Chuva que vai e que vem,
Chuva que molha e que fica.
Chuva que se ausenta e não sinta. À deriva nos braços do Vento,
Deus sem rumo nem lugar. Refém da sua própria vontade.
Chuva que embala e perdura.
Chuva que alaga e que dura.
Que me Mostra o caminho, entre a escuridão.
Que me encontra rios, ao Moinho.
A Luz, entre a imensidão.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
A Solução: Mobilizar Portugal
Nunca, mas nunca e sabem aqueles que me conhecem que não sou nem nunca fui atrás de políticos mas sim sempre atrás de convicções e de pessoas. Para mim, nesta grave situação em que o País se encontra, e na luta contra este Governo Ultra Liberal, que não olha para as pessoas mas sim para os números, que se limita por uma Ideologia, convictos que estão certos neste pensamento, recusando ouvir as outras partes, também eu me recuso a baixar os braços e não lutar por aquilo ou por quem acredito, independentemente do partido a que pertence. António Costa sempre me pareceu uma pessoa que, quer pelo Governo de Sócrates quer pelo que a mim me parece, ao bom trabalho que aparenta fazer e está a fazer na CML, dá-me a forte convicção, a esperança e a ilusão de um Futuro melhor, mais igualitário, mais risonho, sempre com a consolidação das finanças públicas, e o rigor, mas também sabendo que é com sangue novo, com jovens, com Inovação e Ciência, que o País vai para a frente. Sei que na Europa também não está fácil, mas sei que com uma Europa atenta só à Austeridade e não para o Crescimento Económico, Emprego, e Justiça Social, nunca teremos uma Europa Unida, justa, a crescer com pleno Emprego e com cada vez menos desigualdades sociais. A Europa é isso. Uma Esperança no meio de tanto desespero. Onde existe Segurança e Estabilidade. Onde o Emprego é uma prioridade, onde as pessoas são mais que números. São vidas. Portugal, com António Costa é essa Esperança e eu acredito.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Viagem...
Na pele, a Natureza do teu ser,
O caminho a ser percorrido
A viagem que se quer vivida.
Nos teus olhos, um novo mundo a descobrir, com firmeza.
De um mundo a crescer.
À procura dum beijo correspondido,
à menina de cara mimada.
Nos teus lábios, a minha boca vendida.
No teu corpo, o desejo
que se quer bendito.
Selar na tua boca
O gosto, no prazer dum fraquejo.
Na tua voz, amor que se quer feito.
Contemplando o amor,
Em cada beijo. Em cada olhar, alimento.
O coração de magia;
O corpo junto ao teu, tremia
Nas mãos, a força que precisa.
Precisa, naquilo que o Amor necessita.
Que sinta...
O caminho a ser percorrido
A viagem que se quer vivida.
Nos teus olhos, um novo mundo a descobrir, com firmeza.
De um mundo a crescer.
À procura dum beijo correspondido,
à menina de cara mimada.
Nos teus lábios, a minha boca vendida.
No teu corpo, o desejo
que se quer bendito.
Selar na tua boca
O gosto, no prazer dum fraquejo.
Na tua voz, amor que se quer feito.
Contemplando o amor,
Em cada beijo. Em cada olhar, alimento.
O coração de magia;
O corpo junto ao teu, tremia
Nas mãos, a força que precisa.
Precisa, naquilo que o Amor necessita.
Que sinta...
sexta-feira, 17 de maio de 2013
T-R-O-I-K-A
Trazes ao Mundo a desgraça .
Rasgas as Almas com medos infundados.
Ouve a Voz do Povo, Homem!
Ignora os Outros que planeam o Mal, mal,
Kafkianos, canibais de espíritos, animais transformistas.
Alerta o Teu País, Abraça o Teu Povo. Alegra as tuas gentes, com Verdade.
Rasgas as Almas com medos infundados.
Ouve a Voz do Povo, Homem!
Ignora os Outros que planeam o Mal, mal,
Kafkianos, canibais de espíritos, animais transformistas.
Alerta o Teu País, Abraça o Teu Povo. Alegra as tuas gentes, com Verdade.
sexta-feira, 29 de março de 2013
Páscoa...
E a Páscoa, chegou. As amêndoas para devorar, o borrego para contemplar e o coelho...
Bem, não me parece que seja boa altura para qualquer Coelho...há quem nesta altura ressuscite! Outros, pelo contrário "morram" e jamais se saiba alguma noticia do seu desaparecimento, neste caso, politico, se é que me fiz entender. Não morro de amores por coelhos, mas sabem tão bem fritinhos com umas conquilhas...é a morte deles!
Bem, não me parece que seja boa altura para qualquer Coelho...há quem nesta altura ressuscite! Outros, pelo contrário "morram" e jamais se saiba alguma noticia do seu desaparecimento, neste caso, politico, se é que me fiz entender. Não morro de amores por coelhos, mas sabem tão bem fritinhos com umas conquilhas...é a morte deles!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Pedro "Pinóquio" Passos Coelho
E eu pensava que o pinóquio era uma personagem fictícia, inventada, para entreter as crianças.
Afinal, Portugal tem um de verdade. Que mexe a boca, para falar de mais austeridade, enquanto empresta dinheiro à Madeira, e o sr. Jardim, só vai pagar o que lhe foi emprestado, em 2016!!. Os pés, para andar de Massamá para o Parlamento, e do Parlamento para Bruxelas ou Berlim, para ir ter com a Sra. Angela "Al Capone" Merkel. Os dedos para afirmar que é um homem, quando não é nada, para se vergar à vontade da Alemanha e à vontade dos Mercados. Os olhos de cachorrinho, para os portugueses terem pena dele, porque só está a cumprir o "memorando" da Troika". E a gente ainda papa disto??
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
A Crise Anunciada (parte II)
Sem dinheiro, a vida de todos nós como a conhecemos, estagna, pára, não se vive. Sobrevive-se. Se na economia de um país não existir a livre circulação de bens e produtos, o mundo não gira, o mundo como o conhecemos também não evoluí.
Não existe Europa, nem E.U.A., nem China, Rússia, nem Grécia, nem Portugal nem nenhum país, sem estas regras estabelecidas. As dívidas como José Sócrates explicou, nem concordo totalmente nem discordo em toda a sua plenitude. O que se tem de discutir na sua essência, é desde a origem da "Crise", às fases que formaram esta enorme bola de neve que contaminou todo o Velho Continente, próspera, em termos económicos, de empregabilidade e qualidade de vida, muitas vezes invejada pelo aliado da velha e resignada Europa: Os E.U.A.
A China, não é, um aliado para sairmos da crise. É contrariamente àquilo que se pensa, um entrave para o crescimento económico, um entrave para a nossa própria qualidade de vida, para a vitalidade de um emprego duradouro, e acima de tudo, não é, uma solução para o Défice, essa nuvem negra, que paira no nosso país, na nossa peninsula, na nossa Europa e afecta o Mundo em geral.
Não existe Europa, nem E.U.A., nem China, Rússia, nem Grécia, nem Portugal nem nenhum país, sem estas regras estabelecidas. As dívidas como José Sócrates explicou, nem concordo totalmente nem discordo em toda a sua plenitude. O que se tem de discutir na sua essência, é desde a origem da "Crise", às fases que formaram esta enorme bola de neve que contaminou todo o Velho Continente, próspera, em termos económicos, de empregabilidade e qualidade de vida, muitas vezes invejada pelo aliado da velha e resignada Europa: Os E.U.A.
A China, não é, um aliado para sairmos da crise. É contrariamente àquilo que se pensa, um entrave para o crescimento económico, um entrave para a nossa própria qualidade de vida, para a vitalidade de um emprego duradouro, e acima de tudo, não é, uma solução para o Défice, essa nuvem negra, que paira no nosso país, na nossa peninsula, na nossa Europa e afecta o Mundo em geral.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Amar...
"O Beijo" de Klimt
sem reclamar, de amar sem sofrer,
de amar sem pensar, de amar sem duvidar, de amar sem reflectir,
de amar e não sentir, de amar e fingir que não é nada, quando é tudo.
de amar sem ter medo ou receio. De amar sem complexar. De amar descomplexadamente, de amar sem olhos a questionar, sem razões para quê?
De amar sem medo de fugir, de amar sem correr,
de amar sem parar, de amar como respirar,
de amar sem esquecer que se amou.
Amar, sem perdão, não é amar.
Amar sem sentir, não é amor.
Amar sem sofrer, não se sente, agonia-se.
Amar sem ter nada a perder, arrisca-se...
Amar, é tudo, e não é nada.
É tudo e não é nada.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Papoila
Papoila, não tens cheiro na verdade,
Mas beleza na tua formosa estrutura.
Não. Não és rosa, nem podias ser.
És papoila, criada no campo, posta pela tua Mãe Terra e teu Pai Sol,
Que durante as noites frias não te aquece o coração,
mas sabes que te ama, e jamais te abandonará durante o dia.
Papoila, que és bela como às mulheres, bailarina, em dias de vento.
Repete comigo esta dança. Dança! Dança, doce papoila. Dança!...
Mas beleza na tua formosa estrutura.
Não. Não és rosa, nem podias ser.
És papoila, criada no campo, posta pela tua Mãe Terra e teu Pai Sol,
Que durante as noites frias não te aquece o coração,
mas sabes que te ama, e jamais te abandonará durante o dia.
Papoila, que és bela como às mulheres, bailarina, em dias de vento.
Repete comigo esta dança. Dança! Dança, doce papoila. Dança!...
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Greve!
Hoje, tal como muitos portugueses, não fui dos que aderiu à greve, mas estou com eles. Pela Luta que lutam. Pelas oportunidades perdidas para uma tal Troika, por uns tais "Mercados" que ninguém sabe muito bem quem são e acima de tudo estou com eles, porque vejo, sei e sinto como todos eles, que este caminho de austeridade não é o caminho para Portugal, para a Europa, para o Mundo. Para que tudo mude, temos de lutar, não podemos viver impávidos e serenos como sempre fomos. Temos de resistir a esse gene maldito. Lutemos por aquilo que temos direito. Ao direito de vivermos numa Europa unida, e não dividida. A uma Europa que olha pelos seus, que nós faremos com trabalho e dedicação se nos for reconhecidos os direitos a que temos direito, que outros lutaram muito antes de muitos de nós sequer termos nascido. Por um País que gorvernado por pseudo-intelectuais que de economia, perdoem-me, mas de nada sabem. Quero e queremos todos que haja um País com crescimento económico e também em termos de empregabilidade. Mas para isso, não é necessário termos de empobrecer para enriquecermos. Não queremos ser a "China da Europa", nem a Europa tem que ser/ nem deve aceitar/querer ser "A China". Nós somos nós. Eles são eles.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
SMS...
Hoje, Amanhã, Depois de Amanhã,
E depois todos os dias. Não é cansativo?
E quando não tens nada para dizer?
Falas do quê?
Sobre o Tempo?
Sobre o quê?
Não sei mais o que dizer, mas também o que queria dizer não posso.
Não quero, nem devo.
Eu sei que não queres que diga e a mim não me apetece dize-lo.
Chega.
Ficas em casa que é melhor.
Pensava eu que podia andar sem ti atrás,
de uma hora pr'a outra a olhar-te,
Esperar pelo próximo minuto e...vem aí!! Aaah...
não vem.
É na próxima! De certeza...!
E nunca mais vens.
Que perda de tempo!
Que perda, do Meu tempo.
Se era para ser assim, não te queria.
Nem te usava, nem te tocava.
Não pensava.
Não modelava as letras como canções,
Como batidas do coração
E imaginava um outro mundo.
Nosso.
Meu, que era teu. Nosso.
Mas nunca me disseste nada.
Nem uma palavra, nem um sorriso, nem um gesto.
Nem me disseste se estava triste ou contente.
Se gostavas ou não gostavas, se querias ou não querias.
Nada.
E agora, não tenho dinheiro para mais nada.
FIM...
E depois todos os dias. Não é cansativo?
E quando não tens nada para dizer?
Falas do quê?
Sobre o Tempo?
Sobre o quê?
Não sei mais o que dizer, mas também o que queria dizer não posso.
Não quero, nem devo.
Eu sei que não queres que diga e a mim não me apetece dize-lo.
Chega.
Ficas em casa que é melhor.
Pensava eu que podia andar sem ti atrás,
de uma hora pr'a outra a olhar-te,
Esperar pelo próximo minuto e...vem aí!! Aaah...
não vem.
É na próxima! De certeza...!
E nunca mais vens.
Que perda de tempo!
Que perda, do Meu tempo.
Se era para ser assim, não te queria.
Nem te usava, nem te tocava.
Não pensava.
Não modelava as letras como canções,
Como batidas do coração
E imaginava um outro mundo.
Nosso.
Meu, que era teu. Nosso.
Mas nunca me disseste nada.
Nem uma palavra, nem um sorriso, nem um gesto.
Nem me disseste se estava triste ou contente.
Se gostavas ou não gostavas, se querias ou não querias.
Nada.
E agora, não tenho dinheiro para mais nada.
FIM...
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Ilusão...
Quando os teus olhos encontraram os meus,
De mais nada quis saber.
De comer e viver, só de ti queria saber.
Não sei se é loucura ou perdição, de Amor, eu sei que é.
Sei que se não te vejo, jaz em mim
A flor bela luzidia
Em teus doces olhos.
Vertes em mim desejos inconsolados,
de memórias ainda não realizadas.
É pena que o mundo seja somente pura ilusão. E o Amor, não é?
De mais nada quis saber.
De comer e viver, só de ti queria saber.
Não sei se é loucura ou perdição, de Amor, eu sei que é.
Sei que se não te vejo, jaz em mim
A flor bela luzidia
Em teus doces olhos.
Vertes em mim desejos inconsolados,
de memórias ainda não realizadas.
É pena que o mundo seja somente pura ilusão. E o Amor, não é?
terça-feira, 1 de novembro de 2011
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