedo apontando uns lábios que querem ser beijados,
que têm de ser beijados.
Um dedo apontando para ti,
apontando se é a ti que te quero.
Sim, é a ti que te quero.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Sonhas...
Sonhas por esses caminhos, perdidos, fingidos.
Escutando, por vezes, outros escondidos.
Homem sombra, que tens tu…
Oh figurino.
Oh sonho perdido,
encontra-me sozinho, escondido.
Oh…menino achado, perdido, escondido,
num sonho fingido.
Sonho…
És tu,
Mal, ou bem.
Sonho, fingido, agarrado a um perdido.
A
uma alma fingida, perdida
Sozinha.
Amarrada a um desejo, de um amor
Escondido.
Sonhas por caminhos perdidos, fingidos,
Amarrado a sonhos sentidos
Navegando por sonhos antigos,
Por sonhos já navegados.
Ao longe
sonhas um sonho verdadeiro.
Um sonho esperançando
Num amanhã que ainda virá.
Escutando, por vezes, outros escondidos.
Homem sombra, que tens tu…
Oh figurino.
Oh sonho perdido,
encontra-me sozinho, escondido.
Oh…menino achado, perdido, escondido,
num sonho fingido.
Sonho…
És tu,
Mal, ou bem.
Sonho, fingido, agarrado a um perdido.
A
uma alma fingida, perdida
Sozinha.
Amarrada a um desejo, de um amor
Escondido.
Sonhas por caminhos perdidos, fingidos,
Amarrado a sonhos sentidos
Navegando por sonhos antigos,
Por sonhos já navegados.
Ao longe
sonhas um sonho verdadeiro.
Um sonho esperançando
Num amanhã que ainda virá.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Amor sem fim...
Beija forte, fortemente
Amor,
abraça-me sem ter fim.
Beija-me, sem pensar,
que há outro dia amanhã.
Um beijo, um olhar, um carinho, sem parar.
Olho para ti, de soslaio,
olho-te desejando-te.
Quero-te num leito que só nós queremos, só nós sabemos...
Amor ardente, fértil de amor,
Carnal, pecado viril.
Amor, beija-me sem pensar,
Beija-me sem parar.
Quero-te, desejo animal, carnal imundo. Um amor sem igual.
Um amor, teu, sem final.
Amor,
abraça-me sem ter fim.
Beija-me, sem pensar,
que há outro dia amanhã.
Um beijo, um olhar, um carinho, sem parar.
Olho para ti, de soslaio,
olho-te desejando-te.
Quero-te num leito que só nós queremos, só nós sabemos...
Amor ardente, fértil de amor,
Carnal, pecado viril.
Amor, beija-me sem pensar,
Beija-me sem parar.
Quero-te, desejo animal, carnal imundo. Um amor sem igual.
Um amor, teu, sem final.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Paraíso...
sexta-feira, 7 de março de 2008
"Gravity"...
...Faz-me voar e sonhar. Experimentem agora vocês. Fechem os olhos,deixem-se transportar para outro lugar...
terça-feira, 4 de março de 2008
O que é importante?
O que é importante a uma mulher?
"O sorriso no olhar,
e a felicidade no sabor de um beijo".
Será?
Ou é algo mais do que isso?
Um beijo, é só um beijo.
Um desejo,
apenas alcansável.
Um sonho, apenas um sonho?
"O sorriso no olhar,
e a felicidade no sabor de um beijo".
Será?
Ou é algo mais do que isso?
Um beijo, é só um beijo.
Um desejo,
apenas alcansável.
Um sonho, apenas um sonho?
segunda-feira, 3 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
Droga...
Droga maldita,
Roubas, matas, mentes.
Ilusionista das grandes noites,
De mocas sem fim, de rassacas sem perdão.
Pedes sem cessar, so mais um momento no paraíso,
desejas lá voltar,
vezes sem retorno.
Queres mais?
Queres perder a noção sem culpas, nem receios?
Faz-te ao mar, marinheiro de água doce,
Embarca neste doce balanço.
Dá-me só mais um.
Dá-me tudo o que tiveres, porque eu, já nada tenho.
Só vivo para ti...
Droga!!
Roubas, matas, mentes.
Ilusionista das grandes noites,
De mocas sem fim, de rassacas sem perdão.
Pedes sem cessar, so mais um momento no paraíso,
desejas lá voltar,
vezes sem retorno.
Queres mais?
Queres perder a noção sem culpas, nem receios?
Faz-te ao mar, marinheiro de água doce,
Embarca neste doce balanço.
Dá-me só mais um.
Dá-me tudo o que tiveres, porque eu, já nada tenho.
Só vivo para ti...
Droga!!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Recordei-me...
Antes de me deitar, olhei para um livro que me ofereceram. Que me trouxe recordações, e nele estava um poema que vos quero transcrever na íntegra.
Pois cada palavra é uma verdade.
Cada verso, é um sentimento.
Cada quadra, um sintoma.
A verdadeira mão que o poeta estende
não tem dedos:
é um gesto que se perde
no próprio acto de dar-se
O poeta desaparece
na verdade da sua ausência
dissolve-se no biombo da escrita
O poema é
a única
a verdadeira mão que o poeta estende
E quando o poema é bom
não te aperta a mão:
aperta-te a garganta
De: Paul Celan, in: "O Pavão Negro" de Ana Hatherly
Pois cada palavra é uma verdade.
Cada verso, é um sentimento.
Cada quadra, um sintoma.
A verdadeira mão que o poeta estende
não tem dedos:
é um gesto que se perde
no próprio acto de dar-se
O poeta desaparece
na verdade da sua ausência
dissolve-se no biombo da escrita
O poema é
a única
a verdadeira mão que o poeta estende
E quando o poema é bom
não te aperta a mão:
aperta-te a garganta
De: Paul Celan, in: "O Pavão Negro" de Ana Hatherly
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Só de pensar...
Só de pensar, que não estou perto de ti
Faz me quer estar mais longe daqui.
Não quero pensar, também não quero fugir,
Dum sentimento que não quero sair. Dum sentimento que não sabe ser feliz.
Só queria estar só. Não saber o que é dor. Dor d'amor.
Dor, sem amor.
Quão melhor é saber que amor, não é dor.
Que amor, é Amor.
Que Dor, é apenas dor.
Só de pensar...quero voltar atrás.
Correr riscos que o mundo já trás.
E contigo viver, riscos para sobreviver.
Não quero pensar, não quero fugir.
Quero apenas, contigo sonhar a dormir.
Quero viver, Quero saber
Correr riscos contigo fazer.
Faz me quer estar mais longe daqui.
Não quero pensar, também não quero fugir,
Dum sentimento que não quero sair. Dum sentimento que não sabe ser feliz.
Só queria estar só. Não saber o que é dor. Dor d'amor.
Dor, sem amor.
Quão melhor é saber que amor, não é dor.
Que amor, é Amor.
Que Dor, é apenas dor.
Só de pensar...quero voltar atrás.
Correr riscos que o mundo já trás.
E contigo viver, riscos para sobreviver.
Não quero pensar, não quero fugir.
Quero apenas, contigo sonhar a dormir.
Quero viver, Quero saber
Correr riscos contigo fazer.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Nomeado!!
Os blogs Palavras Que Ficam e A Cor do Meu Veneno nomearam o
Blocos&Canetas com o prémio:

que muito me honra, e que humildemente o aceito. É uma nomeação um pouco inesperada, porque o objectivo deste blog, foi sempre de expôr poemas e pensamentos por mim escritos e nada mais do que essa misera ambição. No entanto, Obrigado.
E porque a hora de "galhardetes" já se faz esperar, os nomeados são:
Aliciante, de Madalena Palma - Um blog de referência para todas as mulheres e homens também. Uma inspiração.
Praça da República em Beja, de João Espinho - Um blog que tem ideias fixas, diferentes e alguma luz, nesta cidade, cada vez mais cinzentona.
Palavras Que Ficam, de Susaninha - Um blog com as palavras certas, nos momentos mais oportunos.
A Cor do Meu Veneno, de "SOL" - Um blog cheio de sentimentos, de palavras cheias de tudo.
Mar Adentro, de "A. L." - Um blog de palavras fartas, transpiram poesia, romantismo, por vezes sentimentos obscuros.
Corpos e Almas, de Helena Fonseca - Um blog que cheira a Mulher, cada palavra, cada vírgula, cada ponto final.
Imagens, de "Jota Cê" - Cada foto, uma poesia. Cada foto, uma história. Cada foto, uma inspiração.
Passo então a citar as regras para os felizes nomeados:
1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários;
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blogue”, deve escrever um post: Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blogue; A tag do prémio; As regras; E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio;
3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blogue, de preferência com um link para o post em que fala dele;
4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet - pode fazê-lo no post.
Blocos&Canetas com o prémio:

que muito me honra, e que humildemente o aceito. É uma nomeação um pouco inesperada, porque o objectivo deste blog, foi sempre de expôr poemas e pensamentos por mim escritos e nada mais do que essa misera ambição. No entanto, Obrigado.
E porque a hora de "galhardetes" já se faz esperar, os nomeados são:
Aliciante, de Madalena Palma - Um blog de referência para todas as mulheres e homens também. Uma inspiração.
Praça da República em Beja, de João Espinho - Um blog que tem ideias fixas, diferentes e alguma luz, nesta cidade, cada vez mais cinzentona.
Palavras Que Ficam, de Susaninha - Um blog com as palavras certas, nos momentos mais oportunos.
A Cor do Meu Veneno, de "SOL" - Um blog cheio de sentimentos, de palavras cheias de tudo.
Mar Adentro, de "A. L." - Um blog de palavras fartas, transpiram poesia, romantismo, por vezes sentimentos obscuros.
Corpos e Almas, de Helena Fonseca - Um blog que cheira a Mulher, cada palavra, cada vírgula, cada ponto final.
Imagens, de "Jota Cê" - Cada foto, uma poesia. Cada foto, uma história. Cada foto, uma inspiração.
Passo então a citar as regras para os felizes nomeados:
1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários;
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blogue”, deve escrever um post: Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blogue; A tag do prémio; As regras; E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio;
3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blogue, de preferência com um link para o post em que fala dele;
4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet - pode fazê-lo no post.
Sou...? Serei...?
Não sei quem sou,
Nem sei o que sou.
Não sei que caminho tomei,
Nem sei que caminho caminharei.
Não sei se serei,
o que que quererei.
Não sei, o que no Futuro querei.
Agora, só sei que nada sei.
Que um caminho percorrirei,
derrubarei ou saltarei.
Perderei, se não caminharei.
Nem sei o que sou.
Não sei que caminho tomei,
Nem sei que caminho caminharei.
Não sei se serei,
o que que quererei.
Não sei, o que no Futuro querei.
Agora, só sei que nada sei.
Que um caminho percorrirei,
derrubarei ou saltarei.
Perderei, se não caminharei.
Chuva...
Chuva, pinga, molha.
Gota, limpa, fresca.
Renova, o que é velho em novo.
O novo, em usado.
Transparente, vidro, espelho.
Cais uma, cais mil. Cem vezes, sentir.
Estilhaços de nós, estilhaços de pó.
Pegadas de uma vida só.
Gota, limpa, fresca.
Renova, o que é velho em novo.
O novo, em usado.
Transparente, vidro, espelho.
Cais uma, cais mil. Cem vezes, sentir.
Estilhaços de nós, estilhaços de pó.
Pegadas de uma vida só.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Nostalgia...
Nomes, pessoas, locais, momentos.
Ou ouvir antigas canções, que abriam corações.
Sonhos antigos, desejos esquecidos.
Todos escondidos, na memória, guardados a sete chaves de um segredo.
Alguém um dia irá abrir. Certezas, quem as tem?
Longe ou perto, quero é sentir. O mesmo desejo, o mesmo doce beijo.
Grita Revolta coração, infame amigo, traidor de certezas. Inimigo da razão.
Imunda, a palavra que jaz comigo. Amor. Ao coração, promessas tecidas, teias, doces mentiras.
Alimentas-te de sonhos e ilusões, de emoções e jovens paixões.
Ou ouvir antigas canções, que abriam corações.
Sonhos antigos, desejos esquecidos.
Todos escondidos, na memória, guardados a sete chaves de um segredo.
Alguém um dia irá abrir. Certezas, quem as tem?
Longe ou perto, quero é sentir. O mesmo desejo, o mesmo doce beijo.
Grita Revolta coração, infame amigo, traidor de certezas. Inimigo da razão.
Imunda, a palavra que jaz comigo. Amor. Ao coração, promessas tecidas, teias, doces mentiras.
Alimentas-te de sonhos e ilusões, de emoções e jovens paixões.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Namorem...
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Morre...
Morre, morre nostalgia inferma.
Morre, e não me ampares.
Morre, foge e fica longe de mim.
Morre. E não, não me iludas.
Morre, já não te vejo.
Morre! Morre! Morre!
Pára de me julgar, pára de me perseguir.
Pára, Oh amor fingido. Vem, morte querida.
Tira-me este peso, tira-me esta vontade.
Amor, de quem sofro.
Amor de quem quero. Amor de quem gosto.
Leva-me pra outro lado, leva-me pro outro lado.
Trás-me a tua paz,
Dá-me a tua paz.
Morre, e não me ampares.
Morre, foge e fica longe de mim.
Morre. E não, não me iludas.
Morre, já não te vejo.
Morre! Morre! Morre!
Pára de me julgar, pára de me perseguir.
Pára, Oh amor fingido. Vem, morte querida.
Tira-me este peso, tira-me esta vontade.
Amor, de quem sofro.
Amor de quem quero. Amor de quem gosto.
Leva-me pra outro lado, leva-me pro outro lado.
Trás-me a tua paz,
Dá-me a tua paz.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Tu és...
Tu és...tudo aquilo que quero que existe.
Tu és...aquilo que preciso, e não quero.
Tu és...ar, sol, e água, para viver.
Tu és...tudo o que sei que existe e algo mais que sei que vive e não conheço.
Tu és...tudo, quando não sou nada.
Tu és...aquilo que quero ser e não sou.
Tu és...meu e eu sou tua.
És, porque assim é, porque assim sempre será.
Sim...Tu, és.
Obrigado à Susaninha pela inspiração.
Tu és...aquilo que preciso, e não quero.
Tu és...ar, sol, e água, para viver.
Tu és...tudo o que sei que existe e algo mais que sei que vive e não conheço.
Tu és...tudo, quando não sou nada.
Tu és...aquilo que quero ser e não sou.
Tu és...meu e eu sou tua.
És, porque assim é, porque assim sempre será.
Sim...Tu, és.
Obrigado à Susaninha pela inspiração.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Foi assim?
Vibraram todos os poros do teu corpo?
A boca, derreteu-se ao som dos beijos?
As pernas, fraquejaram ao sabor das mãos que te acariciaram?
A língua, está excitada com o encontro mais que casual com outra boca?
A tua pele, estava quente, ardente de desejo?
Os teus olhos, fecharam-se, desejando que este momento não mais parasse?
As mãos suaram quando estavam mais que juntas uma à outra?
Quentes, humidas, ardentes.
Assim como os desejos,
assim como se quer uma paixão,
assim como se quer sexo com amor.
Foi assim? Diz-me, foi?
A boca, derreteu-se ao som dos beijos?
As pernas, fraquejaram ao sabor das mãos que te acariciaram?
A língua, está excitada com o encontro mais que casual com outra boca?
A tua pele, estava quente, ardente de desejo?
Os teus olhos, fecharam-se, desejando que este momento não mais parasse?
As mãos suaram quando estavam mais que juntas uma à outra?
Quentes, humidas, ardentes.
Assim como os desejos,
assim como se quer uma paixão,
assim como se quer sexo com amor.
Foi assim? Diz-me, foi?
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Num mês...
Num mês, ganhei, perdi, iludi-me e desiludi-me.
Procuro palavras que não sei dizer
às coisas que aconteceram, às amizades que fiz, aos amores que perdi.
Ilusões, ilusões…quimeras da vida.
Fui homem apaixonado, coração roubado, perdido por amores.
Triste, desiludido, iludido, e agora encontrei-me. Outra vez. Mais uma vez.
Faz sentido? Não sei. Mas procuro saber. Depressa, e bem.
Procuro palavras que não sei dizer
às coisas que aconteceram, às amizades que fiz, aos amores que perdi.
Ilusões, ilusões…quimeras da vida.
Fui homem apaixonado, coração roubado, perdido por amores.
Triste, desiludido, iludido, e agora encontrei-me. Outra vez. Mais uma vez.
Faz sentido? Não sei. Mas procuro saber. Depressa, e bem.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Solidão...
"A maior solidão, é a solidão das palavras.
Quando são muitas, deixam de fazer sentido. É
como nós, quando falamos deixamos de fazer
sentido e nos tornamos mais vazios, mais
perdidos, sozinhos num imenso mundo que só se ouve a si
próprio". in Palavras-que-ficam.blogspot.com
Quando são muitas, deixam de fazer sentido. É
como nós, quando falamos deixamos de fazer
sentido e nos tornamos mais vazios, mais
perdidos, sozinhos num imenso mundo que só se ouve a si
próprio". in Palavras-que-ficam.blogspot.com
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Páginas em branco...

Vejo páginas em branco dentro da minha cabeça e nada mais.
Vejo um vazio, sem saber o que dizer.
Não sei do que vos falar.
Sinto que está tudo muito confuso, e nada concreto.
Sinto ansiedade e sinto o chão tremido.
Sinto medo, e sinto alegria.
Sinto a distância, e sinto me seguro.
Sinto que nada sei, e que tenho muito a aprender.
Sinto que devia arriscar, mas não quero.
Queria falar de Amor, e não consigo.
Queria saber voar, mas não posso.
Queria aprender mil formas de dizer Amor, e desconheço-as.
Queria viver o que penso, e não posso.
Queria rir, e não sei se devo.
Queria imaginar que sei que posso fazer, mas não sei se sonho.
Não sei se devo dizer-te, ou devo estar calado.
Não sei se queria isto, ou devia.
Não sei se te tenho ou não.
Não sei, porque nunca te tive.
Isso, tenho a certeza.
sábado, 29 de dezembro de 2007
Passarinho...
Eras um pássaro na minha mão.
Dançavas ao vento, uma melodia qualquer.
Abraçavas de qualquer jeito, o vento,
companheiro de outras tantas danças,
Sejam elas, Valsas, Tangos ou Chá-Chá-Chás...
A doce ternura, do pilrear, é um beijo que te dou.
Uma doce melodia musical, quente, e fatal.
Do gentil e refinado bico, a música é uma canção,
Que embala o coração.
Artista de cinema, dançarina de salão.
Passarinho, dás-me a tua mão?
Dançavas ao vento, uma melodia qualquer.
Abraçavas de qualquer jeito, o vento,
companheiro de outras tantas danças,
Sejam elas, Valsas, Tangos ou Chá-Chá-Chás...
A doce ternura, do pilrear, é um beijo que te dou.
Uma doce melodia musical, quente, e fatal.
Do gentil e refinado bico, a música é uma canção,
Que embala o coração.
Artista de cinema, dançarina de salão.
Passarinho, dás-me a tua mão?
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Tempo que já não volta...
Cheiro o que perdi
Sonho o que já passou
Sinto aquilo que já curou.
O perfume que já usei e nos teus beijos encontrei.
No teu pescoço provei
o sabor do que já senti.
Na memória guardo o que seria
um gesto de cada olhar
A mão que baloiçava
um corpo moribundo.
Em cada olhar que me abrigava,
tinhas aquilo que queria.
Ilusão, de te querer mais do que podia.
Era um plano maior que por mim espreitava
Em cada esquina escondida, palavras segredadas,
a teus ouvidos benditas.
Do tempo que já passou,
das mágoas que já passaram.
Das noites mal dormidas...
Ainda respiro o perfume do teu cabelo,
Ainda bebo o cheiro dos teus beijos,
Saboreio o brilho dos teus olhos ao pôr-do-Sol.
Naquele tempo que já foi e já passou.
Sonho o que já passou
Sinto aquilo que já curou.
O perfume que já usei e nos teus beijos encontrei.
No teu pescoço provei
o sabor do que já senti.
Na memória guardo o que seria
um gesto de cada olhar
A mão que baloiçava
um corpo moribundo.
Em cada olhar que me abrigava,
tinhas aquilo que queria.
Ilusão, de te querer mais do que podia.
Era um plano maior que por mim espreitava
Em cada esquina escondida, palavras segredadas,
a teus ouvidos benditas.
Do tempo que já passou,
das mágoas que já passaram.
Das noites mal dormidas...
Ainda respiro o perfume do teu cabelo,
Ainda bebo o cheiro dos teus beijos,
Saboreio o brilho dos teus olhos ao pôr-do-Sol.
Naquele tempo que já foi e já passou.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Viver...
Não quero escrever,
Quero morrer a sentir,
Quero morrer e voltar a sorrir.
Quero ser outra vez
o que um dia fui, e já não sou.
Quero ser o que já fiz.
Tudo, me aborrece e me enfadonha.
Tudo, não é nada e o nada, é tudo.
Tudo o que faço, digo, oiço, escrevo e sinto.
Se um dia fosse um ano,
e um ano, num dia,
Então, quero num dia,
Viver todas as vidas num instante.
Quero morrer a sentir,
Quero morrer e voltar a sorrir.
Quero ser outra vez
o que um dia fui, e já não sou.
Quero ser o que já fiz.
Tudo, me aborrece e me enfadonha.
Tudo, não é nada e o nada, é tudo.
Tudo o que faço, digo, oiço, escrevo e sinto.
Se um dia fosse um ano,
e um ano, num dia,
Então, quero num dia,
Viver todas as vidas num instante.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Adoro...
Saborear um chocolate
Cheirar um café
O cheiro de um charuto
O aroma de um cachimbo
O gosto de um chá
Degustar um belo vinho tinto
O paladar de uma refeição
As conversas entre amigos
O cheiro das canetas em que escrevo
O perfume que uso
O olhar de uma mulher
Um beijo sentido.
Cheirar um café
O cheiro de um charuto
O aroma de um cachimbo
O gosto de um chá
Degustar um belo vinho tinto
O paladar de uma refeição
As conversas entre amigos
O cheiro das canetas em que escrevo
O perfume que uso
O olhar de uma mulher
Um beijo sentido.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
De cara lavada...
Ano Novo, Vida Nova. E foi isso que se fez, o "Blocos&Canetas" entra de "cara lavada" para o Novo Ano.
Recorrendo a uma amiga, para criar um novo efeito visual para o blog.
Mantém-se a mesma linha de identidade, que o caracteriza, e ao mesmo tempo inova-se, nos efeitos visuais que se queriam para o blog. Novos poemas, novos assuntos, novas músicas, novos debates, novos concensos...
É o que desejo, e o que se deseja para o "B&C".
Para os leitores, um Natal cheio de Saúde, Amor e muita...poesia. Um Ano de 2008 com menos impostos, mais trabalho, menos desemprego, mais dinheiro e cheio de novas oportunidades, para todos.
Recorrendo a uma amiga, para criar um novo efeito visual para o blog.
Mantém-se a mesma linha de identidade, que o caracteriza, e ao mesmo tempo inova-se, nos efeitos visuais que se queriam para o blog. Novos poemas, novos assuntos, novas músicas, novos debates, novos concensos...
É o que desejo, e o que se deseja para o "B&C".
Para os leitores, um Natal cheio de Saúde, Amor e muita...poesia. Um Ano de 2008 com menos impostos, mais trabalho, menos desemprego, mais dinheiro e cheio de novas oportunidades, para todos.
Louco, é o Amor...
O Amor é louco!
O que tem de louco o Amor?
O que é o Amor, senão a maior loucura de todos os tempos.
A ele, o Homem não pode conquistar,
não pode ludibriar, mentir ou fugir.
Viveremos, sempre, toda a vida, amordaçados, resignados...
Escravos e resignados a um Amor.
Porque será?
O que tem de louco o Amor?
O que é o Amor, senão a maior loucura de todos os tempos.
A ele, o Homem não pode conquistar,
não pode ludibriar, mentir ou fugir.
Viveremos, sempre, toda a vida, amordaçados, resignados...
Escravos e resignados a um Amor.
Porque será?
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Será que dá para esquecer...
Queria impedir de sentir, o que sentia.
De sentir os teus beijos, o teu beijo, na primeira vez. Da primeira vez.
Não queria me lembrar do gosto,
dos sentimentos que sabia que os tinha, mas não queria...
Lembrar-me do valor, do sabor e do perfume de um beijo.
Das memórias que traz um beijo.
Dos teus lábios nos meus.
De saber que um beijo, não é só um beijo.
De uma história que foi contada, vezes sem conta repetida.
Da tua voz entusiasmada, da tua voz rouca, ou da tua voz em choro.
Não sei porquê, mas hoje lembrei-me de ti.
Lembrei-me dos teus beijos.
Dei conta de que por vezes o que é bom, nem sempre...nem sempre, é para sempre.
Dos momentos que já vivi, e dos beijos que encontrei...
Não sei...não sei...
Mas lembrei-me de ti.
De sentir os teus beijos, o teu beijo, na primeira vez. Da primeira vez.
Não queria me lembrar do gosto,
dos sentimentos que sabia que os tinha, mas não queria...
Lembrar-me do valor, do sabor e do perfume de um beijo.
Das memórias que traz um beijo.
Dos teus lábios nos meus.
De saber que um beijo, não é só um beijo.
De uma história que foi contada, vezes sem conta repetida.
Da tua voz entusiasmada, da tua voz rouca, ou da tua voz em choro.
Não sei porquê, mas hoje lembrei-me de ti.
Lembrei-me dos teus beijos.
Dei conta de que por vezes o que é bom, nem sempre...nem sempre, é para sempre.
Dos momentos que já vivi, e dos beijos que encontrei...
Não sei...não sei...
Mas lembrei-me de ti.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Se...
Sentir-te, em cada palavra.
Sussurrar-te, a cada minuto que te descubro.
Sorrir-te, a cada olhar que cruzamos.
Subir, até ao teu andar.
Suar-te, em cada encontro.
Saborear-te do princípio ao fim.
Sobrevoar os teus pensamentos...
Sonhar, e não te ver.
Sofrer, por acabar.
Soltar uma gargalhada...
Soltar, soltarei de alegria.
Sussurrar-te, a cada minuto que te descubro.
Sorrir-te, a cada olhar que cruzamos.
Subir, até ao teu andar.
Suar-te, em cada encontro.
Saborear-te do princípio ao fim.
Sobrevoar os teus pensamentos...
Sonhar, e não te ver.
Sofrer, por acabar.
Soltar uma gargalhada...
Soltar, soltarei de alegria.
domingo, 9 de dezembro de 2007
São...beijos
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Vais assim (P)aís...
Se já nada mais importa,
Venham eles sem demora.
Já nada mais há a fazer,
Venham lá eles, mais uma vez.
Demora, demora rapazinho.
Demora, só mais um instantinho.
Se é homem ou mulher já não importa,
Venham outros sem demora.
Venham, que já nada importa,
Já ninguém se importa.
Por uma porta aberta,
Aperta trancas outra porta, já fechada.
Aperta a porta, o dinheiro, e as queixas do vizinho.
De bolsos rotos, sem demora, pede a reforma sem demora.
Que de novo já nada tem, e de velho já rugas tem.
Que mal vai o velho, que mal vai o País.
Vai mal o velho como o novo, o que tem rugas e o que nem queixas tem.
Vai mal o País, meus senhores, vai mal.
Vai mal o homem que manda, e o homem que manda mandar.
Num País que nada tem, tudo manda. E ninguém, quer fazer o que lhes mandam.
Venham eles sem demora.
Já nada mais há a fazer,
Venham lá eles, mais uma vez.
Demora, demora rapazinho.
Demora, só mais um instantinho.
Se é homem ou mulher já não importa,
Venham outros sem demora.
Venham, que já nada importa,
Já ninguém se importa.
Por uma porta aberta,
Aperta trancas outra porta, já fechada.
Aperta a porta, o dinheiro, e as queixas do vizinho.
De bolsos rotos, sem demora, pede a reforma sem demora.
Que de novo já nada tem, e de velho já rugas tem.
Que mal vai o velho, que mal vai o País.
Vai mal o velho como o novo, o que tem rugas e o que nem queixas tem.
Vai mal o País, meus senhores, vai mal.
Vai mal o homem que manda, e o homem que manda mandar.
Num País que nada tem, tudo manda. E ninguém, quer fazer o que lhes mandam.
domingo, 25 de novembro de 2007
Para uma amiga...
Mulher, forte e sincera.
Amiga, é o seu forte.
Razão, o que a abunda.
Ironia e boa disposição, sempre.
Satisfeita, quando termina mais um dia de trabalho.
Acima de tudo, justa.
Amiga, é o seu forte.
Razão, o que a abunda.
Ironia e boa disposição, sempre.
Satisfeita, quando termina mais um dia de trabalho.
Acima de tudo, justa.
sábado, 24 de novembro de 2007
Almofada...
Quero uma almofada para dormir,
Uma almofada para descansar,
Uma almofada para meditar,
Outra para repousar.
Uma para sonhar, e outra para chorar.
Uma para aconchegar, outra para cheirar.
Uma, onde quero estar, outra para olhar.
Uma para sentir, outra para sorrir.
Uma almofada, só uma almofada...
Uma almofada para me encostar,
Só uma almofada para me fazer, feliz.
Uma almofada para descansar,
Uma almofada para meditar,
Outra para repousar.
Uma para sonhar, e outra para chorar.
Uma para aconchegar, outra para cheirar.
Uma, onde quero estar, outra para olhar.
Uma para sentir, outra para sorrir.
Uma almofada, só uma almofada...
Uma almofada para me encostar,
Só uma almofada para me fazer, feliz.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Amores loucos, Loucos Amores (parte II)
Loucos de Amor,
Loucos de prazer,
Loucos por Amar,
Loucos por querer.
Amar, sem parar.
Rir, sem comer.
Ouvir, sem pensar.
Falar, sem escutar.
Amor, turbilhão dos turbilhões.
Confusão das confusões.
Conflito dos conflitos.
Perdição das perdições.
Se Amor, é amar assim. Então,
Amar, é loucura, sem razão.
Loucos de prazer,
Loucos por Amar,
Loucos por querer.
Amar, sem parar.
Rir, sem comer.
Ouvir, sem pensar.
Falar, sem escutar.
Amor, turbilhão dos turbilhões.
Confusão das confusões.
Conflito dos conflitos.
Perdição das perdições.
Se Amor, é amar assim. Então,
Amar, é loucura, sem razão.
Cidade...

Foto: Madalena Palma
Vagueio por estas ruas,
Olhando para o chão,
Vejo figuras tormentas,
Figuras da minha imaginação.
Nas ruas, tormentas,
Cheiro a terra da minha Terra,
A gente da minha gente,
A gente da minha cidade.
Cidade de Outono,
e folhas caídas.
De cheiros e sabores.
Cidade de Veraneio,
De calores intensos,
De gente hospitaleira,
De gente de bons costumes,
Espero, em ti cidade,
Cultura viva,
Juventude em dia!
Futuro, quando o dia?
domingo, 18 de novembro de 2007
Sombras...

in: emendasesonetos.blogspot.com
Sombras, sombras de dia,
Sombras da noite, sombras, só sombras…
Sombras no peito,
Sombras na luz,
Sombras de dúvida,
Sombras da Lua.
Sombras de um beijo,
Sombras de um jeito,
Sombras…
Sombras de uma família,
Sombras de amigos,
Sombras de quem se amou,
Sombras de quem se ama.
Sombras da vida,
Sombras de uma vida.
Sombras, que são minhas,
Sombras que são tuas.
Sombras de uma vida.
Na vida onde há vida,
Há sombras em toda a vida.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Portugal...Telefona!
Por ouvir os Clientes...
Ouvindo desagrados,
Unidos,
Gritamos.
Arre!!...
Lista atrás de lista,
Tratamos de tudo.
Elevamos a moral do cliente,
Levamo-lo até à Lua!
Elevávamos outras coisas..., mas isso, não interessa nada.
Cumprimos, na medida do possível, e com aquilo que sabemos;
Oiçam o que vos digo! Trabalhem!!...
Mouros!!!
Ouvindo desagrados,
Unidos,
Gritamos.
Arre!!...
Lista atrás de lista,
Tratamos de tudo.
Elevamos a moral do cliente,
Levamo-lo até à Lua!
Elevávamos outras coisas..., mas isso, não interessa nada.
Cumprimos, na medida do possível, e com aquilo que sabemos;
Oiçam o que vos digo! Trabalhem!!...
Mouros!!!
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Há pessoas que me deixam sem palavras, e ela, é uma delas. Se me permite o devaneio, e com o devido respeito, não há coisa mais sexy numa mulher, do que ser bonita, e inteligente.
Não é um blog, para mim não é. É um diário de sentimentos, de sentimentos que se querem mostrar.
Deixo-vos com estas duas linhas de um pensamento, que poderiam ser muito bem de um poema, um belo poema:
"Devaneios sem preocupações.
Pensamentos sem barreiras."
in: http://luzdosdias.weblog.com.pt
Não é um blog, para mim não é. É um diário de sentimentos, de sentimentos que se querem mostrar.
Deixo-vos com estas duas linhas de um pensamento, que poderiam ser muito bem de um poema, um belo poema:
"Devaneios sem preocupações.
Pensamentos sem barreiras."
in: http://luzdosdias.weblog.com.pt
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Amores loucos, Loucos Amores (parte I)
Somos loucos, tristes loucos,
Somos loucos, por prazer,
De escrever, formas de dizer, Amor.
Tristes loucos, por escrever,
formas de fazer...Amor.
Somos loucos, por prazer,
De escrever, formas de dizer, Amor.
Tristes loucos, por escrever,
formas de fazer...Amor.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
terça-feira, 2 de outubro de 2007
São...
Dois olhos,
Dois rostos,
Tantas bocas que já provei,
e outras que nunca vi.
Umas loucas, outras tontas.
Mas uma sempre perto de mim.
De todas,nunca as esqueci
Daquelas por quem me perdi,
e são difíceis de esquecer.
Boas assim, são difíceis encontrar,
e do tempo as apagar.
Boas, assim, deixam marcas ao morrer.
Boas, assim, ao morrer, são difíceis de encontrar.
Só a Morte para separar,
E na morte reencontrar.
Dois rostos,
Tantas bocas que já provei,
e outras que nunca vi.
Umas loucas, outras tontas.
Mas uma sempre perto de mim.
De todas,nunca as esqueci
Daquelas por quem me perdi,
e são difíceis de esquecer.
Boas assim, são difíceis encontrar,
e do tempo as apagar.
Boas, assim, deixam marcas ao morrer.
Boas, assim, ao morrer, são difíceis de encontrar.
Só a Morte para separar,
E na morte reencontrar.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Nos teus...

in: www.sol.pt
Não me lembro da cor dos teus olhos,
Nem da cor dos teus cabelos.
Mas lembro-me do sabor dos teus beijos.
Mais do que aquilo que fui e que sou,
Mais do que aquilo que fiz...
Só me lembro de ti...
De ti.
Lembro-me das noites e dos dias,
Em que o sol se escondia,
Atrás duma casinha.
De tudo o que sabia,
Só sei, que um dia me perdi
E foi nos teus lábios que me encontrei.
Será?
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Certeza?...
Amor só é amor, quando for uma certeza.
E certezas não as tenho,
Nem de nada tenho a certeza.
Só sei que nasci com isto,
Nada mais sei o que fazer,
Senão escrever,
Poemas de Amor, é o que sei escrever.
Amar, amei um dia,
É o que sei que dizia.
Amor, não sei o que é,
Nem que raio escrevia,
Perdia-me pelo que sentia...
A culpa, foi minha,
Minha e não tua,
Meu fado, minha musa.
Minha, porque queria.
Minha, é a fraqueza,
De amar,
Sem saber o que é a dor de Amor.
Se amou mais que quem amou,
Amou, sabendo que a dor,
É a alma do Amor.
E certezas não as tenho,
Nem de nada tenho a certeza.
Só sei que nasci com isto,
Nada mais sei o que fazer,
Senão escrever,
Poemas de Amor, é o que sei escrever.
Amar, amei um dia,
É o que sei que dizia.
Amor, não sei o que é,
Nem que raio escrevia,
Perdia-me pelo que sentia...
A culpa, foi minha,
Minha e não tua,
Meu fado, minha musa.
Minha, porque queria.
Minha, é a fraqueza,
De amar,
Sem saber o que é a dor de Amor.
Se amou mais que quem amou,
Amou, sabendo que a dor,
É a alma do Amor.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Nosolo Itália - Marina Albufeira - Obrigado!!

in: www.nosologrupo.com
Há Amigos e amigos, uns mais do que os outros, e estes de quem falo são assim. Amigos, que me ajudaram a crescer, e a desenvolver coisas que nem eu sabia que podia fazer. Eu sei, eu também tinha de querer. Queria, quis e ainda quero crescer mais do que já crsci, pois sei que com as pessoas certas e nas alturas certas, no tempo certo vou crescer. Sem pressas, com calma, porque tudo na vida tem um tempo e uma altura certa para acontecer. E aconteceu. Aconteceu que tive a oportunidade de trabalhar com profissionais que me ajudaram a crescer e a querer a crescer com eles. Por isso, este post é dedicado a todos eles. A todos eles, sem excepção.Do grande "chef" ("Rocky") a quem muito prezo a sua amizade, à "Tia" Paula que me aconselhou nos momentos certos e me mostrou como é que se geria uma quantidade de coisas dentro da profissão, até aos gerentes que me deram a oportunidade de mostrar o meu valor. A eles, o meu muito Obrigado. À Dona Isabel, que também muito devo a sua ajuda, porque sem ela o bar não era o mesmo, e ainda a duas outras grandes mulheres. À Marisa, a quem lhe tiro o chapéu, por mostrar sempre o brio profissional e o amor que tem pela profissão que exerce e isso passou para mim de forma insistente, eu sei...custou mas foi!! À "minha loirinha" Sóninha! Grande profissional e uma grande amiga que nunca vou esquecer...aquelas sandes!!...Aquelas noites! Não me posso esquecer, nem me ia perdoar, ao pessoal da Cozinha, que sempre deram o seu melhor, a sua simpatia e carinho que nutriram por mim, vão continuar a ser sempre umas "gatinhas"!! que tanto prezo. Ao pessoal da Pizzeria, que são umas doidas, malucas, mas gente 5 estrelas, que também nunca vou esquecer a elas, o meu obrigado também. Ao pessoal da Copa, a conversa é sempre muita e vidros...ui é melhor nem contar! Ao pessoal do 1º andar, chamado muitas das vezes o 1º andar do "inferno", até acaba por não ser, pelo menos na minha perspectiva! Peçam mais gente aí pra cima!! Criem lobbies!! Keep the good work! Por fim, ao pessoal das mesas, que com mais ou menos stresses, pareciam que estavam sempre no "lodo", no entanto souberam manter o brio profissional, uns dias mais que os outros, mas estavam lá sempre presentes. Terminando, o meu agradecimento especial, ao Bráulio por apostar em mim, e por fazer sentir que todos os empregados são seus amigos e são. É a "alma" e o "espírito de equipa", daquela casa. A todos, Obrigado.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
É...
EXTRAORDINÁRIA. Sim, extraordinária. Ela é.
Uma mulher com um olhar diferente de ver a vida. Com garra e luta.
Sobretudo muita luta. Uma luta que ainda continua, por vezes absurda. Por entre obstáculos, uns mais difíceis que outros, mas tem sabido contorná-los sabiamente.
Uma mulher, que me fez ir ao encontro daquilo que não escrevia, mas fi-lo, ainda assim. Não, não é paixão, nem amor. É Amizade. Pura amizade. É carinho terno e doce, quase paternal sobre ela, por tanto a admirar, de tanto a respeitar, de tanto gostar da sua maneira de estar na vida, da sua companhia, por mais pequena que ela seja, basta.
Disseram-me que arrebatava corações, e de facto arrebata, arrebatou o meu, é verdade. Mas, pela sua simpática simpatia e paciência para me ajudar a ajudar-me.
Ajudou. Ajudou mais do que pensa, e mais do que eu queria.
Dela, guardo recordações de risos e expressões, de "apalpões" e outros "ões" que não são agora p´ra aqui chamados.
Guardo-os porque são a sua marca, única e singular no meu coração, que guardo dessa grande amiga a quem chamo...Patrícia.
Um beijo à "Worten Sempre!!"
Uma mulher com um olhar diferente de ver a vida. Com garra e luta.
Sobretudo muita luta. Uma luta que ainda continua, por vezes absurda. Por entre obstáculos, uns mais difíceis que outros, mas tem sabido contorná-los sabiamente.
Uma mulher, que me fez ir ao encontro daquilo que não escrevia, mas fi-lo, ainda assim. Não, não é paixão, nem amor. É Amizade. Pura amizade. É carinho terno e doce, quase paternal sobre ela, por tanto a admirar, de tanto a respeitar, de tanto gostar da sua maneira de estar na vida, da sua companhia, por mais pequena que ela seja, basta.
Disseram-me que arrebatava corações, e de facto arrebata, arrebatou o meu, é verdade. Mas, pela sua simpática simpatia e paciência para me ajudar a ajudar-me.
Ajudou. Ajudou mais do que pensa, e mais do que eu queria.
Dela, guardo recordações de risos e expressões, de "apalpões" e outros "ões" que não são agora p´ra aqui chamados.
Guardo-os porque são a sua marca, única e singular no meu coração, que guardo dessa grande amiga a quem chamo...Patrícia.
Um beijo à "Worten Sempre!!"
domingo, 16 de setembro de 2007
Sensações...

in: pintastintasemanias.blogs.sapo.pt
Forte como o muro, que do frio me protege.
Leve como o vento, que me afaga o rosto.
Quente, como o coração sente.
Fria, como a luta que pedia.
Doce, como o brilho dos teus olhos me dizia.
Forte, Leve, Quente. Fria e Doce,
És tu, borboleta todos os dias,
De mulher, a menina.
sábado, 1 de setembro de 2007
Poema Que Nunca te Disse...
Na noite, que foi minha,
A Lua era minha confidente.
Beijava os teus ombros sem cessar.
Lembro o sabor da tua pele na minha boca,
Esse doce sabor dos teus lábios.
Lembro as coxas, esses teus caminhos de seda,
Que ao corpo, se me prendiam.
As tuas mãos sobre as minhas,
À procura do beijo que escondia.
Longo era o caminho de seda, pelas tuas coxas
Percorria, o teu corpo sem malícia.
A ti, te quero.
A ti, te desejo,
A ti, teu perfume cheiro.
No desejo que por tanto sonhava,
A ti, só por ti anseio.
Suplicando por mais um beijo,
Que tome conta do meu corpo,
Mais que um beijo, um desejo.
De um beijo, um desejo.
De um desejo,
Um poema.
Um poema que nunca te disse,
Um poema que pensei e nunca te-o direi.
A Lua era minha confidente.
Beijava os teus ombros sem cessar.
Lembro o sabor da tua pele na minha boca,
Esse doce sabor dos teus lábios.
Lembro as coxas, esses teus caminhos de seda,
Que ao corpo, se me prendiam.
As tuas mãos sobre as minhas,
À procura do beijo que escondia.
Longo era o caminho de seda, pelas tuas coxas
Percorria, o teu corpo sem malícia.
A ti, te quero.
A ti, te desejo,
A ti, teu perfume cheiro.
No desejo que por tanto sonhava,
A ti, só por ti anseio.
Suplicando por mais um beijo,
Que tome conta do meu corpo,
Mais que um beijo, um desejo.
De um beijo, um desejo.
De um desejo,
Um poema.
Um poema que nunca te disse,
Um poema que pensei e nunca te-o direi.
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Outro...
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
sexta-feira, 27 de julho de 2007
“Se Penso, logo existo!”

Quando criamos teorias de existencialismo em que se cita Descartes, então é evidente que temos de pensar nessa forma muito própria do mundo e da sociedade em geral, perante situações também elas muito próprias. Não vou citar filósofos mas vou apenas restringir-me a situações que conheço por aquilo que leio. Tudo na vida é uma dúvida permanente, uma dúvida constante que nos faz reflectir e que interessa-nos entender e perceber então nas muito condicionantes maneiras de viver e de pensar e naquilo que nos faz pensar porque vivemos. Sim, somos seremos pensantes porque vivemos e porque gostamos de resolver enigmas de qualquer foro (cientifico-social) e descobrir e redescobrir tudo de uma maneira diferente com outros olhos. Esse é o desafio que se nos impõe há vários séculos desde que o Homem começou a questionar o porquê das coisas.
Se hoje penso e logo existo, então ao pensar naquilo que estou a pensar é porque realmente existo e se existo então raciocino. O acto de pensar e de raciocinar é elementar. Hoje, tão básico como saber que o mundo é redondo porque houve alguém, “um louco” diziam eles, porque se baseava nas leis naturais da natureza e da ciência. Antes, quase um enforcado desconhecido, hoje um dos maiores génios da ciência. E afinal a História deu-lhe razão, a Terra É MESMO redonda! Isto comprova que todos os seres humanos que crescem e se desenvolvem, que crescem intelectualmente e que estão em constante dúvida acerca das coisas que os rodeia são seres que têm um comportamento muito próprio de descobrir e redescobrir o mundo com os seus olhos de vários ângulos de pensamento e considerados génios. Nada mais errado na minha opinião. São pessoas apenas curiosas naquilo que os rodeia e são felizes que haja tantas perguntas para serem resolvidas. Se não fossem eles, hoje não tínhamos Descartes, Da Vinci, Pitágoras…
Hoje, tal como ontem, tal como na altura de Descartes, o tema “pensar” e “existir” era algo que nos deixava perplexos, que nos deixava com dúvidas, não só nessa pequena elementar pergunta-afirmação, mas também em todas as outras questões relacionadas com a vida do homem no seu quotidiano.
Se pensar, logo existo, então afirmar que existimos é uma certeza, e que naturalmente como concordamos todos com Descartes é uma certeza inquestionável.
Outra das concordâncias que faço com a crónica redigida pela Drª Juíza Ana Bacelar no "MaisAlentejo", é que uma sociedade sem parâmetros, sem tabelas, não é sociedade, mas também não quero dizer com isto que temos de ser uma sociedade com extremos político-sociais. É bom pensarmos que no meio de tanta coisa em que vivemos com angústia e medo afinal há lá qualquer coisa de bom e honesto, por muito que isso nos custe a acreditar. Se pensarmos bem, até existimos moderadamente bem…zinho.
terça-feira, 24 de julho de 2007
domingo, 17 de junho de 2007
Palavras...
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Para uma loira...
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Jogada de xadrez

Saltitando no mundo,
Como um peão de xadrez,
A jogada menos importante é a nossa.
A outra, maior que o Homem,
É aquela que o Outro joga e mata.
Saltita o Homem, a Natureza,
E tudo mais que o rodeia.
Muda o jogo, muda as regras,
Muda a vontade e a sensatez.
Muda o pensamento, muda o Homem,
Muda tudo. Mas o Deus, é o mesmo.
Não sabemos...
Não sei...
Canção de Embalar
Definições
Isola o pensamento num momento,
Garante tudo por certo e sabido.
Isola o pensamento,
E toma tudo, por certo.
Tolda o pensamento, garante que tudo o que é certo,
Como mesmo.
Que tudo na vida
Seja o mesmo que o nada, que a vida é.
O mesmo tom, o mesmo brilho,
A mesma luz, a mesma voz.
De tudo, o tudo que é tudo,
Continue o mesmo nada.
Garante tudo por certo e sabido.
Isola o pensamento,
E toma tudo, por certo.
Tolda o pensamento, garante que tudo o que é certo,
Como mesmo.
Que tudo na vida
Seja o mesmo que o nada, que a vida é.
O mesmo tom, o mesmo brilho,
A mesma luz, a mesma voz.
De tudo, o tudo que é tudo,
Continue o mesmo nada.
Sintonias

Penso em tudo o que digo
E em nada do que falo.
Imagino aquilo que falo, pensando.
Uma linha, uma ideia, um conceito
Um pensamento concreto, do abstracto que é a vida
E mais do que aquilo que a vida é.
No escuro ou de dia
Escondo entre quatro paredes do coração,
As palavras que me prendem.
Amor, sem razão.
Perdão, sem paixão. (Perdão, que não te a dão.)
Sofrer, sem saber.
Chorar, para me lavar
Aquilo que de mim restar.
sábado, 24 de março de 2007
Olhar...

Olhar lá para longe, um outro olhar
que me abraça, um outro olhar que me protege.
Olha-me, beija-me, sabe tudo o que sinto que sei.
Quero isto e muito mais do que isso.
Olho para longe e sonho com esse amor que me persegue,
muda tanto quanto as estações do ano.
Muda a cor, como muda a corrente do mar e do vento, muda tudo...
Abraça tudo,
tudo aquilo que é importante,
tudo aquilo que sonhas,
tudo aquilo que queres.
Porque tudo na vida, muda.
quinta-feira, 22 de março de 2007
Anatomia do Turista
Agora que aí vem o Verão, vejamos como é composto esse "animal" turístico que abunda pela nossa costa portuguesa. Sabe-se que o Bifus Camonus costuma "pastar" nas verdejantes planicies algarvias. É do conhecimento dos cientistas, que os seus desportos favoritos em Portugal são: O Golf, as cervejas, apanhar um belo escaldão, e...mais cervejas.
Vejamos então, a sua Anatomia:

- "Chapéu Safari "Algarve"
- Carinha de espanto.
O turista expõe a sua pele branca e frágil ao sol português,
e faz automaticamente um sorriso idiota.
- Camisa Tropical de cores berrantes
- Bijuteria impingida pelos indígenas.
Não são tradicionais dessa região,
mas o turista não o sabe.
Os preços são chocantes,
mas ele paga o que for necessário...
- Chinelo 47;
- Super-Mega-Tourist-Back-Pack.
O turista carrega os seus bens às costas como um bom gastropode.
Carrega a sua roupa, comida para vários meses, electrodomésticos,
colchões e alguns familiares."
Dizem que esta é uma espécie em vias de extinção, não se sabe ao certo para onde vão, nem de onde vieram, mas parece que em Portugal, estes, vieram para ficar...
Vejamos então, a sua Anatomia:

- "Chapéu Safari "Algarve"
- Carinha de espanto.
O turista expõe a sua pele branca e frágil ao sol português,
e faz automaticamente um sorriso idiota.
- Camisa Tropical de cores berrantes
- Bijuteria impingida pelos indígenas.
Não são tradicionais dessa região,
mas o turista não o sabe.
Os preços são chocantes,
mas ele paga o que for necessário...
- Chinelo 47;
- Super-Mega-Tourist-Back-Pack.
O turista carrega os seus bens às costas como um bom gastropode.
Carrega a sua roupa, comida para vários meses, electrodomésticos,
colchões e alguns familiares."
Dizem que esta é uma espécie em vias de extinção, não se sabe ao certo para onde vão, nem de onde vieram, mas parece que em Portugal, estes, vieram para ficar...
Enigma??
Uma amiga enviou-me isto, não resisti e tive que a por no blog...
PORTINGLÊS
Ler bem devagar (em Português) para perceber...
Um Inglês a viver em Portugal ia fazendo um esforço para dizer umas coisas em Português.
Foi ao supermercado e fez a seguinte lista:
- Pay she
- MacCaron
- My on easy
- All face
- Car need boy (may you kill oh!)
- Spar get
- Her villas
- Key jo (parm soon)
- Cow view floor
- Pee men too
- Better hab
- Lee moon
- Bear in gel
Ao chegar a casa, bateu com a mão na testa e disse:
- Food ace! Is key see me do too much! Put a keep are you!
PORTINGLÊS
Ler bem devagar (em Português) para perceber...
Um Inglês a viver em Portugal ia fazendo um esforço para dizer umas coisas em Português.
Foi ao supermercado e fez a seguinte lista:
- Pay she
- MacCaron
- My on easy
- All face
- Car need boy (may you kill oh!)
- Spar get
- Her villas
- Key jo (parm soon)
- Cow view floor
- Pee men too
- Better hab
- Lee moon
- Bear in gel
Ao chegar a casa, bateu com a mão na testa e disse:
- Food ace! Is key see me do too much! Put a keep are you!
domingo, 18 de março de 2007
domingo, 11 de março de 2007
OviBeja 2007...
sexta-feira, 9 de março de 2007
Poemas para todas as mulheres...
Porque ontem foi Dia Internacional da Mulher...

Vinicius de Moraes
"No teu branco seio eu choro.
Minhas lágrimas descem pelo teu ventre
E se embebedam do perfume do teu sexo.
Mulher, que máquina és, que só me tens desesperado
Confuso, criança para te conter!
Oh, não feches os teus braços sobre a minha tristeza não!
Ah, não abandones a tua boca à minha inocência, não!
Homem sou belo
Macho sou forte, poeta sou altíssimo
E só a pureza me ama e ela é em mim uma cidade e tem mil e uma portas.
Ai! teus cabelos recendem à flor da murta
Melhor seria morrer ou ver-te morta
E nunca, nunca poder te tocar!
Mas, fauno, sinto o vento do mar roçar-me os braços
Anjo, sinto o calor do vento nas espumas
Passarinho, sinto o ninho nos teus pêlos...
Correi, correi, ó lágrimas saudosas
Afogai-me, tirai-me deste tempo
Levai-me para o campo das estrelas
Entregai-me depressa à lua cheia
Dai-me o poder vagaroso do soneto, dai-me a iluminação das odes, dai-me o cântico dos cânticos
Que eu não posso mais, ai!
Que esta mulher me devora!
Que eu quero fugir, quero a minha mãezinha quero o colo de Nossa Senhora!"
Poema extraído do livro "Vinicius de Moraes — Poesia completa e Prosa"

Vinicius de Moraes
"No teu branco seio eu choro.
Minhas lágrimas descem pelo teu ventre
E se embebedam do perfume do teu sexo.
Mulher, que máquina és, que só me tens desesperado
Confuso, criança para te conter!
Oh, não feches os teus braços sobre a minha tristeza não!
Ah, não abandones a tua boca à minha inocência, não!
Homem sou belo
Macho sou forte, poeta sou altíssimo
E só a pureza me ama e ela é em mim uma cidade e tem mil e uma portas.
Ai! teus cabelos recendem à flor da murta
Melhor seria morrer ou ver-te morta
E nunca, nunca poder te tocar!
Mas, fauno, sinto o vento do mar roçar-me os braços
Anjo, sinto o calor do vento nas espumas
Passarinho, sinto o ninho nos teus pêlos...
Correi, correi, ó lágrimas saudosas
Afogai-me, tirai-me deste tempo
Levai-me para o campo das estrelas
Entregai-me depressa à lua cheia
Dai-me o poder vagaroso do soneto, dai-me a iluminação das odes, dai-me o cântico dos cânticos
Que eu não posso mais, ai!
Que esta mulher me devora!
Que eu quero fugir, quero a minha mãezinha quero o colo de Nossa Senhora!"
Poema extraído do livro "Vinicius de Moraes — Poesia completa e Prosa"
domingo, 4 de março de 2007
Lua...

Lua, noite e fria
Louca de desejo
Nua na rua,
Com sapatinhos de vermelho.
Lua casa na rua
A lua louca de desejo.
Esconde-se na sombra a Lua,
No sol que a deseja nua.
A rua fria e dura.
A lua insinua…
O sol diz que a desfruta.
Lua, fria e dura,
Ontem estava nua,
Hoje está madura.
Ontem, quente e sua.
Hoje, fria e crua.
Maldita noite que não há Lua,
Sem noite que a atura.
sábado, 24 de fevereiro de 2007
Elas...
As mulheres são o meu porto-de-abrigo.
Os homens, são meus amigos.
Há lá uma de quem gosto,
mais que a praia,
cheiro ou mar.
Sem saia saltitona,
sabe mais essa Sabichona.
Sobe o mar, as ondas,
mais altas que a própria sombra.
A menina saltitona,
é mais esperta que a onça.
Sobe de saltos altos,
Na areia da vida
Ela, é mais um dia...
Os homens, são meus amigos.
Há lá uma de quem gosto,
mais que a praia,
cheiro ou mar.
Sem saia saltitona,
sabe mais essa Sabichona.
Sobe o mar, as ondas,
mais altas que a própria sombra.
A menina saltitona,
é mais esperta que a onça.
Sobe de saltos altos,
Na areia da vida
Ela, é mais um dia...
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
"O que te surpreende na Humanidade?"

Foi o que perguntaram ao Dalai Lama, no qual ele respondeu:
"Os homens...porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer...e morrem como se nunca tivessem vivido."
Será então que a vida de um Homem se resume a isto?
Alheio a tudo, demasiado preocupado com o dinheiro,e deixa-se de preocupar com aquilo que realmente interessa? Somos então escravos do dinheiro?
Sem saber o verdadeiro valor da Felicidade, do Amor? Da Saúde?
O que é então mais importante para a Humanidade?
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
Para pensar...
"Saber esperar, não é uma dádiva. É um milagre!"
Se não soubermos esperar então estaremos à espera dum milagre? Se não fizermos algo para que alguma coisa aconteça, iremos estar à espera de um milagre? Por vezes, "o milagre", somos nós que o fazemos. Por vezes, nem nos damos conta dele, mas fazemo-lo.
Se não soubermos esperar então estaremos à espera dum milagre? Se não fizermos algo para que alguma coisa aconteça, iremos estar à espera de um milagre? Por vezes, "o milagre", somos nós que o fazemos. Por vezes, nem nos damos conta dele, mas fazemo-lo.
Momento...
Palavras, sentimentos, razões inseguras humanas,
Escondidas, obscuras, mentiras.
Perdidos, dias, noites, pensamentos...
Sonhos transformados em pesadelos.
Silêncios ruídosos, que se infiltram nos ouvidos, mas não se ouvem.
Gestos, simples momentos de magia. Olhares, mais que tudo...são Tudo.
Frases incoerentes, de corações incoerentes, palavras perdidas no vento,
Vindas da cabeça perdida nas sensações do quotidiano. Um dia escuro e chuvoso,
Um outro mais azul e brilhante, mais sorridente, mais branco.
Corações ardentes de desejos, outros porém inflamados de raiva, dor e mágoa.
Sempre, sempre assim não sei se é melhor...viver ou ficar por viver.
Ver, escutar, olhar, sentir, e cheirar.
Mundos mudos de tudo, mudos da vida, das sensações, de perdões, das vidas,
Humanas cada vez mais inumanas, mais sentidas com falta de humanismo, perdido algures numa gruta, escura, sombria, feita de horrores, odores de choros, de gritos, de nomes, e de qualquer coisa mais do que isto...
O que é a vida, senão um Momento?
Mais? Não sei...
Escondidas, obscuras, mentiras.
Perdidos, dias, noites, pensamentos...
Sonhos transformados em pesadelos.
Silêncios ruídosos, que se infiltram nos ouvidos, mas não se ouvem.
Gestos, simples momentos de magia. Olhares, mais que tudo...são Tudo.
Frases incoerentes, de corações incoerentes, palavras perdidas no vento,
Vindas da cabeça perdida nas sensações do quotidiano. Um dia escuro e chuvoso,
Um outro mais azul e brilhante, mais sorridente, mais branco.
Corações ardentes de desejos, outros porém inflamados de raiva, dor e mágoa.
Sempre, sempre assim não sei se é melhor...viver ou ficar por viver.
Ver, escutar, olhar, sentir, e cheirar.
Mundos mudos de tudo, mudos da vida, das sensações, de perdões, das vidas,
Humanas cada vez mais inumanas, mais sentidas com falta de humanismo, perdido algures numa gruta, escura, sombria, feita de horrores, odores de choros, de gritos, de nomes, e de qualquer coisa mais do que isto...
O que é a vida, senão um Momento?
Mais? Não sei...
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Livres...???
Livres, são os pensamentos da mulher,
Livres, são as opções da mulher...
Porque não é ela também livre de escolher, o que do ventre quer fazer? Se fazer nascer ou "expulsar"?
Livre de consciência moral, livre de consciência social, livre...livre de tudo e de todos.
Porque os homens e mulheres quando nascem...nascem livres.
Livres de alguém que é livre, ou talvez não.
Livres, são as opções da mulher...
Porque não é ela também livre de escolher, o que do ventre quer fazer? Se fazer nascer ou "expulsar"?
Livre de consciência moral, livre de consciência social, livre...livre de tudo e de todos.
Porque os homens e mulheres quando nascem...nascem livres.
Livres de alguém que é livre, ou talvez não.
domingo, 4 de fevereiro de 2007
O que o tempo faz...
Dizem que o tempo cura tudo. Eu não acho que o tempo cure...apenas faz desvanecer um sentimento. Um sentimento, que dói e se sente. Será errado dizer que se gosta de alguém e depois termos que sofrer por esse sentimento? Que pequenez nos faz sentir...que nos fere, que nos põe tristes, que nos derrota, que nos põe uma venda nos olhos para não vermos mais a luz.
Escrevo hoje sobre sentimentos de dor, e de tempo. Porque são as minhas maiores fraquezas .
O tempo o meu maior inimigo, e a "dor", porque é a minha maior fraqueza. Sei que tenho grandes amigos que me apoiam, e que estão comigo, mas sei também que não vão ser eles que vão tirar-me deste sentimento profundo, de mágoa, de solidão, de impotência perante a vida. Quando se sonha alto demais...perde-se.
Perde-se a noção do que é racional, perde-se a noção de quem somos, e do que deveriamos verdadeiramente fazer.
A raiva entra, e apodera-se do corpo, da boca e das palavras. Respira-se fundo, fica-se durante uns momentos sozinho, fechado no meu mundo, e pensar no que é realmente importante para mim. Agora, digo apenas um...até já.
Escrevo hoje sobre sentimentos de dor, e de tempo. Porque são as minhas maiores fraquezas .
O tempo o meu maior inimigo, e a "dor", porque é a minha maior fraqueza. Sei que tenho grandes amigos que me apoiam, e que estão comigo, mas sei também que não vão ser eles que vão tirar-me deste sentimento profundo, de mágoa, de solidão, de impotência perante a vida. Quando se sonha alto demais...perde-se.
Perde-se a noção do que é racional, perde-se a noção de quem somos, e do que deveriamos verdadeiramente fazer.
A raiva entra, e apodera-se do corpo, da boca e das palavras. Respira-se fundo, fica-se durante uns momentos sozinho, fechado no meu mundo, e pensar no que é realmente importante para mim. Agora, digo apenas um...até já.
domingo, 28 de janeiro de 2007
Na noite fria...
Na noite fria,
Aqueço a boca no teu peito,
No teu corpo me deleito.
Na noite fria,
Aqueço no peito, o teu corpo,
Num olhar, o desejo.
O que é frágil e doce, quero provar
Para mais tarde recordar.
Não sei o que pensar,
Não sei o que fazer.
Só sei que em ti, mais não pensarei.
Se ao gosto da boca, não fizer.
Um beijo forte, intenso, escondido pedirei,
Num beco ao luar, com o sol a espreitar…
O beijo, sem pensar.
Aqueço a boca no teu peito,
No teu corpo me deleito.
Na noite fria,
Aqueço no peito, o teu corpo,
Num olhar, o desejo.
O que é frágil e doce, quero provar
Para mais tarde recordar.
Não sei o que pensar,
Não sei o que fazer.
Só sei que em ti, mais não pensarei.
Se ao gosto da boca, não fizer.
Um beijo forte, intenso, escondido pedirei,
Num beco ao luar, com o sol a espreitar…
O beijo, sem pensar.
Profundo...
Profundo...profundo o sentimento, como o olhar.
Profundo como as palavras,
Profundo...como o coração está...
A Primavera, vai chegar, e novas folhas vão nascer,
novas flores vão desabrochar,
Para fazer de novo do melancólico sentimento de dor,
Um sorriso cheio de amor.
Não importa as portas que vão fechar,
Interessa sim, aquelas que vão abrir.
Olha lá pra fora,
Ao longe uma luz, diz-te adeus, talvez um até já.
Profundo como as palavras,
Profundo...como o coração está...
A Primavera, vai chegar, e novas folhas vão nascer,
novas flores vão desabrochar,
Para fazer de novo do melancólico sentimento de dor,
Um sorriso cheio de amor.
Não importa as portas que vão fechar,
Interessa sim, aquelas que vão abrir.
Olha lá pra fora,
Ao longe uma luz, diz-te adeus, talvez um até já.
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
Porque ainda existe...
Façam como eu! http://www.lightamillioncandles.com/, e acendam uma "vela virtual" por todas as crianças que são usadas como "objectos" de indole sexual e como braço de trabalho, em vez de fazerem aquilo que as crianças deveriam fazer: Brincar.Não custa nada, é só irem lá...Obrigado.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Ser ou não ser...eis a questão!
in: www.myboodoo.blogspot.comNão vou fazer campanha quer a favor, quer contra o tema da "despenalização do aborto" porque creio que cabe a cada um de nós essa decisão. Uma decisão, de consciência.
Vim falar deste assunto porque é essencial, os jovens portugueses também se envolverem na acção e participação da vida social e que também é do nosso próprio interesse, saber afinal quais são as nossas opiniões àcerca de um tema tão polémico, quanto absurdo. Desde muito pequenos, ouvimos dizer que todos os Homens têm direito à vida e direito a ter um lugar de dignidade na sociedade. Mas olhando para isto tudo o que acontece à nossa volta, não me parece correcto sermos tão hipócritas se na verdade a última decisão cabe às mulheres que estão na situação de decidir o que fazem da vida delas, tomando ou não uma decisão correcta, mas que cabe ultimamente, por decidirem conscientemente no que irão fazer, sem interlocutores, sem juízos ético-morais, sem descriminações, sem maldade, e que unicamente deve prevalecer, a compreensão e a capacidade de perdoar de cada um de nós. Somos humanos, e como tal erramos por vezes, com decisões que mais tarde irão alterar por completo o nosso futuro e compromete-lo pelas decisões tomadas entretanto.
O significado da vida, deve ser reflectido, penso eu, de duas formas:
A 1ª, a mais complexa e difícil, imagino, pela mulher e somente por ela, a decisão de dar ou terminar a vida, esperando pois, a compreensão e o apoio. Pois, é isso que ela espera da família e dos amigos. A 2ª a mais fácil, para a sociedade, porque é maioritariamente católica e como tal, a favor da vida, deixando essa mulher, deixar crescer no seu ventre uma criança, mesmo que isso signifique uma criança nascida de um..."momento de descuido". Não sei ao certo se estou correcto, mas em Portugal a maior parte das mães portuguesas situam-se entre os 13 e os 18 anos de idade, (nesta situação de instabilidade, e que têm de decidir se fazem ou não um aborto). O que quer dizer, por outras palavras, entre a idade juvenil, até à adolescência, e por aí em diante até à idade adulta. Acredito que toda "a vida" tem direito a conhecer "a vida", mas e aquela que dá a vida? É marginalizada? Quando decidirem alguma coisa, o quer que seja na vossa vida, decidam de consciência livre, e sem preconceitos. Deus, perdoa, àqueles que se sintam culpados, e aos outros, também.
Vim falar deste assunto porque é essencial, os jovens portugueses também se envolverem na acção e participação da vida social e que também é do nosso próprio interesse, saber afinal quais são as nossas opiniões àcerca de um tema tão polémico, quanto absurdo. Desde muito pequenos, ouvimos dizer que todos os Homens têm direito à vida e direito a ter um lugar de dignidade na sociedade. Mas olhando para isto tudo o que acontece à nossa volta, não me parece correcto sermos tão hipócritas se na verdade a última decisão cabe às mulheres que estão na situação de decidir o que fazem da vida delas, tomando ou não uma decisão correcta, mas que cabe ultimamente, por decidirem conscientemente no que irão fazer, sem interlocutores, sem juízos ético-morais, sem descriminações, sem maldade, e que unicamente deve prevalecer, a compreensão e a capacidade de perdoar de cada um de nós. Somos humanos, e como tal erramos por vezes, com decisões que mais tarde irão alterar por completo o nosso futuro e compromete-lo pelas decisões tomadas entretanto.
O significado da vida, deve ser reflectido, penso eu, de duas formas:
A 1ª, a mais complexa e difícil, imagino, pela mulher e somente por ela, a decisão de dar ou terminar a vida, esperando pois, a compreensão e o apoio. Pois, é isso que ela espera da família e dos amigos. A 2ª a mais fácil, para a sociedade, porque é maioritariamente católica e como tal, a favor da vida, deixando essa mulher, deixar crescer no seu ventre uma criança, mesmo que isso signifique uma criança nascida de um..."momento de descuido". Não sei ao certo se estou correcto, mas em Portugal a maior parte das mães portuguesas situam-se entre os 13 e os 18 anos de idade, (nesta situação de instabilidade, e que têm de decidir se fazem ou não um aborto). O que quer dizer, por outras palavras, entre a idade juvenil, até à adolescência, e por aí em diante até à idade adulta. Acredito que toda "a vida" tem direito a conhecer "a vida", mas e aquela que dá a vida? É marginalizada? Quando decidirem alguma coisa, o quer que seja na vossa vida, decidam de consciência livre, e sem preconceitos. Deus, perdoa, àqueles que se sintam culpados, e aos outros, também.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
Praça da Republica de Beja publica...
Este é um assunto que atormenta a minha região e creio que todos, os que se interessam pelo bem-estar das suas regiões, e que estão indignados com o que está errado no nosso País. Por isso, devemos reclamar, porque temos esse direito.Então, escrevi...
"Como cidadão atento ao que acontece no nosso País e especialmente ao que acontece na nossa região, vejo com desagrado que, infelizmente, umas das promessas feitas pela "EDAB" não está a ser cumprida, ou então estive distraído, mas ainda não vi qualquer desenvolvimento no "futuro" Aeroporto de Beja.
Foi-nos prometido, ao informar os cidadãos, que as obras se iniciariam no Verão do ano passado e até hoje nada vi.
Li por alto, num outro jornal de referência regional (DA), que agora os chineses estão interessados no Aeroporto de Beja, como porto de desembarque para os seus "negócios da China". O que, mais uma vez, vai degradar ainda mais, o já moribundo comércio regional e nacional.
Não devia ser o ..."futuro" Aeroporto de Beja, um investimento para o desenvolvimento regional e nacional, tal como um pólo de desenvolvimento para a região, em relação ao Turismo por exemplo? O que andam a fazer os senhores da EDAB?
Não quero ser um velho do Restelo, mas creio que o nosso Alentejo vai continuar como sempre, e cada vez pior...um deserto."
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Paixão...
Paixão que nos rói,
No sangue, que ferve e que dói.
Paixão, é quente.
É aquilo, que toda a gente sente!
Paixões, embriagadas, arrebatadoras,
Assustam, o Homem, velho e novo.
É a paixão condutora,
De loucuras sãs, por vezes enganadoras.
É ela, que ao Mundo,
Ao velho e ao novo,
Dá, um mundo novo.
É assim a Paixão, senhora.
De aspirações sonhadoras,
Muitas, de momentos numa hora.
Outras, mais duradouras.
De aspirações mentirosas,
De momentos, cheiros de rosas.
É a paixão assim, senhoras.
No sangue, que ferve e que dói.
Paixão, é quente.
É aquilo, que toda a gente sente!
Paixões, embriagadas, arrebatadoras,
Assustam, o Homem, velho e novo.
É a paixão condutora,
De loucuras sãs, por vezes enganadoras.
É ela, que ao Mundo,
Ao velho e ao novo,
Dá, um mundo novo.
É assim a Paixão, senhora.
De aspirações sonhadoras,
Muitas, de momentos numa hora.
Outras, mais duradouras.
De aspirações mentirosas,
De momentos, cheiros de rosas.
É a paixão assim, senhoras.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2006
No Ano Novo...
Neste Novo Ano que aí vem, cheio de promessas, e de alegrias. Cheio de tristezas, humanas, dramáticas, e intensas. Um Ano Novo com novas causas humanitárias, naturais do nosso mundo, deste mundo para ajudar um outro mundo que não sabe o que é a tecnologia, o que é impostos, o que é o significado de alegria, pois veêm todos os dias a desgraça e só a desgraça, por vezes nos colos das mães, a pedir só um pouco mais...de ajuda. Em vez de gastar dinheiro em hóteis de luxo, por 2 dias. Balúrdios de dinheiro, que salvariam alguém, são gastos por...Luxúria.
Até lá...lembrem-se disto tudo e muito mais, quando derem o salto para 2007.
Até lá...lembrem-se disto tudo e muito mais, quando derem o salto para 2007.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
Madrinha...
Vou vos falar de uma pessoa de quem eu gosto muito, que me diz muito, que me preocupo muito, e que quero ver feliz.
Vou vos falar da minha Madrinha. Podia dizer-vos que é uma mulher linda, com um sorriso inconfundível, porque tem, podia-vos dizer que passei momentos inesquecíveis com ela, porque passei, e podia vos falar de muitas mais coisas, mas fico por aqui.
Vou vos falar dela, e andei a escrever muito sobre ela, mas nada estava bem escrito, para a descrever, para de alguma forma a homenagear, para lhe agradecer, tudo. Ela, para mim é tudo. É única. É uma mulher que amarei sempre do fundo do coração, e fico muito contente de ela ser minha Madrinha.
Falo dela, porque foi ela quem tocou no meu coração. Falo dela, porque nunca pensaria em me baptizar se ela não tivesse falado comigo. Pensei muito seriamente, na questão e irei me baptizar, tranquilo por ter pensado, reflectido numa conversa que tivemos e depois de tanto andar, houve duas coisas que me fizeram concordar com o baptismo. Nela, e em Deus.
Acredito em Deus, porque sem Ele, não tinha chegado ao fim, e Ele ouviu as minhas preces, e depois por ela, fiz o Caminho por mim, mas a pensar nela. É engraçado, porque hoje continuo a ter o mesmo carinho, talvez maior ainda, e agora, vai ser minha madrinha. Vai ser madrinha, porque foi ela que o disse que iria ser e eu aceitei sem exitar. Era sempre ela quem eu iria convidar em primeiro lugar.
Termino com o desejo, de ser sempre um amigo especial para toda a vida, e desejando sempre que o futuro lhe traga alegrias pessoais e profissionais.
Adooooorooooooooo-teeeeeeeeeeee!!************** XD ************
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
Um conto de Natal...
"Os presépios"
"...Os presépios, antigos, novos, relíquias das avózinhas, ou daqueles mais baratuchos, "chinezadas", dão todos mote a uma época especial; O Natal. Enchem as casas de alegria, e de cor, pois não são só as crianças que fazem o Natal, nós também o fazemos, à nossa maneira. Enfeitando as nossas casas, com velas alusivas ao Natal, ou simplesmente decorando uma árvore (pinheiro) despida, sem "glamour", sem graça, e sem alma. As luzes, os seus diamantes e rubis, esmeraldas belas que a fazem sorrir. Pérolas magníficas! As fitas, decoram-na fazendo-a parecer que trás vestida, um vestido "très chique", qual Christian Dior, ou Armani, a bem dizer...A árvore, está composta. Falta o pó-de-arroz, um pouco de "rouge", o "batôn" e por último os brincos, pormenores.O pó-de-arroz, não é nada mais nada menos que um pouco de neve artificial espalhada pelos miúdos, o "rouge" e o "batôn", é o amor e o carinho com que a árvore foi feita pela família que contribuiu para ser uma árvore tão..."Fashion". Ao enfeitá-la lembram-se sempre dos amigos, dos que vivem, e dos que já partiram. Vivem com esperança no futuro e com saudades do passado. Os brincos, os brincos são as carismáticas bolas, que todos os anos se encontram nas lojas à venda ou no comércio tradicional, ou num shopping qualquer, vazio de calor humano, em troca de consumismo puro e duro. A simpatia, porém de quem lá faz o seu negócio, é presente, sempre nesta altura do ano. Bolas, redondinhas e pequeninas, ou redondas e grandes. De feitios e cores diferentes, com ilustrações ou sem ilustrações, com muitos brilhantes ou vazia.Falta-me um pormenor que me lembrei agora, os anéis. Sim, os anéis, porque senhora que é senhora tem de ter anéis, e uma árvore é uma Senhora!Os anéis, não nada mais que os bonequinhos redondinhos, gostosos e gulosos, a que já há muitos séculos chamamos de "chocolates". Pais Natal, grandes, pequenos, de formas redondas, quadradas, aquilo que houver...são os anéis que os miúdos, quais Robin dos Bosques, desaparecem das àrvores, não para dar aos pobres, mas para dar às "pobres" barrigas gulosas e famintas de um doce. Como são felizes, a criançada. No outro lado do Mundo, onde não há presépio, não há árvore, não há nada...Natal para elas, é quando têm um prato de arroz para comer."
"...Os presépios, antigos, novos, relíquias das avózinhas, ou daqueles mais baratuchos, "chinezadas", dão todos mote a uma época especial; O Natal. Enchem as casas de alegria, e de cor, pois não são só as crianças que fazem o Natal, nós também o fazemos, à nossa maneira. Enfeitando as nossas casas, com velas alusivas ao Natal, ou simplesmente decorando uma árvore (pinheiro) despida, sem "glamour", sem graça, e sem alma. As luzes, os seus diamantes e rubis, esmeraldas belas que a fazem sorrir. Pérolas magníficas! As fitas, decoram-na fazendo-a parecer que trás vestida, um vestido "très chique", qual Christian Dior, ou Armani, a bem dizer...A árvore, está composta. Falta o pó-de-arroz, um pouco de "rouge", o "batôn" e por último os brincos, pormenores.O pó-de-arroz, não é nada mais nada menos que um pouco de neve artificial espalhada pelos miúdos, o "rouge" e o "batôn", é o amor e o carinho com que a árvore foi feita pela família que contribuiu para ser uma árvore tão..."Fashion". Ao enfeitá-la lembram-se sempre dos amigos, dos que vivem, e dos que já partiram. Vivem com esperança no futuro e com saudades do passado. Os brincos, os brincos são as carismáticas bolas, que todos os anos se encontram nas lojas à venda ou no comércio tradicional, ou num shopping qualquer, vazio de calor humano, em troca de consumismo puro e duro. A simpatia, porém de quem lá faz o seu negócio, é presente, sempre nesta altura do ano. Bolas, redondinhas e pequeninas, ou redondas e grandes. De feitios e cores diferentes, com ilustrações ou sem ilustrações, com muitos brilhantes ou vazia.Falta-me um pormenor que me lembrei agora, os anéis. Sim, os anéis, porque senhora que é senhora tem de ter anéis, e uma árvore é uma Senhora!Os anéis, não nada mais que os bonequinhos redondinhos, gostosos e gulosos, a que já há muitos séculos chamamos de "chocolates". Pais Natal, grandes, pequenos, de formas redondas, quadradas, aquilo que houver...são os anéis que os miúdos, quais Robin dos Bosques, desaparecem das àrvores, não para dar aos pobres, mas para dar às "pobres" barrigas gulosas e famintas de um doce. Como são felizes, a criançada. No outro lado do Mundo, onde não há presépio, não há árvore, não há nada...Natal para elas, é quando têm um prato de arroz para comer."
domingo, 17 de dezembro de 2006
Carta a..."Miguel Esteves Cardoso"
País Absurdo
"Somos um país absurdo. Somos portugueses absurdos. Somos porque está na nossa essência, é algo que está dentro de nós, enraizado talvez culturalmente, ou pela sociedade que cultiva essa mesma cultura do “absurdo”. Achei absolutamente delicioso, a entrevista em que o Miguel Esteves Cardoso foi figura central, despertando as mentes portuguesas, que viam a RTP àquela hora, pois sabemos que a maioria dos portugueses gostam mais de ver uma novela com florzinhas e mentirinhas do que uma entrevista interessante de alguém que merece a consideração dos portugueses e intelectuais. Poucos, mas há! Realmente despertei para essa “chamada de atenção”, porque afinal somos um país que vive de absurdos, porque continuam a viver acima das possibilidades, mas depois, como sempre…logo se vê! Continuamos no mesmo disparate de criarmos ilusões acerca de tudo, sobre tudo. De termos sempre razão, mesmo quando não a temos e no final de qualquer discussão, somos sempre os últimos a ter a palavra, mesmo quando já perdemos o direito de a ter. Somos portugueses, ingénuos porque acreditamos nos políticos, somos portugueses que ingenuamente acreditam no amor, mas somos batalhadores nisso, e nisso há que dar a mão à palmatória. Somos românticos inveterados. Somos um país doce. Um país de doces e brandos costumes, de doces prazeres, de doces conversas. Um país de boa comida e que sabe bem receber. Nisso, é verdade.
Somos excelentes anfitriões, dos melhores do mundo, sem dúvida! Somos muito mais que isso, só que vivemos num país absurdo, que por muito que digamos o que está mal, falamos, falamos, falamos, falamos, falamos mas ninguém faz nada! Somos absurdos porque temos sempre soluções para os outros, mas nunca temos soluções para a nossa vida, para os nossos interesses particulares, para as nossas dívidas, para a resolução de amores mal resolvidos…
Absurdos, porque acreditamos que ainda seremos um povo maior que a Alemanha, a França ou a Itália, por exemplo. Nunca poderemos ser o que sonhamos porque Portugal, já não está no séc. XVI, e já não é o “todo-poderoso” “Império Lusitano”. Vivemos na ilusão de um dia podermos ser melhores do que já somos. Mas aqui, é que todos se enganam. Nós somos bons! Melhores até que os ingleses, espanhóis, ou até mesmo os franceses ou italianos. Temos uma natural propensão para as línguas como poucos. Nós soubemos mais de navegação que qualquer outro país europeu. Sabemos hoje mais de ciência e de tecnologia, de música, de literatura, de saúde, de futebol…sabemos de Tudo.
Sabemos mais da vida dos outros, do que da nossa! Só podemos ser bons! É verdade! Sabemos muito mais do que nós próprios pensamos e muito mais do que aquilo que os outros pensam sobre o que nós pensamos que sabemos. Porque quando pensamos…somos os melhores.
E isso, é absurdo. A maneira como o Miguel Esteves Cardoso pensa sobre os portugueses, despertou aquilo que me fez rir, porque é verdade. Os portugueses não podem ter poder, não se lhes pode dar poder, nem o mínimo que seja, que automaticamente se tornam “monstros” como “carinhosamente” os chama, pelo facto de o poder dar às pessoas poder para serem autoritárias, quando na realidade, o poder é uma forma de dar responsabilidade(s). Somos assim absurdos com o poder porque vivemos demasiado tempo numa gaiola autoritária que sempre reprimiu os portugueses, principalmente, os mais pequenos e hoje com a Democracia não sabemos controlar um estado de ansiedade. Um estado de ansiedade chamado “Poder”. Somos absurdos até nisso, porque como já ouvi dizer:”Um grande poder, traz grandes responsabilidades” e temos de estar à altura delas, mas nós…ainda não estamos.
Temos sempre solução para tudo e em tudo, temos sempre a melhor solução para o mal da vida e das coisas que acontecem aos outros. Para nós…o caso muda de figura, somos sempre muito tristes, como o Fado! Somos tão absurdos, que mesmo tendo uma equipa de futebol, com grandes futebolistas e com treinadores respeitáveis, lá tem de o “português absurdo” comprar de vez em quando, um árbitro que esteja em saldo, um fiscal de vez em quando, um…qualquer coisa de vez em quando.
Temos o defeito de copiar na escola e deixarem que copiem e depois mais tarde temos a mania de “comprar”, é como um tique! Toma lá, dá cá…
Sabemos muitas das vezes que somos culpados por aquilo que nos acontece, porque não pensamos a longo prazo, é sempre o desenrasca e o, ”logo se vê”.
Depois damo-nos mal, como sempre. Podemos até não ir presos pelo mal que fizemos mas ficamos marcados. Sabemos que muitas das vezes até temos jeito para fazer as coisas bem, mas “portuga” que é “portuga”…”logo vê!”.Deixo um recado ao País absurdo: “Não pensem que são absurdos, como ofensa, e nem pensem que são absurdos porque alguém disse que são. Acreditem que são melhores, porque realmente são melhores, e acreditem que podem ser melhores, porque em tudo, o sonho, faz parte da vida”."
"Somos um país absurdo. Somos portugueses absurdos. Somos porque está na nossa essência, é algo que está dentro de nós, enraizado talvez culturalmente, ou pela sociedade que cultiva essa mesma cultura do “absurdo”. Achei absolutamente delicioso, a entrevista em que o Miguel Esteves Cardoso foi figura central, despertando as mentes portuguesas, que viam a RTP àquela hora, pois sabemos que a maioria dos portugueses gostam mais de ver uma novela com florzinhas e mentirinhas do que uma entrevista interessante de alguém que merece a consideração dos portugueses e intelectuais. Poucos, mas há! Realmente despertei para essa “chamada de atenção”, porque afinal somos um país que vive de absurdos, porque continuam a viver acima das possibilidades, mas depois, como sempre…logo se vê! Continuamos no mesmo disparate de criarmos ilusões acerca de tudo, sobre tudo. De termos sempre razão, mesmo quando não a temos e no final de qualquer discussão, somos sempre os últimos a ter a palavra, mesmo quando já perdemos o direito de a ter. Somos portugueses, ingénuos porque acreditamos nos políticos, somos portugueses que ingenuamente acreditam no amor, mas somos batalhadores nisso, e nisso há que dar a mão à palmatória. Somos românticos inveterados. Somos um país doce. Um país de doces e brandos costumes, de doces prazeres, de doces conversas. Um país de boa comida e que sabe bem receber. Nisso, é verdade.
Somos excelentes anfitriões, dos melhores do mundo, sem dúvida! Somos muito mais que isso, só que vivemos num país absurdo, que por muito que digamos o que está mal, falamos, falamos, falamos, falamos, falamos mas ninguém faz nada! Somos absurdos porque temos sempre soluções para os outros, mas nunca temos soluções para a nossa vida, para os nossos interesses particulares, para as nossas dívidas, para a resolução de amores mal resolvidos…
Absurdos, porque acreditamos que ainda seremos um povo maior que a Alemanha, a França ou a Itália, por exemplo. Nunca poderemos ser o que sonhamos porque Portugal, já não está no séc. XVI, e já não é o “todo-poderoso” “Império Lusitano”. Vivemos na ilusão de um dia podermos ser melhores do que já somos. Mas aqui, é que todos se enganam. Nós somos bons! Melhores até que os ingleses, espanhóis, ou até mesmo os franceses ou italianos. Temos uma natural propensão para as línguas como poucos. Nós soubemos mais de navegação que qualquer outro país europeu. Sabemos hoje mais de ciência e de tecnologia, de música, de literatura, de saúde, de futebol…sabemos de Tudo.
Sabemos mais da vida dos outros, do que da nossa! Só podemos ser bons! É verdade! Sabemos muito mais do que nós próprios pensamos e muito mais do que aquilo que os outros pensam sobre o que nós pensamos que sabemos. Porque quando pensamos…somos os melhores.
E isso, é absurdo. A maneira como o Miguel Esteves Cardoso pensa sobre os portugueses, despertou aquilo que me fez rir, porque é verdade. Os portugueses não podem ter poder, não se lhes pode dar poder, nem o mínimo que seja, que automaticamente se tornam “monstros” como “carinhosamente” os chama, pelo facto de o poder dar às pessoas poder para serem autoritárias, quando na realidade, o poder é uma forma de dar responsabilidade(s). Somos assim absurdos com o poder porque vivemos demasiado tempo numa gaiola autoritária que sempre reprimiu os portugueses, principalmente, os mais pequenos e hoje com a Democracia não sabemos controlar um estado de ansiedade. Um estado de ansiedade chamado “Poder”. Somos absurdos até nisso, porque como já ouvi dizer:”Um grande poder, traz grandes responsabilidades” e temos de estar à altura delas, mas nós…ainda não estamos.
Temos sempre solução para tudo e em tudo, temos sempre a melhor solução para o mal da vida e das coisas que acontecem aos outros. Para nós…o caso muda de figura, somos sempre muito tristes, como o Fado! Somos tão absurdos, que mesmo tendo uma equipa de futebol, com grandes futebolistas e com treinadores respeitáveis, lá tem de o “português absurdo” comprar de vez em quando, um árbitro que esteja em saldo, um fiscal de vez em quando, um…qualquer coisa de vez em quando.
Temos o defeito de copiar na escola e deixarem que copiem e depois mais tarde temos a mania de “comprar”, é como um tique! Toma lá, dá cá…
Sabemos muitas das vezes que somos culpados por aquilo que nos acontece, porque não pensamos a longo prazo, é sempre o desenrasca e o, ”logo se vê”.
Depois damo-nos mal, como sempre. Podemos até não ir presos pelo mal que fizemos mas ficamos marcados. Sabemos que muitas das vezes até temos jeito para fazer as coisas bem, mas “portuga” que é “portuga”…”logo vê!”.Deixo um recado ao País absurdo: “Não pensem que são absurdos, como ofensa, e nem pensem que são absurdos porque alguém disse que são. Acreditem que são melhores, porque realmente são melhores, e acreditem que podem ser melhores, porque em tudo, o sonho, faz parte da vida”."
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Balanço da vida...2006
É quase Natal, é tempo das prendas para os miúdos, é tempo de ver o dinheiro voar da carteira dos pais, é tempo de estarmos junto daqueles que mais gostamos. É a altura de fazermos um balanço do ano. Os prós e contras de 2006. Eu direi que o meu balanço até agora foi..."positivinho". "Positivinho", por uma razão. Porque podia ser muito melhor e só não foi, por minha e única responsabilidade.
Consequências de ser um "terrible enfant"!
Os prós deste ano foram e são muito especiais porque mudaram a minha vida, para melhor, fizeram-me crescer quer pessoalmente quer profissionalmente. A minha Mónica, a madrinha, que é uma mulher fantástica, com quem aprendi muito sobre a vida, e vai ficar sempre no meu coração. Depois tenho de agradecer a dois amigos que me ajudaram muito em tudo, ao Miguel e ao Paraíso, que a nível pessoal e profissional sempre estiveram a meu lado. À malta de Carcavelos, que sempre se mostraram grandes companheiros, e tenho-os como irmãos. À Susaninha, uma amiga fantástica, pra tudo! (Ainda vais ter de me explicar isso das..."madeixas cheias de truques" lol) Para terminar, tenho de falar de duas pessoas que este ano foram vitais para acabarem "positivinho". Uma é a minha irmã, que 2 anos depois de estar longe de "moi", aproximámo-nos muito e isso deixa-me contente e sei que agora podemos contar sempre um com o outro, no que for preciso. A outra pessoa tem um agradecimento profissional e humano também, porque as pessoas são feitas de carne e osso e tem sentimentos e por isso também merecem ser reconhecidas, quando merecem! Ao Luís Ferro, o meu formador da PT que foi excelente quer na abordagem ao formandos, na forma descontraída que nos recebeu e nos pôs "à vontadex", mas sempre mantendo a distância, mantendo sempre o profissionalismo que nos transmitia. A ele, um abraço e um obrigado. Falo da madrinha e não falo do padrinho, dizem vocês, e muito bem. E eu passo a explicar: O padrinho é uma figura carismática na minha vida, porque foi com ele que percebi que a vida pode ser levada com calma, sem excessos, sem euforia, sem...muito sal, nem sem demasiado açúcar. Padrinho, já me conheces há quase 14 anos para quê mais agradecimentos né! :p
Os contras...bem os contras...podia ter mais dinheiro e não tive, podia ter um emprego no meu ramo e não tenho, podia concretizar alguns projectos pessoais e não posso, queria ver os meus amigos mais vezes e não posso, queria escrever mais, mas não há nada no mundo, no País, na região, na localidade, na cidade, no bairro ou em casa que possa escrever, para vos dizer que os contras afinal, foram poucos. Mas como estou, como o país está, como os jovens estão...só vos posso dizer que este ano, foi..."positivinho". Bom Natal e Bom Ano Novo!!
Consequências de ser um "terrible enfant"!
Os prós deste ano foram e são muito especiais porque mudaram a minha vida, para melhor, fizeram-me crescer quer pessoalmente quer profissionalmente. A minha Mónica, a madrinha, que é uma mulher fantástica, com quem aprendi muito sobre a vida, e vai ficar sempre no meu coração. Depois tenho de agradecer a dois amigos que me ajudaram muito em tudo, ao Miguel e ao Paraíso, que a nível pessoal e profissional sempre estiveram a meu lado. À malta de Carcavelos, que sempre se mostraram grandes companheiros, e tenho-os como irmãos. À Susaninha, uma amiga fantástica, pra tudo! (Ainda vais ter de me explicar isso das..."madeixas cheias de truques" lol) Para terminar, tenho de falar de duas pessoas que este ano foram vitais para acabarem "positivinho". Uma é a minha irmã, que 2 anos depois de estar longe de "moi", aproximámo-nos muito e isso deixa-me contente e sei que agora podemos contar sempre um com o outro, no que for preciso. A outra pessoa tem um agradecimento profissional e humano também, porque as pessoas são feitas de carne e osso e tem sentimentos e por isso também merecem ser reconhecidas, quando merecem! Ao Luís Ferro, o meu formador da PT que foi excelente quer na abordagem ao formandos, na forma descontraída que nos recebeu e nos pôs "à vontadex", mas sempre mantendo a distância, mantendo sempre o profissionalismo que nos transmitia. A ele, um abraço e um obrigado. Falo da madrinha e não falo do padrinho, dizem vocês, e muito bem. E eu passo a explicar: O padrinho é uma figura carismática na minha vida, porque foi com ele que percebi que a vida pode ser levada com calma, sem excessos, sem euforia, sem...muito sal, nem sem demasiado açúcar. Padrinho, já me conheces há quase 14 anos para quê mais agradecimentos né! :p
Os contras...bem os contras...podia ter mais dinheiro e não tive, podia ter um emprego no meu ramo e não tenho, podia concretizar alguns projectos pessoais e não posso, queria ver os meus amigos mais vezes e não posso, queria escrever mais, mas não há nada no mundo, no País, na região, na localidade, na cidade, no bairro ou em casa que possa escrever, para vos dizer que os contras afinal, foram poucos. Mas como estou, como o país está, como os jovens estão...só vos posso dizer que este ano, foi..."positivinho". Bom Natal e Bom Ano Novo!!
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
Tranquilidade...
Oiço os pássaros a voar, as flores a crescer, o sol a despertar.
Oiço o silêncio da noite, e o bocejar da manhã,
O sol a acordar,
E a mamã a pensar.
Sussurro, para o silêncio não perturbar,
Mas a pensar, o silêncio, estou a incomodar.
Nas torres do vento anunciam, um novo começar.
Na planície, está num ninho, um passarinho a chilrear,
Que o silêncio...é um fechar, para um novo olhar.
Dedicado à Ciloca.
Oiço o silêncio da noite, e o bocejar da manhã,
O sol a acordar,
E a mamã a pensar.
Sussurro, para o silêncio não perturbar,
Mas a pensar, o silêncio, estou a incomodar.
Nas torres do vento anunciam, um novo começar.
Na planície, está num ninho, um passarinho a chilrear,
Que o silêncio...é um fechar, para um novo olhar.
Dedicado à Ciloca.
É Natal, é Natal...
É verdade, o espírito natalício está a entrar no blog e nas casas dos portugueses (apesar de estarmos curtos de guito. Não é verdade meus amigos?!) enfim, o espírito está presente e isso é que interessa. Vim postar não para vos falar do consumismo, mas já falando, nem para dizer que o Pai Natal tal como o conhecemos de vermelho e bem-disposto, com aquela barriga de fazer inveja a qualquer jovem de 60 anos, foi uma invenção do refrigerante mais vendido do mundo (coca-cola). Vim mais falar-vos das pessoas, sim das pessoas. Das pessoas que nos lembramos nestas alturas, que são importantes para nós, pessoas de quem gostamos, pessoas que temos um carinho especial, pessoas que nos mostraram um caminho qualquer, pessoas que fizeram alguma coisa especial por nós, pessoas a quem nos damos, pessoas a quem nos confidenciamos...pessoas, apenas pessoas. Dizem que o Natal é uma época bonita, eu então, vou dizer 3 palavras que definem o Natal para mim. 1-Comida, 2-Consumismo, 3-Ilusão. Porquê? perguntam vocês.
Eu explico. A comida, porque é sempre todos os anos a mesma coisa, o bacalhau, o franguito (bem gordo), porque o perú meus amigos, tá caro! O consumismo, porquê? Porque...porque já nada é como antigamente! Antes o acto de comprar uma prenda tinha um significado especial para uma criança, talvez seja a parte de mim que cresceu e se tornou céptica, que já não está enfeitiçada pela magia natalícia, e por isso, já não é aquilo que me traz "um brilhozinho nos olhos" quando recebo uma prenda. 3- Sendo a extensão do segundo, mas não querendo repetir o que disse, a Ilusão para além de ser o deixar de acreditar em algo. O mundo não é perfeito, o Pai Natal não existe, e Jesus não vem à terra para nos salvar deste abismo profundo em que estamos. Por isso, Natal para mim, é lembrar-me dos amigos, telefonar-lhes, mandar um abraço, e beijinhos, e saberem que não me esqueci deles.
Eu explico. A comida, porque é sempre todos os anos a mesma coisa, o bacalhau, o franguito (bem gordo), porque o perú meus amigos, tá caro! O consumismo, porquê? Porque...porque já nada é como antigamente! Antes o acto de comprar uma prenda tinha um significado especial para uma criança, talvez seja a parte de mim que cresceu e se tornou céptica, que já não está enfeitiçada pela magia natalícia, e por isso, já não é aquilo que me traz "um brilhozinho nos olhos" quando recebo uma prenda. 3- Sendo a extensão do segundo, mas não querendo repetir o que disse, a Ilusão para além de ser o deixar de acreditar em algo. O mundo não é perfeito, o Pai Natal não existe, e Jesus não vem à terra para nos salvar deste abismo profundo em que estamos. Por isso, Natal para mim, é lembrar-me dos amigos, telefonar-lhes, mandar um abraço, e beijinhos, e saberem que não me esqueci deles.
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